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	<title>Rodrigo Pacheco &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Rodrigo Pacheco &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pacheco afirma que poderes estão vigilantes contra &#8220;Traidores da Pátria&#8221; e reforça compromisso com a democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 01:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso Nacional, fez um pronunciamento durante a cerimônia &#8220;Democracia Inabalada&#8221; no Senado Federal, reafirmando o compromisso dos poderes com o Estado Democrático e condenando os atos golpistas ocorridos há um ano. Ele destacou a importância de preservar a Constituição e repudiou qualquer tentativa de usurpar o poder de maneira inconstitucional. “Estaremos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso Nacional, fez um pronunciamento durante a cerimônia &#8220;Democracia Inabalada&#8221; no Senado Federal, reafirmando o compromisso dos poderes com o Estado Democrático e condenando os atos golpistas ocorridos há um ano. Ele destacou a importância de preservar a Constituição e repudiou qualquer tentativa de usurpar o poder de maneira inconstitucional.</p>
<p><em>“Estaremos sempre abertos ao debate, ao pluralismo e ao dissenso. Nunca toleraremos a violência, o golpismo, o exercício arbitrário de razões, o desrespeito à vontade do povo brasileiro”,</em> enfatizou Pacheco. Ele chamou os golpistas de &#8220;inimigos da democracia&#8221; e alertou para o uso de desinformação, vandalismo e ódio como ferramentas para angariar apoio.</p>
<p>O presidente do Congresso ressaltou a força das instituições republicanas respaldadas pelo poder que emana do povo. Ele enfatizou que a verdadeira força não precisa de demonstrações vãs ou bravatas, mas sim do respaldo popular, da lei e da Constituição.</p>
<p>Pacheco também defendeu a necessidade de união para superar a polarização política no Brasil, destacando que a colaboração é essencial para fortalecer a nação. Durante o evento, anunciou a retirada das grades que circundavam o prédio do Congresso desde os ataques do ano anterior, simbolizando a abertura do Legislativo ao povo brasileiro.</p>
<p>A cerimônia também incluiu a reinauguração de uma obra de Burle Marx, vandalizada em 8 de janeiro do ano anterior, e a apresentação da réplica da Constituição, furtada do Supremo Tribunal Federal no mesmo dia, mas recuperada sem danos. Ambas as ações destacaram a resiliência das instituições e a importância de preservar o patrimônio democrático.</p>
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		<title>Pacheco pretende reunir líderes para analisar MP da desoneração</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pacheco-pretende-reunir-lideres-para-analisar-mp-da-desoneracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2023 17:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da folha de pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), quer reunir os líderes partidários nos primeiros dias de janeiro para discutir a tramitação da medida provisória (MP) que instituiu uma reoneração gradual da folha de pagamentos. Em nota emitida na sexta-feira (29) à noite, Pacheco disse ter recebido com “estranheza” a MP que revogou a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), quer reunir os líderes partidários nos primeiros dias de janeiro para discutir a tramitação da medida provisória (MP) que instituiu uma reoneração gradual da folha de pagamentos. Em nota emitida na sexta-feira (29) à noite, Pacheco disse ter recebido com “estranheza” a MP que revogou a prorrogação da desoneração da folha para 17 setores da economia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Farei uma análise apurada do teor da medida provisória com o assessoramento da consultoria legislativa do Senado Federal. Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP”, afirmou Pacheco.</p>
<p>Publicada na sexta-feira no <em>Diário Oficial da União</em>, a MP derrubou a prorrogação, até 2027, da desoneração da folha para 17 setores da economia intensivos em mão de obra, instituída pelo Congresso após derrubada de veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Além de estabelecer uma reoneração parcial, a MP limitou o uso de compensações tributárias (descontos em impostos a pagar) por empresas e instituiu a revisão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado em 2021 para ajudar empresas afetadas pela pandemia de covid-19.</p>
<p>Uma eventual devolução da MP ao Palácio do Planalto dependerá do resultado da reunião de líderes, tanto da Câmara como do Senado.</p>
