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	<title>Senacon &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Senacon &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo mobiliza plantão nacional para conter alta irregular nos combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-mobiliza-plantao-nacional-para-conter-alta-irregular-nos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 01:03:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou a realização de plantões especiais para dar suporte aos órgãos de defesa do consumidor em todo o país, em meio à intensificação das fiscalizações sobre possíveis aumentos indevidos nos preços dos combustíveis. A iniciativa tem como foco auxiliar os Procons estaduais e municipais na condução das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou a realização de plantões especiais para dar suporte aos órgãos de defesa do consumidor em todo o país, em meio à intensificação das fiscalizações sobre possíveis aumentos indevidos nos preços dos combustíveis. A iniciativa tem como foco auxiliar os Procons estaduais e municipais na condução das inspeções e na aplicação de medidas contra práticas consideradas abusivas.</p>
<p>A primeira rodada de atendimento está prevista para ocorrer nesta semana, com coordenação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), que também prepara um conjunto de orientações padronizadas em formato de perguntas e respostas. O material será distribuído para uniformizar procedimentos e garantir maior segurança jurídica nas autuações realizadas pelos órgãos locais.</p>
<p>De acordo com o secretário nacional do consumidor, Ricardo Morishita Wada, a estratégia busca alinhar a atuação dos Procons em todo o território nacional, sem interferir na autonomia dos estados e municípios. A proposta inclui, por exemplo, a definição de prazos para aplicação de penalidades após a notificação de estabelecimentos, com o objetivo de tornar as ações mais eficazes e consistentes.</p>
<p>Além dos postos de combustíveis, a fiscalização também deve alcançar distribuidoras e refinarias, com a formação de grupos técnicos integrados por representantes de diferentes esferas de governo. A articulação faz parte de um esforço mais amplo para monitorar toda a cadeia de comercialização e identificar eventuais irregularidades.</p>
<p>Em reunião realizada com cerca de 200 unidades de Procon de diversas regiões do país, foi observada uma possível redução nas práticas abusivas, embora não tenham sido divulgados dados consolidados sobre a variação de preços.</p>
<p>As ações ocorrem em um cenário de preocupação com aumentos expressivos nos valores cobrados nas bombas. Segundo o Ministério da Justiça, há casos em que o preço do diesel teria sido elevado em até 300% em determinados estabelecimentos, sem justificativa baseada em custos, o que pode caracterizar infração ao Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p>A legislação brasileira permite a livre formação de preços, mas proíbe reajustes sem fundamentação econômica. O entendimento do governo é que aumentos que ampliem a margem de lucro sem relação direta com custos configuram prática abusiva e estão sujeitos a sanções administrativas.</p>
<p>Desde o início da operação nacional, equipes de fiscalização já percorreram 179 municípios em 25 estados, com inspeções em mais de mil postos de combustíveis. A expectativa é de que as ações avancem para regiões do interior nos próximos dias, ampliando o alcance das investigações.</p>
<p>A mobilização ganhou força após a escalada de tensões internacionais envolvendo países produtores de petróleo, fator que impactou o mercado global e levantou suspeitas de repasses indevidos ao consumidor final no Brasil.</p>
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		<title>Governo notifica plataformas para remover propaganda de cigarros eletrônicos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-notifica-plataformas-para-remover-propaganda-de-cigarros-eletronicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 14:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, notificou as plataformas YouTube, Instagram, TikTok, Enjoei e Mercado Livre para que retirem de seus serviços, em até 48 horas, conteúdos que promovam ou comercializem cigarros eletrônicos e produtos derivados do tabaco. A medida foi comunicada nesta terça-feira (29), com prazo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, notificou as plataformas YouTube, Instagram, TikTok, Enjoei e Mercado Livre para que retirem de seus serviços, em até 48 horas, conteúdos que promovam ou comercializem cigarros eletrônicos e produtos derivados do tabaco. A medida foi comunicada nesta terça-feira (29), com prazo final até esta quinta-feira (1º).</p>
