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	<title>Russia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Russia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rússia bloqueia WhatsApp e sugere uso de aplicativo estatal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-bloqueia-whatsapp-e-sugere-uso-de-aplicativo-estatal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da Rússia confirmou nesta quinta-feira (12) o bloqueio completo do WhatsApp no país. Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a decisão foi tomada porque a Meta, empresa proprietária do aplicativo, teria se recusado a cumprir a legislação russa. De acordo com Peskov, a medida já foi implementada e os cidadãos russos devem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da Rússia confirmou nesta quinta-feira (12) o bloqueio completo do WhatsApp no país. Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a decisão foi tomada porque a Meta, empresa proprietária do aplicativo, teria se recusado a cumprir a legislação russa.</p>
<p>De acordo com Peskov, a medida já foi implementada e os cidadãos russos devem migrar para o MAX, um aplicativo de mensagens instantâneas apoiado pelo Estado.</p>
<blockquote><p>“Devido à relutância da Meta em cumprir a legislação russa, essa decisão foi de fato tomada e implementada”, afirmou o porta-voz.<br />
“O MAX é uma alternativa acessível, um aplicativo nacional em desenvolvimento, disponível no mercado para os cidadãos.”</p></blockquote>
<h3>Críticas e acusações de vigilância</h3>
<p>Críticos da medida afirmam que o MAX pode funcionar como ferramenta de vigilância estatal, permitindo maior controle sobre as comunicações privadas dos usuários. As autoridades russas negam as acusações e sustentam que o aplicativo foi criado para integrar serviços públicos e facilitar a vida da população.</p>
<p>A Meta reagiu ao bloqueio classificando a ação como uma tentativa de forçar os russos a utilizar um aplicativo controlado pelo governo.</p>
<blockquote><p>“Hoje, o governo russo tentou bloquear totalmente o WhatsApp em um esforço para levar as pessoas a usar um aplicativo de vigilância estatal”, declarou a empresa.<br />
“Tentar isolar mais de 100 milhões de usuários de uma comunicação privada e segura é um retrocesso.”</p></blockquote>
<h3>Pressão crescente sobre empresas estrangeiras</h3>
<p>O bloqueio ocorre após cerca de seis meses de pressão sobre a Meta e faz parte de uma estratégia mais ampla do governo russo para fortalecer o controle sobre a infraestrutura digital, especialmente em contexto de guerra.</p>
<p>A Meta já havia sido classificada pelas autoridades russas como organização extremista. Além do WhatsApp, outras plataformas estrangeiras como Facebook, Instagram, Snapchat e YouTube já enfrentam bloqueios ou restrições no país.</p>
<p>Com o bloqueio técnico, alguns domínios ligados ao WhatsApp foram retirados do registro nacional de nomes de domínio da Rússia, o que impede dispositivos dentro do país de acessar os endereços IP do aplicativo. O uso do serviço passou a ser possível apenas por meio de redes privadas virtuais (VPNs).</p>
<p>A agência reguladora russa Roskomnadzor não comentou oficialmente a medida até o momento.</p>
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		<title>“Desordem mundial de Trump”: Human Rights Watch alerta para avanço do autoritarismo em mais de 100 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Human Rights Watch (HRW) acendeu um alerta global ao divulgar, nesta quarta-feira (4), seu relatório anual sobre Direitos Humanos. O documento aponta um avanço do autoritarismo e um enfraquecimento das instituições democráticas em mais de 100 países, com críticas contundentes à atuação dos Estados Unidos sob a liderança do presidente Donald Trump, além de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Human Rights Watch (HRW) acendeu um alerta global ao divulgar, nesta quarta-feira (4), seu relatório anual sobre Direitos Humanos. O documento aponta um avanço do autoritarismo e um enfraquecimento das instituições democráticas em mais de 100 países, com críticas contundentes à atuação dos Estados Unidos sob a liderança do presidente Donald Trump, além de Rússia e China.</p>
