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	<title>Sesc Copacabana &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Sesc Copacabana &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Inédito, Espetáculo “Magnólia” estreia no Sesc Copacabana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inedito-espetaculo-magnolia-estreia-no-sesc-copacabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Reluzindo um olhar feminino sobre a obra de Jorge Ben Jor, o espetáculo inédito “Magnólia” estreia no Espaço Mezanino do Sesc Copacabana dia 12 de março, às 20h30. Com concepção, direção geral e atuação de Marina Esteves e texto de Lucas Moura, a peça selecionada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar é uma fábula [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee/" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p>Reluzindo um olhar feminino sobre a obra de <strong>Jorge Ben Jor,</strong> o espetáculo inédito “<strong><em>Magnólia</em></strong>” estreia no <strong>Espaço</strong> <strong>Mezanino</strong> do <strong>Sesc Copacabana</strong> dia <strong>12 de março</strong>, às <strong>20h30</strong>. Com concepção, direção geral e atuação de <strong>Marina Esteves</strong> e texto de <strong>Lucas Moura</strong>, a peça selecionada pelo <strong>Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar</strong> é uma fábula musical livremente inspirada na música “<em>Magnólia</em>” e no álbum “<em>A Tábua de Esmeralda</em>”, que completou 50 anos de seu lançamento em 2025. Com banda ao vivo orquestrada por <strong>Dani Nega</strong> e Marina Esteves, e colaboração de <strong>Kiko Dinucci</strong> em um dos arranjos, em sua sinopse mítica a montagem narra a fábula de uma deusa astronauta que vive na dimensão azul e rosa por entre estrelas e cometas até encontrar um cavaleiro negro, São Jorge, que propõe a ela uma missão: descer para a Terra e experimentar o que é ser humana.</p>
<p>Na Terra, depois da queda, ela passa por diversas transformações até se tornar uma mulher negra. Neste corpo, ela experimenta o que é essa vivência, com todos os prazeres da sua existência. Sabendo que “o que está no alto é como o que está embaixo”, a peça faz uma alegoria da evolução da trajetória africana e sua diáspora, e busca retornar para recontá-la de uma nova forma, onde o sonho de uma mulher negra marca o início de tudo. Ficcional, futurista, mas também municiando-se do que é fato histórico na trajetória do negro pelo mundo, o espetáculo tem como proposição estética as integrações das linguagens da dança, <em>Spoken Word</em> (poesia falada), música e a performatividade, em uma perspectiva cênica popular, plural e diversa.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89151 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Inedito-Espetaculo-Magnolia-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C1067&#038;ssl=1" alt="Inédito, Espetáculo Magnólia Estreia No Sesc Copacabana - Expresso Carioca" width="800" height="1067" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Inedito-Espetaculo-Magnolia-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Inedito-Espetaculo-Magnolia-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Inedito-Espetaculo-Magnolia-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Inedito-Espetaculo-Magnolia-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=640%2C853&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Inedito-Espetaculo-Magnolia-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Inedito-Espetaculo-Magnolia-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C1000&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>“Falar de Jorge Ben Jor é falar da música negra popular brasileira, que faz parte da minha constituição enquanto cidadã e mulher negra no mundo. E também faz parte da trajetória dos meus pais e de quem veio antes. É um exercício de liberdade ser uma mulher preta e falar sobre este gênio da MPB, da música negra, pela perspectiva feminina. Ser uma mulher negra trazendo essa fábula para os palcos, nessa imaginação radical do que pode ser a história dessa canção, é uma alegria muito grande, é um exercício de liberdade, de expressão, de autonomia enquanto artista”, pontua Marina, deixando claro que o espetáculo não possui formato de homenagem, e nem conta a vida e obra do homenageado, mas invoca as possibilidades de histórias que podem ser criadas a partir do álbum e da canção inspiradora da montagem.</p>