<p>A determinação ocorre após a manutenção da proibição da venda de vapes no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em abril deste ano. As resoluções RDC nº 46/2009 e RDC nº 855/2024 da agência vetam a fabricação, importação, propaganda e comercialização desses produtos no país.</p>
<p>Além da remoção, as plataformas deverão reforçar seus mecanismos de controle para impedir novas publicações irregulares. Um levantamento validado pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) apontou a existência de 1.822 páginas ou anúncios ilegais sobre cigarros eletrônicos. A maioria dos conteúdos foi identificada no Instagram (88,5%), seguida de YouTube (6,6%) e Mercado Livre (2,4%).</p>
<h3>Riscos à saúde e repressão ao comércio ilegal</h3>
<p>“O comércio de cigarros eletrônicos é ilegal e representa sérios riscos à saúde pública”, afirmou o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous. Segundo ele, os produtos não têm regulamentação nem autorização para comercialização no Brasil.</p>
<p>O secretário-executivo do CNCP, Andrey Correa, reforçou a importância da atuação coordenada entre o poder público e o setor de tecnologia: “Nosso objetivo é garantir que o ambiente digital respeite a legislação e promova a segurança dos consumidores”.</p>
<h3>Resposta das plataformas</h3>
<p>Em nota enviada à Agência Brasil, a plataforma Enjoei afirmou que sua política já proíbe esse tipo de anúncio e que adota mecanismos como bloqueio automático de publicações ilícitas e canais de denúncia. A Senacon também já havia notificado, no início de abril, a plataforma Nuvemshop para retirar lojas que vendiam ilegalmente pacotes de nicotina (snus), também proibidos no Brasil.</p>
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		<title>Direitos do Consumidor em Viagens: O que fazer em caso de problemas com voos e pacotes turísticos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/direitos-do-consumidor-em-viagens-o-que-fazer-em-caso-de-problemas-com-voos-e-pacotes-turisticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 20:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Senacon]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Turista]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada das férias, o turismo se intensifica, e com ele, a possibilidade de imprevistos durante viagens. Para proteger consumidores, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) está promovendo campanhas educativas para informar e garantir que os direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor (CDC) sejam respeitados. Essas iniciativas abordam situações frequentes, como atrasos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada das férias, o turismo se intensifica, e com ele, a possibilidade de imprevistos durante viagens. Para proteger consumidores, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) está promovendo campanhas educativas para informar e garantir que os direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor (CDC) sejam respeitados.</p>
<p>Essas iniciativas abordam situações frequentes, como atrasos de voos, cancelamentos e alterações em pacotes turísticos, além de fornecer dicas práticas para evitar transtornos.</p>
<h3>Problemas com voos: direitos e deveres</h3>
<p>Viagens aéreas podem ser afetadas por atrasos, cancelamentos e overbooking. A Senacon lembra que passageiros têm direitos assegurados pela legislação brasileira e pelas normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).</p>
<ul>
<li><strong>Atrasos superiores a 1 hora</strong>: a companhia aérea deve oferecer acesso a comunicação, como telefone ou internet.</li>
<li><strong>Atrasos superiores a 2 horas</strong>: o passageiro tem direito a alimentação, fornecida por vouchers ou refeição.</li>
<li><strong>Atrasos superiores a 4 horas ou cancelamentos</strong>: a empresa deve oferecer acomodação ou hospedagem, com transporte incluso, e o passageiro pode optar por reembolso total, reacomodação em outro voo, ou execução do serviço por outro meio de transporte.</li>
</ul>
<p>Além disso, companhias aéreas são obrigadas a fornecer informações claras e atualizadas sobre a situação dos voos e as causas de qualquer problema.</p>
<h3>Pacotes turísticos: proteção contra mudanças e cancelamentos</h3>
<p>Em relação a pacotes turísticos, a Senacon reforça que alterações unilaterais feitas pelas empresas, como mudanças em itinerários, hospedagens ou serviços, são proibidas sem o consentimento do cliente.</p>
<p>Se isso ocorrer, o consumidor pode cancelar o contrato e receber reembolso integral ou optar por outro pacote de igual ou superior valor, sem custos adicionais. Já cancelamentos solicitados pelo cliente podem estar sujeitos a multas, que devem ser proporcionais, claras e razoáveis, conforme previsto no CDC.</p>
