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	<title>Supremo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Supremo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF analisa responsabilidade de redes sociais na remoção de conteúdo no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-analisa-responsabilidade-de-redes-sociais-na-remocao-de-conteudo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 23:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Atuação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta quarta-feira (27), o julgamento de três ações que tratam da atuação e responsabilidade de plataformas digitais na remoção de conteúdos que promovam desinformação ou discurso de ódio, sem necessidade de ordem judicial. A decisão pode redefinir os limites da regulamentação do uso da internet no Brasil. Os casos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta quarta-feira (27), o julgamento de três ações que tratam da atuação e responsabilidade de plataformas digitais na remoção de conteúdos que promovam desinformação ou discurso de ódio, sem necessidade de ordem judicial. A decisão pode redefinir os limites da regulamentação do uso da internet no Brasil.</p>
<p>Os casos envolvem interpretações do <strong>Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014)</strong> e são relatados pelos ministros Luiz Fux, Edson Fachin e Dias Toffoli. As ações, liberadas para julgamento em agosto, discutem pontos centrais sobre a responsabilização das empresas de tecnologia.</p>
<h3><strong>Questões em debate</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Ordem judicial prévia (Relator: Dias Toffoli)</strong><br />
O STF irá avaliar a constitucionalidade da exigência de uma ordem judicial para responsabilizar provedores por conteúdos ilícitos, como prevê o Marco Civil da Internet.</li>
<li><strong>Fiscalização extrajudicial (Relator: Luiz Fux)</strong><br />
O tribunal discutirá se empresas que hospedam sites devem monitorar e remover conteúdos considerados ofensivos sem a necessidade de determinação judicial.</li>
<li><strong>Bloqueio de aplicativos (Relator: Edson Fachin)</strong><br />
Será analisada a legalidade de decisões judiciais que determinam o bloqueio total de aplicativos, como o WhatsApp, em resposta ao não cumprimento de ordens de entrega de dados ou remoção de conteúdos.</li>
</ul>
<h3><strong>Impacto e debate público</strong></h3>
<p>Em 2022, o STF realizou uma audiência pública para ouvir especialistas, representantes do setor público e da sociedade civil sobre as implicações econômicas, técnicas e jurídicas das regras do Marco Civil. O objetivo foi reunir subsídios para o julgamento, que aborda a tensão entre liberdade de expressão, combate à desinformação e responsabilidade das plataformas.</p>
<h3><strong>Consequências</strong></h3>
<p>A decisão do STF poderá estabelecer novos parâmetros para a atuação de redes sociais e empresas de tecnologia no Brasil, com impactos diretos na moderação de conteúdos, proteção de direitos fundamentais e combate a práticas ilegais online.</p>
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		<title>STF Sugere meta anual para redução da letalidade policial no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-sugere-meta-anual-para-reducao-da-letalidade-policial-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operações Policiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Redução]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nota técnica elaborada por servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) sugeriu a fixação de uma meta anual para a redução da letalidade policial no Rio de Janeiro. O documento foi anexado à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, e será avaliado pelo ministro Edson Fachin, relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nota técnica elaborada por servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) sugeriu a fixação de uma meta anual para a redução da letalidade policial no Rio de Janeiro. O documento foi anexado à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, e será avaliado pelo ministro Edson Fachin, relator do caso.</p>
<p>Na terça-feira (2), após um encontro com a cúpula da segurança pública do Rio, o ministro Fachin informou que o processo deve ser liberado para julgamento definitivo no segundo semestre deste ano. Caberá ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, agendar o julgamento no plenário do tribunal.</p>
<p>O parecer foi solicitado por Fachin e elaborado pelo Núcleo de Processos Estruturais e Complexos (Nupec) e pelo Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol). Esses grupos de trabalho auxiliam os ministros com estudos sobre causas de alta complexidade que são julgadas pela Corte.</p>
<p>Além da fixação da meta, a nota técnica sugere que a decisão final do Supremo torne obrigatório o acompanhamento psicológico para policiais envolvidos em mortes durante operações. Outras recomendações incluem a criação de um protocolo para a realização de operações em regiões próximas a escolas e unidades de saúde, o treinamento de policiais para atendimento médico à população e a criação de normas para garantir a participação dos familiares de vítimas na investigação.</p>
<p>As sugestões foram estabelecidas após reuniões realizadas entre dezembro do ano passado e junho deste ano, envolvendo todas as partes envolvidas no processo, como a Secretaria de Segurança Pública do Rio, o Ministério Público, as polícias Civil e Militar, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (Bope).</p>
<p>Ontem (3), após receber a nota técnica, Fachin determinou que todos os envolvidos apresentem manifestações finais sobre o caso.</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Com a ADPF, a Corte obrigou o uso de câmeras corporais nas fardas dos policiais e nas viaturas, além da determinação de aviso antecipado das operações para autoridades das áreas de saúde e educação, a fim de proteger escolas e unidades de saúde de tiroteios entre policiais e criminosos.</p>
<p>Segundo a nota técnica elaborada pelo Supremo, as decisões tomadas a partir de 2020 contribuíram para a diminuição da letalidade, conforme dados do Ministério Público do Rio. Em 2020, 1,2 mil pessoas morreram durante intervenções policiais. No ano passado, o número caiu para 871. Nos primeiros quatro meses de 2024, foram registrados 205 óbitos.</p>
<p>No caso das câmeras, 100% do efetivo do Bope já utiliza o equipamento. Mais 13 mil câmeras estão à disposição da Polícia Militar do Rio.</p>
<p><strong>Sugestões do Grupo de Estudos do STF</strong></p>
<ul>
<li>Meta anual de redução da letalidade policial;</li>