<p>Segundo a ONG, o sistema internacional de proteção aos direitos humanos enfrenta uma de suas maiores crises em décadas. “As salvaguardas e proteções dos direitos humanos em todo o mundo têm sido devastadas pelo presidente dos Estados Unidos e pelo crescente autoritarismo”, afirma o relatório, que defende a formação de uma aliança estratégica entre democracias para preservar a ordem internacional baseada em regras.</p>
<p>O diretor executivo da HRW, Philippe Bolopion, classifica o momento como um “desafio de uma geração”. Para ele, “conter a onda autoritária que varre o mundo” é urgente, diante de um cenário em que normas internacionais vêm sendo sistematicamente corroídas. O documento destaca que, sob forte pressão do governo norte-americano e com ações persistentes de China e Rússia, a ordem global regida por leis está sendo enfraquecida.</p>
<p>No caso dos Estados Unidos, a HRW elenca uma série de medidas atribuídas à administração Trump que, segundo a organização, representam ataques diretos ao Estado de Direito. Entre elas estão restrições à liberdade de expressão, deportações para países onde há risco de tortura, ataques à independência do Judiciário, cortes drásticos em ajuda alimentar e subsídios de saúde, além do retrocesso em direitos reprodutivos, políticas de reparação racial e proteções a pessoas trans e intersexo.</p>
<p>O relatório também acusa o governo de usar o aparato estatal para intimidar adversários políticos, meios de comunicação, universidades, escritórios de advocacia, organizações da sociedade civil e até artistas e comediantes. Na política externa, a HRW afirma que a retórica e as ações de Trump se alinham a uma ideologia nacionalista branca, citando estereótipos racistas e políticas migratórias agressivas.</p>
<p>A organização menciona ainda operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), acusadas de uso excessivo da força, prisões indevidas de cidadãos norte-americanos e, mais recentemente, da morte injustificada de duas pessoas em Minneapolis. Para a HRW, “na nova desordem mundial de Trump, o poder dita o que é certo, e atrocidades não são impedimentos para acordos”.</p>
<p>O relatório critica a retirada dos Estados Unidos de compromissos multilaterais, como o Conselho de Direitos Humanos da ONU e o Acordo de Paris sobre o Clima, além do cancelamento abrupto de grande parte da ajuda externa americana, incluindo recursos destinados a ações humanitárias.</p>
<p>No conflito da Ucrânia, a HRW acusa Trump de minimizar a responsabilidade da Rússia por graves violações de direitos humanos, pressionando o governo ucraniano a ceder território e buscando acordos exploratórios, em vez de responsabilizar o presidente russo Vladimir Putin.</p>
<p>Apesar de apontar Trump como um fator central, Bolopion reconhece que o declínio democrático é anterior à sua reeleição. Segundo o relatório, o mundo vive uma “recessão democrática”: estudos indicam que a democracia global voltou a níveis semelhantes aos de 1985, com cerca de 72% da população mundial vivendo atualmente sob regimes autoritários. Rússia e China, destaca o texto, são hoje menos livres do que há duas décadas.</p>
<p>Diante desse cenário, a Human Rights Watch conclui com um apelo à união dos países que ainda valorizam os direitos humanos e o Estado de Direito, defendendo que essas nações se articulem como uma força política e econômica capaz de resistir ao avanço do autoritarismo e de reconstruir a ordem internacional baseada em regras.</p>
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		<title>Zelensky anuncia novo encontro com Trump para avançar negociações de paz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/zelensky-anuncia-novo-encontro-com-trump-para-avancar-negociacoes-de-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 13:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de paz]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta sexta-feira (25) que deverá se reunir novamente, em breve, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no contexto das negociações internacionais que buscam encerrar a guerra com a Rússia. “Concordamos com uma reunião de alto nível com o presidente Trump num futuro próximo. Muitas coisas podem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta sexta-feira (25) que deverá se reunir novamente, em breve, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no contexto das negociações internacionais que buscam encerrar a guerra com a Rússia.</p>
