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	<title>Selic &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Selic &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado financeiro aumenta previsão para inflação e mantém expectativa de juros em 14% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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					<description><![CDATA[As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Segundo o levantamento, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país.</p>
<p>Segundo o levantamento, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, passou de 5,24% para 5,31% neste ano. A nova projeção mantém o indicador acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), reforçando o cenário de cautela em relação ao comportamento dos preços nos próximos meses.</p>
<p>O movimento de alta nas previsões inflacionárias ocorre em meio às preocupações do mercado com a trajetória dos gastos públicos, a dinâmica do consumo interno e os efeitos da política monetária sobre a economia. O aumento das expectativas também é acompanhado de perto pelo Banco Central, que utiliza esses dados como uma das referências para suas decisões sobre a taxa básica de juros.</p>
<p>Para a taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação no país, os analistas mantiveram a projeção de encerramento de 2026 em 14% ao ano. A estimativa indica que o mercado segue avaliando a necessidade de manutenção dos juros em patamar elevado para conter as pressões inflacionárias e garantir a convergência da inflação para a meta definida pelo governo.</p>
<p>Atualmente, a Selic permanece em um dos níveis mais altos dos últimos anos, refletindo a estratégia da autoridade monetária de preservar o controle dos preços diante de um cenário econômico que ainda inspira atenção.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as projeções permaneceram praticamente estáveis. O mercado financeiro estima que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avance 2,3% em 2026. O resultado sinaliza expectativa de expansão moderada da atividade econômica, sustentada principalmente pelo consumo das famílias, pelos investimentos e pelo desempenho de setores como serviços e agronegócio.</p>
<p>No mercado cambial, os analistas mantiveram a previsão de que o dólar encerre o ano cotado a R$ 5,70. A estabilidade da estimativa reflete uma avaliação de que o cenário externo e os fundamentos da economia brasileira devem continuar exercendo influência equilibrada sobre a taxa de câmbio nos próximos meses.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e funciona como um termômetro das expectativas do mercado para a economia brasileira. O documento reúne projeções para inflação, juros, crescimento econômico, câmbio e outros indicadores considerados fundamentais para o acompanhamento da conjuntura nacional.</p>
<p>Embora as previsões não representem necessariamente os resultados que serão observados ao longo do ano, elas servem como referência para empresas, investidores e gestores públicos na elaboração de estratégias e na tomada de decisões econômicas.</p>
<p>A nova elevação da expectativa para a inflação reforça o cenário de atenção em relação à evolução dos preços no país. Ao mesmo tempo, a manutenção das projeções para juros, crescimento e câmbio indica que o mercado segue apostando em uma economia que continuará crescendo, mas ainda enfrentará desafios para manter a inflação dentro dos limites estabelecidos pela política monetária brasileira.</p>
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		<title>Tesouro Reserva estreia como nova opção de investimento com aplicação a partir de R$ 1</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tesouro-reserva-estreia-como-nova-opcao-de-investimento-com-aplicacao-a-partir-de-r-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 22:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tesouro Nacional lançou oficialmente nesta segunda-feira (11) o Tesouro Reserva, nova modalidade de investimento do programa Tesouro Direto voltada principalmente para quem deseja criar uma reserva de emergência com baixo valor inicial e liquidez imediata. O novo título permite aplicações a partir de R$ 1 e poderá ser movimentado a qualquer hora do dia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tesouro Nacional lançou oficialmente nesta segunda-feira (11) o Tesouro Reserva, nova modalidade de investimento do programa Tesouro Direto voltada principalmente para quem deseja criar uma reserva de emergência com baixo valor inicial e liquidez imediata. O novo título permite aplicações a partir de R$ 1 e poderá ser movimentado a qualquer hora do dia, inclusive aos fins de semana e feriados.</p>
