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	<title>Sônia Guajajara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Sônia Guajajara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ministra Sonia Guajajara recebe prêmio Campeões da Terra da ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministra-sonia-guajajara-recebe-premio-campeoes-da-terra-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 16:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Campeões da Terra]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, foi agraciada nesta terça-feira (10) com o Prêmio Campeões da Terra, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU). A honraria, anunciada na sede do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em Nairóbi, celebra sua atuação em defesa da biodiversidade e dos povos indígenas. &#8220;Esse reconhecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, foi agraciada nesta terça-feira (10) com o Prêmio Campeões da Terra, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU). A honraria, anunciada na sede do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em Nairóbi, celebra sua atuação em defesa da biodiversidade e dos povos indígenas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse reconhecimento valoriza e dissemina nosso saber. Agradeço ao Pnuma pela premiação e pela parceria nessa trajetória pela preservação da biodiversidade&#8221;, declarou Sonia Guajajara.</p></blockquote>
<p><strong>Liderança global pelo meio ambiente</strong><br />
Sonia Guajajara é uma das seis personalidades selecionadas em 2023 para receber o prêmio, ao lado de Amy Bowers Cordalis, defensora indígena dos EUA; Gabriel Paun, ambientalista romeno; Lu Qi, especialista chinês em reflorestamento; Madhav Gadgil, ecologista indiano; e Sekem, uma iniciativa egípcia de agricultura sustentável. Desde sua criação, em 2005, o prêmio já reconheceu 122 pessoas e organizações.</p>
<p>Para a ministra, o prêmio reforça a responsabilidade indígena na proteção do planeta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nossos modos de vida são baseados no respeito à Mãe Terra e na prevalência dos interesses coletivos. Esse reconhecimento fortalece nossa luta por um futuro sustentável&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p><strong>Trajetória de ativismo e conquistas</strong><br />
Natural do Maranhão, do povo Guajajara-Tentehar, Sonia Guajajara construiu uma carreira marcada pela defesa dos direitos indígenas e da preservação ambiental. Antes de assumir o Ministério dos Povos Indígenas, liderou entidades como a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).</p>
<p>Ela ganhou destaque internacional ao denunciar violações de direitos indígenas durante a campanha &#8220;Sangue Indígena: Nenhuma Gota a Menos&#8221;, que percorreu o Brasil e outros 12 países. Em reconhecimento ao seu trabalho, foi incluída na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo pela <em>Time</em> em 2022 e, no ano seguinte, figurou entre as 100 mulheres mais inspiradoras pela <em>BBC</em>.</p>
<p><strong>Compromisso com o futuro</strong><br />
O Prêmio Campeões da Terra sublinha a relevância dos saberes indígenas para o enfrentamento da crise ambiental global. A trajetória de Sonia Guajajara reflete não apenas a luta pela preservação da natureza, mas também a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável e inclusivo, fundamentado no respeito às comunidades tradicionais e à biodiversidade.</p>
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		<title>Ministra defende maior participação indígena nas políticas públicas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministra-defende-maior-participacao-indigena-nas-politicas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 13:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas Dia dos Povos Indígenas 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sônia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[O futuro dos povos originários brasileiros é um campo de disputas e possibilidades, marcado por contradições. Essa é a principal conclusão da série de entrevistas com intelectuais, lideranças e ativistas indígenas que a Agência Brasilpublicou esta semana, por ocasião do Dia dos Povos Indígenas, lembrado nesta sexta-feira (19). “Estamos em um momento de protagonismo dos povos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O futuro dos povos originários brasileiros é um campo de disputas e possibilidades, marcado por contradições. Essa é a principal conclusão da série de entrevistas com intelectuais, lideranças e ativistas indígenas que a Agência Brasilpublicou esta semana, por ocasião do Dia dos Povos Indígenas, lembrado nesta sexta-feira (19).</p>