<p>Caso o serviço contratado não seja cumprido, como hospedagem diferente da prevista, o consumidor pode exigir reparação financeira ou até indenização por danos morais e materiais.</p>
<h3>Dicas práticas para evitar problemas</h3>
<p>A Senacon oferece recomendações úteis para quem está planejando viagens:</p>
<ul>
<li><strong>Leia contratos com atenção</strong>: verifique todas as cláusulas, inclusive as condições para cancelamentos e multas.</li>
<li><strong>Planeje com antecedência</strong>: fazer reservas antecipadas pode evitar imprevistos e reduzir custos.</li>
<li><strong>Documente tudo</strong>: guarde comprovantes de pagamento, e-mails e mensagens trocadas com fornecedores. Esses registros são essenciais em caso de disputas ou pedidos de reparação.</li>
</ul>
<p>Além das campanhas educativas, a Senacon disponibiliza a plataforma <a href="http://www.consumidor.gov.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>consumidor.gov.br</strong></a>, que permite aos turistas registrar reclamações contra agências de viagens, companhias aéreas e hotéis, agilizando a resolução de conflitos.</p>
<p>Com essas orientações, consumidores podem viajar com mais segurança, conscientes de seus direitos e preparados para agir em caso de problemas.</p>
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		<item>
		<title>Procon RJ encerra o Mutirão RENEGOCIA com mais de 1600 consumidores atendidos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/procon-rj-encerra-o-mutirao-renegocia-com-mais-de-1600-consumidores-atendidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2023 21:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Procon Estadua]]></category>
		<category><![CDATA[Procon-Rj]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Nacional do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Senacon]]></category>
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					<description><![CDATA[O Procon Estadual, em parceria com Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), realizou em sua sede, no Centro do Rio, o mutirão Renegocia. Foram mais de 1600 consumidores atendidos em três semanas de negociações de débitos entre consumidores e instituições financeiras, concessionárias de serviços públicos e empresas de telecomunicações. O setor de maior procura no evento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Procon Estadual, em parceria com Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), realizou em sua sede, no Centro do Rio, o mutirão Renegocia. Foram mais de 1600 consumidores atendidos em três semanas de negociações de débitos entre consumidores e instituições financeiras, concessionárias de serviços públicos e empresas de telecomunicações. O setor de maior procura no evento foi o das concessionárias de serviços públicos que, sozinho, atendeu cerca 900 consumidores, atingindo o índice de 78% de acordos e descontos de até 100% no valor das dívidas.</p>
<p>Durante o Mutirão RENEGOCIA no Rio, participaram 19 fornecedores e as empresas que realizaram mais atendimentos foram Light, Águas do Rio, Itaú e Bradesco. Os maiores descontos em negociações foram concedidos pela Cedae, Claro, Oi e Bradesco. O evento visava possibilitar a reorganização financeira dos consumidores, seu retorno digno ao mercado de consumo e a prevenção ao superendividamento.</p>
<p>Servidores do Núcleo de Prevenção e Tratamento ao Superendividamento do Procon-RJ estiveram presentes em todo o evento. Eles identificaram 124 consumidores em possíveis situações de superendividamento, que foram encaminhados para o atendimento especializado do setor. Agora, esses consumidores passarão por uma análise detalhada de sua situação financeira e apuração do total de suas dívidas de consumo.</p>
<p>Além disso, os consumidores vão receber o auxílio do Núcleo de Prevenção e Tratamento ao Superendividamento para a elaboração de plano de pagamento, que será apresentado em audiência de conciliação a ser realizada com todos os seus credores. O objetivo visa sempre a preservação do mínimo existencial e possibilitando a quitação das dívidas e reinserção em benefício do consumidor no mercado de consumo.</p>
<p>Segundo o Presidente do Procon-RJ, Cássio Coelho, muitos consumidores aproveitaram a oportunidade de colocar suas contas em dia, negociando suas dívidas com as empresas participantes do Renegocia e obtendo parcelamentos diferenciados e descontos significativos.</p>