<p>O produto foi desenvolvido em parceria entre a Secretaria do Tesouro Nacional, a B3 e o Banco do Brasil. Inicialmente, a modalidade ficará disponível para clientes do Banco do Brasil durante a fase inicial de operação, mas a expectativa é de que outras instituições financeiras passem a oferecer o investimento nos próximos meses.</p>
<p>O Tesouro Reserva terá rendimento atrelado à taxa Selic, atualmente em 14,5% ao ano, funcionando de maneira semelhante ao Tesouro Selic tradicional. A principal diferença está na ausência de marcação a mercado, mecanismo que provoca oscilações diárias no valor dos títulos públicos. Com isso, o novo produto oferece maior previsibilidade para investidores que pretendem utilizar o dinheiro em curto prazo.</p>
<p>Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal, o objetivo é ampliar o acesso da população aos investimentos públicos e oferecer uma alternativa simples e segura para pequenos aplicadores. A proposta também busca competir com produtos de liquidez diária oferecidos por bancos digitais, como “caixinhas”, cofres virtuais e contas remuneradas.</p>
<p>As movimentações financeiras serão feitas por meio do sistema Pix, permitindo aplicações e resgates instantâneos praticamente durante todo o dia. O investidor poderá solicitar retirada dos recursos de forma imediata, característica apontada pelo governo como um dos principais diferenciais da nova modalidade.</p>
<p>Especialistas avaliam que o Tesouro Reserva pode se tornar uma alternativa mais rentável do que a poupança, especialmente em períodos de juros elevados. Em entrevista à Rádio Nacional, o economista Cesar Bergo afirmou que o produto oferece maior acessibilidade e segurança para investidores de baixa renda, além de facilitar a educação financeira da população.</p>
<p>O novo título seguirá as mesmas regras tributárias dos demais investimentos de renda fixa. Haverá cobrança de Imposto de Renda apenas sobre os rendimentos, com alíquotas regressivas que diminuem conforme o prazo da aplicação. Também poderá haver incidência de IOF para resgates realizados em menos de 30 dias.</p>
<p>Nas redes sociais e fóruns especializados, investidores passaram a discutir o potencial impacto do Tesouro Reserva no mercado financeiro. Muitos usuários destacaram a praticidade das operações 24 horas e a possibilidade de aplicação com valores muito baixos. Outros apontaram que a novidade pode aumentar a concorrência com CDBs de liquidez diária e produtos oferecidos por bancos digitais.</p>
<p>Relatos de participantes da fase de testes também indicaram que os resgates via Pix têm ocorrido em poucos minutos, embora alguns usuários tenham relatado instabilidades durante o período inicial de implantação da plataforma.</p>
<p>O Tesouro Nacional informou ainda que o limite mensal de aplicação será de R$ 500 mil por investidor, sem restrições para resgates. A expectativa do governo é ampliar o número de investidores ativos no Tesouro Direto, que atualmente supera a marca de 3 milhões de pessoas.</p>
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		<title>Mercado financeiro revisa inflação para cima e projeta alta de 4,89% em 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-revisa-inflacao-para-cima-e-projeta-alta-de-489-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas do mercado financeiro elevaram a projeção da inflação oficial para 2026, indicando um índice de 4,89% ao final do ano. A estimativa, divulgada no boletim Focus do Banco Central do Brasil, representa um avanço em relação às previsões anteriores e coloca o indicador próximo do limite superior da meta estabelecida para o período. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Analistas do mercado financeiro elevaram a projeção da inflação oficial para 2026, indicando um índice de 4,89% ao final do ano. A estimativa, divulgada no boletim Focus do Banco Central do Brasil, representa um avanço em relação às previsões anteriores e coloca o indicador próximo do limite superior da meta estabelecida para o período.</p>
<p>O índice considerado é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a variação de preços de produtos e serviços consumidos pelas famílias. A meta oficial de inflação para 2026 é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — o que estabelece o teto em 4,5%.</p>
<h3>Pressões persistentes nos preços</h3>
<p>A revisão para cima reflete um cenário de pressões inflacionárias ainda presentes na economia. Entre os fatores que influenciam o aumento das expectativas estão os preços de alimentos, serviços e custos administrados, além de incertezas no ambiente internacional.</p>
<p>Economistas avaliam que a persistência desses elementos dificulta uma desaceleração mais rápida da inflação, mesmo diante de políticas monetárias mais restritivas.</p>
<h3>Impacto nas decisões sobre juros</h3>
