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	<title>Sergio du Bocage &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Sergio du Bocage &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Camisa 10 não é lugar para satisfazer vaidades</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camisa-10-nao-e-lugar-para-satisfazer-vaidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 01:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Camisa 10]]></category>
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					<description><![CDATA[Quais critérios devem ser usados para que determinado jogador vista a camisa 10 de uma equipe? A pergunta se faz necessária, principalmente porque a mística, aqui no futebol brasileiro, começou meio que por acaso. Até a Copa de 1958, quem a vestia jogava no meio de campo, mais pelo lado esquerdo. O cabeça-de-área ficava com a camisa [&#8230;]]]></description>
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<p>Quais critérios devem ser usados para que determinado jogador vista a camisa 10 de uma equipe? A pergunta se faz necessária, principalmente porque a mística, aqui no futebol brasileiro, começou meio que por acaso. Até a Copa de 1958, quem a vestia jogava no meio de campo, mais pelo lado esquerdo. O cabeça-de-área ficava com a camisa 5; na meia-direita jogava o 8; e a camisa 10 era do meia-esquerda. Mas os deuses do futebol resolveram interferir na história e, até <span id="OBJ_PREFIX_DWT94_com_zimbra_date" role="link">hoje,</span> por motivos não confirmados, Pelé, o garoto convocado para a Copa de 58, ficou com a 10. E a partir dali a gente já conhece a história.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A camisa 10 virou a do craque do time. Mas é bem verdade que outros craques usaram outros números, em especial no exterior, onde vemos outras numerações com a mesma idolatria. Mas vamos ficar aqui no Brasil. Principalmente porque, no último fim de semana, o Flamengo, clube mais popular do país, indicou que, em 2023, o atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol, ou Gabi, vai usar a camisa que um dia foi imortalizada por Zico.</p>
<p><span id="OBJ_PREFIX_DWT95_com_zimbra_date" role="link">Domingo</span> passado (13), no programa No Mundo da Bola da <strong>TV Brasil,</strong> questionei a escolha. Não pela qualidade do jogador, que marcou gols decisivos nas duas Copas Libertadores (2019 e 2022) que o Flamengo conquistou. Mas sim pelo comportamento, e me baseei na imagem do evento comemorativo feito pelo clube, em que Gabigol já subiu no trio elétrico sem camisa, ao contrário de todos os demais jogadores.</p>
<p>A discussão esquentou nos dias seguintes na redação, com telespectadores e com amigos. Opiniões favoráveis e contrárias. Resolvi estender para cá. E vou recorrer ao histórico do clube.</p>
<p>Pelos motivos originais, Evaristo de Macêdo e Dida vestiram a camisa 10 do Flamengo. Zico, que jogava na mesma posição, foi um herdeiro natural, mas também fez e muito por merecer a camisa, que transformou num ícone, como Pelé no Santos e na seleção brasileira. Depois dele, vários foram “escalados” para a função, incluindo Sávio, Petkovic, Renato Augusto, Adriano Imperador, Ronaldinho Gaúcho e, mais recentemente, Diego Ribas.</p>
<p>Como se vê, perfis distintos e, se eu tivesse de colocar em ordem os que mais bem souberam usar a 10 colocaria Petkovic, Adriano e Diego. Esse último, principalmente, por ter abraçado a causa rubro-negra em 2016, e ser um dos líderes no projeto que <span id="OBJ_PREFIX_DWT96_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> está solidificado.</p>
<p>A história dos outros dois se mistura. Pet era o 10 em 2001, naquele famoso gol de falta em cima do Vasco. E também era em 2009, quando Adriano foi contratado. O Imperador queria a 10, mas numa votação pela internet a torcida deu a ele a camisa  9. Só que, por opção mercadológica, o voto do torcedor prevaleceu por poucos jogos. Adriano vestiu a 10, e a Petkovic coube a 43.</p>
<p>Se <span id="OBJ_PREFIX_DWT97_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> houvesse uma votação entre Gabigol e Arrascaeta, quem seria o mais votado para vestir a 10? Eu escolheria o uruguaio, até porque o Flamengo teve outros grandes artilheiros decisivos, como Nunes, e que honraram a camisa 9, legítima dos atacantes. Adriano vestiu a 10, mas a favor dele pesavam o fato de ter surgido na base rubro-negra, ter sido titular da seleção brasileira numa Copa do Mundo e também por ser, até <span id="OBJ_PREFIX_DWT98_com_zimbra_date" role="link">hoje</span>, um ídolo no exterior.</p>
