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	<title>Roraima &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Roraima &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil cria primeira universidade federal indígena do país com sede em Roraima</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-cria-primeira-universidade-federal-indigena-do-pais-com-sede-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade federal indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal sancionou a lei que cria a Universidade Federal Indígena do Brasil, considerada a primeira instituição federal de ensino superior voltada especificamente aos povos originários no país. A nova universidade terá sede em Roraima e nasce com a proposta de ampliar o acesso da população indígena ao ensino superior, à pesquisa e à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal sancionou a lei que cria a Universidade Federal Indígena do Brasil, considerada a primeira instituição federal de ensino superior voltada especificamente aos povos originários no país. A nova universidade terá sede em Roraima e nasce com a proposta de ampliar o acesso da população indígena ao ensino superior, à pesquisa e à formação acadêmica ligada às realidades culturais e territoriais das comunidades tradicionais.</p>
<p>A criação da universidade foi publicada no Diário Oficial da União e faz parte de uma política educacional voltada à valorização da diversidade cultural e ao fortalecimento da educação indígena no Brasil. O projeto vinha sendo discutido há anos por lideranças indígenas, pesquisadores e movimentos sociais ligados à educação intercultural.</p>
<p>Segundo o Ministério da Educação, a instituição terá modelo acadêmico construído em diálogo com povos indígenas de diferentes regiões do país. A proposta prevê ensino intercultural, valorização de línguas originárias, pesquisa sobre conhecimentos tradicionais e formação voltada às necessidades das comunidades indígenas.</p>
<p>A universidade deverá oferecer cursos de graduação, pós-graduação, extensão e formação técnica em áreas como saúde indígena, educação intercultural, gestão territorial, meio ambiente, sustentabilidade, direitos indígenas, linguística e proteção dos territórios tradicionais.</p>
<p>O governo federal informou que a gestão da instituição contará com participação de representantes indígenas em conselhos e estruturas administrativas. A intenção é garantir que as decisões acadêmicas e institucionais sejam tomadas de forma compartilhada com lideranças dos povos originários.</p>
<p>Durante a cerimônia de sanção da lei, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a nova universidade representa um reconhecimento histórico das demandas indígenas por acesso à educação superior. A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, classificou a criação da instituição como uma conquista histórica dos povos originários brasileiros.</p>
<p>Roraima foi escolhido para sediar a universidade por concentrar uma das maiores populações indígenas do país, com presença de diferentes etnias e terras indígenas reconhecidas. O estado abriga comunidades como Yanomami, Macuxi, Wapichana, Taurepang, Ingarikó, Patamona e Wai-Wai.</p>
<p>A proposta também prevê articulação com outras universidades federais e institutos de pesquisa para ampliar programas de intercâmbio acadêmico, produção científica e formação de professores indígenas.</p>
<p>Especialistas em educação indígena avaliam que a criação da universidade pode representar avanço importante na construção de políticas públicas voltadas aos povos originários, especialmente na formação de profissionais indígenas para atuar em suas próprias comunidades.</p>
<p>O Ministério da Educação ainda deverá divulgar o cronograma de implantação da universidade, incluindo estrutura inicial, orçamento, definição dos primeiros cursos e processo de seleção de estudantes.</p>
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		<title>TSE retoma julgamento que pode cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-retoma-julgamento-que-pode-cassar-governador-de-roraima-e-tornar-denarium-inelegivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cassação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Roraima]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento que pode resultar na cassação do atual governador de Roraima, Edilson Damião, e na inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium. A análise foi reaberta após uma série de adiamentos provocados por pedidos de vista ao longo dos últimos meses. O caso tem origem em uma decisão do Tribunal Regional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento que pode resultar na cassação do atual governador de Roraima, Edilson Damião, e na inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium. A análise foi reaberta após uma série de adiamentos provocados por pedidos de vista ao longo dos últimos meses.</p>
<p>O caso tem origem em uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima, que, em 2023, determinou a cassação da chapa eleita em 2022 por entender que houve abuso de poder político e econômico durante o período eleitoral. Entre as irregularidades apontadas estão a distribuição de benefícios sociais, como cestas básicas e auxílios para reformas, em ano de eleição.</p>