<p>“Concordamos com uma reunião de alto nível com o presidente Trump num futuro próximo. Muitas coisas podem ser decididas antes do Ano Novo”, declarou Zelensky em mensagem publicada nas redes sociais.</p>
<p>A sinalização ocorre poucos dias após o líder ucraniano revelar, na quarta-feira, a versão mais recente do plano de paz patrocinado pelos Estados Unidos, resultado de semanas de negociações entre Washington e Kiev. O documento preliminar propõe o congelamento das atuais linhas de frente do conflito, sem, no entanto, apresentar uma solução definitiva para os cerca de 19% do território ucraniano ocupados pela Rússia desde o início da invasão, em 24 de fevereiro de 2022.</p>
<p>A nova formulação do plano norte-americano deixou de fora duas exigências históricas do Kremlin que constavam na proposta original. Entre elas, a retirada das forças ucranianas das áreas do Donbas ainda sob controle de Kiev e um compromisso juridicamente vinculante de que a Ucrânia não ingressará na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>Do lado russo, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que Moscou ainda está formulando sua posição oficial sobre a proposta, mas evitou comentar detalhes. Já a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou na quinta-feira (24) que o avanço em direção ao fim do conflito é “lento, mas constante”.</p>
<p>A expectativa em torno do novo encontro entre Zelensky e Trump reforça a possibilidade de avanços diplomáticos nas próximas semanas, em um momento considerado decisivo para o futuro do conflito no Leste Europeu.</p>
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		<item>
		<title>Rússia lança novo ataque com mísseis hipersônicos e drones contra a Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-lanca-novo-ataque-com-misseis-hipersonicos-e-drones-contra-a-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 12:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia voltou a atacar diversas regiões da Ucrânia nesta quinta-feira (10), utilizando mísseis hipersônicos Kinzhal, mísseis teleguiados S-300 e S-400, além de 67 drones. Segundo comunicado da Força Aérea ucraniana, 52 drones foram interceptados pelas defesas antiaéreas, enquanto 15 conseguiram atingir nove localidades diferentes. Entre os drones utilizados, 40 eram do tipo kamikaze Shahed, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia voltou a atacar diversas regiões da Ucrânia nesta quinta-feira (10), utilizando mísseis hipersônicos Kinzhal, mísseis teleguiados S-300 e S-400, além de 67 drones. Segundo comunicado da Força Aérea ucraniana, 52 drones foram interceptados pelas defesas antiaéreas, enquanto 15 conseguiram atingir nove localidades diferentes.</p>
<p>Entre os drones utilizados, 40 eram do tipo kamikaze Shahed, conhecidos por não retornarem após o ataque. As autoridades ucranianas informaram que o objetivo da ofensiva foi, novamente, destruir infraestruturas energéticas e logísticas em diversas partes do país.</p>
<p>Em contrapartida, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter abatido 71 drones ucranianos em dez regiões, incluindo a Crimeia, território anexado em 2014. De acordo com o órgão, 29 drones foram interceptados na região de Briansk, sete em Kursk, três na Crimeia e outros sete sobre o Mar Negro.</p>
<p>Os ataques ocorrem em meio à escalada de ações ofensivas dos dois lados, com a Ucrânia buscando enfraquecer o reabastecimento do Exército russo e comprometer a exportação de petróleo e derivados, uma das principais fontes de financiamento de Moscou.</p>
<p>A guerra, que começou em 24 de fevereiro de 2022, segue sem perspectivas de cessar-fogo, com as forças russas intensificando o uso de armas de alta tecnologia, como os mísseis hipersônicos, capazes de atingir velocidades superiores a Mach 10 (dez vezes a velocidade do som).</p>
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		<item>
		<title>EUA e União Europeia ampliam sanções contra Rússia e miram setor energético</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-e-uniao-europeia-ampliam-sancoes-contra-russia-e-miram-setor-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) anunciaram, nesta quarta (22) e quinta-feira (23), novas rodadas de sanções contra a Rússia, em resposta à continuidade da guerra na Ucrânia. As medidas, que atingem diretamente o setor energético e financeiro russo, ampliam a pressão sobre o governo de Vladimir Putin. O governo norte-americano, sob a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) anunciaram, nesta quarta (22) e quinta-feira (23), novas rodadas de sanções contra a Rússia, em resposta à continuidade da guerra na Ucrânia. As medidas, que atingem diretamente o setor energético e financeiro russo, ampliam a pressão sobre o governo de Vladimir Putin.</p>
