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	<title>Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Exames em diferentes fases da vida: o que pode mudar nas necessidades de acompanhamento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exames]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[As necessidades de acompanhamento em saúde não permanecem iguais ao longo da vida. Crescimento, mudanças hormonais, envelhecimento, histórico familiar e hábitos cotidianos podem modificar os fatores de risco e, consequentemente, os cuidados indicados em cada fase. Por isso, não existe uma lista universal de exames que sirva para todas as pessoas. O acompanhamento preventivo deve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As necessidades de acompanhamento em saúde não permanecem iguais ao longo da vida. Crescimento, mudanças hormonais, envelhecimento, histórico familiar e hábitos cotidianos podem modificar os fatores de risco e, consequentemente, os cuidados indicados em cada fase. Por isso, não existe uma lista universal de exames que sirva para todas as pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acompanhamento preventivo deve considerar idade, histórico clínico, antecedentes familiares e características individuais. Recomendações de rastreamento também podem mudar com o tempo, como ocorre com avaliações relacionadas a câncer, saúde cardiovascular e saúde óssea.  </span></p>
<p><b>Infância e adolescência: acompanhar o desenvolvimento</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos primeiros anos, o acompanhamento está muito relacionado ao crescimento e ao desenvolvimento. Peso, altura, alimentação, vacinação, visão, audição e desenvolvimento neuropsicomotor podem ser avaliados conforme a idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na adolescência, a consulta também pode abordar sono, alimentação, atividade física, saúde emocional e mudanças próprias da puberdade. Os exames laboratoriais não precisam fazer parte de todas as consultas, sendo solicitados quando existe indicação clínica ou algum fator que justifique a investigação.</span></p>
<p><b>Vida adulta: atenção aos fatores de risco</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a chegada da vida adulta, o foco preventivo passa gradualmente para condições que podem permanecer silenciosas durante bastante tempo. Pressão arterial, alterações da glicemia e perfil lipídico são exemplos de aspectos que podem ser acompanhados conforme o perfil de cada pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estilo de vida também ganha importância. Sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool, alimentação inadequada e privação de sono podem influenciar o risco de diferentes doenças. Assim, a consulta não deve se limitar à solicitação de exames.</span></p>
<p><b>A partir da meia idade, o acompanhamento pode se ampliar</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o avanço da idade, algumas condições passam a exigir maior atenção. Avaliações cardiovasculares e metabólicas podem ganhar espaço, enquanto determinados rastreamentos de câncer passam a ser considerados conforme idade, sexo e fatores de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acompanhamento também pode incluir mudanças relacionadas à saúde óssea e alterações hormonais. Entretanto, a necessidade de cada procedimento deve ser definida individualmente, já que idade isoladamente não determina quais exames uma pessoa precisa realizar.</span></p>
<p><b>Envelhecimento exige uma visão mais ampla</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na população mais idosa, acompanhar a saúde significa observar não apenas resultados laboratoriais, mas também capacidade funcional e qualidade de vida. Mobilidade, equilíbrio, força muscular, visão, audição, cognição e risco de quedas podem fazer parte da avaliação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A revisão periódica dos medicamentos utilizados também merece atenção, principalmente quando há vários tratamentos simultâneos. O objetivo é identificar possíveis problemas e manter a terapêutica adequada às necessidades atuais.</span></p>
<p><b>Histórico familiar pode antecipar determinados cuidados</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade é apenas uma das variáveis utilizadas para definir o acompanhamento. Pessoas com familiares próximos que tiveram determinadas doenças podem apresentar necessidade de avaliação diferente daquela indicada para indivíduos sem esse histórico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo vale para quem já possui hipertensão, diabetes, alterações do colesterol ou outras condições crônicas. Nesses casos, os exames podem ter função tanto preventiva quanto de monitoramento.</span></p>
<p><b>O local do exame também pode facilitar a rotina</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A realização de exames pode ser adaptada às necessidades do paciente. Em algumas situações, a coleta domiciliar ajuda pessoas com dificuldade de locomoção ou que possuem uma rotina incompatível com deslocamentos até uma unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao procurar uma empresa que ofereça </span><a href="https://www.labsamais.com.br/atendimento-domiciliar" target="_blank" rel="noopener"><b>exame no RJ</b></a><span style="font-weight: 400;"> com atendimento domiciliar, por exemplo, o Labs a+ no Rio de Janeiro disponibiliza coleta de exames e vacinação em casa ou em outro local escolhido pelo paciente, com cobertura sujeita à região e ao procedimento.  </span></p>
<p><b>Mais exames não significam necessariamente mais prevenção</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma avaliação preventiva eficiente não depende da quantidade de procedimentos realizados. Exames devem ter uma finalidade definida e estar relacionados ao contexto clínico do paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo da vida, portanto, o acompanhamento tende a mudar conforme novas necessidades aparecem. O mais importante é manter consultas periódicas, comunicar alterações de saúde e seguir as orientações profissionais para que exames e rastreamentos sejam utilizados de maneira adequada.</span></p>
