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	<title>SARS-CoV &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil se une à rede global da OMS para monitorar coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 15:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil agora faz parte de uma rede internacional liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para monitorar diferentes tipos de coronavírus e identificar novas variantes que possam representar riscos à saúde pública. Conhecida como CoViNet, essa iniciativa é um desdobramento da rede de laboratórios de referência estabelecida pela OMS no início da pandemia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil agora faz parte de uma rede internacional liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para monitorar diferentes tipos de coronavírus e identificar novas variantes que possam representar riscos à saúde pública. Conhecida como CoViNet, essa iniciativa é um desdobramento da rede de laboratórios de referência estabelecida pela OMS no início da pandemia de covid-19. O país é representado pelo Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).</p>
<p>A CoViNet reúne 36 laboratórios de 21 países com experiência em vigilância de coronavírus em humanos, animais e ambiente. O objetivo é antecipar-se a uma nova pandemia, monitorando ativamente possíveis ameaças à saúde global. &#8220;Nós temos que ter uma rede que tenha pessoas capacitadas, com bastante expertise, não só na saúde humana, mas também animal e ambiental de coronavírus&#8221;, destaca Marilda Siqueira, chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios.</p>
<p>O laboratório brasileiro tem uma longa história de participação em iniciativas semelhantes, sendo referência para o vírus da gripe desde 1951. Com a pandemia de covid-19, o laboratório foi reconhecido como centro de excelência na América do Sul e Caribe para o diagnóstico do SARS-CoV-2. Agora, integrando a CoViNet, o laboratório fortalece ainda mais sua capacidade de contribuir para a vigilância global de coronavírus.</p>
<p>A principal função da CoViNet é monitorar não apenas o SARS-CoV-2, mas também outros coronavírus, identificando mutações que possam representar riscos à saúde pública. Isso inclui a vigilância de animais que possam transmitir esses vírus e mudanças no meio ambiente que possam favorecer a emergência de novos patógenos.</p>
<p>O Brasil, que possui manuais e guias para enfrentar pandemias de influenza, está revisando suas estratégias de preparação para futuras emergências de saúde. &#8220;A chave para combater uma próxima pandemia é detectá-la o mais rapidamente possível&#8221;, destaca Siqueira. O país está se preparando não apenas a nível nacional, mas também internacionalmente, para enfrentar futuros desafios de saúde pública.</p>
<p>Os dados gerados pela CoViNet irão orientar as políticas e estratégias de saúde global, garantindo que estejam embasadas nas informações científicas mais recentes e precisas. A participação brasileira nessa rede é fundamental para fortalecer a vigilância global de coronavírus e proteger a saúde pública em todo o mundo.</p>
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