<p>O julgamento no TSE começou em 2024 e já conta com dois votos favoráveis à cassação. A relatora do processo, Maria Isabel Galotti, manifestou-se pela manutenção da decisão do TRE, sendo acompanhada pelo ministro André Mendonça. Ainda restam os votos de outros integrantes da Corte.</p>
<p>A análise foi interrompida anteriormente por pedidos de mais tempo para avaliação do processo, o que atrasou a conclusão do julgamento. Com a retomada, a expectativa é de que o plenário avance na definição do caso, que pode impactar diretamente o comando do Executivo estadual.</p>
<p>Antes da continuidade do julgamento, Denarium deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado, conforme exigência da legislação eleitoral. Com a saída, o então vice-governador Edilson Damião assumiu a chefia do governo de Roraima.</p>
<p>Caso a maioria dos ministros confirme a cassação da chapa, o TSE poderá determinar a realização de novas eleições para um mandato-tampão no estado. A medida segue o que prevê a legislação eleitoral em situações de perda de mandato por irregularidades no pleito.</p>
<p>A defesa dos envolvidos sustenta que não houve ilegalidade nas ações realizadas durante o período eleitoral, argumentando que os programas sociais citados já existiam e não foram criados com finalidade eleitoreira.</p>
<p>O desfecho do julgamento é acompanhado com atenção por lideranças políticas e pode redefinir o cenário eleitoral em Roraima, especialmente às vésperas das eleições gerais.</p>
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		<title>Governo autoriza uso da Força Nacional no Paraná e em Roraima</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-autoriza-uso-da-forca-nacional-no-parana-e-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 13:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou o uso da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) nos estados do Paraná e em Roraima. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (20). No Paraná, os agentes apoiarão ações contra organizações criminosas e crimes transnacionais nas regiões fronteiriças e de costa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou o uso da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) nos estados do Paraná e em Roraima. A decisão foi publicada no <em><a href="https://www.in.gov.br/consulta/-/buscar/dou?q=For%C3%A7a+Nacional+de+Seguran%C3%A7a+P%C3%BAblica&amp;s=todos&amp;exactDate=all&amp;sortType=0&amp;delta=20&amp;currentPage=1&amp;newPage=2&amp;score=0&amp;id=20789103&amp;displayDate=1486346400000&amp;reverseSort=1&amp;orgPrin=Minist%C3%A9rio+da+Justi%C3%A7a+e+Seguran%C3%A7a+P%C3%BAblica" target="_blank" rel="noopener">Diário Oficial da União</a> </em>(DOU) nesta sexta-feira (20).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No Paraná, os agentes apoiarão ações contra organizações criminosas e crimes transnacionais nas regiões fronteiriças e de costa marítima. Já em Roraima, a Força Nacional de Segurança Pública agirá por 90 dias na Terra Indígena (TI) Pirititi, que ocupa cerca de 43 mil hectares no município de Rorainópolis, em apoio à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e em conjunto com os órgãos de segurança pública do estado.</p>
<p>A quantidade de agentes ainda não foi definida. Segundo as portarias publicadas, ela será determinada a partir do planejamento definido pela Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública, da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).</p>
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		<title>A ameaça do garimpo para os indígenas isolados na região Yanomami</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/a-ameaca-do-garimpo-para-os-indigenas-isolados-na-regiao-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2023 15:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas isolados]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Roraima]]></category>
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					<description><![CDATA[Indígenas isolados dentro do Território Yanomami em Roraima estão em perigo devido à presença de um ponto de garimpo ilegal a apenas 15 quilômetros de distância da comunidade. Imagens captadas durante um sobrevoo mostram a existência da comunidade e suas malocas e plantações de alimentos. Uma ação coordenada envolvendo os ministérios dos Povos Indígenas, Meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Indígenas isolados dentro do Território Yanomami em Roraima estão em perigo devido à presença de um ponto de garimpo ilegal a apenas 15 quilômetros de distância da comunidade. Imagens captadas durante um sobrevoo mostram a existência da comunidade e suas malocas e plantações de alimentos.</p>
<p>Uma ação coordenada envolvendo os ministérios dos Povos Indígenas, Meio Ambiente, a Funai, o Ibama, a Força Nacional e a Polícia Federal, foi realizada para monitorar a situação. A comunidade é do povo Moxihatëtëa e tem sido monitorada pela Funai desde 2010.</p>
