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	<title>Rio Grande do Sul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Rio Grande do Sul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Celebração de São Jorge reúne religiões no Sul e reforça diálogo contra o preconceito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de São Jorge]]></category>
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		<category><![CDATA[Religiões]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma celebração marcada pela diversidade religiosa e pelo simbolismo histórico tem mobilizado milhares de pessoas no Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, um ato inter-religioso em homenagem a São Jorge tem reunido fiéis católicos e praticantes de religiões de matriz africana, promovendo um encontro que vai além da devoção e se consolida como espaço [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma celebração marcada pela diversidade religiosa e pelo simbolismo histórico tem mobilizado milhares de pessoas no Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, um ato inter-religioso em homenagem a São Jorge tem reunido fiéis católicos e praticantes de religiões de matriz africana, promovendo um encontro que vai além da devoção e se consolida como espaço de diálogo e enfrentamento ao preconceito.</p>
<p>Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o evento acontece na Igreja de São Jorge, no bairro Partenon, e é organizado em parceria entre lideranças católicas e representantes do Batuque — religião de matriz africana tradicional no estado. A iniciativa é conduzida pelo Pai Ricardo de Oxum, da Sociedade Beneficente Cultural Oxum e Oxalá, em conjunto com o padre Sérgio Belmonte, responsável pela paróquia.</p>
<p>Ao longo do dia, a programação reúne práticas distintas que coexistem no mesmo espaço. Enquanto missas são celebradas dentro da igreja, do lado de fora integrantes de terreiros realizam rituais e oferecem bênçãos ao público. A circulação intensa de fiéis evidencia a dimensão do evento, que se tornou um dos principais momentos de expressão religiosa plural na capital gaúcha.</p>
<h3>Sincretismo como ponte entre crenças</h3>
<p>A celebração tem como base o sincretismo religioso, característica marcante da cultura brasileira. No país, São Jorge é tradicionalmente associado ao orixá Ogum, figura ligada à guerra, proteção e abertura de caminhos nas religiões afro-brasileiras.</p>
<p>Essa relação simbólica permite que diferentes tradições compartilhem o mesmo objeto de devoção, ainda que com significados próprios. Durante o evento, essa conexão se traduz em práticas simultâneas, reforçando a ideia de que distintas formas de fé podem coexistir de maneira respeitosa.</p>
<h3>Resistência e superação de barreiras históricas</h3>
<p>Para os organizadores, o encontro também carrega um significado político e social. Lideranças religiosas destacam que, historicamente, práticas de matriz africana enfrentaram repressão e preconceito, sendo muitas vezes obrigadas a se manifestar de forma indireta por meio de imagens católicas.</p>
<p>A realização do ato inter-religioso busca justamente romper com esse passado de invisibilidade. Segundo os responsáveis, a proposta é demonstrar que tradições diferentes não são excludentes e podem caminhar juntas, fortalecendo o respeito mútuo e ampliando a compreensão entre comunidades religiosas.</p>
<p>O contexto do Rio Grande do Sul torna essa iniciativa ainda mais relevante. O estado concentra o maior número de praticantes de religiões de matriz africana no Brasil, mas também carrega um histórico de discriminação contra essas tradições.</p>
<h3>Rituais e simbolismo marcam programação</h3>
<p>A agenda do evento inclui uma série de rituais que reforçam o caráter simbólico da celebração. Entre eles está o tradicional “banho de cheiro”, conduzido por integrantes do Batuque, que representa purificação espiritual.</p>
<p>Outro momento marcante é a procissão ao redor da igreja, seguida pela lavagem das escadarias — prática carregada de significado, associada à renovação de ენერგias e à limpeza espiritual do espaço.</p>