<p>“Há também um contexto de reação política à sua edição que deve ser considerado, de modo que também será importante reunir os líderes das duas Casas para ouvi-los, o que pretendo fazer nos primeiros dias de janeiro. Somente depois de cumprir essas etapas é que posso decidir sobre a sua tramitação no Congresso Nacional ou não”, acrescentou Pacheco na nota.</p>
<p>Na própria sexta-feira, a Frente Parlamentar do Empreendedorismo enviou um ofício a Pacheco em que pede a devolução da MP. Apesar de ter validade imediata, alguns pontos da MP, que preveem o aumento gradual das contribuições para a Previdência Social, só entrarão em vigor em abril. Isso ocorre por causa da regra da noventena, que estabelece prazo de 90 dias após a edição de uma MP ou sanção de projeto de lei, para o aumento de contribuições entrar em vigor.</p>
<h2>Haddad</h2>
<p>Ao anunciar as medidas, na última quinta-feira (28), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, repetiu que a desoneração da folha aprovada pelo Congresso é inconstitucional. Segundo o ministro, a prorrogação, sem nenhuma medida de compensação, contraria a emenda constitucional da reforma da Previdência, que estabeleceu que o governo não poderia aprovar medidas que aumentem o déficit da Previdência Social.</p>
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		<title>Congresso trabalhará pela manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/congresso-trabalhara-pela-manutencao-do-auxilio-brasil-em-r-600/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 22:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quarta-feira (9) que o Congresso Nacional trabalhará para recompor o Orçamento e assegurar a manutenção de programas sociais. A declaração foi feita após reunião com presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, no início desta tarde. “Reafirmei ao presidente Lula que o Congresso irá [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quarta-feira (9) que o Congresso Nacional trabalhará para recompor o Orçamento e assegurar a manutenção de programas sociais. A declaração foi feita após reunião com presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, no início desta tarde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Reafirmei ao presidente Lula que o Congresso irá trabalhar, de forma responsável e célere, para assegurar os recursos que garantam, em 2023, os R$ 600 do Auxílio Brasil, o reajuste do salário mínimo e os programas sociais necessários para a população mais carente do país”, disse Pacheco, por meio do <a href="https://twitter.com/rodrigopacheco/status/1590429868533383169" target="_blank" rel="noopener">Twitter</a>.</p>
<p>Na postagem, Pacheco afirmou que recebeu, na residência oficial do Senado, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, da presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), do ex-ministro Aloizio Mercadante e de colegas senadores.</p>
<p>Chamada de PEC da Transição, a medida busca abrir espaço orçamentário e cumprir uma das promessas de campanha do presidente eleito, de não deixar que o pagamento de R$ 600 seja interrompido e garantir um adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos de idade. Para atender essa demanda, a equipe de transição discute se a autorização para estourar o teto de gastos em cerca de R$ 175 bilhões sairia por meio de proposta de emenda à Constituição ou de medida provisória que garanta créditos extraordinários (fora do teto) com autorização do Tribunal de Contas da União e da Justiça.</p>
<p>Na manhã desta terça-feira, o presidente eleito se reuniu com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). E logo após o encontro do Pacheco, encontrou-se com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber.</p>
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		<title>Senado marca votação de autoridades para depois das eleições</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-marca-votacao-de-autoridades-para-depois-das-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 01:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), decidiu mobilizar os senadores para a votação de autoridades apenas após o primeiro turno das eleições, marcada para 2 de outubro. Este mês e setembro o Senado votará, em sessões semipresenciais, medidas provisórias (MPs) e projetos de lei sugeridos pelas bancadas. A votação de autoridades será presencial, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), decidiu mobilizar os senadores para a votação de autoridades apenas após o primeiro turno das eleições, marcada para 2 de outubro. Este mês e setembro o Senado votará, em sessões semipresenciais, medidas provisórias (MPs) e projetos de lei sugeridos pelas bancadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A votação de autoridades será presencial, com os senadores registrando o voto no sistema de votação do plenário e em totens espalhados pelo Senado. Já os projetos de lei e as MPs podem ser votados pelo sistema remoto.</p>
