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	<title>Simone Tebet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Simone Tebet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula envia projeto para flexibilizar liberação de recursos para o RS em meio à tragédia climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 22:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira (6) o envio de um projeto de decreto legislativo (PDL) ao Congresso Nacional para que seja reconhecido o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul. A medida visa flexibilizar os limites e prazos estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), facilitando a liberação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira (6) o envio de um projeto de decreto legislativo (PDL) ao Congresso Nacional para que seja reconhecido o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul. A medida visa flexibilizar os limites e prazos estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), facilitando a liberação de recursos federais para o estado, que enfrenta a maior crise climática de sua história devido às enchentes.</p>
<p>Durante uma reunião no Palácio do Planalto com os chefes dos demais Poderes da República, Lula afirmou que o governo está comprometido em contribuir para a recuperação do estado gaúcho e melhorar a qualidade de vida da população, dentro dos limites legais. O projeto de decreto legislativo aciona o artigo 65 da LRF, autorizando a União a não contabilizar despesas extraordinárias e renúncias tributárias para o cumprimento das metas fiscais.</p>
<figure id="attachment_76689" aria-describedby="caption-attachment-76689" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-76689" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/06-Simone-Tebet-durante-entrevista-coletiva-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C511&#038;ssl=1" alt="Simone Tebet Durante Entrevista Coletiva - Expresso Carioca" width="754" height="511" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/06-Simone-Tebet-durante-entrevista-coletiva-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/06-Simone-Tebet-durante-entrevista-coletiva-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/06-Simone-Tebet-durante-entrevista-coletiva-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/06-Simone-Tebet-durante-entrevista-coletiva-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C508&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-76689" class="wp-caption-text">Simone Tebet durante entrevista coletiva &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, destacou que o projeto permitirá a disponibilização ágil de recursos, ampliando as operações de crédito e o recebimento de transferências voluntárias pelo estado e municípios gaúchos. A expectativa é que o projeto seja votado e aprovado ainda esta semana no Congresso Nacional.</p>
<p>Até o momento, as chuvas e enchentes no Rio Grande do Sul causaram a morte de 85 pessoas, deixaram 134 desaparecidos e 339 feridos, além de afetar mais de 1,1 milhão de pessoas. A medida visa atenuar os impactos da tragédia, fornecendo assistência federal eficiente em um momento crucial para o estado.</p>
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		<title>Simone Tebet diz que é preciso melhorar qualidade dos gastos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/simone-tebet-diz-que-e-preciso-melhorar-qualidade-dos-gastos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 22:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Mista de Orçamento da Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PPA]]></category>
		<category><![CDATA[PPA 2024-2027]]></category>
		<category><![CDATA[Simone Tebet]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse nesta quarta-feira (4) que é preciso melhorar a qualidade dos gastos públicos no Brasil. Em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento da Câmara dos Deputados para apresentar o Plano Plurianual Participativo (PPA) 2024-2027, ela destacou a importância do planejamento para mudar essa realidade. “Todos falamos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse nesta quarta-feira (4) que é preciso melhorar a qualidade dos gastos públicos no Brasil. Em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento da Câmara dos Deputados para apresentar o Plano Plurianual Participativo (PPA) 2024-2027, ela destacou a importância do planejamento para mudar essa realidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>“Todos falamos em qualidade de gastos, mas na hora da pergunta sobre o que cortar e onde cortar, vem a grande dificuldade. O orçamento está praticamente engessado. Tem que pagar servidores, a Previdência, tem os pisos constitucionais, e sobra cerca de 7% para despesas discricionárias. É um recurso significativo se nós garantirmos a qualidade dos gastos”.</p></blockquote>