<blockquote><p>“Estamos em um momento de protagonismo dos povos indígenas [&#8230;], mas, de fato, temos uma questão estrutural, problemas históricos, resultado do abandono, do descaso do Poder Público”, reconhece a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara.</p></blockquote>
<p>O número de pessoas que se autodeclaram indígenas cresceu no país quase seis vezes entre 1991 e 2022, período em que representantes de diferentes etnias passaram a ocupar espaços e posições antes inacessíveis e a presença de estudantes indígenas em cursos de graduação e pós-graduação se tornou comum – graças, principalmente, à implementação de uma política nacional de cotas. No entanto, mazelas seculares, como a violência, a discriminação, as violações aos territórios tradicionais e aos direitos básicos e a precariedade da assistência à saúde e da educação indígena seguem alimentando crises humanitárias como as que vitimam os yanomami, na Amazônia, e os guarani e kaiowá, no Mato Grosso do Sul, entre outros povos.</p>
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<div class="post-item-wrap">
<p>“Temos que consolidar a participação indígena nos espaços onde as políticas públicas são pensadas, decididas e executadas”, propõe Sonia, para quem o reconhecimento da importância da contribuição dada pelas 305 etnias indígenas identificadas no Brasil, bem como o respeito a seus direitos, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável.</p>
<p>Nascida na Terra Indígena Arariboia, no sul-maranhense, em 1974, Sonia Bone de Sousa Silva Santos é cria dos movimentos sociais. Deixou sua comunidade, ainda jovem, para estudar. Formou-se em letras pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema), onde também fez pós-graduação em educação especial. Atuou em diferentes organizações indígenas, tendo sido coordenadora nacional da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Filiada ao PSOL, foi candidata a vice-presidente do Brasil, em 2018, na chapa encabeçada por Guilherme Boulos.</p>
<p>Quatro anos depois, tornou-se a primeira indígena eleita deputada federal por São Paulo, com mais de 156 mil votos. Licenciou-se do cargo para assumir o comando do inédito Ministério dos Povos Indígenas, criado no início da atual gestão federal. Em 2022, a prestigiada revista norte-americana <em>Time</em> a apontou como uma das 100 personalidades globais mais influentes do ano.</p>
<p>Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista que a ministra Sonia Guajajara concedeu.</p>
<p>Ministra, evidentemente, o futuro não está dado, mas, considerando o contexto, como a senhora imagina que os povos indígenas brasileiros estarão organizados política e socialmente? Qual o futuro dos povos indígenas?<br />
<strong>Sonia Guajajara:</strong> Falar do futuro dos povos indígenas é falar do futuro de toda a humanidade. Não há, por exemplo, como pensarmos em soluções para a emergência climática global sem levarmos em conta, respeitarmos e valorizarmos os diferentes modos de vida dos povos indígenas. Por isso, quando me perguntam como ajudar aos povos indígenas, costumo responder que, hoje, nós é que estamos em condições de ajudar o restante da humanidade. Seja colaborando para pensarmos [o futuro], seja ajudando as pessoas a serem mais solidárias e a terem uma maior consciência sobre a importância de protegermos o meio ambiente e a biodiversidade.</p>
<p>Por isso a senhora tem dito que o propósito do ministério é construir uma sociedade capaz de reconhecer a contribuição e a importância das culturas indígenas como forma de valorizar a identidade nacional e garantir o futuro do planeta?<br />