<p>O comportamento da inflação é um dos principais fatores considerados pelo Banco Central na definição da taxa básica de juros, a Selic. Com a projeção próxima ao teto da meta, cresce a possibilidade de manutenção de juros elevados por mais tempo, como forma de conter a alta de preços.</p>
<p>Esse cenário tende a impactar diretamente o crédito, o consumo e os investimentos, já que juros mais altos encarecem financiamentos e reduzem a atividade econômica.</p>
<h3>Crescimento econômico moderado</h3>
<p>Além da inflação, o boletim Focus também reúne projeções para outros indicadores. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) segue moderada, refletindo um ambiente de cautela tanto no consumo das famílias quanto nos investimentos.</p>
<p>A combinação de inflação elevada e juros altos cria um cenário desafiador para a expansão econômica, especialmente em setores mais sensíveis ao crédito.</p>
<h3>Câmbio e cenário externo</h3>
<p>Outro ponto de atenção é o comportamento do câmbio. A expectativa para o dólar também influencia a inflação, já que a valorização da moeda americana pode encarecer produtos importados e insumos industriais.</p>
<p>O ambiente internacional, marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços de commodities, também contribui para a volatilidade das projeções econômicas.</p>
<h3>Expectativas e confiança do mercado</h3>
<p>O boletim Focus é divulgado semanalmente e reúne estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos do país. As revisões constantes refletem a percepção do mercado diante de mudanças no cenário interno e externo.</p>
<p>A elevação da previsão da inflação reforça um momento de atenção para a economia brasileira, indicando que o controle dos preços ainda é um desafio relevante para as autoridades monetárias.</p>
<h3>Cenário de atenção para consumidores</h3>
<p>Para a população, o aumento das projeções de inflação sinaliza possível continuidade da pressão no custo de vida. Produtos essenciais, como alimentos e serviços básicos, tendem a permanecer no centro das preocupações.</p>
<p>Diante desse quadro, especialistas recomendam cautela no planejamento financeiro, enquanto o país segue acompanhando os desdobramentos da política econômica e do cenário global.</p>
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		<title>Copom decide hoje sobre Selic em meio a quórum reduzido e incertezas inflacionárias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-sobre-selic-em-meio-a-quorum-reduzido-e-incertezas-inflacionarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com pressões relevantes, especialmente no setor de serviços.</p>
<p>A expectativa predominante entre analistas é de manutenção dos juros. Apesar da recente queda do dólar, que voltou a girar em torno de R$ 5,20, o Banco Central tem reiterado a necessidade de cautela diante do ambiente de incertezas econômicas. Desde setembro de 2024, a Selic foi elevada sete vezes consecutivas, permanecendo inalterada nas últimas quatro reuniões.</p>
<p>A decisão desta quarta será tomada com quórum incompleto. Os mandatos dos diretores Renato Gomes, responsável pela Organização do Sistema Financeiro, e Paulo Pichetti, de Política Econômica, expiraram ao fim de 2025. As indicações dos substitutos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva só devem ser enviadas ao Senado após o retorno do Congresso Nacional, em fevereiro.</p>
<p>Na ata da reunião anterior, realizada em dezembro, o Copom afirmou que a Selic deverá permanecer em nível elevado por um período prolongado, com o objetivo de assegurar a convergência da inflação à meta. Não houve, no entanto, sinalização clara sobre o início de um eventual ciclo de cortes.</p>
<p><strong>Inflação sob observação</strong></p>
<p>O comportamento dos preços segue no centro das atenções. O IPCA-15, prévia da inflação oficial, registrou alta de apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, exatamente no teto da meta contínua. Já o IPCA cheio de novembro será divulgado ainda nesta quarta-feira.</p>
<p>Segundo o boletim Focus mais recente, a estimativa de inflação para 2025 recuou para 4,4%, levemente abaixo do limite superior da meta, que é de 4,5%. A meta central, em vigor desde janeiro de 2025, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>No novo regime de meta contínua, a inflação passa a ser avaliada mês a mês, sempre com base no acumulado em 12 meses, o que amplia o horizonte de monitoramento da política monetária e reduz a dependência do índice fechado de dezembro.</p>
<p><strong>Função da Selic</strong></p>
<p>A Selic é a principal ferramenta do Banco Central para controlar a inflação. Juros mais altos encarecem o crédito, desestimulam o consumo e a produção e ajudam a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, taxas elevadas por períodos prolongados tendem a frear o crescimento econômico.</p>
