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	<title>Risco &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pesquisa indica que maioria dos trabalhadores vê ultraprocessados como ameaça à saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico. O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico.</p>
<p>O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais de 5 mil trabalhadores em países como Brasil, Chile, China, Estados Unidos, França e Reino Unido. No Brasil, 78% dos participantes afirmaram ver os ultraprocessados como um risco, mesmo reconhecendo que esses alimentos oferecem praticidade no cotidiano.</p>
<p>Os resultados também indicam uma mudança de comportamento no ambiente corporativo. Segundo a pesquisa, cresce entre os funcionários a busca por refeições mais equilibradas, com preferência por ingredientes frescos, locais e sazonais. Essa tendência tem ampliado a importância de restaurantes e serviços de alimentação dentro das empresas.</p>
<p>A diretora de marketing da Sodexo Brasil, Cinthia Lira, destacou que as escolhas alimentares estão cada vez mais relacionadas às expectativas dos trabalhadores em relação às empresas. “Temos visto que colaboradores demonstram maior disposição para deixar organizações que não adotam práticas sustentáveis”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os ultraprocessados são formulações industriais feitas a partir de ingredientes derivados de alimentos ou produzidos em laboratório, incluindo corantes, aromatizantes e realçadores de sabor. Esses produtos costumam apresentar altos níveis de açúcar, sal e gordura, além de substâncias utilizadas para prolongar a durabilidade e intensificar sabor e textura.</p>
<p>O guia também alerta que o consumo frequente desses alimentos pode estimular ingestão excessiva de calorias e está associado ao aumento do risco de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares.</p>
<p>Os resultados da pesquisa reforçam o debate sobre a qualidade da alimentação no cotidiano profissional e apontam para uma crescente preocupação com hábitos alimentares mais saudáveis entre trabalhadores em diferentes partes do mundo.</p>
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		<title>Anvisa alerta para risco de lesões no fígado associadas a suplementos com cúrcuma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:16:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
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		<category><![CDATA[formulações]]></category>
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		<category><![CDATA[suplementos com cúrcuma]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta de farmacovigilância nesta sexta-feira (6) sobre possíveis riscos à saúde ligados ao uso de medicamentos e suplementos alimentares que contêm cúrcuma, planta popularmente conhecida como açafrão-da-terra. De acordo com a agência reguladora, investigações conduzidas por autoridades internacionais identificaram casos incomuns, mas potencialmente graves, de inflamação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta de farmacovigilância nesta sexta-feira (6) sobre possíveis riscos à saúde ligados ao uso de medicamentos e suplementos alimentares que contêm cúrcuma, planta popularmente conhecida como açafrão-da-terra.</p>
<p>De acordo com a agência reguladora, investigações conduzidas por autoridades internacionais identificaram casos incomuns, mas potencialmente graves, de inflamação e lesões no fígado associados ao consumo de produtos que utilizam extratos concentrados da substância, especialmente em cápsulas ou formulações concentradas.</p>
<blockquote><p>“O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”, informou a agência em nota.</p></blockquote>
<p>Segundo a Anvisa, alertas semelhantes já foram emitidos por órgãos reguladores de países como Itália, Austrália, Canadá e França após registros de intoxicação hepática relacionados ao consumo de suplementos com cúrcuma. Na França, autoridades sanitárias relataram dezenas de episódios adversos, incluindo casos de hepatite ligados a produtos contendo curcumina.</p>
<p>O comunicado também esclarece que o risco identificado não está relacionado ao uso culinário da cúrcuma como tempero. A substância utilizada em alimentos é considerada segura, pois não há evidências de efeitos tóxicos associados ao consumo normal na alimentação. A preocupação concentra-se em medicamentos e suplementos que apresentam concentrações mais elevadas e maior capacidade de absorção pelo organismo.</p>
<p>Entre os sinais que podem indicar possíveis problemas no fígado após o uso desses produtos estão pele ou olhos amarelados, urina escura, fadiga intensa sem causa aparente, náuseas e dores na região abdominal. Nesses casos, a orientação é interromper o uso e procurar atendimento médico.</p>
<p>Como medida preventiva, a Anvisa determinou a atualização das bulas de medicamentos que contêm cúrcuma para incluir advertências de segurança. No caso dos suplementos alimentares, a agência informou que irá reavaliar o uso da substância e exigir a inclusão de avisos obrigatórios nos rótulos sobre possíveis efeitos adversos.</p>
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