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	<title>Seas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo do Estado assina contrato com a UFRJ para enfrentamento às mudanças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 15:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), deu um importante passo na luta contra os impactos das mudanças climáticas. Nesta terça-feira (15/10), o governador Cláudio Castro assinou um contrato com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para a execução do Programa Rio Clima II. O projeto, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), deu um importante passo na luta contra os impactos das mudanças climáticas. Nesta terça-feira (15/10), o governador Cláudio Castro assinou um contrato com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para a execução do Programa Rio Clima II. O projeto, que contará com um aporte de R$ 4 milhões e terá a duração de dois anos, tem como principal objetivo desenvolver ações que contribuam para a adaptação e mitigação dos riscos associados às mudanças climáticas.</p>
<p>Entre as iniciativas planejadas estão a atualização do Plano Estadual de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas, a criação do &#8220;Portal de Gestão de Riscos e Vulnerabilidades Climáticas&#8221;, e a realização de estudos focados em compensação de carbono nas áreas de agricultura, florestas e uso da terra. O programa também prevê a criação de um sistema de certificação de créditos florestais para o Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><em>– Essa parceria com a UFRJ permitirá aprimorar a comunicação, a transparência, o planejamento e a identificação das vulnerabilidades sociais e ambientais do nosso estado. A questão ambiental e a adaptação às mudanças climáticas são prioridades inadiáveis. Estamos agindo com urgência para reduzir os impactos, assegurando mais segurança para a população fluminense</em> – declarou o governador Cláudio Castro.</p>
<p><strong>Segunda fase do Rio Clima I</strong></p>
<p>O Programa Rio Clima II é uma extensão do Rio Clima I. Nesta nova fase, o foco será a identificação das vulnerabilidades sociais e ambientais do estado, com o objetivo de fortalecer os instrumentos de gestão voltados para o desenvolvimento sustentável. A parceria com o Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais da UFRJ permitirá a realização de estudos e projetos voltados à descarbonização, adaptação e resiliência climática.</p>
<p><em>– Os efeitos das mudanças climáticas têm sido cada vez mais devastadores para nossas economias, modos de vida, saúde, ecossistemas e infraestrutura. A colaboração entre o Poder Executivo e a academia, com seus pesquisadores especializados, é fundamental para otimizar os processos de adaptação climática</em> – destacou o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi.</p>
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		<title>Nova espécie de árvore frutífera é descoberta em Unidade de Conservação no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nova-especie-de-arvore-frutifera-e-descoberta-em-unidade-de-conservacao-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 16:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore frutífera]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Seas]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Estado do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade de Conservação no Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova espécie de árvore frutífera foi descoberta por pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro em julho deste ano, dentro do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia (MONA), localizado em Maricá, Rio de Janeiro. A árvore, batizada de Siphoneugena carolynae, é uma parente distante da jabuticabeira e representa a décima terceira espécie [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova espécie de árvore frutífera foi descoberta por pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro em julho deste ano, dentro do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia (MONA), localizado em Maricá, Rio de Janeiro. A árvore, batizada de <strong>Siphoneugena carolynae</strong>, é uma parente distante da jabuticabeira e representa a décima terceira espécie do gênero conhecida até hoje.</p>
<p>A descoberta ocorreu em uma área de conservação municipal que, devido à sua rica biodiversidade, tem atraído cientistas de várias partes do mundo. Desde 2009, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEAS) apoia o Programa de Apoio às Unidades de Conservação (PRoUC), que auxilia na criação e proteção dessas áreas, além de fornecer recursos e assistência técnica.</p>
<p>O estudo, liderado pelos pesquisadores Thiago Fernandes e João Marcelo Braga, envolveu expedições de campo realizadas entre 2018 e 2023 no Morro Itaocaia. Ao longo dessas expedições, a árvore foi monitorada em todas as fases de seu desenvolvimento reprodutivo. Com aproximadamente 7 metros de altura, a <strong>Siphoneugena carolynae</strong> possui apenas um único exemplar conhecido, localizado na unidade de conservação.</p>
<p>O resultado dessa pesquisa foi publicado na revista científica <strong>Brittonia</strong>, uma das mais respeitadas do mundo, e foi recebido com entusiasmo pela comunidade acadêmica. Thiago Fernandes, um dos autores do estudo, destacou a importância das áreas protegidas, mesmo que pequenas, para a conservação de espécies nativas e ameaçadas, como essa recém-descoberta.</p>
<blockquote><p>Essa nova descoberta é um passo adiante para o conhecimento pleno da flora da Mata Atlântica, que ainda abriga muitas espécies desconhecidas para a ciência.  Além disso, demonstra a importância das áreas protegidas para a conservação dessa e de outras espécies raras e com distribuição restrita. disse.</p></blockquote>
<p>Essa descoberta ressalta o valor da Mata Atlântica, que ainda abriga muitas espécies desconhecidas pela ciência. Além disso, o local da descoberta tem um histórico interessante: foi onde o naturalista inglês Charles Darwin se hospedou durante sua visita ao Rio de Janeiro. Embora Darwin não tenha descrito essa espécie específica, ele ficou fascinado pela biodiversidade da região, que continua a surpreender até os dias de hoje.</p>
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