<strong>Sonia:</strong> Exato. Os povos indígenas deram e dão uma enorme contribuição para a [construção de uma] identidade nacional. Apesar disso, os brasileiros ainda desconhecem a realidade e a diversidade de povos, culturas e territórios indígenas existentes no país. Defendo uma tomada de consciência política, ecológica e ambiental em relação ao que representa a presença indígena. Porque as pessoas só vão respeitar tudo isso a partir do momento em que tiverem conhecimento desses aspectos. Daí a importância de os estabelecimentos de ensino, da educação básica às universidades, acolherem os estudantes indígenas, inclusive por meio de cotas, e também os nossos sábios e nossas lideranças, [estimulando a] troca de saberes e buscando compreender melhor os conhecimentos tradicionais.</p>
<p>Vou insistir na primeira pergunta. Indígenas como a senhora ocuparam espaços antes inacessíveis, não só institucionais, como o ministério, a presidência da Funai e assentos no Parlamento, mas em outros setores, como o assento que o filósofo, ambientalista e escritor Ailton Krenak recentemente conquistou na Academia Brasileira de Letras. Nos territórios, acampamentos e áreas retomadas, contudo, não só os problemas persistem como, em alguns casos, se agravaram, como as ameaças aos territórios já homologados. Como pensar o futuro dos povos indígenas neste contexto?<br />
<strong>Sonia: </strong>Estamos, sim, em um momento de protagonismo indígena. Representantes ocuparam espaços e cargos estratégicos, trazendo nossas cosmovisões inclusive para dentro das instituições. Esta é uma forma de aldear o Estado e a política. Agora, de fato, temos uma questão estrutural, problemas históricos, resultado do abandono, do descaso do Poder Público. Lógico que precisaremos de ações articuladas para [responder] aos problemas causados pela falta de qualidade do ensino, saúde insuficiente e desvalorização cultural. Para isso, temos que consolidar a participação indígena nos espaços onde as políticas públicas são pensadas, decididas e executadas. Estamos trabalhando nisso. Com a criação do Ministério dos Povos Indígenas e com indígenas à frente da Funai, podendo conduzir a saúde indígena e ocupando os espaços de participação, podemos promover mais diálogo e, juntos, construirmos uma política indigenista adequada às nossas realidades.</p>
<p>Que outras ações são importantes além dessa consolidação da participação política indígena junto às instituições?<br />
<strong>Sonia:</strong> A garantia territorial continua sendo a bandeira de luta prioritária dos povos indígenas no Brasil. No Censo de 2010, foram contabilizados cerca de 900 mil indígenas. Já no Censo 2022, cerca de 1,7 milhão de pessoas identificaram-se como indígenas. É uma mostra de que a população indígena vem crescendo, de que há muito mais pessoas orgulhosas de se assumirem indígenas, ao contrário do período em que elas tinham medo e negavam suas identidades. Isso tende a fortalecer a luta pela valorização da cultura indígena. Acredito que a tendência é a população indígena crescer cada vez mais. E a [homologação] dos territórios é fundamental para que isso aconteça, já que o controle dos territórios fortalece a cultura e a identidade dos povos indígenas e nos possibilita avançarmos na implementação de outras políticas públicas. Estamos trabalhando neste sentido. Estamos conscientes de que, diante da invisibilidade e desvalorização da presença indígena, precisamos avançar muito e rápido. No ano passado, homologamos oito novas terras indígenas. É quase o mesmo número de terras homologadas nos dez anos anteriores [11]. Continuamos articulando para que novas demarcações saiam ainda este ano [na noite desta quinta-feira (18), o presidente Luiz Inácio  Lula da Silva homologou duas novas terras indígenas, ampliando para dez o total de territórios para usufruto exclusivo dos indígenas já reconhecidos na atual gestão]. E também para fortalecer a Funai, para que ela possa estabelecer os grupos de trabalho responsáveis pelos estudos de identificação e delimitação territorial. Simultaneamente, temos olhado para os indígenas em contexto urbano, que precisam de políticas voltadas às suas realidades.</p>
<p>O que é mais desafiador do ponto de vista político: lidar com a crise humanitária que afeta os yanomami, expulsando os invasores da área indígena já homologada, ou encontrar uma solução para o conflito que envolve as comunidades guarani-kaiowá de Mato Grosso do Sul, que vivem espremidas em territórios exíguos, cercadas por aglomerados urbanos e extensas fazendas de soja?<br />
