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	<title>Segurança Pública &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Segurança Pública &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo lança programa para reforçar combate ao crime organizado na Amazônia e nas fronteiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-programa-para-reforcar-combate-ao-crime-organizado-na-amazonia-e-nas-fronteiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou a criação do programa Território Seguro, Amazônia Soberana, iniciativa voltada ao enfrentamento do crime organizado na Amazônia Legal e em regiões de fronteira do país. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e prevê ações integradas contra tráfico de drogas, lavagem de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a criação do programa Território Seguro, Amazônia Soberana, iniciativa voltada ao enfrentamento do crime organizado na Amazônia Legal e em regiões de fronteira do país. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e prevê ações integradas contra tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, garimpo ilegal e outros crimes associados à atuação de facções criminosas.</p>
<p>O programa terá foco especial em áreas indígenas, comunidades tradicionais e municípios considerados estratégicos para rotas criminosas. Segundo o governo, a proposta busca ampliar a presença do Estado em regiões vulneráveis, fortalecendo operações de inteligência, monitoramento territorial e repressão qualificada.</p>
<p>A iniciativa integra o plano nacional Brasil Contra o Crime Organizado e contará com investimento inicial de R$ 209 milhões. Nesta primeira etapa, as ações serão concentradas em 42 municípios distribuídos entre Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Paraná.</p>
<p>Entre os objetivos anunciados pelo Ministério da Justiça estão a desarticulação de organizações criminosas, redução da violência, combate ao recrutamento de jovens por facções e fortalecimento da cooperação entre forças de segurança federais e estaduais. O programa também prevê medidas de inclusão social, incentivo a atividades econômicas sustentáveis e reinserção produtiva de populações vulneráveis.</p>
<p>As operações serão coordenadas pelo Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal, com apoio de um comitê gestor formado por representantes do governo federal e órgãos de segurança pública. A estratégia inclui ainda o uso de tecnologias de monitoramento e análise de dados para rastrear movimentações financeiras e logísticas de grupos criminosos.</p>
<p>Durante o lançamento do programa em Manaus, o ministro da Justiça, Wellington Lima, afirmou que o enfrentamento ao crime organizado exige atuação conjunta entre os estados e o governo federal. “Enquanto os estados agiam separados, as facções atuavam em rede”, declarou.</p>
<p>A secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado, destacou que a nova política busca integrar segurança pública, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. “Hoje, sabemos que repressão qualificada, proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e garantia de direitos precisam caminhar juntos”, afirmou.</p>
<p>O governo também anunciou a criação de força-tarefa com apoio da Interpol para ampliar o combate a organizações criminosas transnacionais que atuam nas áreas de fronteira da Amazônia.</p>
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		<title>Movimento Mães de Maio articula proposta de lei nacional contra violência policial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/movimento-maes-de-maio-articula-proposta-de-lei-nacional-contra-violencia-policial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos Crimes de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento Mães de Maio apresentou uma proposta legislativa voltada ao enfrentamento da violência policial e à proteção de familiares de vítimas de ações do Estado. A iniciativa busca criar mecanismos permanentes de assistência social, reparação e acolhimento para mães e parentes atingidos pela violência institucional em diferentes regiões do país. Criado após os chamados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento Mães de Maio apresentou uma proposta legislativa voltada ao enfrentamento da violência policial e à proteção de familiares de vítimas de ações do Estado. A iniciativa busca criar mecanismos permanentes de assistência social, reparação e acolhimento para mães e parentes atingidos pela violência institucional em diferentes regiões do país.</p>
<p>Criado após os chamados Crimes de Maio de 2006, em São Paulo, o movimento se tornou uma das principais referências nacionais na denúncia da letalidade policial e da impunidade em casos envolvendo agentes de segurança pública. Naquele período, uma onda de confrontos e execuções deixou ao menos 564 mortos e 110 feridos em várias cidades paulistas, segundo levantamentos citados por entidades de direitos humanos. A maior parte das vítimas era formada por jovens negros e moradores das periferias.</p>