<p>Povos isolados são comunidades que, por sua própria escolha ou por circunstâncias específicas, vivem em isolamento total ou sem contato significativo com a sociedade em geral. O Ministério Público Federal vem alertando sobre a ameaça de genocídio dos indígenas isolados yanomami Moxihatëtëa desde 2017, e há relatos de dois indígenas da comunidade terem sido mortos por garimpeiros em 2021.</p>
<figure id="attachment_57450" aria-describedby="caption-attachment-57450" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-57450" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C425&#038;ssl=1" alt="Ação Coordenada Do Governo Federal No Território Yanomami - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="425" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C423&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57450" class="wp-caption-text">Ação coordenada do governo federal no território Yanomami encontra comunidade de povo indígena isolado (Moxihatëtë), sem nenhum contato com a sociedade. Eles vivem a apenas 15 km de um ponto de garimpo. &#8211; LEO OTERO/MPI</figcaption></figure>
<p>Além do grupo de Moxihatëtëa, a Funai estima a presença de pelo menos mais duas comunidades de indígenas isolados no território Yanomami. No entanto, ainda não há comprovação oficial dessas comunidades. Os especialistas temem que o contato forçado desses povos isolados com a sociedade não-indígena possa resultar em sua dizimação, seja por conflitos diretos ou pela propagação de doenças.</p>
<p>A presença de garimpo ilegal nas terras dos indígenas Yanomami tem causado uma série de problemas para essa comunidade há anos. Eles têm enfrentado casos de desnutrição, doenças como malária e pneumonia, bem como violência, incluindo agressões e assassinatos. A situação se tornou ainda pior nos últimos quatro anos.</p>
<p>As imagens impactantes de crianças e adultos desnutridos, unidades de saúde lotadas de pessoas com malária e outras doenças, levaram a uma grande repercussão internacional. Como resultado, o governo federal implementou medidas emergenciais para ajudar a comunidade Yanomami. Essas ações incluem a elaboração de relatórios de diagnóstico, o envio de equipes médicas, insumos e alimentos, bem como a repressão direta aos garimpeiros e seus financiadores.</p>
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		<title>Indígenas relatam assassinato de três yanomami em Roraima</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/indigenas-relatam-assassinato-de-tres-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 17:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato três yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[Espresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Jovens yanomami são assassinados por garimpeiros na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. A triste notícia foi compartilhada pelo presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye&#8217;Kuana (Codisi-YY), Júnior Hekurari. Ele relatou que três jovens da comunidade foram mortos por disparos de arma de fogo na região de Homoxi. A região de Surucucu, localizada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens yanomami são assassinados por garimpeiros na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. A triste notícia foi compartilhada pelo presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye&#8217;Kuana (Codisi-YY), Júnior Hekurari. Ele relatou que três jovens da comunidade foram mortos por disparos de arma de fogo na região de Homoxi. A região de Surucucu, localizada na fronteira com a Venezuela, é conhecida por ser uma das principais lideranças yanomami.</p>
<p>Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, visita comunidade yanomami em Surucucu. Ela passou uma noite no polo base para se informar sobre a situação da comunidade e realizou um sobrevoo para verificar locais de exploração ilegal de minérios no território yanomami.</p>
<p>Presença ilegal de garimpo afeta comunidade yanomami há anos. Os indígenas sofrem com desnutrição, doenças e violência, incluindo assassinatos. A situação piorou nos últimos quatro anos.</p>
<p>Mais uma criança indígena morre devido a desnutrição e desidratação. Equipes médicas solicitaram sua transferência para Boa Vista, mas condições climáticas impediram a decolagem da aeronave.</p>
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		<title>Yanomami: Investigação sobre violações de direitos humano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/yanomami-investigacao-sobre-violacoes-de-direitos-humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2023 15:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério dos Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Roraima]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitiva do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania desembarca em Boa Vista, Roraima, para investigar supostas violações de direitos humanos contra a comunidade Yanomami. De 29 de janeiro a 2 de fevereiro, a equipe irá visitar as comunidades, conversar com líderes da sociedade civil e autoridades locais. O Ministério fará reuniões com diferentes partes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comitiva do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania desembarca em Boa Vista, Roraima, para investigar supostas violações de direitos humanos contra a comunidade Yanomami. De 29 de janeiro a 2 de fevereiro, a equipe irá visitar as comunidades, conversar com líderes da sociedade civil e autoridades locais.</p>
