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	<title>SUS &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>SUS &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Fiocruz conclui transferência de tecnologia para fabricar principal medicamento contra o HIV destinado ao SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil deu mais um passo para fortalecer a produção nacional de medicamentos utilizados no combate ao HIV. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu o processo de transferência de tecnologia que permitirá a fabricação do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento da infecção pelo vírus e distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil deu mais um passo para fortalecer a produção nacional de medicamentos utilizados no combate ao HIV. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu o processo de transferência de tecnologia que permitirá a fabricação do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento da infecção pelo vírus e distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A produção em larga escala depende apenas da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>O acordo de transferência tecnológica foi firmado em 2020 entre a ViiV Healthcare, empresa especializada em tratamentos para HIV pertencente à GSK, e o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz). Desde então, a instituição pública realizou investimentos para adaptar sua estrutura industrial, adquirir novos equipamentos, capacitar equipes e cumprir todas as exigências técnicas e regulatórias necessárias para internalizar a fabricação do medicamento.</p>
<p>Enquanto o processo de nacionalização era desenvolvido, Farmanguinhos já era responsável pela distribuição do medicamento ao SUS, utilizando comprimidos produzidos pela GSK. Desde 2022, mais de 739 milhões de cápsulas foram fornecidas ao sistema público de saúde. Em 2025, o instituto também passou a executar o controle de qualidade laboratorial do remédio.</p>
<p>Com a conclusão da transferência de tecnologia, três lotes do dolutegravir já foram produzidos e aprovados pela Fiocruz. Assim que a Anvisa conceder a autorização definitiva, os medicamentos poderão começar a ser distribuídos aos pacientes atendidos pelo SUS. Paralelamente, a instituição trabalha na validação do ingrediente farmacêutico ativo utilizado na fabricação do antirretroviral.</p>
<p>O projeto prevê ainda uma nova etapa de nacionalização: a produção da combinação entre dolutegravir e lamivudina, outro tratamento amplamente utilizado na rede pública. A expectativa é que essa formulação passe a ser fabricada por Farmanguinhos no próximo ano, ampliando a capacidade de abastecimento do SUS.</p>
<p>Atualmente, mais de 770 mil pessoas em tratamento contra o HIV no Brasil utilizam o dolutegravir. O medicamento é considerado uma das principais terapias antirretrovirais do mundo por sua elevada eficácia, baixa incidência de efeitos colaterais e capacidade de reduzir a carga viral a níveis indetectáveis, impedindo a progressão da doença. Desde 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda seu uso como tratamento preferencial de primeira e segunda linha para diferentes perfis de pacientes.</p>
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		<title>Ministério da Saúde lança plano para preparar o SUS diante do El Niño e das mudanças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, queimadas e o aumento da circulação de doenças relacionadas às alterações do clima.</p>
<p>Batizado de AdaptaSUS, o programa reúne um conjunto de ações voltadas ao monitoramento de riscos, planejamento de respostas rápidas, qualificação das equipes de saúde e ampliação da capacidade de atendimento da rede pública em situações de emergência climática. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo é tornar o sistema mais resiliente diante dos efeitos cada vez mais frequentes das mudanças no clima.</p>
<p>Durante o lançamento da iniciativa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que os efeitos do aquecimento global já são percebidos diretamente na saúde da população brasileira e exigem uma mudança na forma de planejamento das políticas públicas.</p>
<p>&#8220;A crise climática é, antes de mais nada, uma crise de saúde pública&#8221;, afirmou o ministro durante a apresentação do programa.</p>
<p>Entre as principais medidas previstas estão a criação de sistemas integrados de monitoramento climático e epidemiológico, o fortalecimento da vigilância em saúde, a ampliação da capacidade de resposta a desastres naturais e o desenvolvimento de protocolos específicos para situações de calor extremo, enchentes, secas prolongadas e incêndios florestais. A estratégia também prevê maior integração entre o Ministério da Saúde, estados, municípios e órgãos de defesa civil.</p>
