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	<title>Silvinei Vasques &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Silvinei Vasques &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Polícia do Paraguai entrega Silvinei Vasques à PF na fronteira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-do-paraguai-entrega-silvinei-vasques-a-pf-na-fronteira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 13:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírusnoticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques foi entregue à Polícia Federal (PF) na noite desta sexta-feira (26), após ser detido no Paraguai ao tentar embarcar para El Salvador utilizando passaporte falso. Ele já se encontra sob custódia das autoridades brasileiras e deverá ser transferido para Brasília nas próximas horas. Por volta das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques foi entregue à Polícia Federal (PF) na noite desta sexta-feira (26), após ser detido no Paraguai ao tentar embarcar para El Salvador utilizando passaporte falso. Ele já se encontra sob custódia das autoridades brasileiras e deverá ser transferido para Brasília nas próximas horas.</p>
<p>Por volta das 20h, a polícia paraguaia conduziu Vasques até a Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Ciudad del Este, onde ocorreu a entrega formal aos agentes da PF. A prisão ocorre após o ex-diretor romper a tornozeleira eletrônica e fugir do Brasil na madrugada do Natal, descumprindo medidas cautelares impostas pela Justiça.</p>
<p>Condenado a 24 anos e 6 meses de prisão na ação penal do Núcleo 2 da trama golpista, Silvinei cumpria prisão domiciliar quando deixou o país para evitar o cumprimento da pena. Informado da fuga, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva do ex-diretor.</p>
<p>Segundo a PF, a tornozeleira eletrônica deixou de emitir sinal de GPS por volta das 3h da madrugada de quinta-feira (25). Em diligência ao apartamento de Vasques, em São José (SC), os agentes constataram que ele não estava no local. A análise das câmeras de segurança do prédio indicou que o ex-diretor permaneceu no imóvel até 19h22 da véspera de Natal (24).</p>
<p>As imagens mostram Vasques colocando bolsas no porta-malas de um carro, vestindo calça de moletom preta, camiseta cinza e boné preto. Durante a fuga, ele também levou um cachorro da raça pitbull, além de ração e tapetes higiênicos, segundo a investigação. A PF dará prosseguimento aos trâmites para a transferência do preso e a execução das determinações judiciais.</p>
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		<title>Moraes decreta prisão preventiva de ex-diretor da PRF após fuga para o Paraguai</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-decreta-prisao-preventiva-de-ex-diretor-da-prf-apos-fuga-para-o-paraguai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou na tarde desta sexta-feira (26) a prisão preventiva de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o governo de Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada após o ex-chefe da corporação romper a tornozeleira eletrônica, descumprir a prisão domiciliar e fugir para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou na tarde desta sexta-feira (26) a prisão preventiva de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o governo de Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada após o ex-chefe da corporação romper a tornozeleira eletrônica, descumprir a prisão domiciliar e fugir para o Paraguai, onde acabou detido por autoridades locais.</p>
<p>Segundo a decisão, a Polícia Federal informou que o equipamento de monitoramento deixou de emitir sinal de GPS por volta das 3h da madrugada de quinta-feira (25). Diante da falha, agentes se deslocaram até a residência de Vasques, em São José (SC), e constataram sua ausência. Horas depois, a PF confirmou que ele havia sido preso no Paraguai, ao tentar embarcar em um voo com destino a El Salvador, e que será repatriado ao Brasil.</p>
<p>Para Moraes, a conduta caracteriza fuga e justifica a medida mais severa. “A fuga do réu, caracterizada pela violação das medidas cautelares impostas sem qualquer justificativa, autoriza a conversão das medidas cautelares em prisão preventiva”, afirmou o ministro.</p>
<h3>Trama golpista</h3>
<p>Silvinei Vasques foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão no âmbito da ação penal do Núcleo 2 da trama golpista, que investigou iniciativas para manter Jair Bolsonaro no poder após as eleições de 2022. De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal, o então diretor da PRF determinou a realização de blitzes em regiões onde havia maior intenção de voto no então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de dificultar o acesso de eleitores às urnas.</p>
<p>Vasques havia sido preso preventivamente em agosto de 2023 e permaneceu detido por cerca de um ano. Posteriormente, Moraes concedeu liberdade provisória, condicionada ao cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e o cancelamento do passaporte — exigências agora descumpridas, o que levou à nova ordem de prisão.</p>
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		<title>STF ouve ex-aliados de Bolsonaro em nova fase de interrogatórios sobre tentativa de golpe</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-ouve-ex-aliados-de-bolsonaro-em-nova-fase-de-interrogatorios-sobre-tentativa-de-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 14:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Martins]]></category>
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		<category><![CDATA[interrogatório]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Silvinei Vasques]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (24) uma nova rodada de interrogatórios dos réus acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado que buscava reverter o resultado das eleições de 2022. A partir das 9h, por videoconferência, estão sendo ouvidos os integrantes dos chamados núcleos 2 e 4 da denúncia apresentada pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (24) uma nova rodada de interrogatórios dos réus acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado que buscava reverter o resultado das eleições de 2022. A partir das 9h, por videoconferência, estão sendo ouvidos os integrantes dos chamados núcleos 2 e 4 da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>Entre os principais depoimentos estão os de Filipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro, e Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ambos são apontados como figuras centrais no planejamento das ações golpistas e integram o núcleo 2, responsável por articular medidas para sustentar a permanência ilegítima de Bolsonaro no poder.</p>
