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	<title>Salarios &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Salarios &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Fundações sem fins lucrativos pagam salários acima da média das empresas no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fundacoes-sem-fins-lucrativos-pagam-salarios-acima-da-media-das-empresas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagaram, em 2023, salários médios superiores aos oferecidos por empresas no Brasil. Segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trabalhadores dessas instituições receberam, em média, R$ 3.630,71 por mês — o equivalente a 2,8 salários mínimos. No mesmo período, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagaram, em 2023, salários médios superiores aos oferecidos por empresas no Brasil. Segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trabalhadores dessas instituições receberam, em média, R$ 3.630,71 por mês — o equivalente a 2,8 salários mínimos. No mesmo período, a remuneração média nas entidades empresariais ficou em 2,5 salários mínimos.</p>
<p>O salário mínimo médio considerado na pesquisa, referente ao ano-base de 2023, foi de R$ 1.314,46. Apesar do desempenho acima das empresas, o patamar das fundações e associações sem fins lucrativos ainda permaneceu abaixo da administração pública, que registrou remuneração média equivalente a quatro salários mínimos.</p>
<figure id="attachment_87442" aria-describedby="caption-attachment-87442" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-87442" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Campus Da Pontifícia Universidade Católica Do Rio De Janeiro (PUC Rio), Uma Instituição Sem Fins Lucrativos - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87442" class="wp-caption-text">Campus da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), uma instituição sem fins lucrativos. &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Os dados integram o estudo sobre as Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil), elaborado a partir do Cadastro Central de Empresas (Cempre). A série histórica da pesquisa existe desde 2002, mas mudanças metodológicas impedem comparações anteriores a 2022.</p>
<p>O IBGE classifica como Fasfil instituições como associações comunitárias, fundações privadas, entidades religiosas e organizações sem fins lucrativos das áreas de educação e saúde. Ficam fora desse universo sindicatos, partidos políticos, condomínios e entidades paraestatais, como o Sistema S, agrupadas em outra categoria denominada “entidades sem fins lucrativos”.</p>
<h3>Crescimento e impacto no mercado de trabalho</h3>
<p>Entre 2022 e 2023, o número de fundações privadas e associações sem fins lucrativos cresceu 4%, passando de 573,3 mil para 596,3 mil unidades. Esse contingente representa cerca de 5% do total de organizações ativas no país, estimado em 11,3 milhões.</p>
<figure id="attachment_87444" aria-describedby="caption-attachment-87444" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-87444" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Santa Casa De Misericórdia, No Centro Do Rio De Janeiro, é Uma Institução Sem Fins Lucrativos Da área Da Saúde - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87444" class="wp-caption-text">Santa Casa de Misericórdia, no Centro do Rio de Janeiro, é uma institução sem fins lucrativos da área da saúde. &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>No mercado de trabalho, essas instituições empregaram 2,7 milhões de pessoas, o equivalente a 5,1% do total de trabalhadores brasileiros, e responderam por 5% da massa salarial nacional.</p>
<p>O ranking de remuneração média, em salários mínimos, ficou assim distribuído:</p>
<ul>
<li>Administração pública: 4,0</li>
<li>Fundações privadas e associações sem fins lucrativos: 2,8</li>
<li>Entidades sem fins lucrativos: 2,6</li>
<li>Entidades empresariais: 2,5</li>
<li>Média total dos trabalhadores: 2,8</li>
</ul>
<h3>Perfil das atividades e desigualdade salarial</h3>
<p>O estudo aponta que pouco mais de um terço das Fasfil (35,3%) são entidades religiosas, somando 210,7 mil organizações. Em seguida aparecem instituições de cultura e recreação (89,5 mil), desenvolvimento e defesa de direitos (80,3 mil), associações patronais e profissionais (69,5 mil), assistência social (54 mil) e educação e pesquisa (28,9 mil).</p>
<p>Do total de trabalhadores empregados nessas instituições, 41,2% atuam na área da saúde, principal empregadora do setor, com cerca de 1,1 milhão de pessoas. Educação e pesquisa concentram 27,7% dos vínculos, à frente da assistência social, com 12,7%.</p>
