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	<title>Segurança Alimentar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Segurança Alimentar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mais de 60% das famílias em favelas enfrentam insegurança alimentar no Brasil, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo recente revelou que a insegurança alimentar segue como um dos principais desafios nas favelas brasileiras. De acordo com pesquisa do Instituto Desiderata, 60,7% das famílias que vivem nesses territórios enfrentam algum nível de dificuldade para garantir acesso regular a alimentos. O levantamento, intitulado Ambientes alimentares em favelas, analisou 900 domicílios em três localidades: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente revelou que a insegurança alimentar segue como um dos principais desafios nas favelas brasileiras. De acordo com pesquisa do Instituto Desiderata, 60,7% das famílias que vivem nesses territórios enfrentam algum nível de dificuldade para garantir acesso regular a alimentos.</p>
<p>O levantamento, intitulado <em>Ambientes alimentares em favelas</em>, analisou 900 domicílios em três localidades: Complexo da Maré e Caramujo, no Rio de Janeiro, e Coque, em Pernambuco. Os dados mostram que a realidade nessas regiões é marcada por limitações econômicas e estruturais que impactam diretamente a alimentação das famílias.</p>
<figure id="attachment_89854" aria-describedby="caption-attachment-89854" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89854" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Pesquisa Mostra Que Insegurança Alimentar Atinge Mais De 60% Das Famílias Em Favelas - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89854" class="wp-caption-text">Pesquisa mostra que insegurança alimentar atinge mais de 60% das famílias em favelas &#8211; Instituto Desiderata/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Além da falta de acesso adequado à comida, o estudo evidencia um fenômeno crescente: a chamada “dupla carga da má nutrição”. Isso significa que a fome convive com o excesso de peso, especialmente entre crianças. Entre aquelas com idade entre 5 e 10 anos, 34,7% apresentam sobrepeso ou obesidade, indicando um padrão alimentar baseado em produtos menos saudáveis.</p>
<p>O cenário é influenciado por diversos fatores. O preço dos alimentos aparece como uma das principais barreiras, dificultando o consumo de itens frescos e nutritivos. Ao mesmo tempo, alimentos ultraprocessados, mais baratos e acessíveis, acabam sendo consumidos com maior frequência.</p>
<p>Outro obstáculo relevante é o acesso físico aos pontos de venda. Parte significativa dos moradores precisa percorrer longas distâncias para comprar alimentos, muitas vezes a pé, o que limita ainda mais as opções disponíveis no dia a dia.</p>
<p>A pesquisa também aponta que a responsabilidade pela alimentação das famílias recai majoritariamente sobre mulheres, em sua maioria negras, evidenciando a relação entre insegurança alimentar e desigualdades sociais.</p>
<figure id="attachment_89855" aria-describedby="caption-attachment-89855" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89855" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Principais Dados Da Pesquisa Ambientes Alimentares Em Favelas - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89855" class="wp-caption-text">Principais dados da pesquisa Ambientes alimentares em favelas: percepção sobre o acesso aos alimentos de moradores de favelas brasileiras &#8211; Instituto Desiderata/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Apesar de avanços recentes nos indicadores nacionais — com queda geral da insegurança alimentar no país — especialistas alertam que os dados das favelas mostram uma realidade distinta, onde a vulnerabilidade permanece elevada e exige políticas públicas específicas e direcionadas.</p>
<p>O estudo reforça que o combate à fome nesses territórios passa não apenas pelo aumento da renda, mas também pela melhoria do acesso a alimentos de qualidade, infraestrutura urbana e ações que reduzam desigualdades históricas nas grandes cidades brasileiras.</p>
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		<title>Uma em cada dez famílias brasileiras enfrenta insegurança alimentar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança Alimentar]]></category>
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		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[A insegurança alimentar moderada ou grave atingia 7,4 milhões de famílias brasileiras (ou 9,4% do total) no último trimestre de 2023. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25). Segundo o IBGE, esses mais de 7 milhões de lares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A insegurança alimentar moderada ou grave atingia 7,4 milhões de famílias brasileiras (ou 9,4% do total) no último trimestre de 2023. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o IBGE, esses mais de 7 milhões de lares que convivem com a redução na quantidade de alimentos consumidos ou com a ruptura em seus padrões de alimentação abrigam 20,6 milhões de pessoas.</p>
