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	<title>soberania &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Lula reafirma soberania do Brasil e rejeita alinhamento dos EUA contra a China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 15:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucos dias de entrarem em vigor as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ao jornal New York Times que o Brasil negociará como “país soberano” e não aceitará se posicionar em uma nova Guerra Fria contra a China. Em entrevista ao jornalista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias de entrarem em vigor as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ao jornal <em>New York Times</em> que o Brasil negociará como “país soberano” e não aceitará se posicionar em uma nova Guerra Fria contra a China.</p>
<p>Em entrevista ao jornalista Jack Nicas, Lula disse que não teme que suas críticas ao presidente Donald Trump prejudiquem as negociações. “O Brasil não vai negociar como um país pequeno diante de um grande. Vamos negociar como soberanos. Na política entre dois Estados, a vontade de nenhum deve prevalecer”, declarou. Para o presidente, o caminho para soluções diplomáticas está no equilíbrio: “Não se consegue avançar estufando o peito nem abaixando a cabeça e dizendo ‘amém’ para tudo que os EUA desejam.”</p>
<h3><strong>Tarifas e julgamento de Bolsonaro</strong></h3>
<p>Lula questionou a motivação de Trump para impor as tarifas, especialmente se relacionadas ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentar um golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. “Se for por isso, consumidores brasileiros e americanos vão pagar mais caro por alguns produtos. O Brasil tem Constituição, e o ex-presidente está sendo julgado com pleno direito de defesa”, disse.</p>
<p>Segundo Lula, a postura de Trump mistura indevidamente política e comércio. “Se ele quer uma disputa política, tratamos como política. Se for comércio, sentamos para discutir comércio. Não se pode misturar tudo”, afirmou.</p>
<h3><strong>Falta de diálogo</strong></h3>
<p>Questionado sobre por que não procurou diretamente Trump para dialogar, o presidente explicou que não houve abertura do governo norte-americano. “Designei meu vice, o ministro da Agricultura, o da Economia para conversar com seus pares. Até agora, não foi possível. Fizemos dez reuniões com o Departamento de Comércio e enviamos uma carta em maio. A única resposta foi o anúncio das tarifas no site do presidente Trump”, relatou Lula.</p>
<h3><strong>Neutralidade na disputa EUA x China</strong></h3>
<p>Sobre possíveis retaliações, Lula disse que o país buscará novos parceiros comerciais e não entrará em um alinhamento automático contra a China. “Temos uma relação extraordinária com a China. Se os EUA e a China quiserem uma Guerra Fria, não aceitaremos. Quero vender para quem pagar melhor”, declarou.</p>
<p>Na segunda-feira (28), a China reforçou que está pronta para trabalhar com o Brasil na defesa de um sistema multilateral de comércio justo, criticando a decisão de Trump de aumentar as tarifas.</p>
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		<title>Presidente do IBGE propõe lei para garantir &#8220;soberania de dados&#8221; no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-do-ibge-propoe-lei-para-garantir-soberania-de-dados-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 13:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Pochmann]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>
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					<description><![CDATA[Márcio Pochmann, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está planejando o primeiro passo para um projeto de lei que garanta a soberania dos dados no Brasil. A proposta é criar o Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed), integrando cadastros de diversos setores, como saúde, educação e benefícios sociais, e acessando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Márcio Pochmann, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está planejando o primeiro passo para um projeto de lei que garanta a soberania dos dados no Brasil. A proposta é criar o Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed), integrando cadastros de diversos setores, como saúde, educação e benefícios sociais, e acessando informações atualmente controladas pelas grandes empresas de tecnologia, as big techs.</p>
<p>As discussões sobre o projeto ocorrerão de 29 de julho a 2 de agosto, durante a Conferência Nacional dos Agentes, Produtores e Usuários de Dados. Pochmann, em entrevista à Agência Brasil na sede do IBGE em Brasília, manifestou a expectativa de implementar o sistema até 2026. Segundo ele, essa efetivação reduziria custos para o país e proporcionaria melhor planejamento tanto para o setor público quanto para o privado.</p>
<p><strong>A nova dimensão da soberania</strong></p>