<p>A proposta defendida pelo grupo ficou conhecida como “Lei Mães de Maio”. O texto prevê a criação de um programa nacional de enfrentamento aos impactos causados pela violência institucional, incluindo apoio psicológico, assistência social e medidas de proteção para familiares de vítimas e sobreviventes de ações violentas praticadas por agentes do Estado.</p>
<figure id="attachment_90584" aria-describedby="caption-attachment-90584" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90584" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Débora Maria da Silva é uma das fundadoras do movimento Mães de Maio, rede formada por mães, familiares e amigos de vítimas da violência do Estado - Paulo Pinto/Agência Brasil" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-90584" class="wp-caption-text">Débora Maria da Silva é uma das fundadoras do movimento Mães de Maio, rede formada por mães, familiares e amigos de vítimas da violência do Estado &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>As integrantes do movimento afirmam que muitas famílias enfrentam não apenas a perda dos filhos e parentes, mas também dificuldades financeiras, adoecimento emocional e falta de apoio estatal após os episódios de violência. Segundo o grupo, o objetivo da proposta é impedir a revitimização dessas famílias e garantir políticas públicas permanentes de reparação e memória.</p>
<p>A fundadora do movimento, Débora Silva Maria, transformou a morte do filho, Edson Rogério Silva dos Santos, assassinado em maio de 2006 na Baixada Santista, em uma mobilização nacional por justiça e direitos humanos. Desde então, o coletivo passou a reunir mães e familiares de vítimas de violência policial em diferentes estados brasileiros.</p>
<p>Além da proposta legislativa, o movimento tem atuado em diversas frentes nacionais e internacionais. Recentemente, organizações ligadas ao grupo encaminharam denúncias à Organização das Nações Unidas cobrando providências do Estado brasileiro em relação aos Crimes de Maio e à continuidade da violência policial no país. As entidades pedem reconhecimento oficial das violações de direitos humanos, responsabilização dos envolvidos e medidas para reduzir a letalidade policial.</p>
<p>Entre as reivindicações apresentadas estão o fortalecimento do controle externo das polícias, criação de políticas de redução da violência policial, reparação às famílias das vítimas e reconhecimento dos Crimes de Maio como graves violações de direitos humanos. O movimento também defende que os casos sejam considerados imprescritíveis, permitindo a continuidade das investigações e eventuais responsabilizações judiciais.</p>
<p>Especialistas em direitos humanos avaliam que o debate sobre violência institucional ganhou maior visibilidade nos últimos anos diante do aumento das operações policiais letais em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Pesquisadores apontam que o Brasil segue registrando elevados índices de mortes decorrentes de intervenção policial, principalmente em áreas periféricas e comunidades vulneráveis.</p>
<p>Para o movimento Mães de Maio, a proposta de lei representa uma tentativa de transformar o luto das famílias em instrumento de mobilização social e construção de políticas públicas voltadas à prevenção da violência de Estado e à garantia de direitos para as vítimas e seus familiares.</p>
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		<title>Especialista aponta permanência de práticas da ditadura na segurança pública brasileira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/especialista-aponta-permanencia-de-praticas-da-ditadura-na-seguranca-publica-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema de segurança pública brasileiro ainda carrega estruturas, métodos e práticas originados durante o período da ditadura militar, segundo análises de especialistas da área. A avaliação reforça o debate sobre a permanência de modelos de atuação policial marcados pela militarização, pela violência institucional e pela dificuldade de controle externo das corporações. Pesquisadores e estudiosos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de segurança pública brasileiro ainda carrega estruturas, métodos e práticas originados durante o período da ditadura militar, segundo análises de especialistas da área. A avaliação reforça o debate sobre a permanência de modelos de atuação policial marcados pela militarização, pela violência institucional e pela dificuldade de controle externo das corporações.</p>