<p>E o Gabigol? Sem dúvida alguma é um dos maiores ídolos do futebol do Flamengo. Isso é inegável. Está na história como um legítimo camisa 9. Isso não basta? Vamos lembrar que, no Brasil, Romário, Ronaldo e Bebeto entraram para a galeria de ídolos da seleção usando outras camisas. Gabigol também vestiu a 10 de Pelé no Santos, assim como Petkovic e Diego Ribas. Se isso vale como currículo, posso levar em consideração. Mas como sou da antiga e não me deixo levar apenas pelo comportamento midiático dos jogadores, digo que ele precisa se ajustar ao que se exige de um legítimo 10. E o comportamento fora de campo, e nos eventos do clube, faz parte desse portifólio.</p>
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		<title>Palmeiras e Flamengo em busca de recordes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/palmeiras-e-flamengo-em-busca-de-recordes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 22:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Copa Libertadores]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio du Bocage]]></category>
		<category><![CDATA[Série A]]></category>
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					<description><![CDATA[A semana pode ser de fechamento da temporada brasileira de futebol, ao menos no que se refere à definição dos campeões. As Séries C e D já terminaram; a B já tem o Cruzeiro como dono da taça; a Copa Sul-Americana já foi para Equador; nos restam, então, a Série A do Brasileirão e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A semana pode ser de fechamento da temporada brasileira de futebol, ao menos no que se refere à definição dos campeões. As Séries C e D já terminaram; a B já tem o Cruzeiro como dono da taça; a Copa Sul-Americana já foi para Equador; nos restam, então, a Série A do Brasileirão e a Copa Libertadores. E no <span id="OBJ_PREFIX_DWT2871_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2884_com_zimbra_date" role="link">sábado</span></span> (29), as duas competições já podem estar definidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na verdade, a Libertadores <span id="OBJ_PREFIX_DWT2872_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2885_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span>á sua final no <span id="OBJ_PREFIX_DWT2873_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2886_com_zimbra_date" role="link">sábado (29)</span></span>, entre Flamengo e Athletico-PR. E por isso começo falando dela. Porque vai reunir duas equipes que têm se destacado no futebol brasileiro, uma pelos títulos conquistados nos últimos anos, e outra pela evolução constante, com títulos nacionais e internacionais recentes no currículo. Evidente que o Flamengo desponta como favorito, mas não se pode descartar a força de uma equipe que está no alto da tabela do Brasileirão e que tem o experiente Felipão como treinador.</p>
<p>Mas, como estamos falando de recordes, vou me dedicar ao Flamengo. Nesta edição o Rubro-Negro já tem o recorde de vitórias no atual formato, com 32 times. São 11 triunfos e apenas um empate. Se vencer o Furacão no <span id="OBJ_PREFIX_DWT2874_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2887_com_zimbra_date" role="link">sábado (29)</span></span> vai se igualar a São Paulo, Palmeiras, Santos e Grêmio, com os mesmos três títulos. Além disso, entrará no seleto grupo de apenas seis times campeões invictos, em 62 edições de Libertadores: o uruguaio Peñarol (1960); os argentinos Independiente (1964), Estudiantes (1969 e 1970) e Boca Juniors (1978); e os brasileiros Santos (1963) e Corinthians (2012) &#8211; à época, o time paulista somou oito vitórias e seis empates, lembrando que, ao contrário de agora, a final era disputada em jogos de ida-e-volta.</p>
<p>A campanha atual, inclusive, é bem superior à do Palmeiras de 2021, que teve oito vitórias, marcou 27 gols e sofreu nove. E mais: este ano o Flamengo atropelou no mata-mata a partir das oitavas de final, com seis vitórias em seis jogos, incluindo um 7 a 1 sobre o Tolima (COL). Nem o time de Jorge Jesus, campeão de 2019, conseguiu esta façanha.</p>
<p>São motivos extras para essa equipe que faz história. Só falta combinar com o Athletico-PR, que em sua oitava participação espera <span id="OBJ_PREFIX_DWT2875_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2888_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> melhor resultado do que em 2005, quando perdeu na final para o São Paulo.</p>
<p><strong>Quatro rodadas de antecedência</strong></p>