<p>Pochmann destacou que o Brasil vive a terceira dimensão da soberania: a soberania de dados. Ele explicou que, enquanto no passado a soberania era política e depois econômica, agora é essencial controlar os dados pessoais e empresariais, que atualmente são dominados por um oligopólio mundial de empresas de tecnologia. &#8220;Essas corporações utilizam os dados de acordo com seus interesses, que não são necessariamente nacionais&#8221;, afirmou.</p>
<p>A proposta é que o IBGE volte a ser o grande coordenador das informações estatísticas e dados oficiais do país, interconectando diversos bancos de dados e registros administrativos. &#8220;Integrar dados reduz custos e dá agilidade para quem toma decisões, seja no setor público ou privado&#8221;, destacou.</p>
<p><strong>Benefícios e desafios do Singed</strong></p>
<p>O Singed pretende não apenas integrar informações existentes em bancos de dados oficiais, mas também acessar dados de redes sociais e sistemas de telefonia brasileira. &#8220;Isso permitiria ao Brasil dispor de uma gama de informações que a era digital possibilita&#8221;, explicou Pochmann.</p>
<p>Ele ressaltou que a implementação desse sistema traria benefícios financeiros e operacionais para o país, reduzindo custos de fragmentação de bancos de dados e permitindo uma ação mais rápida e eficaz diante de situações de emergência, como desastres naturais.</p>
<p><strong>Regulação e proteção de dados</strong></p>
<p>Sobre a regulação e proteção de dados, Pochmann garantiu que o IBGE opera sob a Lei de Sigilo e que os dados utilizados serão desnomeados, ou seja, não será possível identificar indivíduos específicos. &#8220;A ideia do controle é garantir a sustentação democrática e a utilização dos dados para fins estatísticos e de planejamento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Pochmann também destacou que o projeto busca proteger a soberania nacional diante das grandes corporações que atualmente detêm e utilizam os dados de maneira lucrativa, sem beneficiar diretamente o país. Ele espera que, após a conferência, o projeto possa ser discutido no Parlamento e avançar ainda este ano.</p>
<p><strong>A soberania de dados como política estratégica</strong></p>
<p>Em sua visão, países em desenvolvimento, como o Brasil, estão mais vulneráveis ao controle de dados pelas big techs, que não pagam tributos nem empregam localmente, mas lucram significativamente com as informações coletadas. &#8220;Essas empresas sabem mais sobre o país do que os próprios governantes&#8221;, alertou Pochmann.</p>
<p>A criação do Singed, sob coordenação do IBGE, visa reverter essa situação, garantindo que o Brasil tenha acesso e controle sobre seus próprios dados, utilizando-os para promover o desenvolvimento nacional de maneira mais eficiente e soberana.</p>
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		<title>Desfile do 7 de setembro emociona participantes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desfile-do-7-de-setembro-emociona-participantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 15:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[7 de Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Desfile]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[slog]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>
		<category><![CDATA[União]]></category>
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					<description><![CDATA[A professora Jamile Demenciano, de 37 anos, se emociona ao lembrar do avô e dos desfiles de 7 de setembro que assistiam juntos quando era criança, no interior do Rio de Janeiro. Ela veio do entorno do Distrito Federal, onde mora agora, para o evento na Esplanada dos Ministérios. &#8220;Isso é civismo, independente de questão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A professora Jamile Demenciano, de 37 anos, se emociona ao lembrar do avô e dos desfiles de 7 de setembro que assistiam juntos quando era criança, no interior do Rio de Janeiro. Ela veio do entorno do Distrito Federal, onde mora agora, para o evento na Esplanada dos Ministérios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Isso é civismo, independente de questão ideológica. Meu avô é falecido e estou aqui também por ele. Eu falava pra ele que um dia ia a Brasília ver o desfile, então, pra mim, é emocionante este momento&#8221;, disse.</p>
<p>Este ano, o <em>slogan</em> da semana é Democracia, soberania e união.</p>
<p>Para Jamile, é um tema necessário. &#8220;Fala da paz que a gente busca e soberania do nosso país, porque sabemos que ele é lindo e é de todos os brasileiros&#8221;, disse.</p>
<p>O clima estava tranquilo nas imediações do desfile e foi possível circular confortavelmente. Mas quem escolheu chegar um pouco mais tarde, por volta das 8h30, reclamou da limitação de público nas arquibancadas. Muitos não conseguiram entrar e tiveram que recorrer a algum dos telões espalhados na área externa.</p>
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