<p>As mulheres têm presença majoritária nas Fasfil: elas representam 68,9% dos assalariados, proporção bem acima da média nacional de 45,5%. Na educação infantil, a predominância é ainda maior — 91,7% dos trabalhadores são mulheres. Apesar disso, a desigualdade salarial persiste: segundo o IBGE, elas recebem, em média, 19% menos que os homens nessas instituições.</p>
<p>Para o coordenador de Cadastros e Classificações do IBGE, Francisco Marta, os números evidenciam a relevância econômica e social do setor. “Essas entidades complementam as ações do governo em áreas como saúde, educação, assistência social, defesa de direitos e meio ambiente. Elas contribuem de forma significativa para a riqueza do país”, afirma.</p>
<h3>Porte das instituições</h3>
<p>Em média, as fundações privadas e associações sem fins lucrativos tinham 4,5 empregados em 2023. No entanto, 85,6% delas não possuíam nenhum trabalhador formal. Apenas 0,7% contavam com cem ou mais funcionários.</p>
<p>As maiores estruturas estavam concentradas em hospitais, com média de 269,7 assalariados, seguidos por instituições de saúde (132,5), ensino superior (73,9) e ensino médio (73,8). Na outra ponta, as entidades religiosas apresentaram o menor porte, com média de apenas 0,6 empregado formal por instituição.</p>
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		<title>Papa Leão critica salários bilionários de executivos e questiona ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/papa-leao-critica-salarios-bilionarios-de-executivos-e-questiona-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 11:17:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Leão]]></category>
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					<description><![CDATA[O papa Leão, em sua primeira entrevista à imprensa desde que assumiu o pontificado, fez críticas aos pacotes de remuneração de executivos, como o plano de US$ 1 trilhão da Tesla para Elon Musk, classificando-os como um reflexo preocupante da desigualdade global. “Há 60 anos, CEOs ganhavam de quatro a seis vezes mais do que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O papa Leão, em sua primeira entrevista à imprensa desde que assumiu o pontificado, fez críticas aos pacotes de remuneração de executivos, como o plano de US$ 1 trilhão da Tesla para Elon Musk, classificando-os como um reflexo preocupante da desigualdade global.</p>
<p>“Há 60 anos, CEOs ganhavam de quatro a seis vezes mais do que um trabalhador comum. Hoje, recebem até 600 vezes mais”, afirmou. “Se essa é a única coisa que tem valor, então estamos em um grande problema.”</p>
<p>Natural de Chicago e eleito em maio para suceder o papa Francisco, Leão também questionou a eficácia da ONU, dizendo que a organização “perdeu sua capacidade de reunir as pessoas em questões multilaterais”.</p>
<p>O pontífice contou ainda que se sentiu inicialmente mais preparado para liderar espiritualmente os 1,4 bilhão de católicos do mundo, mas menos para exercer o papel diplomático. “O aspecto totalmente novo deste trabalho é ser lançado ao nível de líder mundial. Estou aprendendo muito e me sentindo desafiado, mas não sobrecarregado”, afirmou.</p>
<p>Leão relembrou também seu período como missionário no Peru e falou sobre a expectativa de que a paz prevaleça no conflito entre Rússia e Ucrânia, que já dura três anos.</p>
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		<title>Respeito às mulheres é valor inegociável no Executivo, diz Lula</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/respeito-as-mulheres-e-valor-inegociavel-no-executivo-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 17:48:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Equidade]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Durante cerimônia em alusão ao Dia Internacional da Mulher, lembrado nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou que, em meio à um contexto de diversas formas de violência contra as mulheres, é dever do Estado e de toda a sociedade enfrentar cada uma delas. Após assinar atos, decretos e projetos de lei, Lula destacou as 11 ministras do seu governo e classificou o respeito às mulheres como valor inegociável.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“Nada, absolutamente nada justifica a desigualdade de gênero. A medicina não explica. A biologia não explica. A anatomia não explica. Talvez a explicação esteja no receio dos homens de serem superados pelas mulheres. É isso que não faz sentido algum. Primeiro porque as mulheres querem igualdade, não superioridade. Segundo porque quanto mais as mulheres avançam, mais o país avança. E isso é bom para toda a população.”</em></p>
<p>O presidente lembrou que a desigualdade de gênero não é um problema exclusivo do Brasil. Ele citou dados da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre disparidade de renda e desigualdade entre homens e mulheres que indicam que a questão é ainda mais profunda do que se imaginava.</p>