<p>Pesquisadores e estudiosos da segurança pública afirmam que, mesmo após a redemocratização do país, parte significativa da estrutura policial brasileira permaneceu praticamente inalterada. Entre os pontos mais criticados estão a lógica de enfrentamento baseada na ideia de “guerra ao inimigo”, a autonomia excessiva de determinados setores das forças policiais e a ausência de mecanismos mais rígidos de fiscalização e responsabilização.</p>
<p>De acordo com especialistas, a Constituição Federal de 1988 preservou elementos do modelo implantado durante o regime militar, especialmente na organização das polícias militares estaduais. A manutenção dessa estrutura teria contribuído para consolidar práticas operacionais centradas no confronto armado e no uso frequente da força letal em territórios periféricos e comunidades vulneráveis.</p>
<p>Outro aspecto destacado é a dificuldade dos governos estaduais em exercer controle efetivo sobre as corporações policiais. Pesquisadores apontam que as instituições possuem elevado grau de autonomia interna, o que limita mudanças profundas na política de segurança pública e dificulta a implementação de estratégias voltadas à prevenção da violência e à proteção de direitos civis.</p>
<p>O debate também envolve críticas ao sistema fragmentado de segurança pública do Brasil. Especialistas argumentam que a falta de integração entre órgãos de investigação, policiamento ostensivo, inteligência e sistema penitenciário compromete a eficiência das ações e favorece disputas institucionais. Para estudiosos do setor, o país ainda não conseguiu consolidar um modelo nacional articulado e alinhado aos princípios democráticos.</p>
<p>As discussões ganharam força nos últimos anos diante do aumento das operações policiais letais e das denúncias de abusos cometidos por agentes de segurança. Organizações de direitos humanos e pesquisadores afirmam que a cultura institucional herdada da ditadura contribui para a naturalização da violência policial e da impunidade em casos de mortes durante operações.</p>
<p>Especialistas também defendem a ampliação de mecanismos de transparência, controle externo e formação humanizada dos agentes de segurança como caminhos para modernizar o sistema brasileiro. Entre as propostas debatidas estão a revisão do modelo militarizado das polícias, maior integração entre forças de segurança e investimentos em inteligência e prevenção social da violência.</p>
<p>Para estudiosos da área, o desafio do Brasil não se resume ao combate à criminalidade, mas envolve também a construção de um sistema de segurança compatível com os princípios do Estado democrático de direito, capaz de garantir proteção à população sem reproduzir práticas autoritárias do passado.</p>
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		<title>Entidades repudiam morte de médica durante ação da PM no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entidades-repudiam-morte-de-medica-durante-acao-da-pm-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Diversas instituições se manifestaram contra a morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, baleada durante uma abordagem da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, na noite de domingo (15), no bairro de Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com informações da corporação, os agentes teriam confundido o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diversas instituições se manifestaram contra a morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, baleada durante uma abordagem da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, na noite de domingo (15), no bairro de Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com informações da corporação, os agentes teriam confundido o veículo da médica com o de criminosos que atuavam na região. A vítima foi atingida dentro do próprio carro e morreu no local.</p>
<p>A repercussão do caso mobilizou entidades médicas e organizações públicas. O Ministério da Saúde destacou a trajetória da profissional, que atuava há quase duas décadas no Instituto Nacional de Câncer (INCA), especialmente no atendimento humanizado a pacientes oncológicos.</p>
<p>Já o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) manifestou indignação e cobrou apuração rigorosa dos fatos, ressaltando a preocupação com a insegurança enfrentada diariamente por profissionais de saúde e pela população.</p>
<p>A Associação dos Funcionários do Instituto Nacional de Câncer também lamentou a morte e destacou o legado da médica, marcado pela dedicação ao serviço público e aos pacientes.</p>
<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, se pronunciou nas redes sociais, questionando a recorrência de episódios de violência e a falta de políticas públicas eficazes na área de segurança.</p>
<p><strong>Investigação em andamento</strong></p>