<p>O governo norte-americano, sob a administração de Donald Trump, impôs sanções à Rosneft e à Lukoil, as duas maiores companhias petrolíferas da Rússia, além de dezenas de subsidiárias. Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, a decisão busca cortar fontes de financiamento da “máquina de guerra do Kremlin”.</p>
<blockquote><p>“É hora de cessar o derramamento de sangue e estabelecer um cessar-fogo imediato”, declarou Bessent, ao afirmar que novas medidas poderão ser tomadas se Moscou não encerrar o conflito.</p></blockquote>
<h3>Europa reforça isolamento de Moscou</h3>
<p>Poucas horas depois, a União Europeia confirmou o 19º pacote de sanções contra a Rússia, que inclui restrições a bancos, bolsas de criptomoedas e empresas ligadas a Índia e China.</p>
<p>A alta representante da UE, Kaja Kallas, afirmou que o novo conjunto de medidas representa um avanço decisivo na tentativa de restringir os fluxos financeiros e energéticos russos.</p>
<blockquote><p>“É cada vez mais difícil para Putin financiar esta guerra”, disse Kallas ao anunciar a proibição total das importações de gás natural liquefeito (GNL) russo a partir de 1º de janeiro de 2027.</p></blockquote>
<p>O pacote europeu também inclui:</p>
<ul>
<li>Bloqueio de transações com bancos russos e intermediários estrangeiros;</li>
<li>Sanções a 118 navios da chamada “frota fantasma” usada para driblar embargos;</li>
<li>Restrições à exportação de tecnologias sensíveis, como inteligência artificial e componentes metálicos críticos.</li>
</ul>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou a medida como um “golpe no coração da economia de guerra da Rússia” e reafirmou o compromisso da UE com uma “paz justa e duradoura para o povo ucraniano”.</p>
<h3>Contexto da guerra</h3>
<p>A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, e desde então vem enfrentando sucessivas sanções econômicas e diplomáticas. Apesar do impacto sobre o comércio russo, Moscou mantém operações militares, enquanto Kiev continua a depender do apoio internacional, especialmente dos Estados Unidos e da União Europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Escalada na guerra: Rússia e Ucrânia trocam ataques com mísseis em meio a impasse diplomático</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/escalada-na-guerra-russia-e-ucrania-trocam-ataques-com-misseis-em-meio-a-impasse-diplomatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
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					<description><![CDATA[Rússia e Ucrânia intensificaram os bombardeios durante a noite, com ataques de mísseis em ambos os territórios, reacendendo a tensão em meio aos esforços diplomáticos para encerrar o conflito que já ultrapassa dois anos. A nova onda de violência ocorre logo após um impasse nas negociações para uma reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rússia e Ucrânia intensificaram os bombardeios durante a noite, com ataques de mísseis em ambos os territórios, reacendendo a tensão em meio aos esforços diplomáticos para encerrar o conflito que já ultrapassa dois anos. A nova onda de violência ocorre logo após um impasse nas negociações para uma reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, prevista para as próximas semanas.</p>
<p>Segundo autoridades ucranianas, seis pessoas morreram, entre elas duas crianças, em ataques russos contra Kiev e regiões vizinhas. As explosões também provocaram apagões em várias partes do país, dificultando as operações de resgate.</p>
<p>Em resposta, as Forças Armadas da Ucrânia confirmaram o uso de mísseis franco-britânicos Storm Shadow, lançados de aeronaves, contra uma fábrica de produtos químicos na região russa de Bryansk, no sul do país.</p>
<h3>Impasse diplomático</h3>
<p>Na semana passada, Trump e Putin haviam concordado em realizar uma cúpula na Hungria, mas o plano esfriou após conversas entre diplomatas dos dois países. A Casa Branca informou que o presidente norte-americano “não tem planos imediatos” de se encontrar com o líder russo.</p>