<p><em>“A humanidade levará 300 anos para alcançar a igualdade entre mulheres e homens se permanecerem as condições atuais. Por isso, não podemos aceitar que a condições atuais sejam mantidas. A igualdade de gênero não virá da noite para o dia, mas precisamos acelerar esse processo. E, se dependesse desse governo, a desigualdade acabaria hoje mesmo por um simples decreto do presidente”</em>, concluiu.</p>
</div>
</div>
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		<title>Setor da construção empregou 2 milhões de pessoas em 2020, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/setor-da-construcao-empregou-2-milhoes-de-pessoas-em-2020-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[empego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[Paic 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Salarios]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua trigésima edição, divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) revela que, em 2020, primeiro ano da pandemia do novo coronavírus, o setor da construção envolveu um total de 131,8 mil empresas ativas que empregaram 2 milhões de pessoas, às quais foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Em sua trigésima edição, divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) revela que, em 2020, primeiro ano da pandemia do novo coronavírus, o setor da construção envolveu um total de 131,8 mil empresas ativas que empregaram 2 milhões de pessoas, às quais foram pagos R$ 58,7 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Foram gerados R$ 325,1 bilhões em valor de incorporações, obras ou serviços da construção, naquele ano. A sondagem indica que os resultados do valor de incorporações, obras ou serviços da construção somaram R$ 147,3 bilhões para o segmento de Construção de edifícios; R$ 106,4 bilhões para Obras de infraestrutura; e R$ 71,4 bilhões para Serviços especializados para construção.</p>
<p>De acordo com os dados apurados pelo IBGE, houve mudança estrutural no setor da construção, nos últimos dez anos: o segmento de maior participação em valor de incorporações, obras ou serviços da construção no ano de 2011, que foi o de obras de infraestrutura, que caiu de 41,7% para 32,7% do total, em 2020. Em contrapartida, o segmento de construção de edifícios teve a participação ampliada de 39,9% para 45,3%, no período. Da mesma forma, o segmento de serviços especializados para construção aumentou sua participação de 18,5% para 22,0%, de 2011 para 2020. Na década pesquisada, o setor formal da construção passou a se caracterizar por empresas de menor porte e pagando salários mais baixos.</p>
<p>No primeiro ano da pandemia do novo coronavírus, o valor adicionado bruto da construção sofreu queda de 6,3% em relação ao ano anterior, segundo o Sistema de Contas Nacionais (SCN), do IBGE. Também em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) caiu, em volume, 0,9%, em decorrência dos impactos produzidos pela pandemia na economia como um todo. Da mesma forma, a produção física industrial de insumos típicos da construção civil enfrentou retração de 0,2%, em 2020, sendo a queda mais acentuada nos primeiros meses daquele ano, revela o SCN.</p>
<h2>Setor privado</h2>
<p>A Paic mostra que, em 2020, o setor privado teve sua maior participação na década, respondendo por 70,2% do valor de obras ou serviços da construção, contra 61,5%, em 2011. Segundo o IBGE, o aumento foi influenciado, principalmente, pelo segmento de construção de edifícios e dos serviços especializados para construção, nos quais a participação do setor privado atingiu 82% e 79,4%, respectivamente, em 2020, contra 75,6% e 78%, em 2011.</p>
<p>Já no segmento de obras de infraestrutura, que tem no setor público seu principal contratante historicamente, o valor de obras ou serviços da construção foi dividido com a esfera privada. Com isso, a participação do setor público sofreu retração de 7,9 pontos percentuais em dez anos, caindo de 57,9%, em 2011, para 50%, em 2020, enquanto o setor privado ampliou sua fatia de 42,1% para 50%. Ainda de acordo com a PAIC, a participação do setor público como demandante de obras ou serviços da construção caiu 8,7 pontos percentuais (p.p.) no período de 2011 a 2020.</p>
<p>O grupo das oito maiores empresas da construção reduziu o valor, caindo de 11% do total do setor, em 2011, para 4,8%, em 2020, queda de 6,2 pontos percentuais. Por segmentos, houve queda no valor das empresas de construção de edifícios, de 8,7% para 7% na década, e no segmento de obras de infraestrutura, de 25,3%, em 2011, para 10% em 2020 (queda de 15,3 p.p.). No sentido contrário, o segmento de serviços especializados para construção apresentou expansão da concentração, subindo de 4,7%, em 2011, para 7,2%, em 2020.</p>