<p>Surrealista, cruzando <strong>swing</strong> (movimento característico do jazz, onde cada músico na improvisação deve se atentar de maneira individual à sonoridade formada pelo coletivo para não errar ou sair do tom) e <strong>ginga</strong> (estado de atenção que, na capoeira faz com que a percepção do corpo do outro movimente também o meu corpo), em “<em>A tábua de esmeralda</em>”, Jorge Ben constrói um emblemático álbum de dramaturgia mítica e filosófica. Na estruturação da dramaturgia de “<strong><em>Magnólia</em></strong>”, é buscado implementar rítmica similar à utilizada por Jorge Ben para fazer dançar as palavras com o corpo da atuante, utilizando ora frases melodiosas mais voltadas ao canto, ora frases sincopadas como as utilizadas por Jorge Ben.</p>
<p>“A dramaturgia da peça envolve uma pesquisa de dois anos onde eu e Lucas nos debruçamos tanto na vida e obra de Jorge Ben, quanto nas audições de seus discos, imersão em livros e material acadêmico a respeito do tema para a criação da dramaturgia do espetáculo. Para além de ‘A Tábua de Esmeralda’ e todos os segredos e referências contidas neste álbum, a gente também quis trazer à tona os, digamos, macrotemas que existem na obra de Jorge Ben, que perpassam pelo futebol, a amor platônico, as musas, a filosofia hermética, a idade média, a própria relação com a religiosidade, pelo catolicismo, mas que também perpassa pelo lugar esotérico, da magia, do hermetismo que é negro por essência. Tem também os fonemas, os melismas e a própria questão da linguagem do Jorge Ben, de brincar com o <em>patropi</em>, com os x de canto, como em ‘<em>por causa de voxê</em>’”, adianta Marina.</p>
<p>A valorização da alegria e da autoestima negra como ingredientes das canções de Jorge Ben Jor pulsaram forte na elaboração da montagem. “Em 1974 ele já estava cantando que negro é lindo em pleno período da ditadura militar no Brasil. Queremos reivindicar o lugar da alegria enquanto revide ao racismo e as violências de gênero. A trama desse espetáculo é de uma mulher negra descobrindo a si mesma, descobrindo o mundo, pela perspectiva política da alegria. Jorge Ben não tem uma música triste, né? Tem lamento, mas não tristeza. Então a gente caminha junto, lado a lado com ele, e enxerga o quanto isso também é revolucionário. A gente vai sobreviver, a gente vai ser feliz e essa é a nossa maior vingança. Vingar através da alegria que nos mantém de pé”, finaliza Marina.</p>
<p><strong>SINOPSE</strong></p>
<p>Livremente inspirado na música homônima de Jorge Ben Jor, “Magnólia’, narra a fábula sobre uma deusa astronauta que vive na dimensão azul e rosa por entre estrelas e cometas até encontrar um cavaleiro negro, São Jorge. Ele propõe a ela uma missão: descer para a Terra e experimentar o que é ser humana. Na Terra, depois da queda, ela passa por diversas transformações até se tornar uma mulher negra. Neste corpo, ela experimenta o que é essa vivência, com todos os prazeres da sua existência.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>“Magnólia”</strong></p>
<p><strong>Temporada:</strong> 12 de março a 05 de abril de 2026</p>
<p><strong>Horário:</strong> Quinta-feira a domingo, às 20h30</p>
<p><em>&#8211; As sessões de sábado contam com interpretação em Libras &#8211;</em></p>
<p><strong>Local:</strong> Sesc Copacabana – Espaço Mezanino<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Domingos Ferreira, 160 &#8211; Copacabana<br />
<strong>Contato:</strong> (21) 4020-2101</p>
<p><strong>Ingressos:</strong> R$ 10 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)</p>
<p><strong>Link para ingressos:</strong> <a href="https://www.ingresso.com/evento/magnolia" target="_blank" rel="noopener">https://www.ingresso.com/evento/magnolia</a></p>
<p><strong>Classificação Indicativa:</strong> 14 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 90 minutos<br />
<strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/vimvermarina/" target="_blank" rel="noopener">@vimvermarina</a></p>
