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	<title>tambor de mina &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Morre Mãe Elzita, referência do Tambor de Mina no Maranhão, aos 91 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obituário]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi enterrado na quinta-feira (25), em São Luís, o corpo de Elzita Vieira Martins Coelho, conhecida como Mãe Elzita, uma das mais importantes lideranças das religiões de matriz africana no Maranhão. A ialorixá morreu na quarta-feira (24), aos 91 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família. Reconhecida como uma das grandes referências [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi enterrado na quinta-feira (25), em São Luís, o corpo de Elzita Vieira Martins Coelho, conhecida como Mãe Elzita, uma das mais importantes lideranças das religiões de matriz africana no Maranhão. A ialorixá morreu na quarta-feira (24), aos 91 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família.</p>
<p>Reconhecida como uma das grandes referências do Tambor de Mina, tradição religiosa afro-brasileira surgida no Maranhão, Mãe Elzita foi fundadora e dirigente do Terreiro Fé em Deus, criado em 1968 no bairro do Sacavém, na capital maranhense. Ao longo de décadas, tornou-se uma guardiã dos saberes ancestrais que estruturam a religião, baseada no culto aos voduns, orixás e encantados.</p>
<p>Nascida em 16 de janeiro de 1934, em São Luís, Mãe Elzita teve papel central na defesa e valorização das religiões de matriz africana, frequentemente alvo de preconceito e intolerância religiosa. Sua trajetória espiritual teve início no Terreiro Nanã Borokô, onde foi iniciada por sua mãe-de-santo, Dona Denira, dando início a um caminho marcado pelo compromisso com a fé, a comunidade e a preservação cultural.</p>
<p>O Tambor de Mina, expressão religiosa profundamente ligada à história do Maranhão, nasceu em São Luís e se expandiu para estados como Pará e Amazonas, alcançando também outras regiões do país, como Rio de Janeiro e São Paulo, impulsionado por fluxos migratórios. Nesse contexto, a atuação de Mãe Elzita foi fundamental para manter vivas as tradições e assegurar a transmissão dos conhecimentos às novas gerações.</p>
<p>Com sua morte, o Maranhão perde uma liderança espiritual de grande relevância, cuja vida foi dedicada à resistência, à fé e à preservação da herança afro-brasileira que molda a identidade cultural do estado e do país.</p>
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