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	<title>Setor de Serviços &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Setor de Serviços &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Setor de serviços cresce 0,3% em junho e atinge maior nível desde 2011</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 16:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de serviços — responsável pela maior parte dos empregos no país e que engloba atividades como transporte, turismo, tecnologia da informação, restaurantes e salões de beleza — cresceu 0,3% em junho, na comparação com maio. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marca o quinto mês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de serviços — responsável pela maior parte dos empregos no país e que engloba atividades como transporte, turismo, tecnologia da informação, restaurantes e salões de beleza — cresceu 0,3% em junho, na comparação com maio. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marca o quinto mês seguido de alta e leva o setor ao maior patamar da série histórica iniciada em 2011.</p>
<p>O recorde anterior havia sido registrado em outubro de 2024 e repetido em maio deste ano. No acumulado dos últimos cinco meses, o avanço é de 2%. No primeiro semestre de 2025, o setor cresceu 2,5%, enquanto nos 12 meses encerrados em junho, a alta foi de 3%. Na comparação anual, o volume de serviços prestados em junho superou em 2,8% o mesmo mês de 2024.</p>
<h3><strong>Transportes lideram o crescimento</strong></h3>
<p>Entre as cinco grandes atividades analisadas pelo IBGE, apenas transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apresentaram resultado positivo no mês, com alta de 1,5%. O segmento responde por 36,4% do índice geral, peso que foi suficiente para sustentar a expansão do setor.</p>
<p>Segundo o analista do IBGE Rodrigo Lobo, o desempenho foi impulsionado pelo transporte aéreo de passageiros e pelo transporte de cargas, especialmente o rodoviário.</p>
<blockquote><p>“É o principal modal para o escoamento de mercadorias, como a safra agrícola e bens industriais, e está diretamente ligado ao dinamismo da economia”, explicou.</p></blockquote>
<p>Os demais segmentos registraram queda:</p>
<ul>
<li>Serviços prestados às famílias: -1,4%</li>
<li>Serviços de informação e comunicação: -0,2%</li>
<li>Serviços profissionais, administrativos e complementares: -0,1%</li>
<li>Outros serviços: -1,3%</li>
</ul>
<h3><strong>Turismo recua em junho</strong></h3>
<p>O índice de atividades turísticas (Iatur) caiu 0,9% em junho, na comparação com maio, acumulando retração de 1,3% em dois meses. Ainda assim, está 4,1% acima do registrado em junho de 2024 e 11,6% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020), embora 1,8% abaixo do recorde de dezembro de 2024.</p>
<p>O Iatur abrange 22 atividades relacionadas ao turismo, como hotéis, agências de viagem e transporte aéreo de passageiros, e é medido em 17 unidades da federação, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Ceará e Distrito Federal.</p>
<h3><strong>Panorama econômico</strong></h3>
<p>O levantamento integra o conjunto de pesquisas mensais do IBGE que medem o desempenho da economia. Nos últimos dias, o instituto informou que a indústria cresceu 0,1% em junho, enquanto o comércio recuou 0,1% no mesmo período. No acumulado de 12 meses, a indústria avançou 2,4% e o comércio, 2,7%.</p>
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		<title>Setor de serviços registra queda de 0,9% em novembro, influenciado por transportes, mas mantém crescimento em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/setor-de-servicos-registra-queda-de-09-em-novembro-influenciado-por-transportes-mas-mantem-crescimento-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 20:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Mensal de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Setor de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de serviços no Brasil recuou 0,9% em novembro de 2024, após dois meses consecutivos de alta, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar do resultado mensal negativo, o ano deve fechar como o quarto consecutivo de crescimento, reflexo do desempenho positivo acumulado em 2024. Transportes: Principal Influência na Queda O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de serviços no Brasil recuou 0,9% em novembro de 2024, após dois meses consecutivos de alta, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar do resultado mensal negativo, o ano deve fechar como o quarto consecutivo de crescimento, reflexo do desempenho positivo acumulado em 2024.</p>
<h3><strong>Transportes: Principal Influência na Queda</strong></h3>
<p>O segmento de transportes, que representa 36,4% do peso na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), foi o principal responsável pelo recuo no mês. Entre os fatores apontados estão:</p>
<ul>
<li><strong>Transporte rodoviário de cargas:</strong> Redução impulsionada por uma menor produção agrícola, o que impacta diretamente este modal, também ligado ao transporte de insumos e fertilizantes.</li>
<li><strong>Transporte aéreo de passageiros:</strong> Negativamente afetado pela alta nos preços das passagens aéreas, reduzindo a demanda.</li>
<li><strong>Transporte rodoviário coletivo de passageiros:</strong> Outra influência negativa no resultado.</li>
</ul>
<h3><strong>Grupos com Alta</strong></h3>
<p>Em contrapartida, alguns segmentos registraram crescimento em novembro:</p>
<ul>
<li><strong>Informação e comunicação:</strong> Alta de 1%</li>
<li><strong>Outros serviços:</strong> Crescimento de 1,8%</li>
<li><strong>Serviços prestados às famílias:</strong> Expansão de 1,7%</li>
</ul>
<h3><strong>Acumulado do Ano</strong></h3>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2024, o setor de serviços registrou um avanço de 3,2% em relação ao mesmo período de 2023. Das cinco grandes atividades analisadas, quatro apresentaram taxas positivas, com 61,4% dos 166 itens pesquisados mostrando crescimento.</p>