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		<title>“Memórias para se Transformar em Flor” estreia no Sesc Copacabana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/memorias-para-se-transformar-em-flor-estreia-no-sesc-copacabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 23:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc Copacabana]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de 5 de março, a Sala Multiuso do Sesc Copacabana recebe a temporada carioca de “Memórias para se Transformar em Flor”, espetáculo performático idealizado, dirigido e interpretado pelo artista colombiano Mauricio Flórez. Inédito no Rio de Janeiro, o solo convida o público a decidir, a cada noite, quais memórias e histórias serão reveladas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></p>
<p>A partir de 5 de março, a Sala Multiuso do Sesc Copacabana recebe a temporada carioca de <strong>“Memórias para se Transformar em Flor”</strong>, espetáculo performático idealizado, dirigido e interpretado pelo artista colombiano <strong>Mauricio Flórez</strong>. Inédito no Rio de Janeiro, o solo convida o público a decidir, a cada noite, quais memórias e histórias serão reveladas em cena.</p>
<p>Selecionada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar, a montagem propõe uma experiência sensorial que atravessa dança, teatro, luz, música, aromas e objetos espalhados pelo espaço. Livros, flores, sementes e imagens compõem um ambiente interativo no qual as escolhas da plateia definem o percurso dramatúrgico — sempre conduzido à metáfora central: a transformação do corpo em flor.</p>
<h3>Corpo, natureza e inteligência vegetal</h3>
<p>Radicado no Brasil desde 2012, Mauricio Flórez parte de suas próprias memórias para refletir sobre a relação entre o corpo humano e o universo vegetal. A obra articula mitologia, ciência, botânica e história da arte em 16 “memórias” possíveis, organizadas como núcleos narrativos ativados pelo público.</p>
<p>A estrutura dramatúrgica se divide em dois momentos: um mais narrativo, próximo de uma palestra performática, e outro centrado na dança e na fisicalidade. A proposta valoriza movimentos instintivos e sugere a desaceleração como prática urgente para os corpos do século XXI.</p>
<p>Indicado em 2024 ao Prêmio APCA nas categorias de Melhor Espetáculo e Melhor Interpretação, o trabalho estreou em São Paulo e agora chega ao Rio ampliando o debate sobre a inteligência vegetal e a capacidade de encantamento como ferramenta de conhecimento.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-88997" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02-Memorias-para-se-Transformar-em-Flor-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C1000&#038;ssl=1" alt="“Memórias Para Se Transformar Em Flor” Estreia No Sesc Copacabana - Expresso Carioca" width="800" height="1000" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02-Memorias-para-se-Transformar-em-Flor-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02-Memorias-para-se-Transformar-em-Flor-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02-Memorias-para-se-Transformar-em-Flor-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02-Memorias-para-se-Transformar-em-Flor-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C188&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02-Memorias-para-se-Transformar-em-Flor-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C938&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3>Oficina gratuita amplia a experiência</h3>
<p>Além das apresentações, o artista ministra a oficina gratuita <strong>“Metamorfoses do Corpo”</strong>, nos dias 10 e 11 de março, das 19h às 21h. Voltada a artistas e estudantes de artes cênicas acima de 16 anos, a atividade reúne práticas corporais e referências bibliográficas que cruzam mitologia e pesquisas científicas recentes sobre botânica.</p>
<p>Com 20 vagas disponíveis, a oficina propõe a dança como instrumento pedagógico para cultivar curiosidade e admiração pelo comportamento silencioso e contínuo das plantas.</p>
<h2>Sinopse</h2>
<p>Espetáculo que entrelaça mitologia e ciência para falar da relação entre o corpo humano e o corpo vegetal. Em cena, 16 objetos iluminados — livros, plantas, imagens e sementes — guardam memórias que, a cada apresentação, são escolhidas pela plateia, conduzindo o performer por um percurso único até a transformação do corpo em flor.</p>
<hr />
<h4>Serviço</h4>
<p><strong>“Memórias para se Transformar em Flor”</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 05 a 15 de março de 2026<br />
<strong>Horário:</strong> Quinta a domingo, às 19h<br />