<p>A Polícia Militar informou que os agentes envolvidos utilizavam câmeras corporais e foram afastados das funções. Um procedimento interno foi instaurado, e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.</p>
<p>A morte de Andréa Marins Dias reacende o debate sobre violência policial e protocolos de abordagem, além de gerar forte comoção entre profissionais da saúde e entidades de direitos humanos no estado.</p>
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		<title>Pesquisa revela que segurança, moradia e saúde lideram prioridades nas favelas brasileiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-que-seguranca-moradia-e-saude-lideram-prioridades-nas-favelas-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:24:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Data Favela]]></category>
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		<category><![CDATA[Saneamento básico]]></category>
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					<description><![CDATA[Segurança pública, acesso à moradia digna e serviços de saúde de qualidade aparecem como as principais demandas de moradores de favelas no Brasil. É o que revela a pesquisa “Sonhos da Favela”, realizada pelo Data Favela com 4.471 pessoas maiores de 18 anos, em comunidades das cinco regiões do país, com foco especial nos estados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segurança pública, acesso à moradia digna e serviços de saúde de qualidade aparecem como as principais demandas de moradores de favelas no Brasil. É o que revela a pesquisa “Sonhos da Favela”, realizada pelo Data Favela com 4.471 pessoas maiores de 18 anos, em comunidades das cinco regiões do país, com foco especial nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.</p>
<p>O estudo foi conduzido entre os dias 11 e 16 de dezembro de 2025 e traça um retrato detalhado de uma população majoritariamente jovem, negra e economicamente ativa, mas que segue enfrentando desafios históricos ligados à infraestrutura, ao acesso a direitos e à segurança. A proposta da pesquisa é ampliar o debate público e provocar governos, empresas e a sociedade a encarar de forma mais direta as desigualdades que impactam o cotidiano das favelas.</p>
<p>Ao projetarem o futuro de suas famílias para 2026, os entrevistados apontaram a melhoria da moradia como principal objetivo (31%). Na sequência aparecem o desejo por acesso a uma saúde de qualidade (22%), a entrada dos filhos na universidade (12%) e a garantia de segurança alimentar (10%). Os dados indicam que as aspirações estão diretamente ligadas à dignidade básica e à estabilidade.</p>
<figure id="attachment_88580" aria-describedby="caption-attachment-88580" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-88580" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Complexo-da-Penha-na-zona-norte-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Complexo Da Penha, Na Zona Norte Da Cidade Do Rio De Janeiro - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Complexo-da-Penha-na-zona-norte-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Complexo-da-Penha-na-zona-norte-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Complexo-da-Penha-na-zona-norte-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Complexo-da-Penha-na-zona-norte-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-88580" class="wp-caption-text">Complexo da Penha, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Para a copresidente do Data Favela, Cléo Santana, o levantamento vai além de números. Segundo ela, ouvir moradores de favela é um gesto de reconhecimento e reparação histórica. “Favela não é apenas problema ou estatística. É um espaço de inteligência coletiva, cultura, empreendedorismo e estratégias reais de prosperidade”, avalia. A dirigente destaca ainda que construir dados a partir da vivência local contribui para políticas públicas mais eficazes e para uma representação mais justa das periferias na mídia.</p>
<h3>Perfil da população entrevistada</h3>
<p>A pesquisa mostra que 58% dos entrevistados têm entre 30 e 49 anos, enquanto 25% estão na faixa de 18 a 29 anos. Pessoas com mais de 50 anos representam 17% da amostra. As mulheres são maioria, com cerca de 60% dos respondentes, e 75% se identificam como heterossexuais.</p>
<p>Em relação à raça, oito em cada dez moradores de favela se reconhecem como negros: 49% se declaram pardos e 33% pretos. Pessoas brancas correspondem a 15%. No campo educacional, 35% concluíram o ensino médio, 11% têm ensino superior completo e apenas 5% chegaram à pós-graduação.</p>
<p>A renda também evidencia a vulnerabilidade social: cerca de 60% sobrevivem com até um salário mínimo por mês. Outros 27% recebem entre R$ 1.521 e R$ 3.040, enquanto apenas 15% estão acima dessa faixa. No mercado de trabalho, 30% possuem carteira assinada, 34% atuam na informalidade, 17% estão desempregados e 8% fora da força de trabalho.</p>