<strong>Sonia: </strong>Acho que não há uma situação mais desafiadora que outra. São realidades diferentes que demandam a mesma urgência [do Poder Público]. Há, no país, indígenas [vivendo] em contato [com não indígenas] há 400, 500 anos. Há os de contato mais recente. Há os que vivem em contexto urbano e os que vivem isolados, entre os quais há alguns que não têm contato nem mesmo com outros grupos que habitam o mesmo território. São realidades diversas e não coloco nenhuma dessas situações como prioritárias. Temos territórios demarcados invadidos pela exploração ilegal de madeira, de minério, pela grilagem, e áreas não demarcadas, como as reivindicadas pelos guarani-kaiowá que permanecem acampados ou em [áreas] retomadas, em meio a conflitos. São desafios que precisamos enfrentar. Diante da correlação de forças entre o Poder Executivo e setores do Congresso Nacional que se colocam contra [o avanço da] pauta indígena, é, de fato, uma conjuntura política um tanto adversa. Ainda assim, temos retirado não indígenas das áreas homologadas e seguimos dialogando, implementando ações para avançarmos na regularização fundiária, inclusive em Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Durante a sessão da Comissão de Anistia que resultou no pedido de desculpas do Estado brasileiro às comunidades krenak, guarani e kaiowá por violações aos direitos humanos cometidos durante a ditadura, um representante do ministério leu uma mensagem que a senhora enviou. Nela, a senhora sustenta que o Estado precisa reconhecer e reparar todas as violações que os povos indígenas sofreram como forma de evitarmos que os fatos se repitam. A que outras violações a senhora estava se referindo?<br />
<strong>Sonia:</strong> Olha, são tantas as histórias de violações e de violência contra os povos indígenas. Há exemplos como o da Cadeia Krenak, instalada em Resplendor [MG], para onde indígenas de diferentes povos eram levados e onde eram torturados e tinham suas condições de indígenas postas à prova. Muitos povos indígenas foram forçados a deixar de vivenciar suas culturas, suas identidades. Isso não pode mais se repetir.</p>
<p>O Ailton Krenak diz que, se houver futuro, ele será ancestral. A senhora concorda?<br />
<strong>Sonia:</strong> Sim. O futuro é ancestral porque passa pelo respeito aos modos de vida dos povos indígenas, respeito à relação desses povos com a natureza. Hoje, somos 5% da população mundial, mas protegemos 82% da biodiversidade planetária. Isso significa que, enquanto os direitos indígenas estiverem ameaçados, a biodiversidade estará ameaçada. E a humanidade inteira estará em risco. Portanto, é importante reconhecer os povos e a cultura indígena como parte fundamental da garantia de futuro.</p>
<p>Nesse aspecto, qual o papel da juventude indígena?<br />
<strong>Sonia: </strong>É fundamental que a juventude indígena esteja comprometida com a continuidade da luta de nossos povos pela valorização de nossas identidades. Os jovens têm feito isso assumindo diferentes formas de protagonismo, inclusive na comunicação. Há jovens usando as redes sociais para mostrar que nós, indígenas, não estamos só nas aldeias, o tempo todo pintados e com cocar. Também podemos estar nas universidades, no Parlamento, ministérios, em debates globais. É, também, um papel fundamental.</p>
</div>
</div>
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		<title>Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, participará do desfile do Acadêmicos do Salgueiro em apoio aos Yanomami</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministra-dos-povos-indigenas-sonia-guajajara-participara-do-desfile-do-academicos-do-salgueiro-em-apoio-aos-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Acadêmicos do Salgueiro]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Desfile]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra dos Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sônia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[O Acadêmicos do Salgueiro recebeu a confirmação da participação da Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, no desfile oficial da agremiação, marcado para o próximo dia 11 de fevereiro. O convite foi estendido pelo presidente da escola, André Vaz, que expressou sua satisfação com a aceitação da ministra. O enredo do Salgueiro para o Carnaval [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Acadêmicos do Salgueiro recebeu a confirmação da participação da Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, no desfile oficial da agremiação, marcado para o próximo dia 11 de fevereiro. O convite foi estendido pelo presidente da escola, André Vaz, que expressou sua satisfação com a aceitação da ministra.</p>