<p>A metodologia da pesquisa envolve um questionário sobre a situação alimentar do domicílio nos 90 dias que antecederam a entrevista. “A gente não fala de pessoas [individualmente], a gente fala de pessoas que vivem em domicílios que têm um grau de segurança ou insegurança alimentar”, destaca o pesquisador do IBGE Andre Martins.</p>
<p>O domicílio é, então, classificado em quatro níveis, segundo a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar. O grau segurança alimentar demonstra que aquela família tem acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente.</p>
<p>De acordo com o IBGE, 56,7 milhões de famílias brasileiras (que reúnem 152 milhões de pessoas) encontram-se nessa situação.</p>
<p>O grau insegurança alimentar leve afeta 14,3 milhões de famílias (43,6 milhões de pessoas) e significa que há preocupação ou incerteza em relação aos alimentos no futuro, além de consumo de comida com qualidade inadequada de forma a não comprometer a quantidade de alimentos.</p>
<p>Já a insegurança alimentar moderada atinge 4,2 milhões de famílias (11,9 milhões de pessoas) e demonstra redução quantitativa de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre os adultos.</p>
<p>Por fim, a situação mais severa é a insegurança alimentar grave, que representa uma redução quantitativa de comida e ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre todos os moradores, incluindo as crianças. São 3,2 milhões de famílias, ou 8,7 milhões de pessoas, que se encontram nesse cenário.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<h2><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-76292" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?resize=670%2C963&#038;ssl=1" alt="Uma Em Cada Dez Famílias Brasileiras Enfrenta Insegurança Alimentar - Expresso Carioca" width="670" height="963" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?w=670&amp;ssl=1 670w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?resize=209%2C300&amp;ssl=1 209w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C216&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" />Orçamentos familiares</h2>
<p>Na comparação com o último levantamento sobre segurança alimentar, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada em 2017 e 2018, no entanto, houve uma melhora na situação.</p>
<p>O percentual de domicílios em situação de segurança alimentar subiu de 63,3% em 2017/2018 para 72,4% em 2023. Já aqueles que apresentavam insegurança alimentar moderada ou grave recuaram de 12,7% para 9,4%. A insegurança alimentar leve também caiu, de 24% para 18,2%.</p>
<p>“A gente teve todo um investimento em programas sociais, em programas de alimentação, principalmente esses programas de [transferência de] renda. Isso reflete diretamente na escala de insegurança alimentar, que responde bem a esse tipo de intervenção”, afirma Martins. “A recuperação da renda, do trabalho também se reflete na segurança alimentar”.</p>
<p>Outro indicador que provoca melhora da situação é a redução dos preços dos alimentos. Em 2023, por exemplo, os produtos alimentícios para consumo no domicílio tiveram queda de preços de 0,52%.</p>
<p>O pesquisador do IBGE Leonardo de Oliveira ressalta, no entanto, que não é possível atribuir apenas ao ano de 2023 o avanço ocorrido, uma vez que se passaram cinco anos entre a POF 2017/2018 e a Pnad Contínua do quarto trimestre de 2023. E não houve nenhuma pesquisa do IBGE sobre segurança alimentar entre essas duas.</p>
<p>“É importante ter em mente que esse movimento não são melhorias de um único ano. O resultado aqui é consequência de todos os movimentos da renda e movimentos de preço que aconteceram entre esses dois períodos”, destaca Oliveira. “Esse resultado não é apenas do que aconteceu no último ano, embora coisas que tenham acontecido nesse último ano são importantes”.</p>
<p>A situação de segurança alimentar, no entanto, ainda está inferior àquela observada no ano de 2013, quando o assunto foi abordado pela Pnad. Naquele ano, a segurança alimentar era garantida a 77,4% dos lares, enquanto a insegurança alimentar leve atingia 14,8% dos domicílios, a insegurança moderada, 4,6% e a insegurança grave, 3,2%.</p>
</div>
</div>
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		<title>Fertilizantes ajudam agronegócio e segurança alimentar, diz presidente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fertilizantes-ajudam-agronegocio-e-seguranca-alimentar-diz-presidente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 18:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
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		<category><![CDATA[Russia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (26) que, ao informar sobre o envio de fertilizantes da Rússia para o Brasil, que esses insumos garantem a sobrevivência do agronegócio e a segurança alimentar deste e de outros países, para os quais a produção brasileira é exportada. A afirmação foi feita durante a abertura oficial da 23ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (26) que, ao informar sobre o envio de fertilizantes da Rússia para o Brasil, que esses insumos garantem a sobrevivência do agronegócio e a segurança alimentar deste e de outros países, para os quais a produção brasileira é exportada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A afirmação foi feita durante a abertura oficial da 23ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. “Quando estive, há poucas semanas, na Rússia tratando de fertilizantes, momentos antes do ataque ao país vizinho, fomos lá lutar por interesses do Brasil, porque não sobreviveremos sem fertilizantes”, disse o presidente.</p>