R$ 10 (associado Sesc) | R$ 15 (meia) | R$ 30 (inteira)<br />
<strong>Local:</strong> Sesc Copacabana – Sala Multiuso<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana<br />
<strong>Classificação:</strong> 12 anos</p>
<p><strong>Oficina gratuita – “Metamorfoses do Corpo”</strong></p>
<p>10 e 11 de março<br />
19h às 21h<br />
20 participantes<br />
<strong>Inscrições:</strong> <a href="mailto:leticia@corporastreado.com">leticia@corporastreado.com</a></p>
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		<title>Fernanda Torres é a próxima convidada do Café com Ideias, no Sesc Copacabana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fernanda-torres-e-a-proxima-convidada-do-cafe-com-ideias-no-sesc-copacabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 22:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Café com Ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Chalita]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A atriz e escritora Fernanda Torres é a próxima convidada do Café com Ideias, projeto realizado pelo Sesc RJ que promove uma série de bate-papos descontraídos conduzida por Gabriel Chalita, assessor de Educação da instituição, sempre com uma grande personalidade. O encontro vai acontecer na próxima segunda-feira (25/3), às 17h, no Teatro de Arena do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atriz e escritora Fernanda Torres é a próxima convidada do Café com Ideias, projeto realizado pelo Sesc RJ que promove uma série de bate-papos descontraídos conduzida por Gabriel Chalita, assessor de Educação da instituição, sempre com uma grande personalidade. O encontro vai acontecer na próxima segunda-feira (25/3), às 17h, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana.</p>
<p>O último encontro aconteceu em fevereiro e teve como convidada a jornalista Andréia Sadi. No projeto, Chalita e convidado trocam ideias e impressões sobre temas da atualidade e curiosidades da vida e da carreira do profissional. Com direção de Guilherme Logullo, o papo em tom descontraído é costurado com perguntas do público e música. A banda é formada pela maestra Laura Visconti (piano), Beto Bonfim (percussão) e André Poyart (violão).</p>
<p>Os ingressos, gratuitos, devem ser retirados na bilheteria da unidade, desta quinta-feira (21/03) a domingo (24/03), das 9h às 20h. A capacidade é limitada em 260 pessoas. O evento também tem transmissão ao vivo pelo Youtube do Sesc RJ.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre a artista</strong></p>
<p>Fernanda Torres vem de uma família de artistas. Filha dos grandes atores Fernanda Montenegro e Fernando Torres, construiu sua trajetória no teatro, na televisão e no cinema, além de ter se tornado uma revelação como escritora, ampliando seu campo de atuação e influência.</p>
<p>Como atriz, cativa das classes mais populares às mais eruditas, seu maior sucesso no teatro é o espetáculo “A Casa dos Budas Ditosos”, em cartaz desde 2003, pelo qual recebeu o Prêmio Shell de melhor atriz. A peça completou 20 anos de estrada em 2023 e coleciona mais de 2 milhões de espectadores. Fernanda também atuou em grandes destaques na TV brasileira, dentre eles, os seriados &#8220;Os Normais&#8221;, &#8220;Tapas e Beijos&#8221; e &#8220;Filhos da Pátria&#8221;.</p>
<p>Como escritora, escreveu e publicou três livros: &#8220;Fim&#8221;, &#8220;Sete Anos&#8221; e &#8220;A Glória e seu cortejo de horrores&#8221;. Fernanda participou da elaboração de roteiros de cinema, como &#8220;Redentor&#8221; e “O Juízo”, além de roteiros para a TV, como a primeira temporada da série &#8220;Os Outros&#8221; e a adaptação do livro de sua autoria &#8220;Fim&#8221; (2023) para uma série de sucesso, ambas lançadas em 2023 pelo Globoplay.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Café com Ideias &#8211; Gabriel Chalita recebe Fernanda Torres</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Sesc Copacabana<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Domingos Ferreira, 160<br />
<strong>Data:</strong> 25/03, das 17h às 18h<br />
<strong>Retirada de ingresso:</strong> 21/03 até 24/03, na bilheteria.<br />
<strong>Funcionamento da bilheteria:</strong> Das 9h às 20h (segunda a sexta) e 9h às 17h (sábado, domingo e feriados)</p>