<p>A preocupação do governo se intensifica diante das previsões meteorológicas que indicam alta probabilidade de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Especialistas apontam que o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico pode aumentar a ocorrência de eventos extremos em diferentes regiões do Brasil, provocando excesso de chuvas no Sul, estiagens prolongadas no Norte e Nordeste, além de favorecer ondas de calor e incêndios florestais.</p>
<p>O Ministério da Saúde alerta que essas alterações climáticas tendem a ampliar os riscos de diversas doenças. Temperaturas elevadas favorecem casos de desidratação, insolação e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. Já enchentes e alagamentos aumentam a exposição da população a enfermidades como leptospirose, hepatite A e doenças transmitidas por água contaminada. O cenário também pode favorecer a expansão de arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, devido à proliferação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<p>O plano prevê ainda investimentos na qualificação das equipes do SUS para atuação em situações de emergência, elaboração de protocolos clínicos específicos para eventos climáticos extremos e desenvolvimento de ferramentas capazes de antecipar riscos sanitários em diferentes regiões do país. A intenção é permitir respostas mais rápidas e reduzir os impactos sobre a população, especialmente entre idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e comunidades socialmente vulneráveis.</p>
<p>Segundo o governo, a estratégia faz parte de um movimento mais amplo de adaptação das políticas públicas às mudanças climáticas, reconhecendo que eventos extremos tendem a se tornar mais frequentes nas próximas décadas. O fortalecimento do SUS é apontado como elemento fundamental para reduzir danos humanos, sociais e econômicos provocados por desastres ambientais.</p>
<p>Com a implementação do AdaptaSUS, o Ministério da Saúde pretende incorporar o planejamento climático às políticas permanentes da saúde pública brasileira, tornando o sistema mais preparado para responder aos desafios impostos pelo aquecimento global e pelos efeitos cada vez mais intensos de fenômenos como o El Niño.</p>
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		<item>
		<title>Regulamentação das doulas fortalece atuação no SUS e amplia assistência a gestantes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/regulamentacao-das-doulas-fortalece-atuacao-no-sus-e-amplia-assistencia-a-gestantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[doula]]></category>
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					<description><![CDATA[A regulamentação da atividade de doula no Brasil representa um avanço na integração dessas profissionais ao Sistema Único de Saúde, ampliando o suporte oferecido a gestantes durante o pré-natal, o parto e o pós-parto. A medida estabelece diretrizes claras para a atuação da categoria e reforça seu papel no cuidado humanizado. As doulas são profissionais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação da atividade de doula no Brasil representa um avanço na integração dessas profissionais ao Sistema Único de Saúde, ampliando o suporte oferecido a gestantes durante o pré-natal, o parto e o pós-parto. A medida estabelece diretrizes claras para a atuação da categoria e reforça seu papel no cuidado humanizado.</p>
<p>As doulas são profissionais que prestam apoio físico, emocional e informativo às mulheres ao longo de todo o ciclo da gestação. Com a nova regulamentação, essa atuação passa a ser oficialmente reconhecida, garantindo maior segurança jurídica tanto para as profissionais quanto para as pacientes atendidas.</p>
<p>A legislação também assegura o direito das gestantes de escolher uma doula para acompanhá-las durante o trabalho de parto e no período imediatamente após o nascimento, tanto em unidades públicas quanto privadas de saúde. A presença dessas profissionais não substitui a equipe médica nem o acompanhante previsto em lei, funcionando como um suporte complementar no atendimento.</p>
<figure id="attachment_89869" aria-describedby="caption-attachment-89869" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89869" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C501&#038;ssl=1" alt="Pós-Parto: Papel Não Se Esgota Com A Saída Da Sala De Cirurgia Ou Mesmo A Alta Hospitalar Para Mães E Bebês - Expresso Carioca" width="754" height="501" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C498&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89869" class="wp-caption-text">Pós-parto: papel não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. &#8211; Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Outro ponto importante é a definição dos limites de atuação. O texto proíbe que doulas realizem procedimentos médicos, administrem medicamentos ou utilizem equipamentos hospitalares, deixando claro que sua função está centrada no acolhimento e na orientação da gestante.</p>