<p>&#8211; O evento foi um sucesso e mais de 70% dos atendidos tiveram êxito nas negociações e os seus nomes retirados dos cadastros restritivos de crédito. Outro ponto que merece destaque é que os consumidores superendividados que compareceram poderão contar com o atendimento do Núcleo especializado do Procon-RJ e, além da negociação de suas dívidas, receberão orientações e participarão de oficinas de educação financeira – informa Coelho.</p>
<p>Os consumidores que não puderam comparecer ao evento, mas estejam em situação de superendividamento, podem agendar o seu atendimento junto ao Núcleo de Prevenção e Tratamento ao Superendividamento do Procon/RJ por meio do telefone (21) 98263-5085 (WhatsApp) ou através do e-mail <a href="mailto:superendividamento@procon.rj.gov.br">superendividamento@procon.rj.gov.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Senacon vai monitorar preços de combustíveis no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senacon-vai-monitorar-precos-de-combustiveis-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:08:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Procon]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) quer os Procons estaduais e municipais de todo o país monitorando os postos de combustíveis, para verificar se a redução dos preços médios da venda de gasolina e diesel para as distribuidoras foi repassado aos consumidores. Com esse propósito, o órgão emitiu, na noite desta terça-feira (16), um ofício [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) quer os Procons estaduais e municipais de todo o país monitorando os postos de combustíveis, para verificar se a redução dos preços médios da venda de gasolina e diesel para as distribuidoras foi repassado aos consumidores.</p>
<p>Com esse propósito, o órgão emitiu, na noite desta terça-feira (16), um ofício aos Procons, solicitando a eles que façam esse monitoramento de preços nas diversas regiões do país.</p>
<p>Em nota divulgada pela Senacon, o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, disse que o monitoramento é fundamental para assegurar que essa redução dos preços realmente chegue aos consumidores.</p>
<p>“Nós queremos monitorar se essa redução chegou ao bolso das consumidoras e dos consumidores. Neste sentido eu solicitei aos Procons de todo o Brasil que exerçam a devida fiscalização”, justificou ao citar notícias veiculadas na imprensa sobre estabelecimentos que teriam aumentado de forma suspeita preços antes de a Petrobras anunciar a queda.</p>
<p>Segundo Damous, esses estabelecimentos serão devidamente fiscalizados. “Não aceitaremos que postos se valham de fraude para aumentar os preços hoje e dizerem que reduziram amanhã. Esses postos estarão sob a nossa fiscalização e sanções serão aplicadas em caso de fraude”, afirmou, ao garantir que a Secretaria acompanhará “de perto” a situação e que, se necessário, adotará “medidas adicionais para proteger os direitos dos consumidores e garantir a concorrência justa no mercado de combustíveis”.</p>
<p>No ofício, a Senacon instrui os Procons a fazerem um levantamento detalhado dos preços dos combustíveis em postos de diversas regiões. A ideia é identificar não apenas aumentos abusivos, mas eventuais “práticas irregulares que prejudiquem os consumidores”.</p>
<h2>Petrobras</h2>
<p>Na segunda-feira (15), a Diretoria Executiva da Petrobras aprovou uma estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina que encerrou a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação.</p>
<p>No dia seguinte, essa terça-feira (16), a empresa anunciou redução R$ 0,44 por litro do preço médio do diesel para as distribuidoras, que passará de R$ 3,46 para R$ 3,02. A redução do preço médio da gasolina é de R$ 0,40 por litro, passando de R$ 3,18 para R$ 2,78, valor também pago pelas distribuidoras.</p>
<p>Com a nova política da estatal, as referências de mercado coloca o custo alternativo do cliente como prioridade na precificação; e considera o valor marginal para a Petrobras, tendo por base custos e oportunidades observadas em diversas etapas da atividade – entre elas, produção, importação e exportação de produtos.</p>
<p>As premissas, segundo nota divulgada pela empresa, são preços competitivos por polo de venda, participação &#8220;ótima&#8221; da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino, e rentabilidade de maneira sustentável.</p>
<p>Segundo a estatal, os reajustes continuarão sendo feitos sem uma periodicidade definida e evitará repasses da volatilidade dos preços internacionais e do câmbio aos consumidores brasileiros.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Canal para denúncias de telemarketing abusivo atende 26 mil pessoas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/canal-para-denuncias-de-telemarketing-abusivo-atende-26-mil-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 16:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Senacon]]></category>