<p><strong>Transmissão:</strong> Youtube do Sesc RJ (<u><a href="http://www.youtube.com/portalsescrio" target="_blank" rel="noopener" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0">www.youtube.com/portalsescrio</a></u>)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dalva de Oliveira para as crianças de todas as idades: “Dalva, minha vó e eu” estreia no Sesc Copacabana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dalva-de-oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-dalva-minha-vo-e-eu-estreia-no-sesc-copacabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 15:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Dalva]]></category>
		<category><![CDATA[Dalva de Oliveira para as crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[minha vó e eu]]></category>
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		<category><![CDATA[Sesc Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc Pulsar 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Voz que ecoa para as crianças de ontem, de hoje e de sempre. A icônica cantora Dalva de Oliveira marcou época e, mesmo que inconscientemente, eternizou-se no imaginário cultural e na memória afetiva de diferentes gerações. Ser um fio condutor dessa história para as que dão seus primeiros passos, além de reconectar seu legado com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Voz que ecoa para as crianças de ontem, de hoje e de sempre. A icônica cantora Dalva de Oliveira marcou época e, mesmo que inconscientemente, eternizou-se no imaginário cultural e na memória afetiva de diferentes gerações. Ser um fio condutor dessa história para as que dão seus primeiros passos, além de reconectar seu legado com quem, de alguma forma, teve sua vida marcada pela eterna Rainha do Rádio é o propósito da atriz, cantora e pesquisadora Mona Vilardo com o projeto “Dalva, minha vó e eu”, que inicia temporada itinerante e gratuita pelo estado do Rio de Janeiro, com apoio e patrocínio do Sesc pelo Edital Pulsar. A estreia será no Sesc Copacabana no domingo, dia 23 de abril, às 11h, e o espetáculo vai passar pelas unidades de São João de Meriti, São Gonçalo, Teresópolis, Nova Friburgo, Campos e Ramos, na capital, até 2 de junho.</p>
<p>Baseado no livro homônimo, escrito por Mona, o projeto é a primeira leitura musical do Brasil voltada a mostrar um assunto nunca falado antes: a Era do Rádio para crianças e jovens. A obra faz parte do projeto “Elas por Ela – As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo”, que acontece desde 2017. Com prefácio de Ricardo Cravo Albin, é o primeiro livro sobre as Rainhas do Rádio voltado para crianças e jovens, resgatando a memória da Era do Rádio através da afetuosa relação de uma neta com sua avó.</p>
<figure id="attachment_59124" aria-describedby="caption-attachment-59124" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-59124" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=800%2C800&#038;ssl=1" alt="Dalva De Oliveira Para As Crianças De Todas As Idades - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="800" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/17-Dalva-de-Oliveira-para-as-criancas-de-todas-as-idades-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C750&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-59124" class="wp-caption-text">Dalva De Oliveira Para As Crianças &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>&#8211; <em>A sua relevância é permitir que os mais jovens conheçam e aprendam sobre a artista Dalva de Oliveira e sobre a Era do Rádio</em> &#8211; destaca Mona.</p>
<p>Com a leitura musical do livro, Mona Vilardo e o ator Marcio Nascimento resgatam a história da cantora Dalva de Oliveira e mostram a importância dos laços de afeto feitos na infância. Mona é a própria neta contando suas memórias com a avó e também dá voz às canções que foram sucesso com Dalva de Oliveira usando uma boneca de manipulação direta, a “Dalvinha”. O elenco que comanda a manipulação da boneca de Dalva de Oliveira – criando uma atmosfera lúdica para o público infantojuvenil &#8211; tem Marise Nogueira, Bianca Bühring e Marcio Nascimento.</p>
<p><strong>Mona Vilardo</strong></p>