<p>A decisão do Copom será anunciada no início da noite. O mercado acompanha atentamente o comunicado e, principalmente, o tom adotado pelo Banco Central, em busca de sinais sobre quando poderá começar um ciclo de flexibilização monetária.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-406-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025. Apesar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025.</p>
<p>Apesar do pequeno ajuste, o boletim indica estabilidade em três das quatro principais projeções acompanhadas pelo mercado. A inflação foi o único indicador a registrar mudança, interrompendo uma sequência de oito semanas consecutivas de queda nas estimativas. Há quatro semanas, a projeção para o IPCA de 2026 era de 4,16%.</p>
<p>Para os anos seguintes, o cenário permanece inalterado há nove semanas. A inflação projetada é de 3,80% em 2027 e de 3,50% em 2028, níveis próximos ao centro da meta estabelecida para o médio prazo.</p>
<h3>Meta de inflação segue no radar</h3>
<p>A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. A prévia da inflação oficial de dezembro, medida pelo IPCA-15, foi de 0,25%, levando o acumulado em 12 meses a 4,41%, dentro do limite da meta.</p>
<p>Esse foi o segundo mês consecutivo em que a inflação acumulada permaneceu dentro da margem de tolerância. Em novembro, o índice havia recuado para 4,5%, após ter permanecido acima do teto desde janeiro. O pico do período ocorreu em abril, quando o acumulado chegou a 5,49%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>PIB mantém projeção de crescimento moderado</h3>
<p>As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) seguem estáveis. O mercado financeiro projeta crescimento de 1,8% para a economia brasileira em 2026, mesmo percentual esperado para 2027. Para 2028, a expectativa é de uma expansão um pouco maior, de 2%.</p>
<h3>Câmbio e Selic permanecem estáveis</h3>
<p>No câmbio, a projeção é de que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, valor que não sofre alterações há 12 semanas. Para 2027, a estimativa também é de R$ 5,50, enquanto para 2028 o mercado projeta R$ 5,52.</p>
<p>Já a taxa básica de juros (Selic), que fechou 2025 em 15% ao ano, deve iniciar um ciclo de queda ao longo de 2026, recuando para 12,25%. Para 2027, a expectativa é de 10,50%, e para 2028, de 9,75%.</p>
<p>A Selic está no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. Após cair para 10,5% em maio do ano passado, a taxa voltou a subir em setembro de 2024, alcançando novamente 15% na reunião de junho de 2025, nível mantido desde então.</p>
<p>Segundo o Banco Central, a elevação da Selic tem como objetivo conter a demanda aquecida, encarecendo o crédito e estimulando a poupança, o que ajuda a controlar a inflação. Por outro lado, juros mais altos tendem a dificultar a expansão da economia. Quando a taxa é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito fica mais barato, incentivando o consumo e a produção, ainda que com menor controle inflacionário.</p>
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		<item>
		<title>Juros elevados puxam economia para baixo e PIB cai 0,3% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-elevados-puxam-economia-para-baixo-e-pib-cai-03-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Juros]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país. Apesar da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país.</p>
<p>Apesar da desaceleração mensal, na comparação com outubro do ano passado o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou expansão de 1%. Já no trimestre móvel encerrado em outubro, o crescimento foi de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado de 12 meses, a economia brasileira avançou 2,3%.</p>
<p>Os dados fazem parte do Monitor do PIB, levantamento mensal produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado nesta terça-feira (16).</p>
<h3>Impacto dos juros altos</h3>
<p>Segundo a economista Juliana Trece, responsável pelo estudo, a perda de dinamismo da economia está “fortemente associada ao patamar elevado da taxa de juros”. Atualmente, a taxa Selic está em 15% ao ano, o nível mais alto desde julho de 2006, quando alcançou 15,25%.</p>
<p>Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic elevada é justificada como instrumento de combate à inflação, que só voltou ao centro da meta em novembro, após 13 meses fora do intervalo de tolerância.</p>
<p>O encarecimento do crédito provocado pelos juros altos reduz o investimento e o consumo, ajudando a conter a inflação. Em contrapartida, o efeito colateral é o esfriamento da atividade econômica, com impactos negativos sobre a geração de emprego e renda.</p>