		<category><![CDATA[Telemarketing]]></category>
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					<description><![CDATA[O canal para denúncias de telemarketing abusivo, em 100 dias de funcionamento, registrou 26.674 mil atendimentos de pessoas incomodadas por esse tipo de serviço. Criada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a plataforma visa atender queixas das pessoas que não autorizaram empresas a ligar para suas casas, oferecendo produtos ou serviços. Do total das denunciantes, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O canal para denúncias de telemarketing abusivo, em 100 dias de funcionamento, registrou 26.674 mil atendimentos de pessoas incomodadas por esse tipo de serviço. Criada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a plataforma visa atender queixas das pessoas que não autorizaram empresas a ligar para suas casas, oferecendo produtos ou serviços.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Do total das denunciantes, 92% afirmaram não ter relação com as empresas, ou seja, não contrataram nenhum serviço. Além disso, 99% declararam não haver concedido permissão para a empresa oferecer produtos e serviços via telefone.</p>
<p>Segundo a Senacon, o canal é de amplitude nacional e Minas Gerais é o estado que apresenta maior número de denúncias: 8.800. Em seguida, aparecem São Paulo e Rio de Janeiro, com 6,3 mil e 1,1 mil, respectivamente. Bancos e operadoras de celular e TV por assinatura lideram as denúncias.</p>
<h2>Atenda, identifique e denuncie</h2>
<p>Para denunciar, o consumidor deve preencher o <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=IAQJ60xE90OR8kuNpr_o4VKAiUV9c4dHkfNOfv1c2VFUOE0xMTBSVUVCOU1TT0k4T09JNlhNVktONC4u" target="_blank" rel="noopener">formulário eletrônico</a> com a data e o número de origem da chamada com DDD (se houver), o nome do telemarketing ou qual empresa ele representa e se foi dada a permissão para oferta de produtos e serviços.</p>
<p>As denúncias serão investigadas pela Senacon e encaminhadas aos Procons para análise e eventual abertura de processo administrativo pela prática abusiva.</p>
<p>*<em>Com informações da Senacon</em></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Reclamações contra aéreas sobem 94% no primeiro trimestre, diz Senacon</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reclamacoes-contra-aereas-sobem-94-no-primeiro-trimestre-diz-senacon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 16:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Companhias Aéreas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[portal consumidor.gov.br]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações]]></category>
		<category><![CDATA[Senacon]]></category>
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					<description><![CDATA[As reclamações no Portal Consumidor.gov.br sobre transporte aéreo, durante o primeiro trimestre deste ano, quase dobraram em comparação ao mesmo período de 2021. Entre janeiro e março de 2022, foram 43.605 reclamações contra 22.458 registros no ano passado – crescimento de 94%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo a pasta, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As reclamações no Portal <a href="https://consumidor.gov.br/pages/principal/?1650121563931" target="_blank" rel="noopener">Consumidor.gov.br</a> sobre transporte aéreo, durante o primeiro trimestre deste ano, quase dobraram em comparação ao mesmo período de 2021. Entre janeiro e março de 2022, foram 43.605 reclamações contra 22.458 registros no ano passado – crescimento de 94%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a pasta, o problema mais demandado envolve atrasos e dificuldades de reembolso, com 35.590 registros em 2022. O segundo maior motivo de reclamação é o cancelamento de voo, com 4.592 manifestações. E em terceiro lugar está a oferta não cumprida ou serviço não fornecido, no período de janeiro a março deste ano.</p>
<h2>Reclamações</h2>
<p>O índice de solução das reclamações deste ano tem sido de 70,88% e o tempo de resposta tem sido, em média, de 6 dias. Dos 61 itens de avaliação das companhias aéreas, os mais reclamados pelos consumidores são: a dificuldade de reembolso, o cancelamento de voos e a dificuldade de comunicação.</p>
<p>Para reverter o cenário negativo, a Secretaria Nacional do Consumidor emitiu uma orientação aos Procons de todo o país. O documento pede a verificação de denúncias de descumprimento de cláusulas pelas empresas.</p>
<p>Entre 2020 e 2021 foram registradas 101.661 reclamações no Consumidor.gov.br contra as três companhias aéreas operantes no Brasil. Destas, 38.667 se referiram a dificuldade de reembolso, 20.430 eram referentes a cancelamento de voo e outras 11.708 queixas, referentes à ineficácia do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).</p>