<h2>Emprego</h2>
<p>A Paic 2020 evidencia redução do número de pessoas ocupadas de 2,7 milhões, em 2011, para 2 milhões, em 2020. Isso significou perda de 680,7 mil empregos. Embora essa queda tenha ocorrido nos três segmentos da construção, o destaque foi para a construção de edifícios, que respondeu por 46,1% da retração registrada. Em ternos de distribuição do pessoal empregado, a construção de edifícios se manteve como o principal segmento empregador, com 35,3% de participação em 2020, seguido por serviços especializados para construção, com 33%, e obras de infraestrutura, com 31,8%.</p>
<p>O levantamento do IBGE registra que, entre 2019 e 2020, o volume de emprego na indústria da construção aumentou em 71,8 mil pessoas. O segmento que mais contribuiu para esse resultado foi o de obras de infraestrutura, que empregou 61,6 mil pessoas a mais no período, seguido por construção de edifícios, com mais 32,7 mil pessoas. Por outro lado, o segmento de serviços especializados para construção mostrou queda de 22,5 mil pessoas nesse período.</p>
<p>Do ponto de vista do emprego formal, a pesquisa constatou que os impactos da pandemia do novo coronavírus não puderam configurar um resultado negativo para o setor da construção em 2020, frente o ano anterior. O segmento de obras de infraestrutura, em especial, já vinha retomando o ritmo das atividades e não enfrentou graves problemas de abastecimento em termos de materiais para construção no primeiro ano da pandemia. Soma-se a isso o porte maior das empresas, que teria representado “maior estabilidade dos vínculos formais de trabalho em 2020 relativamente a 2019”. A pesquisa destacou ainda que os vários decretos federais, estaduais e municipais incluíram a construção no rol de atividades essenciais, o que permitiu a continuidade das obras durante a pandemia.</p>
<p>A pesquisa mostra que, em 2020, comparativamente a 2019, houve incremento de 3,8% no número de pessoas ocupadas. Já os salários, retiradas e outras remunerações pagas foram ampliadas em apenas 0,2%, o que sinaliza uma estabilidade real. Isso quer dizer que mesmo em um ano de pandemia da covid-19, o setor da construção demonstrou relativa estabilidade no montante de salários, retiradas e outras remunerações.</p>
<h2>Custos e despesas</h2>
<p>Considerando o número total de pessoas ocupadas dividido pelo número de empresas, notou-se queda na ocupação de 28 para 15 pessoas, entre 2011 e 2020. Essa tendência foi observada nos três segmentos, destacando obras de infraestrutura, que ocupava 98 pessoas, em média, em 2011, e passou a ocupar 45, em 2020. Também a remuneração média, medida em salário-mínimo (s.m.), teve redução nos últimos dez anos, passando de 2,6 s.m. para 2,2 s.m.</p>
<p>Em relação aos custos e despesas da indústria da construção, verificou-se que os gastos com pessoal continuaram liderando, com crescimento de 46,4%, em 2011, para 49,3%, em 2020, enquanto consumo de materiais caiu de 37,9% para 35,9%; e obras e serviços contratados a terceiros reduziram de 15,6% para 14,8%.</p>
<p>Na comparação da última década, obras residenciais continuaram sendo o principal produto da construção, com 24,9% de participação no total, expansão de 2,7 p.p. em dez anos. Em segundo lugar, aparecem serviços especializados para construção, com mais 3 p.p. de participação. O maior aumento no período entre 2011 e 2020 coube ao grupo de obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos, que subiu de uma participação de 11,5%, em 2011, para 14,7%, em 2020. O IBGE destacou que na relação entre 2019 e 2020, esse grupo experimentou queda de 0,5 ponto percentual. A maior redução, entretanto, foi observada no grupo de edificações industriais, comerciais e outras edificações não residenciais, que passaram de 14,9% para 10,6%.</p>
<h2>Por regiões</h2>
<p>A análise por regiões revela que não houve grandes mudanças tanto em relação ao número de pessoas ocupadas como ao valor de incorporações, obras ou serviços da construção para empresas com 5 ou mais pessoas. Nas duas variáveis, o Sudeste foi o destaque. Em termos de emprego, a região elevou sua participação de 47,6% para 49,7% do pessoal ocupado. Apesar da queda de 51,9% para 48,5% nos últimos dez anos no valor de incorporações, obras ou serviços da construção, o Sudeste brasileiro permaneceu na liderança do <em>ranking</em> no país.</p>
<p>De acordo com a Paic 2020, a Região Sul apresenta tendência de crescimento nos últimos dez anos, elevando participação tanto no valor de incorporações, obras e serviços de construção, como em pessoal ocupado. O Nordeste, em contrapartida, foi a região que mais perdeu em participação, no referente a pessoal ocupado, na década (de 24% para 19,2%).</p>
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