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	<title>sistema financeiro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>sistema financeiro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pix bate recorde e supera 160 milhões de transações em um dia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pix-bate-recorde-e-supera-160-milhoes-de-transacoes-em-um-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 12:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), o Pix bateu novo recorde na sexta-feira (6). Pela primeira vez, a modalidade superou a marca de 160 milhões de transações em 24 horas. Somente no último dia 6, foram feitas 163 milhões de transferências via Pix para usuários finais. A alta demanda não comprometeu o funcionamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), o Pix bateu novo recorde na sexta-feira (6). Pela primeira vez, a modalidade superou a marca de 160 milhões de transações em 24 horas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Somente no último dia 6, foram feitas 163 milhões de transferências via Pix para usuários finais. A alta demanda não comprometeu o funcionamento do sistema. Segundo o BC, os sistemas funcionaram com estabilidade ao longo de todo o dia.</p>
<p>O recorde anterior tinha sido registrado em 6 de setembro, com 152,7 milhões de transações num único dia.</p>
<p>Criado em novembro de 2020, o Pix acumulava, no fim de agosto, 153,36 milhões de usuários, conforme as estatísticas mensais mais recentes. Desse total, 140,65 milhões eram de pessoas físicas; e 12,71 milhões de pessoas jurídicas.</p>
<p>Em agosto, o sistema superou a marca de R$ 1,53 trilhão movimentados por mês.</p>
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		<title>A Febraban revela que houve uma renegociação de quase R$ 10 bilhões por parte da Desenrola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 16:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com uma análise realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), aproximadamente R$ 9,5 bilhões em dívidas foram renegociados no período de um mês no âmbito do Programa Desenrola. Esse período engloba o intervalo entre 17 de julho e 18 de agosto. O levantamento revela que foram abordadas 1,5 milhão de dívidas, envolvendo cerca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com uma análise realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), aproximadamente R$ 9,5 bilhões em dívidas foram renegociados no período de um mês no âmbito do Programa Desenrola. Esse período engloba o intervalo entre 17 de julho e 18 de agosto. O levantamento revela que foram abordadas 1,5 milhão de dívidas, envolvendo cerca de 1,1 milhão de clientes. A possibilidade de adesão ao programa permanece até o dia 31 de dezembro.</p>
<p>O montante financeiro mencionado refere-se à Faixa 2 do programa, na qual as dívidas junto a instituições financeiras são objeto de negociação com condições especiais diretamente com o banco. Essa categoria engloba as dívidas bancárias dos indivíduos cuja renda mensal situa-se acima de dois salários mínimos e abaixo de R$ 20 mil, excluindo aqueles inscritos no Cadastro Único do Governo Federal.</p>
<p>No mesmo período, aproximadamente 6 milhões de clientes com dívidas bancárias de até R$ 100 tiveram suas anotações negativas removidas (processo conhecido como &#8220;desnegativação&#8221;). É importante destacar que esse número refere-se somente às instituições financeiras, não considerando a remoção de registros de outros credores não bancários. O prazo para a desnegativação foi encerrado em 27 de julho.</p>
<p>“A Febraban esclarece que cada banco tem sua estratégia de negócio, adotando políticas próprias para adesão ao programa. As condições para renegociação das dívidas, nessa etapa, serão diferenciadas e caberá a cada instituição financeira, que aderir ao programa, defini-la”, explica a instituição em nota.</p>
<h2>Bancos públicos</h2>
<p>Na semana passada, o Banco do Brasil (BB) anunciou que as empresas associadas à instituição renegociaram um montante de R$ 5,4 bilhões durante o primeiro mês de funcionamento do programa. Dentro dessa cifra total, mais de R$ 850 milhões referem-se à Faixa 2; R$ 4,1 bilhões estão ligados a negociações especiais oferecidas diretamente pelo banco; e R$ 377 milhões foram renegociados através da subsidiária do banco, a empresa Ativos S.A.</p>
<p>Conforme divulgado pela instituição financeira, um total de 608 mil clientes efetuaram o refinanciamento de suas dívidas desde o início do programa, em 17 de julho. Dentro desse número, cerca de 320 mil optaram pela renegociação por meio do próprio Banco do Brasil, enquanto aproximadamente 288 mil escolheram a subsidiária para conduzir as negociações.</p>
<p>No que diz respeito à Caixa Econômica Federal, a instituição registrou um valor de R$ 1,5 bilhão em dívidas renegociadas através do programa Desenrola. De acordo com o balanço divulgado na quarta-feira (16), o banco conseguiu regularizar mais de 88 mil contratos pertencentes a 70 mil clientes. Segundo a instituição financeira, aproximadamente 92% das propostas foram renegociadas com pagamento à vista. As principais categorias de dívidas regularizadas abrangem operações relacionadas a cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC).</p>
