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	<title>setor noroeste &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Expansão urbana em Brasília acirra conflito com indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 18:20:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A expansão imobiliária no Setor Noroeste, área nobre de Brasília, tem gerado tensão com os povos indígenas que vivem há décadas na região. Na última terça-feira (15), um confronto entre a Polícia Militar e cerca de 20 indígenas evidenciou os impactos da urbanização sobre as comunidades locais. Segundo o cacique Álvaro Tucano, da aldeia Yepá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão imobiliária no Setor Noroeste, área nobre de Brasília, tem gerado tensão com os povos indígenas que vivem há décadas na região. Na última terça-feira (15), um confronto entre a Polícia Militar e cerca de 20 indígenas evidenciou os impactos da urbanização sobre as comunidades locais.</p>
<figure id="attachment_83022" aria-describedby="caption-attachment-83022" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83022" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/17-Cacique-Alvaro-Tucano-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Cacique Álvaro Tucano - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/17-Cacique-Alvaro-Tucano-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/17-Cacique-Alvaro-Tucano-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/17-Cacique-Alvaro-Tucano-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83022" class="wp-caption-text">Cacique Álvaro Tucano diz que o local é habitado por indígenas antes mesmo da construção da capital federal &#8211; Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Segundo o cacique Álvaro Tucano, da aldeia Yepá Mahsã, o avanço das obras coloca em risco as cinco aldeias do território, três delas já reconhecidas. <em>“Seremos prejudicados por causa da especulação imobiliária. A área é uma fronteira natural de proteção das nossas aldeias”, declarou. Tucano também criticou a falta de diálogo com o poder público: “Sou uma autoridade tribal e quero ser respeitado. Não podem machucar meus filhos nem meu povo.”</em></p>
<p>A operação de desocupação foi autorizada pela Justiça Federal e executada com apoio da Terracap, responsável pelo projeto urbanístico. A PM afirma que tentou negociar a saída pacífica dos indígenas, mas que houve resistência, com pedras sendo arremessadas, o que motivou a atuação do Batalhão de Choque.</p>
<p>Zé Guajajara, morador da aldeia Teko Haw, contou que estava com a família quando a PM chegou “jogando bombas”. Ele nega que o grupo pretendesse ocupar a área de forma definitiva. <em>“Não queremos tomar a quadra 707. Só não queremos que ela seja usada para nos colocar em risco.”</em></p>
<p>Lideranças apontam que o caso reflete uma escalada nacional de violações contra os povos originários. <em>“Veja os yanomami, os pataxó, os guarani. O Brasil nunca terá alma limpa com sangue indígena em suas mãos”</em>, afirmou Tucano.</p>
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