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		<title>Medicina diagnóstica em movimento: 5 tecnologias presentes nos laboratórios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/medicina-diagnostica-em-movimento-5-tecnologias-presentes-nos-laboratorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[laboratórios]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina diagnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A medicina diagnóstica passa por uma transformação que vai muito além da modernização dos equipamentos. Laboratórios e centros de diagnóstico incorporam recursos digitais capazes de agilizar processos, organizar informações, apoiar análises e melhorar a experiência do paciente. O resultado é uma cadeia cada vez mais conectada, na qual tecnologia e conhecimento profissional trabalham em conjunto. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A medicina diagnóstica passa por uma transformação que vai muito além da modernização dos equipamentos. Laboratórios e centros de diagnóstico incorporam recursos digitais capazes de agilizar processos, organizar informações, apoiar análises e melhorar a experiência do paciente. O resultado é uma cadeia cada vez mais conectada, na qual tecnologia e conhecimento profissional trabalham em conjunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse movimento acompanha a própria evolução da assistência médica. Com maior volume de informações clínicas e exames cada vez mais sofisticados, torna-se necessário contar com ferramentas que ajudem as instituições a processar dados com segurança e eficiência.</span></p>
<ol>
<li><b> Automação dos processos laboratoriais</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A automação já está presente em diferentes etapas da rotina laboratorial. Equipamentos podem realizar procedimentos de forma padronizada, transportar amostras entre setores e organizar determinadas etapas do processamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um estudo dirigido pela Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), foi evidenciado que as empresas consultadas direcionam cerca de 30% do seu orçamento anual para investir em automação de processos, IA e sistemas analíticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de aumentar a capacidade operacional, esse recurso ajuda a reduzir atividades repetitivas e permite que profissionais concentrem mais atenção em tarefas que dependem de conhecimento técnico e interpretação especializada. A automação também contribui para manter maior regularidade entre diferentes etapas do fluxo.</span></p>
<ol start="2">
<li><b> Inteligência artificial na análise de exames</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A inteligência artificial vem ganhando espaço na medicina diagnóstica, especialmente em áreas que trabalham com grande quantidade de informações e reconhecimento de padrões como a radiologia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sistemas podem reconhecer padrões em imagens e dados, sinalizar alterações e auxiliar profissionais durante um laudo, por exemplo. Já existem ferramentas de IA que já fazem parte de discussões sobre fluxos de trabalho, apoio à interpretação e priorização de casos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que a tecnologia não elimina a participação do profissional de saúde. Seu papel está relacionado ao suporte à análise e à organização das informações disponíveis. Além disso, o avanço dessa aplicação depende de validação, segurança, qualidade dos dados e integração adequada aos sistemas utilizados pelas instituições.</span></p>
<ol start="3">
<li><b> Diagnóstico por imagem com recursos avançados</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia também acompanham a evolução tecnológica. Equipamentos mais modernos podem oferecer imagens com maior detalhamento e recursos que ajudam na avaliação de diferentes estruturas do organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação não está somente no aparelho. Softwares associados aos equipamentos ampliam as possibilidades de reconstrução, armazenamento e análise das imagens, criando um fluxo mais integrado entre aquisição e interpretação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao procurar por um </span><a href="https://www.fmattoso.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><b>laboratório no RJ</b></a><b>, </b><span style="font-weight: 400;">a Clínica Felippe Mattoso é um exemplo de instituição que reúne exames laboratoriais e diferentes modalidades de diagnóstico por imagem, incluindo ressonância magnética, tomografia e ultrassonografia. </span></p>
<ol start="4">
<li><b> Sistemas integrados e interoperabilidade</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro avanço importante acontece nos bastidores. Sistemas capazes de conectar informações permitem que resultados, imagens e outros dados sejam organizados de maneira mais eficiente entre diferentes setores e instituições</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A interoperabilidade reduz a fragmentação das informações e pode evitar retrabalho, facilitar o acesso ao histórico do paciente e melhorar a continuidade do cuidado. Para isso, não basta conectar sistemas. É necessário estabelecer padrões, controles de acesso e mecanismos adequados de proteção das informações.</span></p>
<ol start="5">
<li><b> Plataformas digitais e análise de dados</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A digitalização também modificou a maneira como os laboratórios administram informações. Plataformas de gestão podem acompanhar solicitações, resultados, etapas operacionais e indicadores, enquanto ferramentas analíticas ajudam a transformar grandes volumes de dados em informações úteis para a tomada de decisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa estrutura favorece uma visão mais ampla do funcionamento do serviço e pode apoiar desde o controle de processos até o planejamento de recursos. Soluções digitais também ampliam a rastreabilidade das informações e permitem registrar históricos de acesso e alterações, contribuindo para a segurança dos dados.</span></p>
<p><b>Tecnologia acompanhada de responsabilidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A evolução tecnológica não significa apenas fazer exames mais rapidamente. O objetivo é construir processos mais seguros, organizados e capazes de oferecer informações úteis no momento adequado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, investimentos em equipamentos precisam caminhar junto com capacitação profissional, manutenção, proteção de dados e avaliação contínua dos resultados. A própria evolução do setor mostra que inovação e integração estão cada vez mais relacionadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse cenário, os laboratórios deixam de ser vistos apenas como locais de coleta e análise de amostras, sendo ambientes tecnológicos nos quais equipamentos, softwares, profissionais e dados trabalham de forma integrada para apoiar decisões de saúde.</span></p>