<p>Mais da metade dos entrevistados (56%) afirma não receber nenhum tipo de benefício governamental. Entre os que recebem, o Bolsa Família/Auxílio Brasil é o mais citado, alcançando 29% dos participantes.</p>
<h3>Infraestrutura e serviços básicos</h3>
<p>Quando questionados sobre as mudanças prioritárias nos territórios onde vivem, os moradores apontaram o saneamento básico como a principal necessidade (26%), seguido por melhorias na educação (22%), na saúde (20%) e no transporte público (13%). O meio ambiente também aparece entre as preocupações, citado por 7% dos entrevistados.</p>
<figure id="attachment_88581" aria-describedby="caption-attachment-88581" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-88581" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Falta-de-saneamento-basico-no-Complexo-da-Mare-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C531&#038;ssl=1" alt="Falta De Saneamento Básico No Complexo Da Maré - Expresso Carioca" width="754" height="531" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Falta-de-saneamento-basico-no-Complexo-da-Mare-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Falta-de-saneamento-basico-no-Complexo-da-Mare-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Falta-de-saneamento-basico-no-Complexo-da-Mare-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Falta-de-saneamento-basico-no-Complexo-da-Mare-Expresso-Carioca.webp?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Falta-de-saneamento-basico-no-Complexo-da-Mare-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C528&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-88581" class="wp-caption-text">Falta de saneamento básico no Complexo da Maré &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>As opções de esporte, lazer e cultura dentro das comunidades foram avaliadas de forma crítica: 35% consideram esses serviços ruins ou muito ruins, enquanto 32% os classificam como regulares, revelando carência de políticas públicas voltadas ao bem-estar social.</p>
<h3>Raça, gênero e desigualdade</h3>
<p>A pesquisa também expõe como o racismo segue impactando oportunidades. Cerca de 50% dos entrevistados afirmam que a cor da pele interfere no acesso ao trabalho. Entre as mulheres, os desafios se agravam: sete em cada dez apontam a violência doméstica e o feminicídio como os principais problemas enfrentados nas favelas.</p>
<figure id="attachment_88582" aria-describedby="caption-attachment-88582" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-88582" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Favela-de-Paraisopolis-na-capital-paulista-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Favela De Paraisópolis, Na Capital Paulista - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Favela-de-Paraisopolis-na-capital-paulista-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Favela-de-Paraisopolis-na-capital-paulista-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Favela-de-Paraisopolis-na-capital-paulista-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/05-Favela-de-Paraisopolis-na-capital-paulista-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-88582" class="wp-caption-text">Favela de Paraisópolis, na capital paulista &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Outras dificuldades citadas incluem a falta de emprego e renda (43%) e a ausência de apoio no cuidado com os filhos (37%). Questionadas sobre quais políticas públicas seriam mais urgentes para as mulheres, as respostas destacaram programas de inserção no mercado de trabalho (62%), campanhas de combate ao machismo (44%), serviços de atendimento 24 horas, como delegacias especializadas (43%), e ações voltadas à saúde da mulher (39%).</p>
<h3>Segurança pública e medo cotidiano</h3>
<p>A sensação de insegurança aparece como um dos pontos mais sensíveis do levantamento. Ao serem perguntados sobre quais instituições confiam para protegê-los da violência, 36% responderam “nenhuma”. A Polícia Militar foi citada por 27%, a Polícia Civil por 11% e 7% afirmaram confiar em facções locais.</p>
<p>A presença policial nas favelas divide opiniões: 25% dizem que ela não altera a sensação de segurança, 22% afirmam se sentir mais protegidos, enquanto 13% relatam medo e insegurança. Um dado considerado emblemático pelos pesquisadores é o silêncio: 24% preferiram não responder à pergunta.</p>
<p>Segundo Cléo Santana, o principal desejo revelado pela pesquisa — poder ir e vir com tranquilidade, citado por 47% dos entrevistados — mostra que o futuro ainda é pensado a partir da lógica da sobrevivência. “Pesquisas como essa funcionam como um megafone para amplificar a voz que a favela já tem, mas que muitas vezes não é ouvida”, conclui.</p>