<p>Para exercer a atividade, será exigida formação mínima, incluindo ensino médio completo e curso específico de qualificação em doulagem, com carga horária mínima estabelecida. Profissionais que já atuam na área há pelo menos três anos poderão continuar exercendo a função mediante comprovação de experiência.</p>
<p>A regulamentação também abre caminho para uma participação mais estruturada dessas profissionais na atenção básica, fortalecendo políticas públicas voltadas à saúde da mulher. A expectativa é que a medida contribua para melhorar a experiência do parto, reduzir intervenções desnecessárias e promover maior autonomia das gestantes.</p>
<p>Com a formalização da profissão, o Brasil avança na valorização de práticas que priorizam o cuidado humanizado, ampliando o acesso a um acompanhamento mais acolhedor e integrado dentro do sistema público de saúde.</p>
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		<item>
		<title>Inscrições para o Mais Médicos seguem abertas até quarta-feira e ampliam atendimento no SUS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inscricoes-para-o-mais-medicos-seguem-abertas-ate-quarta-feira-e-ampliam-atendimento-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção Primária à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O prazo de inscrições para o novo ciclo do programa Mais Médicos permanece aberto até esta quarta-feira (8), oferecendo uma nova oportunidade para profissionais interessados em atuar no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa do Ministério da Saúde busca reforçar o atendimento na atenção primária, especialmente em áreas com escassez de médicos. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo de inscrições para o novo ciclo do programa Mais Médicos permanece aberto até esta quarta-feira (8), oferecendo uma nova oportunidade para profissionais interessados em atuar no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa do Ministério da Saúde busca reforçar o atendimento na atenção primária, especialmente em áreas com escassez de médicos.</p>
<p>De acordo com o edital mais recente, estão sendo disponibilizadas 1.524 vagas em todo o país. As oportunidades fazem parte do 45º ciclo do programa e têm como objetivo ampliar a presença de profissionais em regiões prioritárias, incluindo municípios do interior e comunidades com maior vulnerabilidade social.</p>
<p>As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio da Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento, disponível no portal do governo federal. O processo é voltado a médicos com registro no Brasil, além de brasileiros formados no exterior e profissionais estrangeiros habilitados, seguindo critérios definidos no edital.</p>
<p>Atualmente, o programa já conta com mais de 26 mil médicos em atividade em diversas regiões do país, atuando principalmente na atenção básica — porta de entrada do SUS e responsável pelo acompanhamento contínuo da população.</p>
<p>Criado para reduzir a desigualdade na distribuição de profissionais de saúde, o Mais Médicos tem como principal missão levar atendimento a localidades remotas e periferias urbanas, onde há maior dificuldade de fixação de médicos. Desde sua criação, a iniciativa tem sido uma das principais estratégias para ampliar o acesso à saúde pública no país.</p>
<p>Além da atuação direta nas unidades de saúde, os profissionais selecionados também participam de atividades de formação e qualificação, contribuindo para o fortalecimento do sistema público e a melhoria contínua dos serviços oferecidos à população.</p>
<p>Com o encerramento do prazo se aproximando, o Ministério da Saúde reforça a importância da adesão de novos profissionais para garantir a continuidade e expansão do atendimento, beneficiando milhões de brasileiros que dependem do SUS para cuidados médicos essenciais.</p>
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		<item>
		<title>Brasil entra em alerta diante do avanço do sarampo nas Américas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-entra-em-alerta-diante-do-avanco-do-sarampo-nas-americas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Nacional de Imunizações]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está em estado de alerta máximo por causa do crescimento expressivo dos casos de sarampo em países das Américas. A preocupação das autoridades sanitárias se intensificou após a rápida escalada da doença no continente, que já registra, em poucos meses de 2026, números próximos à metade de todo o volume contabilizado ao longo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está em estado de alerta máximo por causa do crescimento expressivo dos casos de sarampo em países das Américas. A preocupação das autoridades sanitárias se intensificou após a rápida escalada da doença no continente, que já registra, em poucos meses de 2026, números próximos à metade de todo o volume contabilizado ao longo de 2025.</p>