<p>“Neste momento, temos 27 navios russos navegando para o Brasil, para trazer fertilizante para o agronegócio, que é nosso orgulho. Não é apenas pela questão de divisas ou por representar um quarto do PIB [Produto Interno Bruto], mas para nossa segurança alimentar”, acrescentou.</p>
<p>Bolsonaro disse ter recebido pedidos de autoridades da Organização Mundial do Comércio (OMS) para que o Brasil aumentasse as exportações de alimentos. O pedido, segundo ele, deve-se ao fato de “o mundo não sobreviver sem os alimentos do Brasil”. “Nossa importância para o mundo todo é a responsabilidade que temos”, complementou.</p>
<p>O presidente lembrou que, ao dar títulos de terras a assentados, possibilitou parcerias entre agricultores familiares e fazendeiros. Transformamos assentados em cidadãos, que estão ao lado do fazendeiro, trabalhando em conjunto. O fazendeiro voltado ao agronegócio, e esse pequeno produtor voltado à agricultura familiar”, argumentou.</p>
<h2>Liberdade de expressão</h2>
<p>Bolsonaro aproveitou o encontro com prefeitos, vereadores, gestores e parlamentares que participam da marcha para reiterar as críticas a autoridades que, segundo ele, estariam atuando contra a liberdade de expressão de pessoas que têm vida pública.</p>
<p>“Nossa liberdade é inegociável. Quantos de nós somos agredidos ao longo de nossa vida pública? Lamentamos, mas temos mecanismos para reparar isso”, disse o presidente que, recentemente, concedeu perdão ao deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), que foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>
<p>“Obviamente não podemos admitir que algum de nós que possa ter certos poderes interfira no destino final de nossa nação, nesse nosso bem maior que é a liberdade de expressão”, acrescentou o presidente.</p>
<h2>Marcha</h2>
<p>Promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a 23ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios vai até quinta-feira (28) debatendo temas e apresentando reivindicações das cidades brasileiras. Entre os assuntos abordados, estão reforma tributária, saneamento, piso do magistério e o cenário pós-pandemia.</p>
<p>Nesta edição, o tema tratado por cerca de 6 mil gestores públicos é Município: O caminho para Um Brasil Melhor.</p>
</div>
</div>
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		<title>Presidente destaca à OMC papel do Brasil na segurança alimentar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-destaca-a-omc-papel-do-brasil-na-seguranca-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 14:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[OMC]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil tem papel importante no fornecimento de alimentos e insumos agrícolas em meio ao aumento da insegurança alimentar global, disse hoje (18) o presidente Jair Bolsonaro à diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala. O presidente e o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, reuniram-se nesta segunda-feira com a diplomata, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Brasil tem papel importante no fornecimento de alimentos e insumos agrícolas em meio ao aumento da insegurança alimentar global, disse hoje (18) o presidente Jair Bolsonaro à diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala. O presidente e o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, reuniram-se nesta segunda-feira com a diplomata, que visita o Brasil.</p>
<p>Segundo o Itamaraty, Bolsonaro destacou a importância do comércio de produtos agrícolas e de insumos, como fertilizantes, para garantir a segurança alimentar mundial. O presidente também disse que o país tem expectativas de que a 12ª Reunião Ministerial da OMC tenha resultados concretos.</p>
<p>Durante o encontro, o chanceler Carlos França disse que a OMC tem a missão, neste momento, de contribuir para amenizar os impactos da pandemia de covid-19 e da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre as cadeias internacionais de produção e de distribuição de alimentos. O ministro informou que o Brasil está empenhado em que a reunião ministerial resulte em avanço nas negociações dos quatro principais eixos: comércio e saúde, agricultura, subsídios à pesca e reforma da OMC.</p>
<p>Além de conversar com o presidente e com o chanceler, a diretora-geral da OMC proferiu palestra no Instituto Rio Branco. Ela também se reuniu com parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e representantes do agronegócio.</p>
<p>Amanhã (19), Ngozi Okonjo-Iweala estará em São Paulo, onde se reunirá com representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na ocasião, a diretora da OMC receberá um documento com as 13 prioridades listadas para o setor. Ngozi Okonjo-Iwealala também participará de um encontro com mulheres empreendedoras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
</div>
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