<h3>Desempenho por setores</h3>
<p>O comportamento do PIB pode ser analisado tanto pelo lado da produção quanto pelo da demanda. Pela ótica da produção, Juliana Trece destaca que o desempenho da agropecuária e da indústria contribuiu para a retração da atividade em outubro.</p>
<p>Já pelo lado da demanda, os investimentos — medidos pela formação bruta de capital fixo — e o consumo do governo tiveram contribuição negativa para o resultado do período.</p>
<p>Na comparação do trimestre móvel encerrado em outubro com o mesmo intervalo do ano anterior, o consumo das famílias cresceu 0,5%. O avanço foi sustentado principalmente pelos serviços e pelos bens semiduráveis, enquanto o consumo de bens duráveis e não duráveis exerceu pressão negativa.</p>
<p>As exportações também tiveram papel relevante no crescimento econômico, com alta de 8,9% no trimestre móvel, impulsionadas principalmente por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. As vendas externas mantêm trajetória de crescimento desde março de 2025.</p>
<p>Em valores correntes, a FGV estima que o PIB brasileiro acumulado até outubro alcance R$ 10,53 trilhões.</p>
<h3>Indicadores e dados oficiais</h3>
<p>O Monitor do PIB é um dos principais indicadores de acompanhamento da economia nacional. Outro termômetro relevante é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que apontou queda de 0,2% de setembro para outubro e crescimento de 2,5% em 12 meses.</p>
<p>Já os dados oficiais do PIB são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 4 de dezembro, o órgão informou que a economia cresceu 0,1% no terceiro trimestre e 2,7% no acumulado de 12 meses. O resultado do quarto trimestre de 2025 será divulgado em 3 de março de 2026.</p>
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		<title>Mercado mantém trajetória de queda nas projeções de inflação para 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 16:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%. Para 2026, a expectativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%.</p>
<p>Para 2026, a expectativa de inflação está em 4,41%, mantendo-se estável nas últimas quatro semanas, enquanto para 2027 a previsão é de 4%. Apesar da tendência de desaceleração, a projeção para o próximo ano ainda está acima do teto da meta de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que fixa a meta central em 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>O IPCA acumulado em 12 meses atingiu 5,35%, configurando o sexto mês seguido acima do teto, o que exige que o presidente do BC envie uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as causas, medidas corretivas e prazos para retorno aos limites da meta.</p>
<p>A taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação, permanece projetada em 15% ao fim de 2025, pela sétima semana seguida. O Copom não descarta a possibilidade de alta, caso fatores externos, como a política comercial dos EUA, pressionem os preços. Para 2026 e 2027, a expectativa é de 12,50% e 10,50%, respectivamente.</p>
<p>O mercado também reduziu a projeção de crescimento do PIB para 2025, de 2,23% para 2,21%. Para 2026 e 2027, as estimativas permanecem em 1,87% e 1,93%. Já o dólar deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,60, e a R$ 5,70 nos dois anos seguintes.</p>
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		<title>Copom avalia manter Selic em 15% e encerrar ciclo de altas após quase um ano de elevação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 14:23:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anuncia nesta quarta-feira (30) se interromperá o ciclo de aumento da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano – o maior patamar em quase duas décadas. A expectativa do mercado é de manutenção dos juros básicos, que desde setembro do ano passado foram elevados sete [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anuncia nesta quarta-feira (30) se interromperá o ciclo de aumento da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano – o maior patamar em quase duas décadas. A expectativa do mercado é de manutenção dos juros básicos, que desde setembro do ano passado foram elevados sete vezes consecutivas para conter a inflação.</p>
<p>A taxa chegou a 10,5% entre junho e agosto do ano passado e, desde então, passou por uma sequência de aumentos: uma alta de 0,25 ponto, outra de 0,5, três elevações de 1 ponto percentual, uma de 0,5 e a última de 0,25 ponto. Segundo o boletim Focus, a previsão é que a Selic permaneça estável até o fim de 2025, com cortes apenas a partir de 2026.</p>