<p>Dados recentes indicam que, no ano passado, foram confirmados 14.891 casos da doença em 14 países, com 29 mortes. Já em 2026, até o início de março, mais de 7 mil infecções haviam sido registradas, evidenciando a aceleração da transmissão.</p>
<p>Apesar do cenário internacional, o Brasil mantém o status de país livre da circulação sustentada do vírus, certificado recuperado em 2024. Ainda assim, o risco de reintrodução da doença preocupa, principalmente devido ao aumento da circulação de pessoas entre países com surtos ativos.</p>
<p>O primeiro caso confirmado no país neste ano foi registrado em uma bebê de seis meses, em São Paulo, que contraiu a doença durante viagem à Bolívia, onde há surto em andamento. O episódio reforça o alerta sobre a entrada de casos importados.</p>
<p>Para conter possíveis avanços, o Ministério da Saúde tem intensificado ações de vigilância e vacinação, especialmente em regiões de fronteira. As autoridades também destacam a importância de manter altas coberturas vacinais como principal estratégia de prevenção.</p>
<p>O calendário do Sistema Único de Saúde prevê duas doses da vacina contra o sarampo: a primeira aos 12 meses, por meio da tríplice viral, e a segunda aos 15 meses, com a tetraviral. Pessoas de até 59 anos sem comprovação de imunização também devem se vacinar.</p>
<p>Especialistas alertam que a queda na cobertura vacinal em alguns locais tem contribuído para o ressurgimento da doença, considerada altamente contagiosa e potencialmente grave. Complicações podem incluir pneumonia e problemas neurológicos, além do risco de morte.</p>
<p>Diante do aumento de casos em países como Estados Unidos, México e Canadá — que concentram grande parte das infecções — o fluxo internacional de viajantes é apontado como um dos fatores que podem favorecer a disseminação do vírus.</p>
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		<item>
		<title>Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até junho de 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacinacao-contra-hpv-para-jovens-de-15-a-19-anos-e-prorrogada-ate-junho-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 18:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano.</p>
<p>Segundo a pasta, a ampliação do período tem como objetivo reforçar a proteção de adolescentes e jovens em todo o país, alcançando aqueles que não receberam a vacina entre os 9 e 14 anos, idade prevista no calendário regular de imunização.</p>
<p>A estratégia seguirá válida até a próxima Campanha de Vacinação nas Escolas, ampliando as oportunidades de acesso à vacina e contribuindo para a retomada da cobertura vacinal contra o HPV no Brasil.</p>
<h3>Meta é alcançar 7 milhões de jovens</h3>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 7 milhões de adolescentes e jovens ainda não foram imunizados contra o HPV. Até dezembro deste ano, a estratégia de resgate aplicou 208,7 mil doses da vacina — sendo 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos.</p>
<p>A ampliação do prazo, segundo a pasta, permite não apenas a proteção individual, mas também a redução da circulação do vírus na população, com impacto direto na prevenção de diversos tipos de câncer associados ao HPV.</p>
<h3>Onde se vacinar</h3>
<p>A vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada:</p>
<ul>
<li>nas Unidades Básicas de Saúde (UBS);</li>
<li>em ações externas, como campanhas em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.</li>
</ul>
<p>As iniciativas contam com o apoio de estados e municípios para ampliar o alcance e facilitar o acesso do público-alvo.</p>
<h3>Importância da vacina</h3>
<p>Considerada segura e eficaz, a vacina contra o HPV é fundamental na prevenção de diferentes tipos de câncer relacionados ao vírus, como:</p>
<ul>
<li>câncer do colo do útero;</li>
<li>câncer de vulva;</li>
<li>câncer de pênis;</li>
<li>câncer de garganta e pescoço.</li>
</ul>
<p>A estratégia de resgate é válida em todos os 5.569 municípios brasileiros e busca reduzir os impactos do HPV a longo prazo.</p>
<h3>Esquema vacinal</h3>
<p>A vacinação contra o HPV integra o calendário nacional para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Desde 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, substituindo o modelo anterior de duas doses e facilitando a adesão à imunização.</p>
<h3>Exceções ao esquema de dose única</h3>
<p>Alguns grupos específicos continuam seguindo o esquema de três doses, entre eles:</p>
<ul>
<li>pessoas imunocomprometidas, como quem vive com HIV/Aids, pacientes oncológicos e transplantados;</li>
<li>usuários de PrEP entre 15 e 45 anos;</li>