<p>O enredo do Salgueiro para o Carnaval 2024, intitulado &#8220;HUTUKARA&#8221;, elaborado pelo enredista Igor Ricardo e pelo carnavalesco Edson Pereira, traz à Marquês de Sapucaí uma defesa fervorosa do povo Yanomami. A agremiação busca sensibilizar para a crise que ameaça a sobrevivência desses indígenas, especialmente diante dos impactos causados por garimpeiros em sua região.</p>
<p>Além de participar do desfile, Sonia Guajajara confirmou presença no ensaio técnico do Salgueiro no próximo domingo, 21. André Vaz destaca a importância da presença da ministra como destaque na escola, ressaltando o impacto significativo em chamar a atenção para as questões indígenas durante um dos maiores eventos culturais do mundo.</p>
<p>&#8220;A presença da Sonia em nosso desfile traz um impacto significativo ao chamar a atenção para as questões indígenas, aumentando a conscientização sobre os desafios enfrentados por essas comunidades. A visibilidade em um evento de grande magnitude como o desfile das Escolas de Samba é uma oportunidade para amplificar as vozes e chamar atenção para as demandas dos povos indígenas no Brasil.&#8221;, destaca o presidente.</p>
<p>Durante a semana, a agremiação e a ministra irão coordenar a visita oficial às dependências da escola, fortalecendo ainda mais o vínculo entre a causa indígena e a expressão cultural do Carnaval. O enredo &#8220;HUTUKARA&#8221; baseia-se no livro &#8220;A Queda do Céu&#8221;, escrito por Davi Kopenawa, xamã e líder político do povo Yanomami, e destaca a importância de proteger a Amazônia e, em particular, os Yanomami, contra os efeitos prejudiciais da atividade garimpeira em sua região.</p>
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		<title>Academia Brasileira de Cultura dá posse a 13 novos membros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/academia-brasileira-de-cultura-da-posse-a-13-novos-membros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 13:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Margareth Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Sônia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[A Academia Brasileira de Cultura (ABC) realizou nesta quarta-feira (14), no campus da Fundação Cesgranrio, no Rio de Janeiro, a cerimônia de posse dos 13 novos membros da instituição. No evento, os destaques foram as ministras Sonia Guajajara e Margareth Menezes, dos Povos Indígenas e da Cultura, respectivamente, e a artista Liniker, a primeira mulher [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Academia Brasileira de Cultura (ABC) realizou nesta quarta-feira (14), no campus da Fundação Cesgranrio, no Rio de Janeiro, a cerimônia de posse dos 13 novos membros da instituição. No evento, os destaques foram as ministras Sonia Guajajara e Margareth Menezes, dos Povos Indígenas e da Cultura, respectivamente, e a artista Liniker, a primeira mulher trans a assumir um lugar na ABC.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os outros nomes que fazem parte desse novo grupo são: Alcione, Daniela Mercury, Glória Pires, Conceição Evaristo, Viviane Mosé, Juma Xipaia, José Luiz Ribeiro, Vanessa Giácomo, Antenor Neto e Luana Xavier. Eles se juntam aos outros membros mais antigos, como Ana Botafogo, Zeca Pagodinho, Fátima Bernardes, Elisa Lucinda, Christiane Torloni, Lilia Cabral, Ney Latorraca, Beth Goulart, Rosamaria Murtinho, Gabriel Chalita e o maestro Isaac Karabtchevsky.</p>
<p>A ministra Margareth Menezes ganhou assento na Cadeira 28, que tem como patrono a cantora Emilinha Borba. A Cadeira pertencia antes à cantora Elza Soares, que morreu em janeiro do ano passado.</p>
<p>“Essa academia traz representatividade, cultura mais ampla e se torna um símbolo do povo brasileiro”, disse Margareth.</p>