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		<title>Setembro é o mês de conscientização sobre o Alzheimer: especialistas alertam para prevenção e sinais que não devem ser ignorados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro é marcado mundialmente pela conscientização sobre a doença de Alzheimer e outras demências. No Brasil, a mobilização ganha destaque em 21 de setembro, Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. Mais do que falar sobre perda de memória, a data abre espaço para uma discussão cada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Setembro é marcado mundialmente pela conscientização sobre a doença de Alzheimer e outras demências. No Brasil, a mobilização ganha destaque em 21 de setembro, Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. Mais do que falar sobre perda de memória, a data abre espaço para uma discussão cada vez mais importante em uma população que envelhece: é possível começar a cuidar da saúde cerebral muito antes da terceira idade.</p>
<p>No Rio de Janeiro, onde o envelhecimento populacional amplia a necessidade de políticas e cuidados voltados à longevidade, o tema ganha ainda mais relevância. Embora não haja um levantamento oficial recente que permita afirmar quantas pessoas vivem especificamente com Alzheimer na capital ou no estado, o cenário nacional mostra a dimensão do problema. Cerca de 2 milhões de brasileiros vivem com alguma forma de demência, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Para a geriatra Priscila Guerra, uma das principais mensagens da campanha é que demência não deve ser considerada uma consequência natural do envelhecimento. “Pequenos esquecimentos podem acontecer e não significam necessariamente Alzheimer. O que merece atenção é uma mudança progressiva em relação ao funcionamento habitual daquela pessoa. Quando ela começa a repetir perguntas, esquecer compromissos com frequência ou apresentar dificuldade para administrar dinheiro, medicamentos e tarefas que antes realizava normalmente, é importante investigar.”</p>
<h3>Cuidar do cérebro não começa aos 60 anos</h3>
<p>A prevenção também precisa entrar nessa conversa. Segundo Thais Bento Lima da Silva, gerontóloga, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e parceira científica do Método Supera, o envelhecimento não começa quando uma pessoa chega aos 60 anos. Trata-se de um processo biológico contínuo, influenciado pelas experiências, oportunidades, condições de saúde e pelo ambiente ao longo de toda a vida.</p>
<p>“Quando pensamos em saúde cerebral, precisamos sair da lógica de procurar uma única atividade capaz de proteger o cérebro. Esse cuidado é construído ao longo da vida e envolve diferentes dimensões: saúde física, estímulo cognitivo, aprendizagem, participação social e acompanhamento dos fatores de risco que podem ser modificados”, explica Thais.</p>
<p>Um conceito importante nessa discussão é o de reserva cognitiva, relacionado à capacidade do cérebro de utilizar recursos e estratégias para responder às mudanças e adversidades que surgem ao longo dos anos. Estudos que ajudaram a construir essa teoria observaram a importância de uma vida intelectualmente desafiadora e socialmente ativa para compreender diferenças no funcionamento cognitivo durante o envelhecimento.</p>
<h3>Alzheimer não se resume à memória</h3>
<p>Embora o esquecimento seja o sinal mais conhecido, a cognição envolve muito mais do que memória. Atenção, linguagem, raciocínio, planejamento e tomada de decisão também fazem parte do funcionamento cerebral e atuam de maneira integrada.</p>
<p>Por isso, Priscila Guerra chama atenção para mudanças que podem aparecer no cotidiano. “Quando alguém que sempre foi independente começa a se perder em locais conhecidos, apresenta dificuldade para realizar tarefas habituais, muda significativamente de comportamento ou perde progressivamente a capacidade de organizar a própria rotina, a família não deve simplesmente atribuir isso à idade. Existem diferentes causas possíveis para alterações cognitivas e é justamente a avaliação que permitirá entender o que está acontecendo.”</p>
<p>A observação de familiares também pode ser importante porque algumas mudanças são percebidas primeiro pelas pessoas próximas. O diagnóstico não deve ser feito a partir de um único episódio de esquecimento, mas alterações persistentes e progressivas justificam uma avaliação profissional.</p>
<h3>Ciência aponta fatores que podem ser modificados</h3>
<p>Nos últimos anos, a discussão sobre prevenção das demências ganhou novos elementos. A Comissão The Lancet de 2024 reuniu 14 fatores potencialmente modificáveis associados ao risco de demência, incluindo hipertensão, diabetes, tabagismo, inatividade física, isolamento social, colesterol LDL elevado, perda auditiva, perda visual não tratada e poluição do ar. A estimativa dos pesquisadores é que aproximadamente 45% dos casos de demência poderiam ser prevenidos ou adiados em nível populacional se esses fatores fossem evitados.</p>
<p>Thais ressalta, entretanto, que o dado não significa que seja possível garantir individualmente que uma pessoa não desenvolverá Alzheimer. “Não existe uma receita capaz de evitar a demência. O que as evidências mostram é que existem fatores sobre os quais podemos atuar ao longo da vida. Controlar a pressão arterial, diabetes e colesterol, praticar atividade física, não fumar, cuidar da audição e da visão, manter vínculos sociais e continuar estimulando diferentes habilidades cognitivas fazem parte dessa construção.”</p>
<h3>Exercitar o cérebro vai muito além de jogos de memória</h3>
<p>Outro ponto importante durante o Setembro Mundial do Alzheimer é ampliar a compreensão sobre o que significa manter o cérebro ativo. Estimulação cognitiva não se limita a palavras cruzadas ou exercícios de memória. Aprender algo novo, ler, utilizar novas tecnologias, participar de atividades culturais, conversar, ensinar, planejar e solucionar problemas cotidianos mobilizam diferentes funções cognitivas.</p>
<p>Essa combinação de estratégias ganhou evidências importantes na América Latina. Em 2026, o estudo LatAm-FINGERS, publicado no The Lancet, acompanhou idosos de 12 países latino-americanos. Os participantes submetidos a uma intervenção estruturada que combinava atividade física, acompanhamento nutricional e cardiovascular e treino cognitivo apresentaram resultados cognitivos mais favoráveis ao longo de dois anos. Os pesquisadores, no entanto, não afirmaram que a intervenção impediu o desenvolvimento de demência, mas que houve benefícios no desempenho cognitivo.</p>
<p>“Esse tipo de resultado reforça justamente a importância de uma abordagem multidimensional. Não estamos falando de uma atividade isolada, mas de diferentes cuidados que se complementam. O cérebro faz parte de um organismo, de uma história de vida e de um contexto social”, afirma Thais.</p>