<li>vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.</li>
</ul>
<p>Em caso de dúvidas, a recomendação é procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para avaliação e atualização da caderneta de vacinação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>SUS terá teleatendimento para tratar compulsão por apostas online</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sus-tera-teleatendimento-para-tratar-compulsao-por-apostas-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento acelerado das apostas eletrônicas, popularizadas pelas chamadas bets, tem provocado danos financeiros, emocionais e sociais em milhares de brasileiros. Diante desse cenário, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram, nesta quarta-feira (3), um conjunto de medidas integradas para prevenir e tratar problemas relacionados ao vício em jogos. As ações incluem desde apoio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento acelerado das apostas eletrônicas, popularizadas pelas chamadas <em>bets</em>, tem provocado danos financeiros, emocionais e sociais em milhares de brasileiros. Diante desse cenário, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram, nesta quarta-feira (3), um conjunto de medidas integradas para prevenir e tratar problemas relacionados ao vício em jogos. As ações incluem desde apoio psicológico até mecanismos de proteção financeira.</p>
<p>Entre as iniciativas está a criação de uma plataforma de autoexclusão, prevista para entrar em funcionamento no dia 10 de dezembro, permitindo que qualquer usuário solicite o bloqueio do próprio CPF em sites de apostas. Ao aderir ao sistema, o usuário também deixará de receber publicidade dessas plataformas e terá o cadastro impedido para novos acessos.</p>
<p>O anúncio ocorre em meio a um estudo que estima em R$ 38,8 bilhões as perdas econômicas e sociais provocadas anualmente pelas bets no Brasil.</p>
<h3><strong>Observatório de Saúde e Apostas Eletrônicas será canal permanente de monitoramento</strong></h3>
<p>O acordo firmado pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Haddad (Fazenda) também prevê a criação do Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas. O órgão funcionará como um sistema contínuo de troca de informações entre as duas pastas para monitorar padrões de comportamento associados ao vício, facilitar a identificação de casos graves e oferecer apoio integrado pelo SUS.</p>
<p>Padilha ressalta que o objetivo é aproximar o sistema público de quem precisa de ajuda:</p>
<blockquote><p>“A partir dos dados, vamos identificar padrões de adição ou compulsão. Isso permitirá orientar nossas equipes para que entrem em contato e funcionem como um ombro amigo ou apoio para essas pessoas.”</p></blockquote>
<h3><strong>Ferramentas de apoio: orientações, Meu SUS Digital e linha de cuidado</strong></h3>
<p>Além da plataforma de bloqueio, o governo vai disponibilizar materiais de orientação para quem busca ajuda na rede pública. As informações sobre pontos de atendimento estarão integradas ao Meu SUS Digital e à Ouvidoria do SUS.</p>
<p>O Ministério da Saúde lançou ainda a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que estabelece diretrizes clínicas e amplia o acesso ao atendimento especializado, tanto presencial quanto online.</p>
<p>A medida mais aguardada pela rede pública é o início do teleatendimento em saúde mental voltado à compulsão por jogos, previsto para fevereiro de 2026. A iniciativa será realizada em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, com capacidade inicial de 450 atendimentos mensais online, número que poderá ser ampliado conforme a demanda.</p>
<blockquote><p>“Essa assistência funcionará integrada à rede do SUS. Sempre que necessário, o paciente será encaminhado ao atendimento presencial”, informou o ministério.</p></blockquote>
<h3><strong>Regulamentação das apostas e novas restrições</strong></h3>
<p>Durante o anúncio, o ministro Fernando Haddad destacou o atraso regulatório no setor. Embora as apostas tenham sido autorizadas em 2018, disse ele, não houve definição clara de regras, parâmetros de propaganda ou tributação entre 2019 e 2022.</p>
<p>Com as normas atuais, CPFs de crianças e beneficiários do BPC ou do Bolsa Família não podem ser usados para cadastro em sites de jogos, uma tentativa de reduzir o risco entre grupos vulneráveis.</p>
<h3><strong>Transtornos ligados ao jogo crescem no SUS</strong></h3>
<p>O Ministério da Saúde já identifica aumento significativo no atendimento a pessoas com vício em apostas. Segundo o diretor do Departamento de Saúde Mental, Marcelo Kimati, os números mostram avanço constante dessa demanda:</p>
<ul>
<li><strong>2023:</strong> 2.262 atendimentos</li>
<li><strong>2024:</strong> 3.490 atendimentos</li>
<li><strong>Jan–jun 2025:</strong> 1.951 atendimentos</li>
</ul>