<p>Mona Vilardo iniciou seus estudos musicais aos 8 anos de idade, é formada em canto lírico pela UNIRIO e já realizou turnês pela Europa e Estados Unidos. Como cantora, participou de novelas como &#8220;Órfãos da Terra”, “Deus Salve o Rei” – TV Globo e “Gênesis” – TV Record. Desde 2017 é idealizadora do projeto &#8220;Elas por Ela-As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo&#8221;. Ganhou os seguintes editais: Retomada Cultural I, Cultura Presente nas Redes I e II, Fomento da cidade de Niterói, Edital Municipal em Cena (ficando em terceiro lugar na categoria de música), SESC PULSAR, entre outros. É integrante da Cia. Pequod de Teatro de Animação desde 2004, fazendo os seguintes espetáculos: “Noite Feliz”, “Peer Gynt”, “Marina – a Sereiazinha” e a opereta “Pinóquio. Em sua trajetória trabalhou com diretores como Diogo Vilela, Roberto Bomtempo, Bibi Ferreira, Miguel Vellinho, Cacá Mourthè e Tim Rescala. Em setembro de 2022, reuniu 2000 mil pessoas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o seu projeto “As Rainhas do Rádio em Concerto” – onde homenageou cinco cantoras do rádio acompanhada da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil. Em 2023 lança o livro “Marlene – a voz que se fez escutar” sobre Marlene – Rainha do Rádio de 1949.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>“Dalva, minha vó e eu” </strong></p>
<p>Temporada nas unidades do Sesc de 23 de abril a 02 de junho</p>
<p><strong>Entrada:</strong> gratuita<br />
<strong>Classificação etária:</strong> livre</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-copacabana/" target="_blank" rel="noopener">https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-copacabana/</a><br />
<strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/monavilardo/" target="_blank" rel="noopener">@monavilardo</a> / <a href="https://instagram.com/mancuzo.entretenimento" target="_blank" rel="noopener">@mancuzo.entretenimento </a></p>
<hr />
<p><strong>Programação</strong></p>
<ul>
<li>Dia 23 de abril, domingo, às 11h, no Sesc Copacabana (com Marise Nogueira) &#8211; Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro;</li>
<li>Dia 26 de abril, quarta-feira, às 14h, no Sesc São João de Meriti (com Bianca Bühring) &#8211; Av. Automóvel Clube, 66 &#8211; Centro;</li>
<li>Dia 28 de abril, sexta-feira, às 14h, no Sesc São Gonçalo (com Marcio Nascimento) &#8211; Av. Pres. Kennedy, 755 &#8211; Estrela do Norte;</li>
<li>Dia 10 de maio, quarta-feira, às 15h, no Sesc Teresópolis (com Marise Nogueira) &#8211; Av. Delfim Moreira, 749 &#8211; Várzea;</li>
<li>Dia 24 de maio, quarta-feira, às 14h, no Sesc Nova Friburgo (com Bianca Bühring) &#8211; Av. Pres. Costa e Silva, 231 &#8211; Centro;</li>
<li>Dia 27 de maio, sábado, às 16h, no Sesc Campos (com Marise Nogueira) &#8211; Av. Alberto Torres, 397 &#8211; Centro;</li>
<li>Dia 02 de junho, sexta-feira, às 15h, no Sesc Ramos (com Marcio Nascimento) &#8211; R. Teixeira Franco, 38, Ramos, Rio de Janeiro.</li>
</ul>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>Mona Vilardo &#8211; Idealização, direção e atuação.</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Mona Vilardo, Marise Nogueira, Bianca Bühring e Marcio Nascimento<br />
<strong>Cenário e confecção da boneca:</strong> Carlos Alberto Nunes<br />
<strong>Figurino:</strong> Aline Ciafrino<br />
<strong>Técnico de som:</strong> Rodrigo Mello<br />
<strong>Técnico de luz:</strong> Diego Diener<br />
<strong>Contrarregra e Assistente de Produção:</strong> Divany Ribeiro<br />
<strong>Assessoria de Imprensa:</strong> Carlos Pinho<br />
<strong>Prog. Visual:</strong> Wil O Grão<br />
<strong>Direção de Produção:</strong> Filomena Mancuzo<br />
<strong>Realização:</strong> Mancuzo Produções e Mona Vilardo</p>
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		<title>“Amor e outras Revoluções” em cartaz no SESC Copacabana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/amor-e-outras-revolucoes-em-cartaz-no-sesc-copacabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 20:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Amor e outras Revoluções]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc Copacabana]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor”. A impactante frase de bell hooks é parte da inspiração e reflexão que ecoaram em Tati Villela e levaram a multiartista a escrever seu primeiro texto teatral, “Amor e outras Revoluções”, que segue em cartaz até o dia 10 de julho no Mezanino do Sesc Copacabana. Dividindo a cena [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor”. A impactante frase de <strong>bell hooks</strong> é