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	<title>taxa básica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>taxa básica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Decisão do Copom: Manutenção ou corte na taxa de juros será definida hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) enfrenta nesta quarta-feira (19) a tarefa de decidir sobre a manutenção ou corte da taxa básica de juros, a Selic. A atual taxa de 10,5% ao ano pode ser mantida ou reduzida em 0,25 ponto percentual, em meio a divergências entre os membros do colegiado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) enfrenta nesta quarta-feira (19) a tarefa de decidir sobre a manutenção ou corte da taxa básica de juros, a Selic. A atual taxa de 10,5% ao ano pode ser mantida ou reduzida em 0,25 ponto percentual, em meio a divergências entre os membros do colegiado. A recente valorização do dólar, o aumento da inflação e as taxas de juros elevadas nos Estados Unidos complicam a decisão, tornando incerto se o ciclo de cortes iniciado em agosto do ano passado terá continuidade.</p>
<p>Em maio, o Copom não deu indicações claras sobre suas próximas ações. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal realizada com analistas de mercado, a previsão é que a Selic permaneça em 10,5% ao ano até o final de 2024, contrastando com a expectativa de um mês atrás, que apontava para uma Selic de 10%.</p>
<p>A decisão será anunciada ao fim do dia. O Copom, nas últimas sete reuniões, reduziu a Selic com seis cortes de 0,5 ponto percentual e um corte de 0,25 ponto percentual na última reunião de maio.</p>
<h4><strong>Inflação</strong></h4>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom destacou um aumento nas expectativas de inflação. A divisão entre os diretores do Banco Central foi atribuída ao compromisso com as diretrizes anteriores, sem influências políticas. Até março, o BC sinalizava um corte de 0,5 ponto percentual em maio.</p>
<p>Na última votação, os diretores Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes, nomeados pelo governo anterior, apoiaram uma redução de 0,25 ponto percentual. Em contraste, Ailton de Aquino Santos, Gabriel Muricca Galípolo, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira, nomeados pelo governo atual, votaram por um corte de 0,50 ponto. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, também nomeado pelo governo anterior, desempatou a votação a favor do corte de 0,25 ponto.</p>
<p>O boletim Focus mais recente mostrou que a estimativa de inflação para 2024 aumentou de 3,8% para 3,96% nas últimas quatro semanas, aproximando-se do teto da meta de 3% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que pode alcançar até 4,5% devido ao intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<p>Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação, subiu para 0,46%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que o aumento foi impulsionado pelos alimentos, devido às enchentes no Rio Grande do Sul. O IPCA acumulou alta de 3,93% em 12 meses, dentro da meta para 2024.</p>
<h4><strong>Taxa Selic</strong></h4>
<p>A Selic é a taxa básica de juros usada nas negociações de títulos públicos e serve como referência para outras taxas na economia. É o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Através de operações de mercado aberto, o BC busca manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.</p>
<p>Aumentar a Selic visa conter a demanda aquecida, refletindo nos preços ao encarecer o crédito e incentivar a poupança, o que pode dificultar a expansão econômica. Além da Selic, os bancos consideram risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas ao definir os juros cobrados dos consumidores.</p>
<p>Reduzir a Selic tende a baratear o crédito, incentivando produção e consumo, diminuindo o controle da inflação e estimulando a economia.</p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia, apresentações técnicas sobre a economia brasileira e mundial e o mercado financeiro são feitas. No segundo dia, os membros do Copom, composto pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h4><strong>Meta</strong></h4>
<p>Para 2024, a meta de inflação do BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3%, com o mesmo intervalo de tolerância.</p>
<p>No último Relatório de Inflação de março, o BC manteve a previsão de que o IPCA terminaria 2024 em 3,5%, antes da alta do dólar e das enchentes no Rio Grande do Sul. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.</p>
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		<title>Copom Decide sobre Corte dos Juros Básicos da Economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 13:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (8), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne para decidir o tamanho do corte na taxa básica de juros, a Selic. Com debates e possibilidade de divergências entre os membros, a incerteza paira sobre a redução dos juros básicos, atualmente em 10,75% ao ano, que pode ser de 0,25 ou 0,5 ponto percentual, em meio às recentes oscilações do mercado financeiro global e o cenário de juros elevados nos Estados Unidos.</p>
<p>No último encontro, realizado no final de março, o Copom comunicou que os diretores do BC e o presidente do comitê, Roberto Campos Neto, haviam previsto, por unanimidade, um corte de 0,5 ponto percentual na reunião de maio. Entretanto, as instabilidades recentes no mercado financeiro global geraram incertezas em relação a esse movimento.</p>
<p>Durante uma viagem para a reunião do G20 em abril, o presidente do BC mencionou que a decisão do Copom estaria atrelada ao nível de incerteza na economia global.</p>
<p>De acordo com a última edição do boletim Focus, uma pesquisa semanal com analistas de mercado, a expectativa é de um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros. Anteriormente, a previsão apontava para um corte de 0,5 ponto. Para o final do ano, a estimativa é de que a Selic alcance 9,63% ao ano.</p>
<p>Ao final do dia de hoje, o Copom anunciará sua decisão. Este será o sétimo corte desde agosto, quando o Banco Central interrompeu o ciclo de aperto monetário.</p>
<p><strong>Inflação e Metas</strong></p>
<p>Na ata da última reunião em março, o Copom informou uma mudança na forma de comunicar os próximos cortes, visando proporcionar mais flexibilidade ao Banco Central. Anteriormente, o comitê comunicava que reduziria a Selic em 0,5 ponto pelo menos mais três vezes. Agora, a informação é de que os cortes ocorreriam na mesma magnitude na reunião de maio.</p>
<p>O Copom destacou que a conjuntura internacional mais volátil tornou incerto o cenário para a redução da inflação, não apenas no Brasil, mas em diversos países. Fatores como a perspectiva de aumento dos juros nos Estados Unidos e os conflitos geopolíticos têm impacto nas decisões do BC em relação à taxa básica de juros.</p>
<p>Conforme o último boletim Focus, a estimativa para a inflação em 2024 foi ligeiramente reduzida, de 3,73% para 3,72%, permanecendo dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que varia de 3% a 4,5%.</p>
<p>O IPCA-15 de abril, considerado uma prévia da inflação oficial, registrou uma queda para 0,21%, acumulando um aumento de 3,77% nos últimos 12 meses, dentro da meta para 2024.</p>
<p><strong>Taxa Selic e seu Impacto</strong></p>
<p>A taxa básica de juros é um importante instrumento do Banco Central para controlar a inflação e serve como referência para outras taxas da economia. A Selic é utilizada em negociações de títulos públicos e influencia diretamente o crédito disponível na economia.</p>
<p>Quando o Copom opta por aumentar a taxa básica de juros, busca-se conter a demanda aquecida, o que pode impactar os preços, uma vez que os juros mais elevados encarecem o crédito e incentivam a poupança, podendo dificultar a expansão econômica. Já a redução da Selic tende a baratear o crédito, estimulando a produção e o consumo, e contribuindo para o crescimento econômico.</p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias para deliberar sobre a taxa básica de juros, analisando diversos aspectos da economia nacional e global para tomar suas decisões.</p>
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