<p>Com base nos casos registrados, Kimati traça um perfil predominante das pessoas afetadas:</p>
<blockquote><p>“Trata-se, em geral, de um homem entre 18 e 35 anos, negro, vivendo situações de estresse, ruptura de cotidiano, desemprego ou isolamento. É um grupo marcadamente vulnerável.”</p></blockquote>
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		<title>Hospital das Clínicas da USP terá o primeiro hospital inteligente do SUS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/hospital-das-clinicas-da-usp-tera-o-primeiro-hospital-inteligente-do-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 15:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Roussef]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[hospital inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[Ludhmila Hajjar]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde oficializou, nesta sexta-feira (14), o acordo para a implantação do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde, que será instalado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC USP). A iniciativa marca um avanço inédito na modernização da estrutura hospitalar pública, incorporando tecnologias de alta precisão, inteligência artificial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde oficializou, nesta sexta-feira (14), o acordo para a implantação do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde, que será instalado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC USP). A iniciativa marca um avanço inédito na modernização da estrutura hospitalar pública, incorporando tecnologias de alta precisão, inteligência artificial e sistemas integrados de resposta rápida em urgência e emergência.</p>
<p>O projeto inclui, além do Instituto Tecnológico de Emergência do HC, a criação de uma <strong>rede nacional de serviços de saúde de alta precisão</strong>, que irá contemplar <strong>14 novas UTIs distribuídas pelas cinco regiões do país</strong> e a modernização de centros de excelência no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.</p>
<p>Avaliado em <strong>R$ 1,7 bilhão</strong>, o investimento está em fase final de aprovação junto ao Banco do BRICS, com o terreno cedido pelo estado de São Paulo e parceria direta da USP.</p>
<h3>Tecnologia para salvar vidas</h3>
<p>Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o hospital inteligente coloca o Brasil em posição de destaque na reorganização mundial da saúde.</p>
<p>“O país entra com força na era da medicina de precisão, apoiada por inteligência artificial e inovação tecnológica. Este é um marco para o SUS e para o protagonismo do Brasil no cenário internacional”, afirmou.</p>
<p>Idealizadora do projeto, a professora Ludhmila Hajjar, da Faculdade de Medicina da USP, destacou que o foco é transformar o atendimento ao paciente grave. Ela reforça que tecnologias capazes de reduzir tempo de diagnóstico e personalizar terapias representam um avanço direto na chance de sobrevivência nas emergências.</p>
<h3>Construção de uma rede inteligente</h3>
<p>A nova rede nacional integra o <strong>Programa Agora Tem Especialistas</strong>, que visa ampliar o acesso à atenção especializada. Desde março, o governo brasileiro vem apresentando o projeto ao Banco do BRICS. Em julho, o plano ganhou destaque durante reunião do bloco no Rio de Janeiro, e, em outubro, foi reforçado em agendas oficiais na China com instituições tecnológicas do país.</p>
<p>Com a visita técnica já realizada pelo banco ao local e a assinatura formal do acordo entre Ministério da Saúde, governo de São Paulo, USP e HC, o projeto entra em fase final de avaliação para liberação do financiamento.</p>
<p>O novo hospital inteligente promete inaugurar uma nova era na saúde pública brasileira, com respostas mais rápidas, diagnósticos mais eficientes e cuidado personalizado — um passo estratégico rumo a um SUS mais moderno, seguro e capaz de atender com excelência pacientes de alta complexidade.</p>
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		<title>Brasil registra um caso de envenenamento a cada duas horas, revela levantamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-registra-um-caso-de-envenenamento-a-cada-duas-horas-revela-levantamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 17:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Abramede]]></category>
		<category><![CDATA[envenenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou 45.511 internações por envenenamento nos últimos dez anos, o que equivale a um caso a cada duas horas em emergências do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados, divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), incluem tanto intoxicações acidentais quanto episódios provocados de forma proposital. Segundo o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 45.511 internações por envenenamento nos últimos dez anos, o que equivale a um caso a cada duas horas em emergências do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados, divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), incluem tanto intoxicações acidentais quanto episódios provocados de forma proposital.</p>