<p>A Cadeira de número 16 vai ser ocupada pela ministra Sonia Guajajara e tem como patrono um integrante do mesmo povo, Paulo Paulino Guajajara, assassinado em 2019 no Maranhão.</p>
<figure id="attachment_70897" aria-describedby="caption-attachment-70897" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-ministra-dos-Povos-Indigenas-Sonia-Guajajara-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-70897" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-ministra-dos-Povos-Indigenas-Sonia-Guajajara-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Ministra Dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-ministra-dos-Povos-Indigenas-Sonia-Guajajara-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-ministra-dos-Povos-Indigenas-Sonia-Guajajara-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70897" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro (RJ), 14/11/2023 &#8211; A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, toma posse com artistas nomeados na Academia Brasileira de Cultura. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“É muito significativo eu estar aqui. Para nós, cultura significa vida”, disse a ministra.</p>
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<p>A Academia Brasileira de Cultura foi criada em 2021 para fortalecer o setor cultural do país. Ela é presidida pelo educador Carlos Alberto Serpa. O número total de membros é de 56. A missão da instituição é reunir personalidades de diferentes setores artísticos e promover a valorização da memória cultural brasileira.</p>
<p>“Estamos imensamente felizes por ter congregado personalidades tão diversas de nossa cultura. Acreditamos que nossos ideais não apenas sobreviverão, mas florescerão. Com nossas mãos entrelaçadas e beneficiados por nossa rica experiência em diversas esferas culturais, trabalharemos incessantemente para tornar a cultura uma presença eterna na vida de nossos compatriotas. Nosso compromisso é proteger e incentivar a todos que, como nós, dedicam suas vidas à cultura em suas múltiplas formas. Unidos, nascemos com um ideal sólido e coeso”, disse Carlos Alberto Serpa, presidente da Academia Brasileira de Cultura.</p>
</div>
</div>
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		<title>Sônia Guajajara diz que povos indígenas vivem crise humanitária</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sonia-guajajara-diz-que-povos-indigenas-vivem-crise-humanitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 01:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma cerimônia carregada de emoção, apenas três dias após os atos terroristas que depredaram os prédios da República, Sônia Guajajara assumiu, nesta quarta-feira (11), no Palácio do Planalto, o Ministério dos Povos Indígenas e Anielle Franco, o Ministério da Igualdade Racial. As cerimônias de ambas, que não seriam realizadas conjuntamente, tiveram que ser remarcadas em [&#8230;]]]></description>
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<p>Em uma cerimônia carregada de emoção, apenas três dias após os atos terroristas que depredaram os prédios da República, Sônia Guajajara assumiu, nesta quarta-feira (11), no Palácio do Planalto, o Ministério dos Povos Indígenas e Anielle Franco, o Ministério da Igualdade Racial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As cerimônias de ambas, que não seriam realizadas conjuntamente, tiveram que ser remarcadas em uma só solenidade após o vandalismo golpista do domingo (8). A união acabou gerando um encontro simbólico da riqueza ancestral que compõe a identidade brasileira. Povos de terreiro, e sua herança africana, ao lado de indígenas de diferentes etnias, coloriam o Salão Nobre do Palácio do Planalto e emocionaram as centenas de presentes.</p>
<p>Desta vez, a assunção ministerial contou com a presença do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não acompanhou as de outros auxiliares ao longo da semana passada. Ele estava acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros.</p>
<h2>Violações</h2>
<p>Em seu discurso de posse, Sônia Guajajara, a primeira indígena a ocupar um cargo de ministra, afirmou que os povos originários vivem uma crise humanitária no Brasil. Ele citou como causas as invasões de territórios, o desmatamento, o garimpo ilegal, a falta de assistência adequada em saúde e saneamento, entre outros.</p>