<p>O levantamento considera o período entre 2020 e 2021. Essa é a primeira vez que o governo federal divulga dados específicos sobre a atuação do setor aéreo no período mais crítico da pandemia.</p>
<h2>Atendimento</h2>
<p>A Senacon ainda recomendou às empresas aéreas que invistam no Serviço de Atendimento ao Consumidor. O intuito é fazer com que as demandas sejam solucionadas pelas empresas, antes de serem judicializadas. Outro ponto é a simplificação da linguagem dos textos apresentados aos consumidores nas plataformas de comunicação.</p>
<p>O documento também orienta as empresas a disponibilizarem informações sobre mudanças regulatórias e medidas emergenciais em locais de fácil acesso, inclusive na internet, assim como facilitar aos consumidores a alteração de bilhetes de maneira autônoma, com uso de ferramentas digitais.</p>
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		<title>Iberia será investigada por cancelar passagens aéreas vendidas em 2021</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/iberia-sera-investigada-por-cancelar-passagens-aereas-vendidas-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 22:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa Aérea]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, abriu um processo administrativo para apurar possíveis irregularidades cometidas pela empresa Iberia Líneas Aéreas de España S/A. O motivo é o cancelamento de passagens vendidas no dia 28 de dezembro do ano passado, com valores promocionais. A doutora em direitos difusos e coletivos Roberta Densa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, abriu um processo administrativo para apurar possíveis irregularidades cometidas pela empresa Iberia Líneas Aéreas de España S/A. O motivo é o cancelamento de passagens vendidas no dia 28 de dezembro do ano passado, com valores promocionais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A doutora em direitos difusos e coletivos Roberta Densa afirma que o consumidor tem algumas opções para não ficar no prejuízo. Segundo ela, o consumidor pode entrar com ação na Justiça, exigir o cumprimento da oferta e do contrato nos termos que foi inserido no site da emissão de passagens e pode também pedir uma indenização por danos morais. “Caso, eventualmente, esse passageiro tenha comprado uma outra passagem, num valor mais alto, é possível pedir também o ressarcimento dos valores relativos à diferença dos valores das passagens”, explica.</p>
<p>Os bilhetes de viagem comprados iam do Rio de Janeiro para Paris, com escala em Madri. A ida e a volta custavam, juntas, US$ 118. Os passageiros chegaram a receber a confirmação da compra, inclusive com o código localizador da reserva. Mas, dias depois, a Iberia cancelou unilateralmente centenas de passagens.</p>
<p>De acordo com a especialista Roberta Densa, nessas situações, a empresa não pode alegar que a passagem estava barata por causa de um erro. &#8220;O fornecedor tem a obrigação de cumprir. Poderia o fornecedor alegar, eventualmente, que houve um erro na emissão desta oferta e que o preço estaria muito abaixo do valor de mercado. No entanto, os valores de passagens aéreas oscilam muito. Não dá pra alegar que houve má-fé do consumidor ao comprar as passagens por um preço inferior.&#8221;</p>
<p>Essa não é a primeira ação da Senacon nesse caso. Em janeiro, a secretaria notificou a empresa, que deveria justificar os motivos para os cancelamentos. Mas isso não ocorreu. Agora, o processo administrativo vai apurar se as práticas da Iberia foram abusivas ao colocar o consumidor em desvantagem exagerada, sem informação adequada e precisa.</p>
<p>Em nota, a Senacon informou que “o direito à informação e o princípio da veiculação da publicidade refletem a imposição da transparência e da boa-fé nas vendas realizadas”. A secretaria acrescentou que “o fornecedor não pode recuar após tornar público o anúncio de uma tarifa promocional”.</p>
<p>O advogado Diego Armando Nunes Santos acrescenta que, mesmo com sede fora do país, a empresa tem a obrigação de cumprir o nosso Código do Consumidor. &#8220;O consumidor deve procurar o Judiciário munido das provas, que sejam os bilhetes emitidos e posteriormente cancelados, pois o fato de a empresa aérea ser estrangeira não dificulta o acesso à justiça pelo consumidor brasileiro”.</p>
<p>A companhia aérea Iberia tem 20 dias para apresentar explicações. Se tiver praticado irregularidades, a empresa pode ser multada em até R$ 12 milhões.</p>
<p>Nossa produção tentou contato, mas a Iberia não possui canal para atendimento à imprensa no Brasil.</p>
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