<blockquote><p>“Trump não quer uma reunião desperdiçada”, afirmou um porta-voz do governo dos EUA. Moscou, por sua vez, diz compartilhar da mesma visão.</p></blockquote>
<p>Ainda assim, o Kremlin assegura que os preparativos continuam. O porta-voz Dmitry Peskov declarou que as datas ainda não estão definidas e que “muitas informações falsas estão circulando” sobre o tema.</p>
<h3>Pressão por acordo de paz</h3>
<p>Fontes ouvidas pela Reuters afirmam que a Rússia reiterou suas condições para um eventual acordo, exigindo que a Ucrânia ceda o controle total da região de Donbas, no sudeste do país — uma proposta prontamente rejeitada por Kiev e pela comunidade internacional.</p>
<p>Trump havia sugerido um cessar-fogo imediato nas atuais linhas de frente, mas a ideia foi descartada por ambos os lados.</p>
<blockquote><p>“É um processo difícil, mas é para isso que servem os diplomatas”, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, à agência estatal RIA.</p></blockquote>
<p>Enquanto as negociações permanecem estagnadas, o conflito segue em escalada, com ataques cada vez mais letais e um cenário diplomático cada vez mais incerto sobre o futuro da guerra no Leste Europeu.</p>
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		<item>
		<title>UE avança com acordo comercial com Mercosul apesar da oposição da França</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ue-avanca-com-acordo-comercial-com-mercosul-apesar-da-oposicao-da-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 17:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia deve apresentar nesta quarta-feira (3) o acordo de livre comércio com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), após 25 anos de negociações. O texto será submetido à aprovação do Parlamento Europeu e dos governos da União Europeia, exigindo apoio de pelo menos 15 dos 27 países, que juntos representem 65% da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia deve apresentar nesta quarta-feira (3) o acordo de livre comércio com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), após 25 anos de negociações. O texto será submetido à aprovação do Parlamento Europeu e dos governos da União Europeia, exigindo apoio de pelo menos 15 dos 27 países, que juntos representem 65% da população do bloco.</p>
<h3><strong>O que está em jogo</strong></h3>
<ul>
<li>Para países como Alemanha e Espanha, o pacto é estratégico: ajudaria a compensar perdas provocadas pelas tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, e reduziria a dependência europeia da China, sobretudo em minerais críticos como o lítio.</li>
<li>A Comissão Europeia o classifica como o maior acordo tarifário já firmado pelo bloco.</li>
</ul>
<h3><strong>Resistência francesa</strong></h3>
<p>A França, maior produtora de carne bovina da UE, lidera a oposição. Paris considera o acordo “inaceitável”, alegando que abriria espaço para importações baratas de carne sul-americana sem atender aos padrões sanitários e ambientais exigidos na Europa.</p>
<ul>
<li>Agricultores têm realizado protestos contra o pacto.</li>
<li>Grupos ambientalistas, como o Friends of the Earth, chamam o tratado de “destruidor do clima”.</li>
</ul>
<h3><strong>Risco de bloqueio</strong></h3>
<p>O texto pode enfrentar resistência no Parlamento, onde Verdes e partidos de extrema direita são críticos, ou entre os governos, caso Polônia e Itália se unam à França na rejeição.</p>
<h3><strong>O que a UE e o Mercosul ganham</strong></h3>
<ul>
<li>Para a Europa: abertura do mercado sul-americano para carros, máquinas, produtos químicos, queijos, presuntos e vinhos.</li>
<li>Para o Mercosul: acesso facilitado ao mercado europeu, com tarifas menores para commodities agrícolas e ampliação do comércio.</li>
</ul>
<p>O acordo, se aprovado, seria um marco histórico para ambos os blocos, mas enfrenta um caminho político cheio de obstáculos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Trump anuncia envio de mais armas para a Ucrânia para conter avanço russo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-anuncia-envio-de-mais-armas-para-a-ucrania-para-conter-avanco-russo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 15:59:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (7) que o país enviará mais armas para a Ucrânia, com foco em equipamentos de defesa, para ajudar Kiev a resistir aos recentes avanços das forças russas. A declaração foi feita na Casa Branca, no início de um jantar com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (7) que o país enviará mais armas para a Ucrânia, com foco em equipamentos de defesa, para ajudar Kiev a resistir aos recentes avanços das forças russas.</p>