<p>Para Priscila Guerra, a campanha de setembro também pode ajudar a diminuir o medo que ainda cerca o diagnóstico. “Precisamos falar sobre Alzheimer sem transformar qualquer esquecimento em doença, mas também sem normalizar alterações importantes. Informação ajuda a família a reconhecer sinais, procurar atendimento no momento adequado e compreender que existe uma rede de cuidado que precisa envolver o paciente e quem está ao seu redor.”</p>
<p>A mensagem das especialistas para o 21 de setembro vai, portanto, além do diagnóstico. Enquanto reconhecer precocemente mudanças cognitivas pode favorecer uma investigação adequada, cuidar do cérebro precisa ser encarado como parte da saúde ao longo de toda a vida. Como resume Thais, o objetivo não é impedir o envelhecimento, mas criar condições para preservar autonomia, participação social e qualidade de vida pelo maior tempo possível.</p>
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		<title>Venancio transforma farmácia em atração no Rock in Rio, conquista público com mascotes e leva sucesso para as lojas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/venancio-transforma-farmacia-em-atracao-no-rock-in-rio-conquista-publico-com-mascotes-e-leva-sucesso-para-as-lojas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 14:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rock In Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando a Venancio foi anunciada como a primeira farmácia oficial do Rock in Rio, a ideia causou estranheza em parte do público. Afinal, o que uma farmácia faria no meio de um dos maiores festivais de música do mundo? A resposta começou a aparecer assim que a Cidade do Rock abriu os portões: a presença [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></p>
<p>Quando a Venancio foi anunciada como a primeira farmácia oficial do Rock in Rio, a ideia causou estranheza em parte do público. Afinal, o que uma farmácia faria no meio de um dos maiores festivais de música do mundo? A resposta começou a aparecer assim que a Cidade do Rock abriu os portões: a presença da marca não apenas encontrou espaço no festival como se tornou uma das experiências que mais despertaram a curiosidade e o interesse do público.</p>
<p>A operação montada pela Venancio combinou uma loja com uma ativação que rapidamente ganhou protagonismo: os seis mascotes de pelúcia do Rock Squad. O que poderia ser apenas mais um brinde de marca acabou se transformando em um dos objetos mais disputados do festival.</p>
<figure id="attachment_92195" aria-describedby="caption-attachment-92195" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-92195" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?resize=1170%2C700&#038;ssl=1" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?resize=1142%2C683&amp;ssl=1 1142w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20-Venancio-estreia-como-farmacia-oficial-do-Rock-in-Rio-com-mascotes-colecionaveis-Expresso-Carioca-2.webp?resize=1140%2C682&amp;ssl=1 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-92195" class="wp-caption-text">Venancio estreia como farmácia oficial do Rock in Rio com mascotes colecionáveis e desafio musical &#8211; Imagem: Divulgação/</figcaption></figure>
<p>Na Cidade do Rock, longas filas se formaram em torno da ativação. Mesmo diante do tempo de espera, muitos participantes permaneciam no local para tentar conquistar um dos personagens. A movimentação chamou atenção ao longo dos dias e os mascotes passaram a aparecer circulando pelo festival.</p>
<p>O interesse foi tão grande que a estratégia ganhou um novo capítulo durante o próprio festival: os mascotes, inicialmente criados para a experiência do Rock in Rio, saíram da Cidade do Rock diretamente para as lojas da rede.</p>
<h2>De uma farmácia dentro do festival a uma das experiências mais comentadas</h2>
<p>A aposta da Venancio tinha uma lógica que foi ficando evidente durante os dias de evento. Um festival que reúne milhares de pessoas durante muitas horas também cria necessidades práticas. Dor nos pés, cansaço, pequenos ferimentos, higiene pessoal, dor de cabeça e outros imprevistos fazem parte da rotina de quem passa o dia caminhando, enfrentando filas e acompanhando shows.</p>
<p>Foi nesse ponto que a presença de uma farmácia deixou de parecer inusitada e passou a fazer sentido.</p>
<p>A loja instalada no festival recebeu cerca de 5 mil pessoas nos primeiros dias, segundo informações divulgadas pela empresa. Entre os produtos mais procurados estavam medicamentos para dor e febre, itens para dores musculares, curativos, produtos de higiene e até alimentos e guloseimas.</p>
<p>O comportamento do público mostrou que a farmácia podia funcionar como um serviço efetivamente útil dentro da Cidade do Rock, ao mesmo tempo em que a ativação dos mascotes criava um componente de entretenimento e colecionismo.</p>
<p>A presença da Venancio também não surgiu de forma improvisada. A rede havia sido anunciada como a primeira farmácia oficial do Rock in Rio, com um estande localizado na região do Espaço Favela, reunindo uma loja e ativações especiais para o público.</p>
<p>E a combinação funcionou.</p>
<h2>Novalgina lidera o ranking de vendas</h2>
<p>Se os mascotes foram responsáveis por algumas das maiores filas da ativação, a loja também registrou um movimento que revela como o público utilizou a estrutura oferecida pela Venancio.</p>
<p>No primeiro fim de semana, Novalgina 1g liderou o ranking de produtos mais vendidos. Na sequência apareceram KitKat ao leite, Salonpas Adesivo e Dorflex Max.</p>
<p>A lista mostra uma mistura curiosa entre produtos associados diretamente às necessidades de quem passa horas em um festival e itens para consumo durante a programação.</p>
<h3>Confira o top 15 de vendas da Venancio no primeiro fim de semana:</h3>
<ol>
<li>Novalgina 1g</li>
<li>KitKat ao leite</li>
<li>Salonpas Adesivo</li>
<li>Dorflex Max</li>
<li>Trident Max Menta Blueberry</li>
<li>Salonpas Gel-Patch</li>
<li>Trident Menta</li>
<li>Absorvente Intimus Noturno</li>
<li>Dorflex</li>
<li>Lenço Kleenex de bolso</li>
<li>Curativo V Help para calos e bolhas</li>
<li>Luftagastro Dupla Ação</li>
<li>Curativo V Help extragrande</li>
<li>Absorvente Intimus Interno Super</li>
<li>Epocler</li>
</ol>
<p>O ranking mostra que a farmácia acabou incorporando diferentes momentos da experiência do público. Enquanto Novalgina, Dorflex e Salonpas atenderam quem precisava lidar com dores e desconfortos depois de horas de festival, chicletes e chocolate apareceram entre os produtos mais vendidos para acompanhar a maratona de shows.</p>
<p>Também ganharam espaço produtos de higiene e cuidados pessoais, além de curativos para calos e bolhas, itens especialmente úteis para quem passa muitas horas em pé.</p>