<p>Na Série A do Brasileirão a história é um pouco diferente, porque o Palmeiras tem ampla vantagem contra os rivais e não <span id="OBJ_PREFIX_DWT2876_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2889_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span>á um jogo decisivo contra um rival direto, a menos que haja uma catástrofe e o Verdão chegue na última rodada contra o Internacional, atual vice-líder, precisando de algum resultado.</p>
<p>No momento a vantagem é de dez pontos e <span id="OBJ_PREFIX_DWT2877_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2890_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (25) o Palmeiras enfrenta o Athletico-PR, que por estar na final da Libertadores irá a campo com um time reserva. Em tese facilita. Mas, de qualquer forma, o título não sairá nesse jogo, porque o time paulista vai depender de empates do Corinthians e do Internacional, nos jogos desta <span id="OBJ_PREFIX_DWT2878_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2891_com_zimbra_date" role="link">quarta</span></span>-feira (26).</p>
<p>Como estamos aqui para falar de recordes, vamos a eles. Se o Palmeiras confirmar o título na 34ª rodada, ou seja, com quatro rodadas de antecedência, se iguala a Flamengo (2019), Cruzeiro (2013) e São Paulo (2007). E a campanha pode <span id="OBJ_PREFIX_DWT2879_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT2892_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> outras marcas expressivas, em especial fora de casa. O Verdão pode ser o primeiro campeão dos pontos corridos invicto como visitante. Já são 16 jogos, um recorde no atual formato do campeonato – somando outros dois jogos de 2021, vamos a 18 jogos de invencibilidade, a maior série desde 2003. O time soma 34 pontos, vai disputar mais nove (contra Athletico, Cuiabá e Internacional) e pode chegar a 43, superando o Fluminense de 2012, que marcou 39. Com nove vitórias como visitante, o time também superaria o mesmo Fluminense e o Flamengo de 2019, que tiveram 11 desde 2006.</p>
<p>Os 90 pontos somados pelo Flamengo em 2019, e as 28 vitórias, não serão alcançados – o Palmeiras chega no máximo a 86 pontos e 25 vitórias. No momento o time paulista soma 56 gols e precisaria fazer 30 para igualar o Rubro-Negro. A defesa do São Paulo de 2007, que sofreu apenas 19 gols, não será superada, já que o Palmeiras sofreu 21 gols até o momento. Isso deixa o time paulista com 35 gols de saldo, bem inferior aos 49 do campeão de 2019.</p>
<p>Invicto a 18 jogos, o Palmeiras pode chegar a 23, e não supera o Flamengo, que completou 24. Com 32 pontos no returno, pode chegar a 47 e igualar o turno do Corinthians de 2017, mas ficará abaixo do returno do Flamengo de 2019, com 48.</p>
<p>Mas há recordes a serem batidos, como o de menor número de derrotas. No momento, com apenas duas, tem boas chances de superar São Paulo (2006), ele mesmo em 2018 e o Flamengo (2019), que perderam quatro vezes no campeonato. E pode repetir o que já fez nos títulos de 2016 e 2018, quando foi campeão com o melhor ataque e a melhor defesa, algo que São Paulo (2006) e Corinthians (2015) também conseguiram.</p>
<p><em>* Sergio du Bocage é apresentador do programa No Mundo da Bola, da TV Brasil</em></p>
</div>
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		<title>Coluna &#8211; Principal campeonato do país terá duelos sem favoritos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/coluna-principal-campeonato-do-pais-tera-duelos-sem-favoritos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 22:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oitavas de Final]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio du Bocage]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando a Copa do Brasil foi anunciada, em 1989, teve o objetivo de valorizar clubes de regiões do país que já não chegavam ao Campeonato Brasileiro. E a motivação maior era a conquista de uma vaga para a Copa Libertadores. De verdade, não caiu nas graças do torcedor, entre outros motivos porque o campeão não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a Copa do Brasil foi anunciada, em 1989, teve o objetivo de valorizar clubes de regiões do país que já não chegavam ao Campeonato Brasileiro. E a motivação maior era a conquista de uma vaga para a Copa Libertadores. De verdade, não caiu nas graças do torcedor, entre outros motivos porque o campeão não tinha como disputar o bicampeonato, já que ficava de fora da competição seguinte, para poder disputar a Copa Libertadores.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O torneio cresceu por diversos motivos, em especial porque o Brasileirão passou a ser por pontos corridos, a partir de 2003, e a saudade de jogos eliminatórios (o famoso mata-mata) e de decisões de verdade fez com que o torcedor voltasse a atenção para ele. E junto com isso, vieram os patrocínios, as cotas de TV e, por fim, o aumento substancial da premiação.</p>