<p>“<em>O Senado Federal realizará sessões semipresenciais, nos meses de agosto e setembro, para apreciação de medidas provisórias e projetos de lei sugeridos pelas bancadas. Já as sessões presenciais, em regime de esforço concentrado para apreciação de autoridades, conforme decisão da maioria dos líderes, ficarão para o período imediatamente após as eleições de 2 de outubro, para se garantir quórum qualificado</em>”, informou Pacheco pelas redes sociais.</p>
<p>Dentre as autoridades que esperam pela sua aprovação no Senado estão os desembargadores federais Messod Azulay Neto e Paulo Sérgio Domingues, indicados ontem (1º) pelo presidente da República para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>As medidas provisórias são prioridade, pois têm prazo para serem votadas antes de perderem a validade. Amanhã (3), por exemplo, três MPs podem ser votadas, a <a href="http://http//www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Mpv/mpv1108.htm" target="_blank" rel="noopener">1.108/2022</a>, que regulamenta o teletrabalho; a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2022/Mpv/mpv1109.htm" target="_blank" rel="noopener">MP 1.109/2022</a>, sobre adoção de regras trabalhistas diferenciadas em situações de calamidade pública, como o corte ou suspensão temporária dos salários dos trabalhadores; e a <a href="http://https//in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.116-de-4-de-maio-de-2022-397571891" target="_blank" rel="noopener">MP 1.116/2022</a>, que institui o programa Emprega + Mulheres e Jovens, de incentivo à inserção desse público no mercado de trabalho.</p>
<p>As duas primeiras MPs perdem a validade nos próximos dias. A MP do teletrabalho e a MP das regras trabalhistas diferenciadas vencem na próxima segunda-feira (8). Já a MP 1.116/2022 tem validade até o dia 14 de setembro.</p>
<p>Rodrigo Pacheco se encontrou hoje com líderes partidários e ficou combinado que eles lhe entregarão uma lista de projetos considerados prioritários para votação na segunda semana de agosto.</p>
<p>Dentre os projetos que podem constar da lista, estão propostas que asseguram aos clientes de planos de saúde o acesso a procedimentos não previstos na lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o chamado rol taxativo. A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em junho, tirando a obrigação dos planos de saúde em cobrir determinados procedimentos, movimentou os senadores para atuarem no sentido contrário.</p>
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		<title>Presidente em exercício assina MP sobre área estratégica de defesa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-em-exercicio-assina-mp-sobre-area-estrategica-de-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 17:33:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[área estratégica de defesa]]></category>
		<category><![CDATA[EEDs]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da República em exercício, senador Rodrigo Pacheco, assinou nesta quinta-feira (9) a medida provisória que altera normas sobre as empresas estratégicas de defesa (EEDs), pessoas jurídicas credenciadas pelo Ministério da Defesa para compras, contratações e desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa. A MP foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (10). A medida acrescenta um artigo [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente da República em exercício, senador Rodrigo Pacheco, assinou nesta quinta-feira (9) a medida provisória que altera normas sobre as empresas estratégicas de defesa (EEDs), pessoas jurídicas credenciadas pelo Ministério da Defesa para compras, contratações e desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa. A MP foi publicada no <em>Diário Oficial da União</em> de hoje (10).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A medida acrescenta um artigo para incluir que as EEDs são &#8220;essenciais para a promoção do desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro e fundamentais para preservação da segurança e defesa nacional contra ameaças externas&#8221;.</p>
<p>Outro dispositivo no texto trata do credenciamento e descredenciamento das empresas pelo Ministério da Defesa. O capítulo autoriza o ministro a descredenciar EEDs <em>ex officio</em> (por dever do cargo), &#8220;no interesse da defesa nacional&#8221;, garantido o direito de defesa da empresa.</p>