<p>Até situações provocadas pela chuva encontraram soluções improvisadas entre os presentes. Nas redes sociais, circularam vídeos de pessoas utilizando absorventes como uma espécie de palmilha para ajudar a absorver a água e manter os pés mais secos. A criatividade típica de quem frequenta grandes festivais acabou transformando um produto de higiene em uma solução emergencial para enfrentar o mau tempo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>São Paulo ultrapassa 58 mil casos de dengue em 2026 e soma 42 mortes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sao-paulo-ultrapassa-58-mil-casos-de-dengue-em-2026-e-soma-42-mortes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 16:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado de São Paulo já contabiliza 58.683 casos confirmados de dengue desde o início de 2026, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde. O levantamento também aponta 42 mortes provocadas pela doença, enquanto outros 30 óbitos permanecem sob investigação e ainda podem alterar o número final de vítimas. Do total de registros confirmados, 57.402 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo já contabiliza 58.683 casos confirmados de dengue desde o início de 2026, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde. O levantamento também aponta 42 mortes provocadas pela doença, enquanto outros 30 óbitos permanecem sob investigação e ainda podem alterar o número final de vítimas.</p>
<p>Do total de registros confirmados, 57.402 foram classificados como casos de dengue, enquanto 1.180 apresentaram sinais de alarme e 101 foram considerados casos graves.</p>
<p>Os casos com sinais de alarme podem envolver sintomas como vômitos, dor abdominal e sangramentos nas mucosas. Já a classificação de dengue grave é utilizada diante de situações como choque, dificuldade respiratória, sangramento grave ou comprometimento severo de órgãos.</p>
<h3>Mais de 297 mil suspeitas descartadas</h3>
<p>Além dos casos confirmados, o estado já descartou mais de 297 mil suspeitas de dengue. Outros 7.256 registros continuam em análise, aguardando resultados de exames ou a conclusão de avaliações baseadas em critérios clínicos e epidemiológicos.</p>
<p>Entre os municípios paulistas, Taubaté aparece com o maior número de mortes confirmadas. A cidade registrou 11 óbitos, incluindo sete pacientes com idades entre 10 e 79 anos e quatro pessoas com mais de 80 anos.</p>
<h3>Estado reforça preparação para novos períodos de transmissão</h3>
<p>A Secretaria da Saúde afirma manter monitoramento contínuo da situação epidemiológica, com atenção especial ao período entre outubro e maio, quando historicamente ocorre maior transmissão das arboviroses.</p>
<p>Em agosto, o governo estadual lançou o Plano Estadual de Preparação e Resposta em Saúde para o Fenômeno El Niño, elaborado diante da possibilidade de mudanças nas condições climáticas e de impactos sobre a ocorrência de doenças como a dengue.</p>
<p>Entre as medidas previstas estão a identificação de áreas prioritárias, o fortalecimento das salas de situação e o apoio aos municípios para organização das redes de vigilância e atendimento.</p>
<p>A Secretaria também informou que acompanha regularmente os estoques de medicamentos e insumos utilizados no atendimento aos pacientes e orienta os municípios a manterem atualizados seus planos locais de contingência.</p>
<p>Desde 2024, segundo o governo paulista, mais de R$ 1,5 bilhão foi repassado aos 645 municípios por meio do IGM SUS Paulista, programa voltado ao fortalecimento da atenção primária. O enfrentamento das arboviroses urbanas está entre os critérios considerados para os repasses.</p>
<p>Os números reforçam a necessidade de manutenção das ações de prevenção e controle do Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão da dengue, especialmente com a aproximação do período historicamente marcado pelo aumento dos casos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vacinas: quais fatores considerar ao escolher onde se imunizar?</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacinas-quais-fatores-considerar-ao-escolher-onde-se-imunizar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 00:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Clínicas privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Pública]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[A escolha do local para receber uma vacina envolve mais do que verificar a disponibilidade de uma determinada dose. No Brasil, a imunização pode ocorrer em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), clínicas particulares e serviços destinados a públicos ou situações específicas. Cada opção possui critérios próprios de atendimento, oferta de imunizantes e registro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do local para receber uma vacina envolve mais do que verificar a disponibilidade de uma determinada dose. No Brasil, a imunização pode ocorrer em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), clínicas particulares e serviços destinados a públicos ou situações específicas. Cada opção possui critérios próprios de atendimento, oferta de imunizantes e registro das aplicações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para decidir onde se vacinar, é necessário considerar a recomendação para a faixa etária, o histórico de doses e eventuais condições individuais. Também entram nessa avaliação fatores práticos, como a disponibilidade da vacina, a necessidade de agendamento e a estrutura oferecida pelo estabelecimento.</span></p>
<h3>Rede pública concentra vacinas do calendário nacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O SUS disponibiliza gratuitamente as vacinas que integram o Programa Nacional de Imunizações (PNI), conforme os calendários definidos pelo Ministério da Saúde. A oferta varia de acordo com a idade, grupos prioritários, situações epidemiológicas e outras condições estabelecidas nos programas de vacinação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas unidades públicas, a pessoa pode apresentar a carteira de vacinação para que a equipe verifique as doses já registradas e identifique aquelas indicadas para sua situação. A análise do histórico é importante porque determinados esquemas dependem de doses anteriores e intervalos específicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em campanhas ou estratégias especiais, a rede pública também pode ampliar temporariamente a oferta de determinados imunizantes para grupos definidos pelas autoridades de saúde. Por isso, a orientação da unidade e as informações oficiais devem ser consultadas antes do deslocamento.</span></p>