<li>Avaliação psicológica de todos os policiais envolvidos em mortes;</li>
<li>Protocolo para operações próximas a escolas e unidades de saúde;</li>
<li>Criação de indicadores para avaliar atendimento pré-hospitalar pelos policiais;</li>
<li>Participação de familiares das vítimas na investigação criminal;</li>
<li>Garantia de autonomia técnica e funcional à polícia científica;</li>
<li>Implementação de obrigações para controle da atividade policial;</li>
<li>Divulgação de dados sobre mortes por intervenção policial no estado;</li>
<li>Criação de comissão para monitorar as medidas determinadas pelo STF.</li>
</ul>
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		<title>STF forma maioria para manter foro privilegiado mesmo ao deixar cargo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-forma-maioria-para-manter-foro-privilegiado-mesmo-ao-deixar-cargo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 14:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Foro Privilegiado]]></category>
		<category><![CDATA[Maioria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta sexta-feira (11), maioria de votos para ampliar o alcance do foro privilegiado. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, votou pela manutenção da prerrogativa de foro em casos de crimes cometidos no cargo e em razão dele, mesmo após a saída da função. O julgamento, entretanto, voltou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta sexta-feira (11), maioria de votos para ampliar o alcance do foro privilegiado. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, votou pela manutenção da prerrogativa de foro em casos de crimes cometidos no cargo e em razão dele, mesmo após a saída da função. O julgamento, entretanto, voltou a ser suspenso por um pedido de vista do ministro André Mendonça.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em seu voto, Barroso concordou com o argumento do relator, ministro Gilmar Mendes, de que o envio do caso para outra instância quando o mandato se encerra gera prejuízo. “Esse sobe e desce processual produzia evidente prejuízo para o encerramento das investigações, afetando a eficácia e a credibilidade do sistema penal. Alimentava, ademais, a tentação permanente de manipulação da jurisdição pelos réus”.</p>
<p>Além de Barroso e de Gilmar Mendes, já haviam votado pela ampliação do alcance do foro privilegiado os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Barroso chegou a pedir vista para analisar melhor os autos e, por esse motivo, o julgamento foi retomado nessa sexta-feira.</p>
<p>Mesmo com o novo pedido de vista, de André Mendonça, os demais ministros da Corte têm até as 23h59 do dia 19 de abril para votar, caso queiram.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A ampliação do alcance do foro especial foi proposta por Gilmar Mendes em resposta a um <em>habeas corpus</em> do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). O parlamentar é suspeito de ter exigido, a servidores de seu gabinete, o depósito de 5% de seus salários em contas do partido, prática conhecida como rachadinha.</p>
<p>&#8220;Considerando que a própria denúncia indica que as condutas imputadas ao paciente foram praticadas durante o exercício do mandato e em razão das suas funções, concedo ordem de <em>habeas corpus</em> para reconhecer a competência desta Corte para processar e julgar a ação penal&#8221;, decidiu Gilmar Mendes em seu voto.</p>
<p>O crime começou a ser investigado em 2013, quando Marinho era deputado federal. Depois disso, ele foi eleito vice-governador do Pará e, em seguida, senador, cargo que ocupa atualmente. Ao longo desse período, o processo foi alternado de competência, conforme o cargo que Marinho ocupava.</p>
<p>O parlamentar defende que o caso permaneça no Supremo, uma vez que recuperou o foro privilegiado ao ter se elegido para o Congresso Nacional novamente.</p>
</div>
</div>
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		<title>STF pode formar hoje maioria contra marco temporal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-pode-formar-hoje-maioria-contra-marco-temporal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 14:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[marco temporal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) pode formar hoje (21) maioria de votos contra a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. Com placar de 5 votos a 2, a sessão será retomada às 14h, quando a Corte entrará na 11ª sessão para analisar a questão. No julgamento, os ministros discutem o chamado marco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) pode formar hoje (21) maioria de votos contra a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. Com placar de 5 votos a 2, a sessão será retomada às 14h, quando a Corte entrará na 11ª sessão para analisar a questão.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No julgamento, os ministros discutem o chamado marco temporal. Pela tese, defendida por proprietários de terras, os indígenas somente teriam direito às áreas que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época. Os indígenas são contra o entendimento.</p>
<p>Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Cristiano Zanin e Dias Toffoli se manifestaram contra o marco temporal e entendem que a limitação é inconstitucional. Nunes Marques e André Mendonça se manifestaram a favor.</p>
<p>Faltam os votos dos ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e da presidente, Rosa Weber.</p>
<h2>Alcance</h2>
<p>Apesar da posição que deve ser consolidade contra a tese, os ministros ainda vão decidir sobre o alcance da decisão.</p>
<p>Entre os votos proferidos, está a possibilidade de indenização de particulares que adquiriram terras de “boa-fé”. Pelo entendimento, a indenização por benfeitorias e pela terra nua valeria para proprietários que receberam do governo títulos de terras que deveriam ser consideradas como áreas indígenas.</p>
<p>Em outro ponto, o ministro Dias Toffoli abriu a possibilidade de exploração mineral e de lavouras dentro das terras indígenas, mediante aprovação de uma lei pelo Congresso e a autorização dos indígenas.</p>
<p>Os dois pontos são questionados pelas entidades que atuam em defesa dos indígenas. Para a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a possibilidade de indenização pode inviabilizar as demarcações. A entidade também argumenta que a exploração econômica flexibiliza o usufruto exclusivo das terras pelos indígenas.</p>
<p>Para acompanhar o julgamento no STF, indígenas estão mobilizados em Brasília. Eles também se manifestam contra a tentativa do Senado de legalizar o marco temporal.</p>
</div>
</div>
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