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		<title>Desinformação é o maior risco global de 2025, alerta diretor da Unesco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 13:26:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A desinformação supera as mudanças climáticas, os fluxos migratórios e até o terrorismo como o principal risco global para 2025, segundo o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Tawfik Jelassi. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o especialista defendeu um pacto global contra a propagação de notícias falsas e cobrou maior responsabilidade das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desinformação supera as mudanças climáticas, os fluxos migratórios e até o terrorismo como o principal risco global para 2025, segundo o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Tawfik Jelassi. Em entrevista exclusiva à <em>Agência Brasil</em>, o especialista defendeu um pacto global contra a propagação de notícias falsas e cobrou maior responsabilidade das plataformas digitais.</p>
<p>“O mundo não está preparado para lidar com o impacto negativo da desinformação. Todos os países são vulneráveis”, alertou Jelassi, que esteve no Brasil para o seminário internacional do Cetic.br. Ele reforçou que o combate às fake news deve começar pelas próprias empresas de tecnologia, uma vez que “as plataformas são globais, não reconhecem fronteiras, e só com união internacional será possível frear esse problema”.</p>
<p>Segundo Jelassi, estudos da Unesco e de instituições como o MIT revelam que notícias falsas se espalham até dez vezes mais rápido que as verdadeiras. Para ele, o dano causado é irreversível: “Mesmo que você corrija depois, o estrago já está feito. Por isso, precisamos agir antes, com prevenção”.</p>
<p>A Unesco organiza para junho uma conferência global sobre inteligência artificial e transformação digital no setor público. O evento deve destacar a urgência de capacitar servidores e promover o uso ético das novas tecnologias. “Estamos vivendo um momento de transformação, não apenas de reforma. A educação, os serviços públicos e até a agricultura estão sendo profundamente impactados pela inteligência artificial”, afirmou o especialista.</p>
<p>Jelassi também destacou o LinkedIn como exemplo de rede social que consegue manter um ambiente digital mais seguro, sem desinformação ou discurso de ódio. Isso, segundo ele, prova que é possível implementar curadoria de conteúdo eficiente — desde que haja vontade política e ética por parte das empresas.</p>
<p>“O modelo de negócios atual favorece o engajamento, e a desinformação gera cliques. Isso atrai anunciantes e gera lucro. Mas não podemos aceitar que isso ocorra às custas da verdade e da coesão social”, concluiu.</p>
<p>A Unesco já tem 70 países implementando suas Recomendações sobre Ética na Inteligência Artificial, aprovadas em 2021 por unanimidade. O Brasil está entre eles e, segundo Jelassi, é um dos países que mais avançaram nesse tema.</p>
<blockquote><p>“Sem fatos, não há verdade. Sem verdade, não há confiança. E sem confiança, não temos uma realidade compartilhada.” — <em>Maria Ressa, Nobel da Paz (2021)</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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