<h3><strong>Turismo: Oscilações e Crescimento no Ano</strong></h3>
<p>O índice de atividades turísticas apresentou retração de 1,8% em novembro na comparação com o mês anterior, resultado influenciado pela alta nos preços das passagens aéreas. Apesar disso, o setor está 11,1% acima do nível pré-pandemia.</p>
<p>Na comparação anual, com novembro de 2023, o volume de atividades turísticas cresceu 9,2%, consolidando a sexta alta consecutiva do segmento.</p>
<h3><strong>Perspectivas para 2024</strong></h3>
<p>Apesar da retração pontual em novembro, o IBGE avalia que o desempenho positivo acumulado do setor em 2024 reforça a resiliência das atividades de serviços no Brasil. Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa, destaca que o recuo de novembro foi uma devolução parcial dos ganhos recentes, com o saldo do trimestre ainda sendo positivo.</p>
<p>A continuidade do crescimento no setor dependerá de fatores como o comportamento dos preços, a recuperação de segmentos-chave como transporte e turismo, e a manutenção do desempenho positivo em atividades como informação, comunicação e serviços às famílias.</p>
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		<title>BC revisa previsão de crescimento do PIB de 2,7% para 2,9%, neste ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 14:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca Express Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Setor de Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central (BC) revisou a projeção de crescimento da economia, neste ano, de 2,7% para 2,9%. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório de Inflação, divulgado hoje (15), pelo BC. Para 2023, a projeção de crescimento do PIB continua em [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O Banco Central (BC) revisou a projeção de crescimento da economia, neste ano, de 2,7% para 2,9%. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório de Inflação, divulgado hoje (15), pelo BC. Para 2023, a projeção de crescimento do PIB continua em 1%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o relatório, a alta na projeção do PIB, neste ano, refletiu a “elevação na previsão para o setor de serviços, parcialmente compensada por recuo nas estimativas para agropecuária e indústria”.</p>
<p>“A projeção da agropecuária foi alterada de estabilidade para recuo de 2%, refletindo, principalmente, o resultado do terceiro trimestre”. O relatório acrescenta que o recuo na comparação com o trimestre anterior surpreendeu o BC, que “esperava um resultado positivo, influenciado pela base relativamente fraca do segundo trimestre – ainda sob impacto da quebra parcial da safra de soja, cultura com colheita concentrada nos dois primeiros trimestres do ano – e por altas na produção de laranja e de algodão, culturas com participação expressiva no terceiro trimestre”.</p>
<p>“Contudo, recuos na produção de cana-de-açúcar e mandioca sobrepujaram esses fatores altistas, levando a recuo da atividade no trimestre e a piora na estimativa para o ano”, acrescentou.</p>
<p>Na indústria, a projeção foi revista de 2,4% para 1,9%, com quedas nas previsões para todos os setores, com exceção da construção.</p>
<p>Em serviços, a estimativa de crescimento em 2022 passou de 3,4% para 4,1%, influenciada pelo resultado do terceiro trimestre e pela revisão da série histórica. “O setor terciário tem mostrado resiliência, voltando a crescer em ritmo robusto no terceiro trimestre. As altas no setor foram disseminadas e de magnitudes elevadas, iguais ou superiores a 1%, exceto pela atividade de comércio, afetada pelo arrefecimento do varejo e da produção industrial”.</p>
<p>Para os próximos trimestres, acrescenta o BC, “espera-se arrefecimento mais disseminado no setor, repercutindo a perspectiva de desaceleração do consumo das famílias, em ambiente de taxas de juros mais elevadas e de desaquecimento do mercado de trabalho”.</p>
<h2>Demanda</h2>
<p>A estimativa para a variação do consumo das famílias passou de 3,9% para 4,2%, a do consumo do governo de 0,7% para 1,6% e a da formação bruta de capital fixo (FBCF &#8211; investimentos) de -0,4% para 0,7%.</p>
<p>As exportações e as importações em 2022 devem variar, na ordem, de 4% e estabilidade, ante projeções de 1,5% e -2,5%. Essas estimativas refletem “altas maiores do que as esperadas no volume de exportações e importações de bens e serviços”.</p>
<h2>Próximo ano</h2>
<p>Para 2023, a projeção de crescimento foi influenciada pela “manutenção da perspectiva de arrefecimento na demanda interna e nos componentes mais cíclicos da oferta”.</p>
<p>O relatório diz ainda que “discussões sobre o orçamento de 2023 apontam para maior expansão dos gastos primários [gastos relacionados aos serviços públicos, sem considerar pagamento de empréstimos] do que a prevista na legislação atual, em especial os associados a transferências às famílias [como o Bolsa Família]”.</p>
<p>O BC acrescenta que o aumento de gastos do governo podem ajudar a sustentar a demanda por bens e serviços, principalmente no curto prazo. Por outro lado, “estímulos fiscais adicionais, especialmente se impactarem a percepção de sustentabilidade da dívida pública, podem prejudicar as condições financeiras e o crescimento econômico”. “Portanto, o resultado final depende da combinação da magnitude da expansão fiscal no curto prazo e da formulação exata do novo arcabouço fiscal”.</p>
<h2>Oferta e demanda</h2>
<p>Pelo lado da oferta, a manutenção da projeção central para a variação do PIB em 2023 refletiu recuos nas previsões para agropecuária e indústria, de, respectivamente, 7,5% e 0,4% para 7% e estabilidade, e elevação na previsão para serviços, de 0,6% para 0,9%.</p>
<p>No âmbito da demanda interna, as projeções para o consumo das famílias, consumo do governo e FBCF foram elevadas de, respectivamente, 0,7%, 1,0% e -0,5% para 1,2%, 1,1% e 0,3%.</p>
<p>As estimativas para as variações das exportações e importações ficaram praticamente inalteradas, passando, respectivamente, de 3% para 2,8% e de 0,5% para 0,7%.</p>
</div>
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