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		<title>Concentração bancária cai para 76,6% em 2021</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/concentracao-bancaria-cai-para-766-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 15:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[A concentração bancária caiu no ano passado, de acordo com o Relatório de Economia Bancária de 2021, divulgado hoje (6) pelo Banco Central (BC). No ano passado, os cinco maiores bancos do país &#8211; Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander – detinham 76,6% dos ativos totais do segmento bancário comercial. No final [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A concentração bancária caiu no ano passado, de acordo com o <a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/relatorioeconomiabancaria" target="_blank" rel="noopener">Relatório de Economia Bancária de 2021</a>, divulgado hoje (6) pelo Banco Central (BC). No ano passado, os cinco maiores bancos do país &#8211; Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander – detinham 76,6% dos ativos totais do segmento bancário comercial. No final de 2020, esse percentual era 77,6%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O relatório mostra continuidade da redução da concentração no SFN [Sistema Financeiro Nacional] em 2021, processo que vem ocorrendo nos últimos anos, e elevação do grau de concorrência, não apenas no segmento bancário, como também no cooperativo e não bancário”, diz o BC. “A queda da concentração é observada em todos os agregados contábeis e, de forma mais intensa, nos depósitos totais”, completou.</p>
<p>Os cinco maiores bancos eram responsáveis por 77,4% dos depósitos no final do ano passado, contra 79,1%, em 2020. No caso do crédito, esse grupo respondeu por 81,4% do total das operações em 2021, contra 81,8% do ano anterior.</p>
<p>Nesta edição, o Relatório de Economia Bancária passa a adotar a razão de concentração dos quatro maiores bancos no lugar dos cinco maiores. Ainda assim, os dados sobre os cinco maiores foram divulgados para a comparabilidade com as edições anteriores do relatório.</p>
<p>A presença dos quatro maiores bancos &#8211; Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco e Itaú &#8211; também se reduziu em todos os agregados contábeis, de 2020 para 2021, de 57,3% para 56% nos ativos totais, de 62,7% para 60,1% nos depósitos totais e de 59,4% para 59,3% nas operações de crédito.</p>
<p>Em relação às participações de mercado, o segmento bancário passou de 88,1% para 87% nos ativos totais; de 94,3% para 93,5% nos depósitos totais; e de 86,4% para 86,2% nas operações de crédito. “O aumento da participação de mercado do segmento não bancário em todos os agregados contábeis se deve, principalmente, ao aumento da participação do segmento das cooperativas de crédito no período”, explicou o BC.</p>
<p>As cooperativas de crédito eram responsáveis por 5,3% dos ativos totais no ano passado, contra 3,8% em 2020. Nos depósitos, passaram de 5,3% em 2020, para 6% em 2021, e no caso do crédito, esse grupo respondeu por 6,1% do total das operações em 2021, contra 5,1% do ano anterior.</p>
<h2>Crédito</h2>
<p>O saldo total dos empréstimos e financiamentos concedido pelos bancos cresceu 16,3% no ano passado, alcançando o volume de R$ 4,7 trilhões, o que representa 53,9% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), mostrando estabilidade ao final de 2021. As concessões de crédito cresceram 18,2% em 2021, maior taxa de crescimento anual da série iniciada em 2011.</p>
<p>De acordo com o BC, o forte crescimento foi impulsionado pelo segmento de pessoas físicas, tanto nas linhas de crédito livre como nas de crédito direcionado. O crédito livre é aquele em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, e é destinado, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.</p>
<p>Dessa forma, o estoque de crédito às pessoas físicas registrou acréscimo de 21% em 2021 (11,1% em 2020), com variações de 23% nas modalidades de crédito livre (destaque para cartão de crédito à vista) e 18,5% no crédito direcionado (ressaltando-se tanto o crédito rural como os financiamentos imobiliários).</p>
<p>No segmento de pessoas jurídicas, observou-se aumento de 10,5% no saldo (21,8% em 2020), refletindo o crescimento de 17,3% no crédito livre, com destaque para desconto de duplicatas e recebíveis, financiamento de veículos e adiantamento sobre contratos de câmbio. O crédito direcionado para empresas reduziu 0,3%, com a queda de 3,9% no saldo das operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sendo arrefecida pelos aumentos de 17,8% nos saldos do crédito rural e de 2,2% da modalidade outros créditos direcionados, na qual estão classificados os programas emergenciais.</p>
<p>As projeções do BC para a evolução do crédito bancário este ano são de crescimento de 14,2% do saldo total, com aumento de 17,2% do saldo de crédito com recursos livres e de 9,7% do saldo de crédito com recursos direcionados.</p>
<p>A taxa média de juros dos novos contratos de crédito aumentou 6 pontos percentuais ao longo de 2021, atingindo 24,3% ao ano em dezembro, em linha com trajetória ascendente da taxa básica de juros, a Selic.</p>
<h2>Rentabilidade</h2>