<h3>Clínicas particulares oferecem outras opções</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As clínicas de </span><a href="https://www.fleury.com.br/vacinas" target="_blank" rel="noopener">vacina particular</a><span style="font-weight: 400;"> podem disponibilizar imunizantes do calendário público e também os que não estão disponíveis de forma universal no SUS. A oferta depende da estrutura de cada estabelecimento, da disponibilidade dos produtos e das recomendações aplicáveis ao paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de agendar, é possível verificar quais vacinas estão disponíveis, se há necessidade de avaliação profissional e como funciona o esquema de doses. Algumas clínicas também oferecem serviços como vacinação domiciliar, atendimento por agendamento e acompanhamento do histórico vacinal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Verificar se o estabelecimento é autorizado a realizar vacinação e se mantém estrutura compatível com o serviço faz parte da escolha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O custo também varia. Na rede particular, o paciente pode pagar pela vacina, pela aplicação ou pelo conjunto dos serviços, conforme as condições estabelecidas pelo estabelecimento.</span></p>
<h3>Quando procurar serviços especializados?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Há situações em que a vacinação exige uma avaliação diferente daquela aplicada à rotina da população geral. Pessoas com determinadas condições de saúde, por exemplo, podem ter indicação de imunobiológicos especiais ou esquemas específicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesses casos, entram em cena os Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), que fazem parte da estrutura do SUS e atendem pessoas que apresentam condições clínicas ou situações que justificam a utilização de determinados imunobiológicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também existem recomendações específicas para viajantes. Dependendo do destino e das exigências sanitárias do local visitado, podem ser necessárias vacinas específicas, além da conferência da situação vacinal de rotina.</span></p>
<h3>O que conferir antes da aplicação?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Independentemente do local escolhido, alguns cuidados ajudam a organizar o processo. O primeiro é conferir a indicação da vacina e levar a carteira de vacinação, quando disponível. O documento permite que a equipe avalie as doses anteriores e registre corretamente a nova aplicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é possível confirmar previamente o nome do imunizante, a necessidade de doses adicionais, o intervalo recomendado e a disponibilidade no estabelecimento. Em clínicas particulares, informações sobre preço e formas de atendimento podem ser verificadas antes do agendamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois da aplicação, o registro deve ser mantido atualizado. Dados como nome da vacina, data, lote e estabelecimento podem ser importantes para acompanhar futuras doses e comprovar a imunização quando necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do local, portanto, deve considerar a indicação da vacina, o perfil da pessoa e o serviço disponível. Consultar os calendários oficiais, verificar a estrutura do estabelecimento e manter a documentação vacinal organizada são medidas que ajudam a tornar o atendimento mais adequado à necessidade de cada paciente.</span></p>
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		<item>
		<title>Governo deve recorrer ao STF sobre PEC de agentes de saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-deve-recorrer-ao-stf-sobre-pec-de-agentes-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[🔁 Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agentes]]></category>
		<category><![CDATA[aponsentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[aprovada]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal deverá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar o impacto sobre os cofres públicos da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, disse nesta terça-feira (14) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal deverá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar o impacto sobre os cofres públicos da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, disse nesta terça-feira (14) o ministro da Fazenda, Dario Durigan.</p>
<p>Segundo ele, o governo não acionaria a Justiça se a PEC trouxesse uma fonte de compensação fiscal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ministro argumentou que a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) exigem que a criação de novos benefícios previdenciários seja acompanhada da indicação de receitas capazes de compensar o impacto nas contas públicas. Caso isso não ocorra, o governo estuda judicializar o tema.</p>
<p>&#8220;Se não estiver apontando fonte de receita, descumprindo a jurisprudência do Supremo, é provável que o governo vá ao STF&#8221;, afirmou Durigan, após retornar de reunião na Casa Civil.</p>
<h2>Impacto bilionário</h2>
<p>De acordo com o ministro, a proposta representa uma pauta-bomba e poderá gerar impacto atuarial entre R$ 27 bilhões e R$ 30 bilhões ao longo dos próximos dez anos, conforme diferentes projeções apresentadas pelo governo.</p>
<p>Os cálculos consideram a redução das contribuições previdenciárias e a antecipação do pagamento de benefícios decorrente das novas regras de aposentadoria. Segundo a pasta, o custo poderá ser ainda maior, já que as estimativas não incluem eventual revisão de aposentadorias já concedidas.</p>
<h2>Apelo ao Congresso</h2>
<p>Durigan afirmou que tem mantido conversas com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para defender que propostas com elevado impacto fiscal observem as exigências da legislação e do arcabouço fiscal.</p>
<p>Segundo o ministro, o objetivo é preservar o equilíbrio das contas públicas alcançado pela equipe econômica.</p>
<p>&#8220;Tenho reiterado aos dois presidentes o compromisso com o futuro do país, para que a gente não comprometa o equilíbrio fiscal com esse tipo de medida de alto impacto&#8221;, declarou.</p>
<p>Apesar das manifestações do governo, a PEC foi aprovada em dois turnos pelo plenário do Senado nesta noite.</p>
<h2>O que muda</h2>
<p>A proposta cria um regime previdenciário diferenciado para agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. Segundo os parlamentares, as condições específicas de trabalho desses profissionais, que atuam em visitas domiciliares, prevenção de doenças e ações de vigilância em saúde, justificariam uma aposentadoria antecipada.</p>