<p>Segundo o levantamento, 3.461 internações foram causadas por terceiros, evidenciando o uso de substâncias tóxicas em crimes, muitas vezes ligados a disputas familiares ou relacionamentos abusivos.</p>
<p>A entidade alerta que a combinação de fácil acesso a venenos, falhas de fiscalização e impunidade contribui para o alto número de ocorrências.</p>
<h3><strong>As substâncias mais letais</strong></h3>
<p>Entre as causas de envenenamento acidental, os principais agentes foram:</p>
<ul>
<li><strong>Analgésicos e medicamentos comuns</strong> (2.225 casos);</li>
<li><strong>Álcool de origem não determinada</strong> (1.954);</li>
<li><strong>Pesticidas</strong> (1.830);</li>
<li><strong>Sedativos e anticonvulsivantes</strong> (1.941).</li>
</ul>
<p>Produtos químicos e drogas não especificadas também aparecem no topo da lista.</p>
<h3><strong>Onde os casos mais ocorrem</strong></h3>
<p>O Sudeste concentra quase metade das ocorrências (19 mil), com São Paulo liderando (10.161 registros), seguido por Minas Gerais (6.154). O Sul aparece em segundo lugar, com 9.630 atendimentos.</p>
<p>Apesar de ter menos registros absolutos, o Norte chama atenção pela gravidade: o Pará (2.047) e Rondônia (936) lideram na região.</p>
<h3><strong>Perfil das vítimas</strong></h3>
<ul>
<li>Homens representam a maioria dos casos (23.796).</li>
<li>Adultos jovens entre 20 e 29 anos (7.313) e crianças de 1 a 4 anos (7.204) são os grupos mais vulneráveis.</li>
<li>Idosos acima de 70 anos aparecem em menor número, mas com maior risco de complicações fatais.</li>
</ul>
<h3><strong>Casos recentes que chocaram o país</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Torres (RS), dezembro/2024</strong>: três pessoas de uma mesma família morreram após ingerir um bolo contaminado com arsênio.</li>
<li><strong>Parnaíba (PI), janeiro/2025</strong>: refeição adulterada com inseticida matou cinco pessoas, incluindo um bebê.</li>
<li><strong>Imperatriz (MA), abril/2025</strong>: duas crianças morreram após comerem um ovo de Páscoa envenenado.</li>
<li><strong>Natal (RN), abril/2025</strong>: açaí entregue como presente resultou na morte de uma bebê de 8 meses.</li>
</ul>
<p>A Abramede reforça a importância da atuação de médicos emergencistas e pede políticas mais rígidas de controle e regulamentação do acesso a substâncias tóxicas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Semana Mundial da Amamentação reforça aleitamento como prática sustentável e essencial à vida</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/semana-mundial-da-amamentacao-reforca-aleitamento-como-pratica-sustentavel-e-essencial-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 14:42:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Mundial da Amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[A Semana Mundial da Amamentação (SMAM) deste ano tem como foco a preservação da vida e a sustentabilidade. A campanha ressalta que o aleitamento materno é um ato natural, seguro e ambientalmente responsável, capaz de reduzir resíduos e impactos climáticos gerados pela produção de fórmulas artificiais. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), amamentar não apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana Mundial da Amamentação (SMAM) deste ano tem como foco a preservação da vida e a sustentabilidade. A campanha ressalta que o aleitamento materno é um ato natural, seguro e ambientalmente responsável, capaz de reduzir resíduos e impactos climáticos gerados pela produção de fórmulas artificiais.</p>
<p>Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), amamentar não apenas promove saúde e nutrição ideais para o bebê, como também contribui para sistemas de cuidado que respeitam o meio ambiente. “Ao promovermos e protegermos a amamentação, estamos investindo em redes de apoio sólidas que preservam vidas e reforçam compromissos com a saúde pública global”, afirma João Aprígio Guerra de Almeida, coordenador da Rede de Bancos de Leite Humano (RBLH).</p>
<p>A RBLH, vinculada ao SUS e referência internacional em inovação social, possui 234 bancos de leite humano e 249 postos de coleta no Brasil. Em 2024, a rede realizou mais de 2,3 milhões de atendimentos e recebeu 245,8 mil litros de leite doado, beneficiando recém-nascidos, especialmente prematuros em UTIs neonatais.</p>
<p>Os benefícios da amamentação vão além da nutrição: para bebês, reduz riscos de infecções, doenças metabólicas e cardiovasculares; para mães, auxilia na recuperação pós-parto e diminui as chances de câncer de mama.</p>
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