parte da inspiração e reflexão que ecoaram em <strong>Tati Villela</strong> e levaram a multiartista a escrever seu primeiro texto teatral, “<strong>Amor e outras Revoluções</strong>”, que segue em cartaz até o dia <strong>10 de julho</strong> no Mezanino do <strong>Sesc Copacabana</strong>. Dividindo a cena com <strong>Mariana Nunes</strong>, com direção de movimento assinada por <strong>Camila Rocha</strong> e direção de <strong>Wallace Lino</strong>, Tati teve sua ideia aprovada e a montagem contemplada pelo <strong>Edital SESC RJ de Cultura 2022</strong>, proporcionando uma experiência que envolve teatro, audiovisual, performance e música para expor camadas de afetos, sociais, econômicas e psíquicas do que é amar uma mulher negra sendo outra mulher negra nos dias de hoje.</p>
<figure id="attachment_50639" aria-describedby="caption-attachment-50639" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-50639" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-AMOR-E-OUTRAS-REVOLUCOES-em-cartaz-no-SESC-Copacabana-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=400%2C637&#038;ssl=1" alt="“AMOR E OUTRAS REVOLUÇÕES” Em Cartaz No SESC Copacabana - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="637" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-AMOR-E-OUTRAS-REVOLUCOES-em-cartaz-no-SESC-Copacabana-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-AMOR-E-OUTRAS-REVOLUCOES-em-cartaz-no-SESC-Copacabana-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=189%2C300&amp;ssl=1 189w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-AMOR-E-OUTRAS-REVOLUCOES-em-cartaz-no-SESC-Copacabana-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=718%2C1142&amp;ssl=1 718w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-AMOR-E-OUTRAS-REVOLUCOES-em-cartaz-no-SESC-Copacabana-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C239&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-AMOR-E-OUTRAS-REVOLUCOES-em-cartaz-no-SESC-Copacabana-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C1194&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-50639" class="wp-caption-text">Foto: Charles Pereira</figcaption></figure>
<p>Em cena, duas mulheres negras a se casarem expõem seu amor, inquietações e conflitos em torno de suas subjetividades e trajetórias das suas experiências afetivas. O tema ainda pouco abordado nos palcos brasileiros provoca a reflexão do público sobre quais são os obstáculos que esse amor encontra na sociedade diante das interferências do racismo e da homofobia, e como essas imbricações reverberam drasticamente na construção da relação entre essas duas mulheres, que carregam consigo o que poderíamos chamar de profundos cortes na carne ao longo da história da construção do Brasil.</p>
<p>“Precisamos falar de amor entre pessoas negras, sobretudo na sociedade brasileira, onde a todo momento presenciamos as consequências do racismo estrutural vigente no nosso sistema. Nós, negros, estamos aperfeiçoando a capacidade de nos amar, de amar o nosso espelho, o nosso reflexo. A falta de amor experienciada por mulheres negras historicamente e a oportunidade de pôr o amor entre duas mulheres negras como tema central de um trabalho é a grande motivação. Sabemos que a produção de novos imaginários é cada vez mais importante para a evolução da nossa sociedade como um todo”, aposta Tati, ganhadora do <strong>Troféu Redentor</strong> na categoria <strong>Melhor Atriz</strong> na 23ª edição do <strong>Festival do Rio</strong>.</p>
<p>A narrativa brinca com o cotidiano, com os sonhos e os desejos mais ocultos destas mulheres. “Verdades sobre o amor que raramente são ditas tomam o centro da cena. O drama faz um híbrido com a comédia para que a vida não seja tão amarga. A não-objetificação e a não-hipersexualização desses corpos é levada a sério. A peça aponta e exibe em suas cenas as subjetividades destas mulheres que têm semelhanças, mas não são iguais. Mulheres negras são múltiplas e possuem suas individualidades. O trabalho leva ao público inquietações, mas também leva flores”, adianta Tati.</p>