<p>Pelas regras permanentes previstas na PEC, os profissionais poderão se aposentar após 25 anos de efetivo exercício na função e de contribuição previdenciária, desde que cumpram idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens.</p>
<p>O texto também estabelece regras de transição, que permitem aposentadorias em idades inferiores em determinadas situações, além de estender o benefício aos agentes indígenas de saúde e aos agentes indígenas de saneamento.</p>
<h2>Situação atual</h2>
<p>Atualmente, após a Reforma da Previdência de 2019, os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias seguem as regras gerais da Previdência Social. A concessão de aposentadoria especial depende da comprovação de exposição permanente a agentes nocivos e do cumprimento dos requisitos previstos na legislação.</p>
<p>O governo acompanhava a redação final do texto para decidir se recorreria ao STF. O Senado aprovou o mesmo texto da Câmara dos Deputados, que não incluiu previsão de compensação financeira para os impactos fiscais.</p>
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		<item>
		<title>Perder fôlego ao subir escada pode ser sinal de insuficiência cardíaca</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/perder-folego-ao-subir-escada-pode-ser-sinal-de-insuficiencia-cardiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[🔁 Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)]]></category>
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					<description><![CDATA[Perder o fôlego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento físico. Nesta quinta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros. Os principais sintomas são comuns: dificuldade respiratória durante esforço, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Perder o fôlego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento físico. Nesta quinta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os principais sintomas são comuns: dificuldade respiratória durante esforço, fadiga muscular e retenção de líquidos. Por isso, podem ser confundidos com os efeitos do sedentarismo ou do envelhecimento. Mas de acordo com o cardiologista Marcus Simões, membro da SBC, é importantíssimo consultar um especialista.</p>
<blockquote><p>&#8220;Durante o esforço físico, o coração é mais requisitado. Quando você força a musculatura, ela tem que receber mais sangue, e aí o coração tem que bombear mais sangue. Então, é na hora do esforço que o coração usualmente demonstra que não está bem&#8221;</p></blockquote>
<p>A condição é mais frequente em idosos e mulheres. Simões, que coordena a diretriz brasileira de insuficiência cardíaca da entidade, acrescenta que a condição se desenvolve a partir de alguma outra doença cardíaca, como sequela de um infarto, por exemplo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Também pode se manifestar quando uma válvula do coração está doente, ou por doenças crônico-degenerativas, como diabetes e a hipertensão, que vão lesando lentamente o músculo do coração. Temos também algumas doenças regionais, como a doença de Chagas&#8221;, complementa o médico.</p></blockquote>
<p>Em decorrência, &#8220;o coração não consegue fazer o trabalho adequado de receber o sangue e bombeá-lo, para levar o sangue para diferentes tecidos do corpo&#8221;. Neste momento é que começam os sintomas, explica o médico.</p>
<p>Portanto, a insuficiência pode ser a primeira manifestação de diversas doenças graves. &#8220;O paciente pode ter múltiplas internações hospitalares, porque ele descompensa e tem um risco de mortalidade de 30% a 50% ao longo de 5 anos&#8221;, alerta Marcus Simões.</p>
<p>O diagnóstico é feito principalmente a partir do exame clínico do médico, confirmado por exames simples. &#8220;Para obter uma diferenciação e fechar o diagnóstico, a gente pode lançar mão do raio-x de tórax, ecocardiograma, ultrasson do coração e exames de sangue, com biomarcadores.&#8221;</p>
<p>Além disso, a insuficiência cardíaca pode ser controlada com remédios.Os principais medicamentos são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde. No entanto, quando os pacientes não seguem o tratamento, podem desenvolver um quadro agudo, que geralmente exige internação.</p>
<p>De acordo com a SBC, cerca de 1/4 dos casos de descompensação ocorrem pela interrupção do tratamento. A piora do quadro também pode ser causada por infecções, arritmias, hipertensão, infarto e miocardite.</p>
<p>Outra medida essencial para o controle da doença é a reabilitação física: &#8220;Tanto o coração quanto a musculatura esquelética precisam de atividade física. A ideia é aliviar os sintomas, tratar a insuficiência cardíaca, tratar a doença de base que levou à insuficiência, para permitir que o paciente faça exercícios graduados e progressivos, para reassumir sua qualidade de vida.&#8221;</p>
<p>Essas orientações devem constar na nova diretriz brasileira para o tratamento da insuficiência cardíaca, que será lançada em outubro.</p>
<p>O documento vai reunir as evidências científicas mais atuais para orientar a prática clínica dos médicos do país e será apresentado durante o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde reforça vacinação contra sarampo em São Paulo e Guarulhos após confirmação de casos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-reforca-vacinacao-contra-sarampo-em-sao-paulo-e-guarulhos-apos-confirmacao-de-casos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde intensificou as medidas de prevenção contra o sarampo após a confirmação de novos casos da doença na capital paulista. A pasta passou a recomendar a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo e Guarulhos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde intensificou as medidas de prevenção contra o sarampo após a confirmação de novos casos da doença na capital paulista. A pasta passou a recomendar a aplicação da chamada <strong>dose zero</strong> da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo e Guarulhos, municípios considerados estratégicos pelo elevado fluxo de pessoas e pelo risco de disseminação do vírus.</p>
<p>A medida foi adotada depois da confirmação de três casos de sarampo em crianças menores de 2 anos na zona norte da capital paulista. Segundo o Ministério da Saúde, duas delas frequentavam a mesma creche e a terceira mora na mesma região. Todas apresentaram sintomas característicos da doença, como febre, manchas pelo corpo e problemas respiratórios, com diagnóstico confirmado por exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Além da capital, Guarulhos também recebeu atenção especial por concentrar o maior aeroporto internacional do país, porta de entrada de milhares de passageiros vindos do exterior diariamente. Para reforçar a proteção da população, o governo federal informou que enviará aproximadamente 100 mil doses da vacina às duas cidades.</p>