<p>Apesar da desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou junho em 0,24% e acumulou 5,35% em 12 meses, fatores como o aumento da energia e das passagens aéreas continuam pressionando a inflação. A projeção do Focus indica inflação de 5,09% para este ano, acima do teto da meta contínua definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento de política monetária do BC para controlar a inflação. Juros mais altos encarecem o crédito, desestimulam o consumo e ajudam a conter a alta dos preços, mas também podem frear a atividade econômica. Já reduções da taxa tornam o crédito mais barato, incentivam a produção e o consumo, podendo gerar pressão inflacionária.</p>
<p>O Copom, que se reúne a cada 45 dias, avalia cenários econômicos nacionais e internacionais para definir a taxa. Na última ata, o BC indicou que os juros permaneceriam em nível elevado por um período prolongado, dado que os núcleos de inflação seguem pressionados. A decisão será anunciada ao fim do dia.</p>
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		<title>Mercado melhora projeção para crescimento da economia em 2025 e reduz previsão de inflação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 16:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Caruica]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%.</p>
<p>Com esse cenário, o Brasil deve manter trajetória positiva no Produto Interno Bruto (PIB), após alta de 3,4% em 2024 e avanço de 1,4% no primeiro trimestre de 2025, impulsionado pelo setor agropecuário. Para os anos seguintes, as projeções indicam crescimento de 1,81% em 2026 e 2% tanto em 2027 quanto em 2028.</p>
<p>Apesar da leve redução, a expectativa de inflação para 2025 segue acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com tolerância de até 4,5%. O IPCA acumulado em 12 meses está em 5,53%, pressionado por alimentos e medicamentos, segundo o IBGE.</p>
<p><strong>Selic segue alta, com perspectiva de queda só a partir de 2026</strong></p>
<p>A taxa básica de juros (Selic) permanece em 14,75% ao ano — nível mantido pelo Banco Central diante das incertezas econômicas e da pressão inflacionária. O mercado acredita que a taxa se manterá nesse patamar até o fim de 2025, com expectativa de redução gradual: 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>O dólar, por sua vez, deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,80 e subir para R$ 5,89 até o fim de 2026.</p>
<p>A política monetária segue em ritmo de cautela, com o Copom indicando prudência nas próximas decisões, enquanto o país busca equilíbrio entre controle da inflação e estímulo à atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mercado eleva projeção do PIB para 2025, mas inflação segue acima da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 14:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%. A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%.</p>
<p>A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta crescimento de 1,7% em 2026 e 2% em 2027 e 2028.</p>
<p>Em 2024, o Brasil já havia registrado uma expansão de 3,4%, o maior avanço desde 2021, quando o PIB cresceu 4,8%. Foi o quarto ano seguido de crescimento da atividade econômica.</p>
<h3>Inflação preocupa</h3>
<p>Apesar do otimismo moderado com o crescimento, o mercado reduziu ligeiramente a expectativa de inflação para 2025, que caiu de 5,51% para 5,5%, ainda acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%. A meta central é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Para os anos seguintes, o Boletim Focus prevê desaceleração inflacionária: 4,5% em 2026, 4% em 2027 e 3,8% em 2028. No acumulado de 12 meses até abril de 2024, o IPCA soma 5,53%, pressionado por itens como alimentos e medicamentos, mesmo com desaceleração nos últimos dois meses.</p>
<h3>Juros em alta</h3>
<p>Para conter a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 14,75% ao ano, após seis altas consecutivas. A decisão foi influenciada por incertezas no cenário global e pelo encarecimento de alimentos e energia. O BC afirmou que o ambiente permanece incerto e exige prudência nas próximas decisões.</p>
<p>O mercado projeta que a Selic permaneça em 14,75% até o fim de 2025, caindo para 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>A política de juros altos busca esfriar a demanda e conter a inflação, mas também pode desacelerar a economia ao tornar o crédito mais caro e desestimular o consumo.</p>
<h3>Dólar em alta</h3>
<p>Outro indicador que chama atenção é a previsão de câmbio: o mercado estima que o dólar feche 2024 em R$ 5,82 e chegue a R$ 5,90 no fim de 2026, refletindo a percepção de risco e a política monetária nos Estados Unidos.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o desafio do governo e do Banco Central será equilibrar crescimento econômico com controle dos preços, em um cenário que segue marcado por volatilidade interna e externa.</p>
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