<p>Segundo ela, o governo formou grupos de trabalho para fazer um levantamento sobre as renúncias fiscais e para corrigir erros e fraudes em benefícios como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e nas aposentadorias</p>
<p>&#8220;É preciso tirar de quem não merece e está recebendo de forma injusta para dar para quem precisa. Se nós conseguirmos virar essa chave e garantir qualidade dos gastos públicos, nós teremos um novo Brasil”, completou a ministra.</p>
<p>O PPA 2024-2027 prevê gastos de R$ 13,3 trilhões nos próximos quatro anos para atender a 464 objetivos específicos distribuídos em 88 programas. Segundo Tebet, o PPA está baseado em três eixos principais: desenvolvimento social e garantia de direitos; desenvolvimento econômico e sustentabilidade socioambiental e climática; e defesa da democracia e reconstrução do Estado e da soberania.</p>
<p>O Plano Plurianual define prioridades para as políticas públicas e estipula o cumprimento de objetivos de quatro em quatro anos. Ele orienta a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) durante o período de abrangência.</p>
<h2>Participação</h2>
<p>O PPA 2024-2027 foi elaborado com a contribuição da sociedade, por meio da realização de plenárias presenciais em todos os estados, que reuniram 309 movimentos sociais e 34 mil participantes entre março e julho, e também de forma virtual.</p>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Marcio Macedo, explicou que o PPA Participativo não tem incongruência nem competição com o trabalho do Congresso no debate do Plano Plurianual:</p>
<blockquote><p>“O que fizemos é apenas um processo para que o texto chegasse aqui no Congresso Nacional não só a partir de um trabalho técnico e político do governo, mas que tivesse a impressão digital do povo brasileiro e que pudesse ter na sua dimensão a diversidade que é o nosso país”.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, 76,5% das propostas indicadas pela população que participou do processo de consulta pública foram incorporadas ao PPA. “O planejamento dos próximos quatro anos do Brasil é um planejamento participativo, que teve a participação e a influência do conjunto da população na definição das políticas”, destacou Macedo.</p>
<p>O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS), relator do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027 na Câmara dos Deputados, disse que serão realizadas três audiências públicas na Comissão de Orçamento para aprofundar o debate sobre cada um dos eixos do PPA.</p>
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		<title>Novo PAC vai incluir investimentos públicos e privados, diz Tebet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novo-pac-vai-incluir-investimentos-publicos-e-privados-diz-tebet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 14:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Dia Ministra]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[novo PAC]]></category>
		<category><![CDATA[PPP]]></category>
		<category><![CDATA[Simone Tebet]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, antecipou nesta quarta-feira (5) que o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deve ser anunciado pelo governo federal em breve, vai contar com três frentes: investimentos públicos, privados e parcerias público-privadas (PPP). “O Brasil não tem investimentos públicos porque não controla suas finanças, o que [&#8230;]]]></description>
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<p>A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, antecipou nesta quarta-feira (5) que o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deve ser anunciado pelo governo federal em breve, vai contar com três frentes: investimentos públicos, privados e parcerias público-privadas (PPP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O Brasil não tem investimentos públicos porque não controla suas finanças, o que nós estamos fazendo agora. Mas investimento público é insuficiente. O Brasil não tem dinheiro para resolver todos os seus problemas sozinho, até porque, viemos de uma pandemia, o Brasil saiu empobrecido, voltamos para o mapa da fome.”</p>
<p>Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa <em>Bom dia, Ministra</em>, Tebet citou um passivo muito grande “de não ações” que o atual governo encontrou no início do mandato. Segundo ela, o novo PAC vai funcionar como um pacote de projetos de investimento para fazer o país voltar a crescer.</p>
<blockquote><p>“Teremos praticamente três linhas de frente: investimento público, com base no valor do orçamento, que é aquilo que o imposto do povo brasileiro paga; investimentos privados, através de concessões, rodovias, portos, aeroportos, ferrovias, capotagem, navegação. E também parcerias público-privadas, que a gente chama de PPP.”</p></blockquote>
<p>“Estamos esperando o arcabouço ser aprovado para ver o quanto de espaço fiscal a gente vai ter – mais R$ 30 bilhões, menos R$ 30 bilhões – para falar o valor desse pacotão”, concluiu a ministra.</p>
</div>
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