<p>Retornando aos palcos após um hiato de alguns anos, Mariana Nunes vive na pele de Luzia, sua personagem, muitas contradições, inquietações e complexidades. “Era isso que eu estava procurando. Quando li o texto, eu disse à Tati que essa peça deveria ser montada, pois ela preenche uma lacuna enorme de imagens, situações e narrativas tão raras e tão caras para as mulheres negras. É uma grande oportunidade de realizar um desejo antigo meu. Eu precisava falar de amor e a Tati me apresentou essa oportunidade. O amor entre pessoas pretas, em geral, não é ofertado da mesma forma romântica como ele aparece nas narrativas de personagens brancos. Tenho muita sorte”, comemora a atriz, para quem o amor entre duas mulheres negras é algo revolucionário.</p>
<p>“Este tipo de amor nos ajuda a enxergar a potência do amor por nós mesmas, porque muitas de nós fomos ensinadas a odiar tudo e a qualquer coisa que se parecesse conosco. Amar outra mulher negra é fortalecer seu amor próprio também. Por vezes divertida, mas também profunda e poética, a montagem passa por várias nuances que, embora seja um texto ficcional, também são vividas na realidade de mulheres pretas que vivem uma relação amorosa”, analisa Mariana.</p>
<p>“O amor e o respeito ao outro é a grande mensagem do espetáculo. Como essas mulheres conseguem se amar por completo? E porque muitas vezes elas não conseguem nem se deixar amar? Precisamos saber que somos possíveis, que nosso amor é real, futurista e ancestral. É ontem, hoje e amanhã. É espiralar, é Exu. Precisamos enxergar o mundo a partir das nossas perspectivas. A revolução acontece quando você se prioriza, quando não nega seus sentimentos em detrimento do olhar do outro”, reforça Tati.</p>
<p>A autora se propôs a escrever o texto quando se atentou sobre a possibilidade de trazer numa obra sua linguagem de escrita e de pensar. “No meu primeiro livro, ‘<em>Pretamorfose</em>’ (Editora NUA), eu já me propunha a falar de amor e vi que só ele foi muito pouco. Eu precisava de mais! Falar de amor é sempre necessário e, como diz bell hooks, ‘<em>quando conhecemos o amor, quando amamos, é possível enxergar o passado com outros olhos; é possível transformar o presente e sonhar o futuro. Esse é o poder do amor. O amor cura’. </em>E a nossa sociedade sem amor está adoecendo. Espero tocar o coração de quem quer e de quem precisa”, encerra Tati.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Temporada:</strong> 16 de Junho a 10 de Julho<br />
<strong>Dias da semana:</strong> Quinta a domingo<br />
<strong>Horário:</strong> 20h<br />
<strong>Ingressos</strong>: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)<br />
<strong>Local:</strong> Mezanino do Sesc Copacabana<br />
<strong>Endereço</strong>: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
<strong>Informações</strong>: (21) 2547-0156<br />
<strong>Bilheteria &#8211; Horário de funcionamento</strong>:</p>
<p>Terça a sexta &#8211; de 9h às 20h; Sábados, domingos e feriados &#8211; de 13h às 20h.</p>
<p><strong>Classificação Indicativa</strong>: 12 anos<br />
<strong>Duração</strong>: 80 minutos</p>
<hr />
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong>Dramaturgia</strong>: Tati Villela | <u><a href="https://www.instagram.com/tativillelaa/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/tativillelaa/</a><br />
</u><strong>Elenco</strong>: Tati Villela e Mariana Nunes | <u><a href="https://www.instagram.com/marianasousanunes/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/marianasousanunes/</a><br />
</u><strong>Direção</strong>: Wallace Lino | <u><a href="https://www.instagram.com/lino.wallace/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/lino.wallace/</a><br />
</u><strong>Produção Executiva</strong>: Ana Beatriz Silva<br />
<strong>Direção de Movimento</strong>: Camila Rocha<br />
<strong>Assistente de Direção</strong>: Desiree Santos<br />
<strong>Iluminação</strong>: Tainã Miranda<br />
<strong>Figurinos</strong>: Raphael Elias e Gabriel Alves<br />
<strong>Cenografia</strong>: Raphael Elias<br />
<strong>Trilha sonora e Direção Musical</strong>: Ana Magalhães<br />
<strong>VJ</strong>: Andressa Nubia<br />
<strong>Fotógrafo e Designer gráfico</strong>: Charles Pereira<br />
<strong>Social media</strong>: Aline Fornel<br />
<strong>Assistência de produção</strong>: Priscila Manfredini<br />
<strong>Cenotécnico</strong>: Uirá Clemente<br />
<strong>Assessoria de Imprensa</strong>: Marrom Glacê Assessoria<br />
<strong>Coordenação de Produçã</strong>o: Rafael Fernandes<br />
<strong>Realização</strong>: Quafá Produções</p>
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