<p>A declaração foi feita na Casa Branca, no início de um jantar com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Eles estão sendo atingidos com muita força agora. Teremos que enviar mais armas, principalmente armas defensivas. Eles precisam ser capazes de se defender”, disse Trump aos jornalistas.</p>
<p>Nos últimos meses, Washington havia suspendido parte das remessas militares para a Ucrânia, o que gerou críticas tanto de democratas quanto de aliados republicanos e levou Kiev a alertar para riscos à sua capacidade de defesa.</p>
<p>Em nota, o Departamento de Defesa dos EUA confirmou que a ordem de Trump prevê novos envios para garantir a resistência ucraniana “enquanto continuam os esforços para alcançar uma paz duradoura”. O Pentágono acrescentou que segue avaliando os estoques e compromissos militares globais para balancear suas operações.</p>
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		<title>O que é o Brics? Entenda o grupo que se reúne no Rio de Janeiro neste domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 15:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio de Janeiro volta ao centro das atenções internacionais neste domingo (6) e segunda-feira (7), com a cúpula do Brics, sob presidência do Brasil. Mas afinal, o que é o Brics e por que ele é importante? O Brics é um fórum político e econômico que reúne algumas das maiores economias emergentes do mundo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro volta ao centro das atenções internacionais neste domingo (6) e segunda-feira (7), com a cúpula do Brics, sob presidência do Brasil. Mas afinal, o que é o Brics e por que ele é importante?</p>
<p>O Brics é um fórum político e econômico que reúne algumas das maiores economias emergentes do mundo, hoje com 11 países-membros: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia, além de 10 países-parceiros convidados. O bloco busca dar voz aos países do chamado Sul Global — nações em desenvolvimento — para influenciar decisões econômicas e políticas globais, além de cooperar em áreas como comércio, energia, saúde, segurança e tecnologia.</p>
<figure id="attachment_84618" aria-describedby="caption-attachment-84618" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84618" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Cupula-de-Kazan-criou-a-modalidade-de-pais-parceiro-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C490&#038;ssl=1" alt="Cúpula De Kazan Criou A Modalidade De País Parceiro - Expresso Carioca" width="754" height="490" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Cupula-de-Kazan-criou-a-modalidade-de-pais-parceiro-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Cupula-de-Kazan-criou-a-modalidade-de-pais-parceiro-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Cupula-de-Kazan-criou-a-modalidade-de-pais-parceiro-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Cupula-de-Kazan-criou-a-modalidade-de-pais-parceiro-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C487&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84618" class="wp-caption-text">Cúpula de Kazan criou a modalidade de país-parceiro REUTERS/Maxim Shemetov/Pool/Proibida reprodução</figcaption></figure>
<p>Criado formalmente em 2006 por Brasil, Rússia, Índia e China, o grupo ganhou o “S” em 2011, com a entrada da África do Sul. Em 2024, outros cinco países foram incorporados e, em 2025, a Indonésia entrou para o bloco.</p>
<h3>Por que o Brics é relevante?</h3>
<p>Juntos, os países do Brics concentram 48,5% da população mundial, 39% da economia global, 43% da produção de petróleo e 72% das reservas de terras raras, insumos essenciais para tecnologia e energias renováveis. O grupo também representa 23% do comércio global.</p>
<p>O bloco não é uma organização formal, como a ONU, mas um fórum de diálogo e coordenação. Suas decisões não são obrigatórias, mas refletem consensos que cada país implementa conforme seus interesses.</p>
<h3>O que será discutido no Rio?</h3>
<p>Entre as prioridades brasileiras para a presidência do Brics estão:</p>
<ul>
<li>Cooperação em saúde global</li>
<li>Comércio e investimentos</li>
<li>Combate à mudança do clima</li>
<li>Inteligência artificial</li>