<p>A rentabilidade do sistema bancário em 2021 se recuperou da queda ocorrida no ano anterior, retornando a níveis próximos àqueles observados antes da pandemia da covid-19. “No entanto, a recuperação na rentabilidade não foi homogênea, sendo as instituições com modelos de negócio mais diversificados mais beneficiados”, explicou o BC.</p>
<p>O lucro líquido de R$ 132 bilhões em 2021 foi 49% superior ao registrado pelo sistema em 2020 e 10% acima do observado em 2019. Os resultados são explicados pelo crescimento da margem de juros, a redução das despesas com provisões (reserva sobre riscos de crédito) e os ganhos de eficiência.</p>
<p>Em relação à inadimplência, a expectativa é de alta moderada em direção aos níveis pré-pandemia, dado o cenário econômico menos favorável previsto para este ano. “Esse movimento da inadimplência e a migração das carteiras para um mix de maior risco podem aumentar o nível de ativos problemáticos ao longo do ano. Esse eventual aumento não deve, contudo, trazer maiores dificuldades para o sistema, dado que o atual nível de cobertura de provisões poderá ser utilizado para absorvê-lo total ou parcialmente”, diz o relatório.</p>
<p>Publicado anualmente, o Relatório de Economia Bancária trata de um amplo espectro de questões atinentes ao Sistema Financeiro Nacional e as relações entre instituições e seus clientes.</p>
<p>O documento divulgado nesta quinta-feira traz ainda um conjunto de boxes abordando diversas temáticas, como as transformações no panorama competitivo do setor financeiro, decorrentes principalmente da digitalização; o efeito de mudança no layout da fatura de cartão de crédito; as emissões de títulos relacionados à sustentabilidade por empresas brasileiras; o mercado de títulos no Brasil; dentre outros temas.</p>
</div>
</div>
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		<title>Caixa registra R$ 3 bilhões de lucro no primeiro trimestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caixa-registra-r-3-bilhoes-de-lucro-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 01:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[crédito imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 3,16 bilhões. As informações foram apresentadas em balanço do banco público divulgado nesta quinta-feira (12). O lucro líquido é o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 3,16 bilhões. As informações foram apresentadas em balanço do banco público divulgado nesta quinta-feira (12).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O lucro líquido é o resultado geral da empresa, e representa basicamente a diferença entre as receitas líquidas e todos os custos e despesas ao longo de um determinado período.</p>
<p>A queda no lucro do trimestre está relacionada à provisão de operações de crédito vinculadas ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e ao Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Até o final do ano, o banco espera contabilizar os recursos provisionados com a execução das perdas por meio dos fundos garantidores.</p>
<p>&#8220;O balanço da Caixa está sendo penalizado por provisões e perdas, que serão recuperadas quando nós executarmos as garantias dos fundos garantidores do FGO, pelo Banco do Brasil, para o Pronampe. E o FGI, para o BNDES, que são os fundos que nos dão a maior parte desse aprovisionamento de volta&#8221;, explicou Pedro Guimarães, presidente da Caixa.</p>
<p>A carteira de crédito do banco no trimestre ficou em R$ 889 bilhões, aumento de 11,2% em relação ao ano passado. Trata-se da maior carteira de crédito entres as instituições financeiras do país.</p>
<h2>Crédito imobiliário</h2>
<p>Líder no mercado de crédito imobiliário no Brasil, a Caixa encerrou o mês de março com R$ 34,4 bilhões em concessão de financiamento, um aumento de quase 18% na comparação com os três primeiros meses do ano passado.</p>
<p>O saldo total da carteira de crédito imobiliário da Caixa está em R$ 570,5 bilhões, crescimento de 10,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.</p>
<p>O número de clientes da Caixa fechou o trimestre em 148,4 milhões. Desde o final de 2018, quando o número de clientes do banco público era de 92,7 milhões, houve aumento de cerca de 55 milhões novos clientes em cerca de quatro anos. Há, atualmente, cerca de 221,6 milhões de contas ativas no banco, pelo balanço trimestral.</p>
<h2>Agronegócio</h2>
<p>A Caixa também destacou a forte expansão no financiamento do agronegócio no país. O banco saiu do oitavo para o segundo lugar no mercado de crédito do setor. Foram concedidos R$ 6,7 bilhões em crédito no primeiro trimestre, um crescimento de 204,6% de contratações, na comparação com igual período de 2021, e de 142,9% no saldo da carteira de financiamento.</p>
<p>&#8220;Somos o segundo banco no agro. Em várias das feiras que temos participado fomos o maior banco na feira, como, por exemplo, na Agrishow, em Ribeirão Preto. A maior originação foi da Caixa Econômica Federal, com R$ 3 bilhões em quatro dias, em uma feira só&#8221;, destacou Pedro Guimarães.</p>
<h2>Microcrédito</h2>
<p>A Caixa também informou que já concedeu R$ 1,2 bilhão em microcrédito, com cerca de 1,7 milhão de contratos, liderando o segmento no país. Cerca de 370 mil contratos envolveram beneficiários do programa Auxílio Brasil.</p>
</div>
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