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		<title>PF prende homem por divulgar pornografia infantil na dark web em operação no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-prende-homem-por-divulgar-pornografia-infantil-na-dark-web-em-operacao-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:37:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dark web]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Miopia]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Pornografia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira (22) um homem suspeito de integrar uma organização criminosa internacional dedicada à disseminação de pornografia infantil na dark web. A prisão ocorreu durante a Operação Miopia, deflagrada no bairro de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. O investigado participava ativamente de fóruns virtuais que conectavam abusadores sexuais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira (22) um homem suspeito de integrar uma organização criminosa internacional dedicada à disseminação de pornografia infantil na dark web. A prisão ocorreu durante a Operação Miopia, deflagrada no bairro de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.</p>
<p>O investigado participava ativamente de fóruns virtuais que conectavam abusadores sexuais de diversos países, segundo as investigações. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os agentes encontraram oito computadores, quatro celulares e dezenas de mídias de armazenamento — todo o material será submetido à perícia técnica criminal.</p>
<p>A ação é resultado de uma cooperação policial internacional, devido ao alcance global dos fóruns investigados. De acordo com a PF, há indícios de que o homem produzia, compartilhava e armazenava grande volume de conteúdo ilícito envolvendo crianças e adolescentes. Ele deve responder pelos crimes de organização criminosa, produção e disseminação de material pornográfico infantojuvenil, além de possíveis crimes de aliciamento e estupro de vulnerável.</p>
<p>A dark web, onde o conteúdo era compartilhado, é uma área da internet não rastreável por mecanismos de busca tradicionais e acessível apenas por navegadores específicos, o que facilita o anonimato e o uso criminoso do ambiente.</p>
<p>A Polícia Federal aproveitou a operação para reforçar o alerta a pais e responsáveis sobre a importância da educação digital e da vigilância ativa sobre o comportamento online de crianças e adolescentes.</p>
<blockquote><p>“A prevenção é a maneira mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar de crianças e adolescentes. A informação contínua pode salvar vidas”, destacou a PF em nota.</p></blockquote>
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		<title>Polícia do Rio inicia segunda fase de devolução de celulares roubados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-do-rio-inicia-segunda-fase-de-devolucao-de-celulares-roubados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 20:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Celular Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Rastreio]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de celular]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro começou a segunda etapa da devolução de celulares roubados ou furtados, recuperados na Operação Rastreio. Cerca de 1,4 mil aparelhos serão restituídos aos legítimos donos nesta fase. As vítimas estão sendo contatadas por telefone ou WhatsApp, por números oficiais das delegacias, com orientações sobre data e local para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro começou a segunda etapa da devolução de celulares roubados ou furtados, recuperados na Operação Rastreio. Cerca de 1,4 mil aparelhos serão restituídos aos legítimos donos nesta fase.</p>
<p>As vítimas estão sendo contatadas por telefone ou WhatsApp, por números oficiais das delegacias, com orientações sobre data e local para a retirada dos dispositivos. A entrega ocorrerá ainda neste mês, em pontos como a Cidade da Polícia, no Rio, e delegacias em várias cidades da região metropolitana e interior.</p>
<p>Desde maio, a operação já apreendeu mais de 4,7 mil celulares. Parte dos aparelhos segue em perícia, enquanto as investigações continuam para identificar outros proprietários.</p>
<h3>Receptação e investigação</h3>
<p>Na primeira fase, em junho, cerca de 3 mil pessoas que estavam em posse de celulares produtos de crime foram notificadas a devolver voluntariamente os dispositivos em 72 horas. Quase mil compareceram às delegacias para devolução. Quem não entregou passou a ser investigado por receptação. Mais de 260 pessoas já foram presas.</p>
<p>Para evitar problemas, a polícia recomenda que consumidores só comprem celulares em lojas confiáveis, exijam nota fiscal e desconfiem de preços muito abaixo do mercado.</p>