<p>O Ministério fará reuniões com diferentes partes interessadas durante sua missão de apuração de violações de direitos humanos dos Yanomamis em Roraima. A comitiva se reunirá com membros da Secretaria Adjunta de Assistência Social e conselheiros tutelares em Alto Alegre, bem como com promotores de Justiça e defensores públicos.</p>
<p>A agenda será orientada pelo Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE &#8211; Yanomamis), seguindo medidas sanitárias para preservar a integridade das comunidades afetadas.</p>
<p>A equipe da comitiva inclui a Secretária-Executiva do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, Rita Cristina de Oliveira; o Secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro Alves; a Secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Isadora Brandão Araújo; e o Ouvidor Nacional de Direitos Humanos, Bruno Renato Nascimento Teixeira.</p>
<p>O Ministério também colabora com organizações da sociedade civil, como a Central Única das Favelas (CUFA) e a Frente Nacional Antirracista, para garantir suprimentos de alimentos e cuidados de saúde através de uma ação conjunta emergencial.</p>
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		<title>Hospital montado para atender povo yanomami começa a funcionar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/hospital-montado-para-atender-povo-yanomami-comeca-a-funcionar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 23:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Boa Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
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					<description><![CDATA[O hospital de campanha que a Força Aérea Brasileira (FAB) montou em Boa Vista (RR) começou a funcionar na manhã desta sexta-feira (27), quando os profissionais de saúde da própria Aeronáutica iniciaram os atendimentos a indígenas transferidos da Reserva Yanomami. Trinta militares médicos, de diferentes especialidades, como clínica médica, ortopedia, cirurgia geral, pediatria, radiologia, ginecologia, patologia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O hospital de campanha que a Força Aérea Brasileira (FAB) montou em Boa Vista (RR) começou a funcionar na manhã desta sexta-feira (27), quando os profissionais de saúde da própria Aeronáutica iniciaram os atendimentos a indígenas transferidos da Reserva Yanomami.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Trinta militares médicos, de diferentes especialidades, como clínica médica, ortopedia, cirurgia geral, pediatria, radiologia, ginecologia, patologia, além de farmacêuticos, enfermeiros e técnicos de enfermagem foram destacados para atender os pacientes cujo estado de saúde exigia que fossem levados à capital do estado, distante cerca de duas horas de voo do território indígena.</p>
<p>Segundo a FAB, o hospital de campanha dispõe de laboratórios e ambulatórios para a realização de atendimentos emergenciais, consultas, exames e ultrassonografias e contribuirá para ampliar a capacidade de atendimento da Casa de Saúde Indígena (Casai) – em cujo terreno a estrutura temporária está montada.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, 576 yanomami estavam internados na Casai esta manhã. Há cinco dias, o número de pacientes chegava a 777. Para servidores da pasta, a redução dos últimos dias já é resultado da primeira semana de intervenção federal na crise sanitária e humanitária enfrentada pelos yanomami, que viram o número de casos de malária e de desnutrição de adultos e crianças explodir nos últimos anos.</p>
<p>Na semana passada, o ministério declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional e criou o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE-Y), responsável por coordenar as ações a serem implementadas pelo Poder Público, incluindo a distribuição de recursos para o restabelecimento dos serviços e a articulação com os gestores estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS). Na última terça-feira (24), profissionais da Força Nacional do SUS começaram a reforçar o atendimento na Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai) de Boa Vista (RR).</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, só na quarta-feira, as equipes da Força Nacional do SUS atenderam a 148 pacientes, sendo 77 homens e 71 mulheres, todos adultos. As principais queixas são quadros de diarreia, pneumonia, suspeitas de tuberculose – quadros sérios, agravados pelo alto grau de desnutrição que técnicos do ministério diagnosticaram ao visitar a terra indígena e a unidade de saúde indígena de Boa Vista, nas últimas semanas.</p>
<p>De acordo com a FAB, um segundo hospital de campanha já está sendo montado no Surucucu, um dos polos base da Terra Indígena Yanomami, e apenas os pacientes em estado grave estão sendo levados a Boa Vista.</p>
</div>
</div>
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