<li>Paz e segurança</li>
<li>Fortalecimento institucional do Brics</li>
</ul>
<p>O encontro deve reforçar também o papel do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) — criado pelo Brics em 2015 para financiar projetos de infraestrutura e sustentabilidade em países em desenvolvimento — e o Arranjo Contingente de Reservas (ACR), fundo de US$ 100 bilhões para ajudar membros em crises cambiais.</p>
<h3>Sul Global: mais autonomia</h3>
<p>O conceito de Sul Global não se refere à geografia, mas ao perfil socioeconômico: países historicamente colonizados ou menos industrializados, com economias diversificadas e desafios sociais comuns, como Brasil, Índia e África do Sul. O grupo busca reformas em instituições como ONU e FMI para reduzir a desigualdade entre países ricos e pobres.</p>
<h3>Brasil e o Brics</h3>
<p>O Brasil é um dos fundadores e já sediou outras três cúpulas: em Brasília (2010 e 2019) e Fortaleza (2014). Esta é a primeira vez que o encontro acontece no Rio. Em 2026, a presidência do bloco será da Índia.</p>
<figure id="attachment_84620" aria-describedby="caption-attachment-84620" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-84620" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Museu-de-Arte-Moderna-MAM-Rio-recebeu-Cupula-do-G20-no-ano-passado-e-recebe-a-do-Brics-neste-ano-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Museu De Arte Moderna (MAM Rio) Recebeu Cúpula Do G20 No Ano Passado E Recebe A Do Brics Neste Ano - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Museu-de-Arte-Moderna-MAM-Rio-recebeu-Cupula-do-G20-no-ano-passado-e-recebe-a-do-Brics-neste-ano-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Museu-de-Arte-Moderna-MAM-Rio-recebeu-Cupula-do-G20-no-ano-passado-e-recebe-a-do-Brics-neste-ano-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Museu-de-Arte-Moderna-MAM-Rio-recebeu-Cupula-do-G20-no-ano-passado-e-recebe-a-do-Brics-neste-ano-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/04-Museu-de-Arte-Moderna-MAM-Rio-recebeu-Cupula-do-G20-no-ano-passado-e-recebe-a-do-Brics-neste-ano-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84620" class="wp-caption-text">Museu de Arte Moderna (MAM Rio) recebeu Cúpula do G20 no ano passado e recebe a do Brics neste ano Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O encontro no MAM, no Aterro do Flamengo, simboliza a defesa brasileira de um Brics não “antiocidental”, mas pró-reforma global, com mais inclusão e equilíbrio entre países ricos e emergentes.</p>
<p>Se quiser, posso também preparar um resumo visual em tópicos ou um carrossel com “perguntas e respostas” para redes sociais. Quer?</p>
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		<title>Polônia aciona caças por ataque russo no oeste da Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/polonia-aciona-cacas-por-ataque-russo-no-oeste-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no espaço aéreo do país desde as primeiras horas da manhã.</p>
<p>“Os caças de serviço foram posicionados em pares, e os sistemas de defesa aérea e radar em solo foram elevados ao nível máximo de alerta”, informou o comando militar polonês, por meio de publicação na rede social X.</p>
<p>Esse tipo de resposta já se tornou comum quando ataques russos se aproximam da fronteira da Polônia, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>Na noite de domingo (8), dezenas de mísseis e drones atingiram a cidade ucraniana de Rivne, segundo o prefeito local, Oleksandr Tretyak. O governador da região, Oleksandr Koval, afirmou que o ataque deixou ao menos um ferido. Kiev também foi atingida, com danos a edifícios residenciais.</p>
<p>O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, afirmou ter interceptado 49 drones ucranianos durante a noite, em regiões fronteiriças e na Chuvashia — a cerca de 600 quilômetros de Moscou.</p>
<p>Ainda na madrugada, a Ucrânia informou que drones atingiram o aeródromo de Savasleika, em Nizhny Novgorod, de onde partem aeronaves MiG-31K armadas com mísseis hipersônicos <em>Kinzhal</em>. De acordo com o Exército ucraniano, ao menos um MiG-31 e outro caça Su-30 ou Su-34 foram danificados.</p>
<p>Em outro ataque, uma fábrica russa de antenas para drones <em>Shahed</em>, que também produz componentes para bombas e armamentos, foi atingida, segundo nota divulgada pelo Estado-Maior da Ucrânia.</p>
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