<p>Martins é acusado de apresentar ao então presidente um jurista que redigiu a minuta do golpe — documento que previa a decretação de estado de sítio ou estado de defesa. Já Vasques responde por ter supostamente ordenado operações da PRF no segundo turno das eleições de 2022 com o objetivo de dificultar o acesso de eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva às seções eleitorais no Nordeste.</p>
<p><strong>Desinformação e ataques virtuais</strong></p>
<p>Também serão ouvidos nesta fase os réus do núcleo 4, composto por militares e apoiadores civis acusados de promover desinformação e ataques virtuais a autoridades e instituições do Estado. A ofensiva digital, segundo a denúncia, foi parte do esforço para desacreditar o sistema eleitoral e legitimar uma eventual ruptura institucional.</p>
<p>Como estão na condição de réus, os acusados têm o direito de permanecer em silêncio diante dos questionamentos feitos por integrantes da PGR e do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Ainda não está definido se Moraes conduzirá pessoalmente os depoimentos ou delegará a tarefa a um juiz auxiliar.</p>
<p><strong>Fase final da ação penal</strong></p>
<p>Os interrogatórios representam uma das últimas etapas do processo criminal. A expectativa é que o julgamento — que definirá a condenação ou absolvição dos acusados — ocorra no segundo semestre deste ano. Os réus respondem por crimes como tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>A PGR dividiu a denúncia em quatro núcleos. O núcleo 1, que inclui o próprio Jair Bolsonaro e outros sete réus, já foi interrogado no mês passado e se encontra na fase de alegações finais, com julgamento previsto para setembro. Os interrogatórios dos réus do núcleo 3 estão agendados para a próxima segunda-feira (28).</p>
<p><strong>Quem será ouvido nesta fase</strong></p>
<p><strong>Núcleo 2:</strong></p>
<ul>
<li>Filipe Martins (ex-assessor de assuntos internacionais de Bolsonaro)</li>
<li>Marcelo Câmara (ex-assessor do ex-presidente)</li>
<li>Silvinei Vasques (ex-diretor da PRF)</li>
<li>Mário Fernandes (general do Exército)</li>
<li>Marília de Alencar (ex-subsecretária de Segurança do DF)</li>
<li>Fernando de Sousa Oliveira (ex-secretário-adjunto de Segurança do DF)</li>
</ul>
<p><strong>Núcleo 4:</strong></p>
<ul>
<li>Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército)</li>
<li>Ângelo Martins Denicoli (major da reserva)</li>
<li>Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente)</li>
<li>Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel)</li>
<li>Reginaldo Vieira de Abreu (coronel)</li>
<li>Marcelo Araújo Bormevet (policial federal)</li>
<li>Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal)</li>
</ul>
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		<title>Polícia Federal prende ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-prende-ex-diretor-geral-da-prf-silvinei-vasques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 15:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (9), a Operação Constituição Cidadã, para investigar possíveis ações de agentes públicos para interferir no processo eleitoral do segundo turno das eleições presidenciais de 2022. O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso. De acordo com as investigações da PF, integrantes da PRF teriam feito bloqueios em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (9), a Operação Constituição Cidadã, para investigar possíveis ações de agentes públicos para interferir no processo eleitoral do segundo turno das eleições presidenciais de 2022. O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com as investigações da PF, integrantes da PRF teriam feito bloqueios em estradas da Região Nordeste para dificultar o trânsito de eleitores no dia 30 de outubro de 2022.</p>
<p>“Os crimes apurados teriam sido planejados desde o início de outubro daquele ano, sendo que, no dia do segundo turno, foi realizado patrulhamento ostensivo e direcionado à Região Nordeste do país”, explicou a PF, em nota.</p>
<p>Estão sendo cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Rio Grande do Norte. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A operação conta ainda com o apoio da Corregedoria-Geral da PRF, que determinou a coleta de depoimento de 47 policiais rodoviários federais.</p>
<p>“Os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de prevaricação e violência política, previstos no Código Penal Brasileiro, e os crimes de impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio e ocultar, sonegar, açambarcar ou recusar no dia da eleição o fornecimento, normalmente a todos, de utilidades, alimentação e meios de transporte, ou conceder exclusividade dos mesmos a determinado partido ou candidato, do Código Eleitoral Brasileiro”, diz a nota.</p>
<p>A PF informou ainda que o nome da operação &#8211; Constituição Cidadã &#8211; é uma referência à Constituição Brasileira, promulgada em 1988. Nela, estão expressos os direitos dos cidadãos, entre eles o direito ao voto, “maior representação da democracia”.</p>
<p>Em junho, em depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do 8 de janeiro, no Congresso, Vasques negou qualquer plano para impedir eleitores do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva no Nordeste de votarem no segundo turno das eleições no ano passado.</p>
<p>Em nota, a PRF informou que o seu corregedor-geral, Vinícius Behrmann, acompanha a operação, desde o início da manhã, na sede da PF, em Brasília, e que a corporação colabora com as autoridades que investigam as denúncias de interferência, “com o fornecimento de dados referentes ao trabalho da instituição, como o número de veículos fiscalizados e multas aplicadas nas rodovias federais”.</p>
<p>Paralelamente às investigações no STF, foram abertos três processos administrativos disciplinares, no âmbito da PRF, para apurar a conduta do ex-diretor-geral. Os procedimentos foram encaminhados à Controladoria-Geral da União (CGU), órgão com competência para apurar a conduta de Silvinei Vasques.</p>
</div>
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