<p>&#8220;Não é mais possível convivermos com povos indígenas submetidos a toda sorte de males, como desnutrição infantil e de idosos, malária, violação de mulheres e meninas e altos índices de suicídio. Presidente Lula, arrisco dizer, sem exagero, que muitos povos indígenas vivem uma verdadeira crise humanitária em nosso país e agora estou aqui para trabalharmos juntos, para acabar com a normalização deste estado inconstitucional que se agravou nestes últimos anos&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Questão climática e ambiental</h2>
<p>Guajajara também falou da emergência climática e de como os territórios indígenas são essenciais no combate ao aquecimento global.</p>
<p>&#8220;Se, antes, as demarcações tinham enfoque sobretudo na preservação da nossa cultura, novos estudos vêm demonstrando que a manutenção dessas áreas tem uma importância ainda mais abrangente, sendo fundamentais para a estabilidade de ecossistemas em todo o planeta, assegurando qualidade de vida, inclusive nas grandes cidades. Daí a importância de reconhecer os direitos originários dos povos indígenas sob as terras em que vivem&#8221;, disse a ministra.</p>
<p>A nova ministra também chamou a atenção da sociedade para a preservação do planeta. &#8220;Nós não somos os únicos que necessitam aqui viver. Nós apenas coabitamos a mãe Terra junto com milhões de outras espécies. O desprezo por essas outras formas de vida, as práticas de desmatamento intenso feitas sempre em nome da economia de curto prazo, têm efeitos devastadores para o futuro de todos nós&#8221;, alertou.</p>
<p>Guajajara aproveitou para anunciar a recriação do Conselho Nacional de Política Indigenista, extinto em 2019, pelo governo anterior. &#8220;[O conselho] garante a participação paritária entre representações indígenas de todos os estados brasileiros e órgãos do executivo federal&#8221;, enfatizou a ministra.</p>
<p>Ao final do discurso da ministra dos Povos Indígenas, o povo Terena fez uma apresentação da Dança da Ema.</p>
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		<title>Ministras dos Povos Indígenas e da Igualdade Racial tomam posse hoje</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministras-dos-povos-indigenas-e-da-igualdade-racial-tomam-posse-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2023 15:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Posse]]></category>
		<category><![CDATA[Sônia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a posse das ministras dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e da Igualdade Racial, Anielle Franco, contribuirão para as ações do governo voltadas para “inclusão, oportunidade e respeito” aos cidadãos do país. As cerimônias serão hoje (11), às 17h, no Palácio do Planalto. As posses das duas [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a posse das ministras dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e da Igualdade Racial, Anielle Franco, contribuirão para as ações do governo voltadas para “inclusão, oportunidade e respeito” aos cidadãos do país. As cerimônias serão hoje (11), às 17h, no Palácio do Planalto.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As posses das duas ministras estavam previstas para o início da semana. No entanto, diante dos atentados terroristas contra as sedes dos Três Poderes no último domingo (8), foram adiadas para hoje.</p>
<h2>Educação</h2>
<p>Em sua conta no Twitter, Lula falou sobre a reunião de ontem com os ministros da Educação, Camilo Santana, e da Saúde, Nísia Trindade. Segundo o presidente, a conversa abrangeu “as primeiras ações” do governo nas referidas áreas. “Vamos atuar para o aumento da merenda nas escolas e retomar campanhas de vacinação. Trabalhando para recuperar o país”.</p>
<p>Na saída do encontro, Santana disse que foi autorizada a preparação de um estudo sobre as verbas a serem destinadas ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, que está sem repasse há seis anos.</p>
<p>Segundo o ministro, Lula pretende anunciar aumento desses recursos até fevereiro – antes, portanto, do início do ano letivo. Santana acrescentou que o presidente pretende, também, retomar obras de creches, escolas e outros institutos de ensino, paralisadas por falta de repasses de verbas federais.</p>
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