<p>Por isso, o sorteio para as oitavas de final, nesta <span id="OBJ_PREFIX_DWT375_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT383_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span>ça-feira (7), chamou tanto a atenção. A começar pelo fato de que quem levar a melhor, ao fim dos dois jogos, e passar às quartas-de-final, embolsará R$ 3,9 milhões, e como os times não foram divididos pelo ranking da CBF, era possível termos jogos bem chamativos.</p>
<p>A bolinha caprichou e garantiu a emoção. As oitavas-de-final da Copa do Brasil <span id="OBJ_PREFIX_DWT376_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT384_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span>ão quatro clássicos regionais e um clássico nacional. Atlético-MG e Flamengo, este ano, já decidiram a Supercopa do Brasil, numa partida decidida nos pênaltis, após 12 cobranças de cada lado. Por outro lado, ao olharmos os cruzamentos e o ranking nacional é possível prever que a próxima fase poderá <span id="OBJ_PREFIX_DWT377_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT385_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> jogos menos difíceis.</p>
<p>Os dois clássicos paulistas reúnem quatro equipes que estão entre as 10 primeiras do ranking:  Corinthians (10º) x Santos (6º) e São Paulo (7º) x Palmeiras (2º); no outro grande clássico, o Galo é o terceiro do ranking e o Rubro-Negro, o primeiro. Ou seja, três ficam pelo caminho. Por outro lado, é certo que teremos dois acima da 15ª posição, com os confrontos Atlético-GO (16º) x Goiás (23º) e América-MG (15º) x Botafogo (18º).</p>
<p>O outro clássico regional será Fortaleza (11º) x Ceará (13º); completam a fase Bahia (12º) x Athletico-PR (5º) e Fluminense (9º) x Cruzeiro (14º).</p>
<p>Chega a ser curioso, mas eu digo, com certeza, que não há, nesses oito jogos, um favorito sequer.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Ceema3dO0rj/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:500px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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<h2>Histórico</h2>
<p>A Copa do Brasil é disputada nos moldes de competições similares da Europa, como as Copas da Inglaterra, do Rei e a Taça de Portugal. Quando a Copa União surgiu, em 1987, reduzindo o número de clubes no Brasileiro, as federações estaduais ficaram descontentes, pois várias delas deixaram de <span id="OBJ_PREFIX_DWT378_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT386_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> representantes numa competição nacional. Dois anos depois nascia a nova competição, disputada por 32 clubes, depois 40, passando por 69 (em 2000), indo para 64 por 12 anos (de 2001 a 2012), subindo para 86, 91 e, finalmente, 92, com 12 equipes já classificadas para a terceira fase – os representantes brasileiros na Copa Libertadores, o campeão da Copa Verde, da Copa do Nordeste e da Série B.</p>
<p>Dezesseis times já foram campeões, e o Cruzeiro é o maior deles, com seis conquistas. Grêmio (cinco), Palmeiras (quatro) e Corinthians e Flamengo (três cada um) vêm em seguida no ranking. O Tricolor gaúcho foi o primeiro a levantar a taça, mas o primeiro gol da Copa do Brasil foi marcado pelo atacante Alcindo, do Flamengo, na vitória por 2 a 0 sobre o Paysandu.</p>
<p>Com o início das oitavas-de-final, será que veremos alguma marca especial ser batida ou ao menos repetida?</p>
<p>A maior goleada da história aconteceu em 1991: Atlético-MG 11 a 0 no Caiçara.</p>
<p>Em 2003 o Cruzeiro venceu a Copa do Brasil e o Brasileirão, feito repetido pelo Atlético-MG em 2021.</p>
<p>Em 2020, o Palmeiras venceu a Copa do Brasil e a Copa Libertadores, esse feito ainda inédito.</p>
<p>Já ocorreram três finais com clubes do mesmo estado: 2006 (Flamengo x Vasco), 2014 (Atlético-MG x Cruzeiro) e 2015 (Palmeiras x Santos).</p>
<p>O Sport de Recife (2008) é o único campeão fora do eixo Sul-Sudeste.</p>
<p>Em 2014, houve a maior virada dos mata-matas: América-RN 5 a 2 sobre o Fluminense, no Maracanã, após perder por 3 a 0 em casa.</p>
<p>Agora é aguardar.</p>
<p><em>* Sergio du Bocage é apresentador do programa No Mundo da Bola, da TV Brasil</em></p>
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