<blockquote><p><em>“O celular em suas mãos pode ter custado uma vida”, reforçou a Polícia Civil em nota.</em></p></blockquote>
<h3>Onde retirar ou entregar</h3>
<p>Na capital, as devoluções e entregas voluntárias podem ser feitas na Cidade da Polícia (zona norte).<br />
Na região metropolitana, os pontos são:</p>
<ul>
<li>52ª DP — Nova Iguaçu</li>
<li>55ª DP — Queimados</li>
<li>59ª DP — Duque de Caxias</li>
<li>65ª DP — Magé</li>
<li>74ª DP — Alcântara</li>
<li>76ª DP — Niterói</li>
</ul>
<p>No interior, a entrega pode ser feita nas delegacias locais.</p>
<p>Desde o início de julho também está disponível o app Celular Seguro RJ, que permite cadastrar o IMEI e consultar restrições dos aparelhos antes de comprar ou vender.</p>
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		<item>
		<title>Governo lança cadastro nacional para checar celulares roubados ou extraviados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-cadastro-nacional-para-checar-celulares-roubados-ou-extraviados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 10:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Celular Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da Justiça e Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou nesta segunda-feira (14) o Cadastro Nacional de Celulares com Restrição (CNCR), nova ferramenta para ajudar consumidores a identificar celulares com registro de roubo, furto ou extravio. Integrada ao programa Celular Seguro, a base unifica informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e já conta com mais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou nesta segunda-feira (14) o Cadastro Nacional de Celulares com Restrição (CNCR), nova ferramenta para ajudar consumidores a identificar celulares com registro de roubo, furto ou extravio.</p>
<p>Integrada ao programa Celular Seguro, a base unifica informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e já conta com mais de 2,6 milhões de registros.</p>
<p>O cadastro pode ser consultado gratuitamente no aplicativo Celular Seguro, disponível para Android e iOS, e é voltado especialmente para quem pretende comprar um aparelho de segunda mão. Basta inserir o número do IMEI — a identificação única do celular — para saber se há alguma restrição.</p>
<blockquote><p><em>“O cidadão tem o direito de saber se o celular que está comprando é roubado ou não. O cadastro é uma garantia ao cidadão. Com ele, a ferramenta Celular Seguro segue oferecendo mais segurança aos brasileiros na hora de adquirir um bem tão essencial na vida cotidiana como é o telefone móvel nos dias de hoje”,</em> disse o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto.</p></blockquote>
<p>Para o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, a nova base também ajuda no combate ao crime organizado: <em>“Essa é uma ação que vai além da recuperação de um celular roubado ou furtado. É uma ação de prevenção que protege o cliente antes mesmo de ele adquirir o telefone”</em>, afirmou.</p>
<h3>Como consultar</h3>
<ul>
<li>Baixe o app Celular Seguro (Android ou iOS)</li>
<li>Na tela inicial, escolha a opção Celulares com Restrição</li>
<li>Digite o número do IMEI (15 dígitos) ou use a câmera para ler o código de barras</li>
<li>Para ver o IMEI no aparelho, digite *#06# no teclado de chamadas</li>
</ul>
<p>Se não houver registro, o sistema confirma que o aparelho está liberado para uso.</p>
<p>A iniciativa visa reduzir a receptação de celulares roubados e dar mais segurança ao consumidor na compra de usados.</p>
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		<item>
		<title>Lula defende PEC da Segurança e reafirma que não decretará GLO nos estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-defende-pec-da-seguranca-e-reafirma-que-nao-decretara-glo-nos-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 18:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[GLO]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Tupi FM]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (20), que não pretende decretar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para reforçar a segurança pública nos estados e defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O projeto, que ainda está em análise na Casa Civil, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (20), que não pretende decretar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para reforçar a segurança pública nos estados e defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O projeto, que ainda está em análise na Casa Civil, busca ampliar o papel da União no combate à criminalidade, mantendo a autonomia dos governadores sobre as polícias civil e militar.</p>