<p>O ministro da Defesa também pode negar um descredenciamento pedido pela própria EED, &#8220;quando houver risco para o interesse da defesa nacional&#8221;, obrigando a empresa a permanecer credenciada por até cinco anos.</p>
<p>Pelo texto da MP, o Ministério da Defesa é obrigado a comunicar a condição ou a perda de condição de EED ao Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, órgão subordinado ao Ministério da Economia. As juntas comerciais terão que comunicar ao Ministério da Defesa qualquer ato de alteração dos registros das EEDs.</p>
<p>A MP tem vigência até 21 de agosto, prorrogável por mais 60 dias. Os parlamentares têm até a próxima terça-feira (14) para apresentar emendas. O texto entra em regime de urgência em 7 de agosto, caso não tenha sido apreciado pelas duas Casas do Congresso.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Senado</em></p>
</div>
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		<title>Projeto no Senado esvazia Justiça Eleitoral, diz presidente do TSE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-no-senado-esvazia-justica-eleitoral-diz-presidente-do-tse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 18:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Código Eleitora]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, alertou hoje (26) que há risco de “esvaziamento” da Justiça Eleitoral na ampla reforma das legislações partidária e eleitoral que tramita no Senado.  A observação consta em ofício enviado hoje ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). No documento de 10 páginas, o ministro aponta quatro pontos que considera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, alertou hoje (26) que há risco de “esvaziamento” da Justiça Eleitoral na ampla <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2050061" target="_blank" rel="noopener">reforma das legislações partidária e eleitoral</a> que tramita no Senado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A observação consta em <a href="https://www.tse.jus.br/imprensa/manifestacao-ao-senado/manifestacao-do-tse-ao-senado/rybena_pdf?file=https://www.tse.jus.br/imprensa/manifestacao-ao-senado/manifestacao-do-tse-ao-senado/at_download/file" target="_blank" rel="noopener">ofício</a> enviado hoje ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). No documento de 10 páginas, o ministro aponta quatro pontos que considera mais problemáticos no texto atual do projeto de lei.</p>
<p>“Sustenta-se, com o devido respeito, que a redação atual da proposta legislativa encerra comprometimento insofismável das competências da Justiça Eleitoral, que desafiam exame verticalizado sobre a possibilidade de fragilização da segurança jurídica e de eventual esvaziamento material das atribuições dessa Justiça Especializada”, escreveu Fachin.</p>
<p>Entre os pontos problemáticos destacados por Fachin estão o artigo que prevê a possibilidade de revogação de resoluções do TSE pelo Congresso; o dispositivo que altera os processos de prestação de contas, retirando do TSE e transferindo para empresas privadas de consultoria a análise de documentos.</p>
<p>Outra problema indicado pelo ministro é que a proposta em tramitação não prevê um intervalo entre a publicação no Diário Oficial da União e a entrada em vigor do novo Código Eleitoral, o chamado vacatio legis. Sem esse tempo, não é possível garantir a segurança jurídica das Eleições 2022, afirmou o presidente do TSE.</p>
<p>Para aplicar o novo Código Eleitoral, com seus 898 artigos, será preciso um amplo estudo dos impactos sobre todas as outras normas eleitorais, argumentou Fachin. Não há tempo hábil para concluir a tarefa antes das eleições de outubro, acrescentou o ministro.</p>
<p>O presidente do TSE destacou também que o calendário eleitoral está em curso, e que a Constituição traz instrumentos para impedir mudanças de regra com o jogo eleitoral já em andamento. Fachin pediu que as eventuais modificações legislativas só entrem em vigor, no mínimo, a partir de 2023.</p>
<p>“A  Justiça  Eleitoral afirma, incansavelmente, que o conhecimento prévio das regras do jogo eleitoral, e a manutenção desse regramento durante todo o processo eleitoral, é uma garantia a todos os atores políticos e a toda a sociedade brasileira”, disse o ministro.</p>
<p>Com mais de 400 páginas, o projeto de lei em tramitação no Senado já foi aprovado pela Câmara e propõe uma ampla reforma nas leis partidárias e eleitorais. Além do Código Eleitoral, a proposta mexe em outras leis, como a que trata de inelegibilidade.</p>
</div>
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