<p>De acordo com o ministério, a chamada <strong>dose zero</strong> é uma aplicação adicional destinada exclusivamente aos bebês entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Ela não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação, que continuam sendo administradas aos 12 e aos 15 meses de idade. O objetivo é oferecer proteção antecipada às crianças mais vulneráveis em situações de maior risco de circulação do vírus.</p>
<p>A pasta ressaltou que os casos registrados são considerados, até o momento, provavelmente importados, ou seja, relacionados ao contato com pessoas infectadas vindas do exterior. Por isso, o episódio não altera o reconhecimento internacional do Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo.</p>
<p>Além da vacinação, autoridades sanitárias ampliaram as ações de vigilância epidemiológica. Entre as medidas adotadas estão a busca ativa de pessoas com sintomas suspeitos, identificação e monitoramento de contatos próximos dos pacientes, investigação dos casos e vacinação de bloqueio nas áreas consideradas de maior risco para impedir novas cadeias de transmissão.</p>
<p>O alerta também está relacionado ao cenário internacional. Os três países que sediaram a Copa do Mundo de 2026 — Estados Unidos, Canadá e México — enfrentam aumento expressivo no número de casos de sarampo, elevando o risco de importação da doença por viajantes brasileiros. Segundo dados do Ministério da Saúde, os Estados Unidos registraram mais de 2 mil casos em 2026 até 20 de junho. O México ultrapassou 11,7 mil casos neste ano, enquanto o Canadá contabiliza mais de mil confirmações.</p>
<p>Diante desse cenário, a recomendação é que todas as pessoas verifiquem sua situação vacinal antes de viagens internacionais. Crianças de 6 a 11 meses e 29 dias que forem viajar para áreas com circulação do vírus devem receber a dose zero. Já pessoas de até 29 anos sem comprovação de vacinação precisam ter duas doses da tríplice viral, enquanto adultos entre 30 e 59 anos devem possuir pelo menos uma dose registrada.</p>
<p>Considerado uma das doenças infecciosas mais contagiosas do mundo, o sarampo pode provocar complicações graves, especialmente em crianças pequenas e pessoas não vacinadas. Por isso, o Ministério da Saúde reforça que manter a caderneta de vacinação atualizada continua sendo a principal forma de evitar novos casos e preservar o status sanitário conquistado pelo Brasil nos últimos anos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Conselho Federal de Medicina proíbe uso de PMMA em procedimentos na pele</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conselho-federal-de-medicina-proibe-uso-de-pmma-em-procedimentos-na-pele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[CFM]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PMMA]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que proíbe médicos de utilizar o polimetilmetacrilato (PMMA) em procedimentos estéticos e reparadores realizados na pele. A medida entra em vigor nesta semana e representa uma das mais significativas mudanças recentes na regulamentação da medicina estética no país. A decisão foi tomada após análises de estudos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que proíbe médicos de utilizar o polimetilmetacrilato (PMMA) em procedimentos estéticos e reparadores realizados na pele. A medida entra em vigor nesta semana e representa uma das mais significativas mudanças recentes na regulamentação da medicina estética no país.</p>
<p>A decisão foi tomada após análises de estudos científicos, registros de complicações graves e discussões realizadas pelo conselho ao longo dos últimos anos. Segundo o CFM, o material tem sido associado a reações severas, deformidades permanentes, processos inflamatórios crônicos e, em situações extremas, mortes de pacientes submetidos a procedimentos de preenchimento.</p>
<p>Com a nova norma, médicos ficam impedidos de aplicar ou divulgar tratamentos que utilizem PMMA para fins estéticos ou reparadores. A única exceção prevista pela resolução envolve pacientes com HIV/Aids que apresentam lipodistrofia facial, condição relacionada à perda de gordura no rosto provocada por tratamentos antirretrovirais. Nesses casos, o procedimento continuará permitido exclusivamente em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e seguindo protocolos específicos do Ministério da Saúde.</p>
<p>O PMMA é uma substância sintética permanente que não é absorvida pelo organismo. Diferentemente de outros preenchedores utilizados na medicina estética, o material permanece no corpo de forma definitiva após a aplicação. Especialistas apontam que essa característica pode provocar complicações tardias, surgindo meses ou até anos depois do procedimento.</p>
<p>Entre os problemas associados ao produto estão migração da substância para outras regiões do corpo, formação de granulomas, necrose de tecidos, deformidades estéticas e danos sistêmicos que podem atingir órgãos como os rins. Em alguns casos relatados pelo conselho, pacientes precisaram passar por cirurgias complexas para remover parte do material ou corrigir sequelas permanentes.</p>
<p>Apesar da proibição estabelecida pelo CFM, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém o entendimento de que os produtos à base de PMMA atualmente registrados no país apresentam relação risco-benefício aceitável quando utilizados dentro das indicações aprovadas. A agência reforça, porém, que a substância não possui indicação para aumento de volume corporal com finalidade exclusivamente estética.</p>
<p>Em nota, a Anvisa destacou que o PMMA é autorizado para situações específicas de correção de defeitos na pele e volumetria associadas a necessidades de saúde, e não para procedimentos voltados apenas à aparência estética. A agência também reiterou que a aplicação deve ocorrer sob indicação médica e por profissionais devidamente capacitados.</p>
<p>O Conselho Federal de Medicina defende agora que a Anvisa avance para uma restrição ainda maior, retirando o produto do mercado brasileiro. A entidade argumenta que os riscos observados ao longo dos anos superam os benefícios da utilização da substância em procedimentos de preenchimento.</p>
<p>A nova resolução surge em um momento de crescente debate sobre a segurança de procedimentos estéticos no Brasil. Nos últimos anos, casos de complicações graves envolvendo o uso de PMMA reacenderam discussões sobre fiscalização, qualificação profissional e regulamentação dos produtos utilizados em intervenções estéticas.</p>
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