<p>Durante entrevista à Rádio Tupi FM, do Rio de Janeiro, Lula explicou que, apesar de pedidos de governadores para o uso das Forças Armadas em operações de segurança, ele não vê essa alternativa como eficaz. “A GLO que foi feita no Rio de Janeiro custou mais de R$ 2 bilhões e não resolveu quase nada. Queremos uma participação ativa da União, mas de forma complementar, em conjunto com os estados, para resolver definitivamente a questão da segurança”, declarou.</p>
<p>A PEC pretende estabelecer até que ponto a União pode intervir na segurança pública, definindo o papel da Polícia Federal e da Força Nacional. Além disso, prevê a criação de um fundo específico para apoiar tanto as forças policiais estaduais quanto o sistema penitenciário.</p>
<h3><strong>Câmeras Corporais e Redução da Letalidade Policial</strong></h3>
<p>Outro tema abordado pelo presidente foi a necessidade de reduzir a violência policial em comunidades carentes. Lula defendeu o uso obrigatório de câmeras corporais nos uniformes dos policiais militares como forma de monitorar a conduta durante operações.</p>
<p>“Não podemos entrar na favela só para matar pessoas. Queremos que os policiais usem câmeras para sabermos se houve violência antes de qualquer ação. O tiro tem que ser a última alternativa”, afirmou.</p>
<p>O presidente destacou que, em confrontos, fatalidades podem ocorrer, mas ressaltou que a violência não pode ser atribuída exclusivamente à polícia. “Precisamos aprovar essa PEC para estabelecer o papel do Estado na segurança pública”, reforçou.</p>
<h3><strong>Violência no Rio de Janeiro e Propostas para Contenção do Crime</strong></h3>
<p>A entrevista ocorre em um momento de aumento da criminalidade na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Um relatório recente do Instituto Fogo Cruzado aponta crescimento no número de tiroteios, vítimas de balas perdidas e baleados em assaltos na capital fluminense e em municípios vizinhos.</p>
<p>Lula enfatizou que é preciso reavaliar a atuação das forças de segurança, evitando que a polícia seja vista apenas como uma força repressora nas favelas. “Não podemos permitir que esse ‘bangue-bangue’ continue no Rio de Janeiro. A polícia deve estar constantemente presente no cotidiano das comunidades, não apenas em ações pontuais e violentas”, concluiu.</p>
<p>A PEC da Segurança Pública será enviada ao Congresso Nacional nos próximos meses, onde será debatida com parlamentares e governadores. A expectativa do governo é que a proposta traga avanços na cooperação entre União e estados no enfrentamento ao crime organizado.</p>
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		<title>Justiça militar absolve policiais que tinham levado homem amarrado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-militar-absolve-policiais-que-tinham-levado-homem-amarrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 16:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Homem amarrado por corda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo absolveu seis policiais militares (PMs) acusados de tortura contra um civil. O caso ganhou notoriedade pois vídeos da condução de Robson Rodrigo Francisco amarrado pelas costas, em situação que lembra o método de tortura conhecido por pau-de-arara se tornaram públicas e foram criticadas por parlamentares. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo absolveu seis policiais militares (PMs) acusados de tortura contra um civil. O caso ganhou notoriedade pois vídeos da condução de Robson Rodrigo Francisco amarrado pelas costas, em situação que lembra o método de tortura conhecido por pau-de-arara se tornaram públicas e foram criticadas por parlamentares. O rapaz foi carregado amarrado por uma corda e uma camisa. Segundo a defesa dos militares a medida foi necessária para evitar que ele machucasse a si e a outras pessoas, incluindo os policiais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A sentença, tornada pública ontem, foi decisão do juiz Ronaldo João Roth e considerou a denúncia improcedente, afirmando que os policiais cumpriram o protocolo do batalhão, ao conduzirem o rapaz preso em flagrante por furto ao hospital, antes de levá-lo ao Distrito Policial (DP): &#8220;agiram, pois, os acusados nos fatos da denúncia sem dolo, visando preservar a integridade física do civil Robson, que por isso foi levado ao pronto socorro antes da apresentação da prisão em flagrante do civil no DP&#8221;. Assim, para o juiz, os PMs &#8220;agiram no estrito cumprimento do dever legal&#8221;.</p>
<p>O caso ocorreu em junho de 2023, após o furto de duas caixas de chocolate em um supermercado, reconhecido por Robson diante da justiça dois meses depois.</p>
<p>A defesa de Robson também ingressou na justiça comum, pedindo indenização por tortura. O julgamento dessa ação ainda não tem data prevista, segundo o advogado de Robson, José Luiz de Oliveira Junior.
</p></div>
</div>
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