<p>As atividades se estendem ao longo do dia, transformando o local em um ponto de encontro entre diferentes expressões de fé, onde elementos litúrgicos católicos convivem com práticas ancestrais afro-brasileiras.</p>
<h3>Expansão e impacto cultural</h3>
<p>O movimento tem ganhado força e já inspira ações semelhantes em outras cidades do estado, ampliando o alcance da proposta de integração religiosa. A organização também destaca o crescimento da participação popular a cada edição, consolidando o evento no calendário cultural e espiritual da região.</p>
<p>A Família Yecari, grupo envolvido na organização, reúne milhares de integrantes no Brasil e na América Latina e tem papel central na difusão dessas práticas.</p>
<h3>Fé como instrumento de união</h3>
<p>Mais do que uma celebração religiosa, o ato em Porto Alegre se afirma como um espaço de construção social. Ao promover o encontro entre diferentes tradições, o evento contribui para reduzir estigmas e fortalecer o reconhecimento da diversidade religiosa no país.</p>
<p>Em um cenário onde ainda persistem episódios de intolerância, iniciativas como essa evidenciam o potencial da fé como instrumento de diálogo, respeito e convivência pacífica entre culturas distintas.</p>
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		<title>Festival Internacional de Folclore celebra diversidade em Nova Petrópolis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/festival-internacional-de-folclore-celebra-diversidade-em-nova-petropolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 15:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova Petrópolis abriu as portas para o mundo no último fim de semana com o 52º Festival Internacional de Folclore, que já recebeu cerca de 48 mil visitantes em seus primeiros quatro dias. Até o encerramento, em 3 de agosto, a cidade espera um público de 200 mil pessoas, com mais de 200 apresentações culturais, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>Nova Petrópolis abriu as portas para o mundo no último fim de semana com o 52º Festival Internacional de Folclore, que já recebeu cerca de 48 mil visitantes em seus primeiros quatro dias. Até o encerramento, em 3 de agosto, a cidade espera um público de 200 mil pessoas, com mais de 200 apresentações culturais, oficinas, feira temática e programação diária gratuita na Rua Coberta.</p>
<p>Artistas de seis países, oito estados brasileiros e mais de 20 grupos regionais e locais transformaram a cidade num mosaico de culturas, sons e tradições. Um dos destaques do sábado (19) foi o Ballet Ucraniano Roksolana, da Argentina, participante assíduo do festival desde 2010. <em>“É como se nos sentíssemos em casa. É emocionante trazer a nossa cultura para cá”,</em> disse a coordenadora Silvina Barszczuk.</p>
<p>O evento também valoriza as novas gerações. No Baile Infantil, 200 crianças entre 2 e 15 anos reviveram as tradições locais e mostraram o empenho da comunidade em manter vivo o legado cultural, como contou Ana Paula Weber, mãe do pequeno Bernardo, de 2 anos e meio: <em>“Queremos que ele tenha orgulho das nossas raízes e siga esse caminho.”</em></p>
<p>Além das apresentações na Rua Coberta, a programação inclui:</p>
<ul>
<li>Desfile de Integração (3/8)</li>
<li>Roda de Capoeira (22 e 29/7)</li>
<li>Sarau da Diversidade (26/7)</li>
<li>Oficinas de artesanato, dança e gastronomia</li>
<li>Feira da Diversidade, com produtos típicos do Brasil e do mundo</li>
</ul>
<p>Visitantes elogiaram a hospitalidade e a atmosfera acolhedora. <em>“Já viemos várias vezes e a cidade sempre encanta, tanto pela programação quanto pela gastronomia”,</em> disse a turista Bruna Dias, de Pelotas.</p>
<p>Realizado pela Prefeitura de Nova Petrópolis com parceiros e patrocinadores, o Festival reforça o título de “Jardim da Serra Gaúcha” como um polo cultural e turístico de inverno.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>52º Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis</strong></p>
<p>Até 3 de agosto<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Coberta de Nova Petrópolis &#8211; RS</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.festivaldefolclore.com.br/" target="_blank" rel="noopener">https://www.festivaldefolclore.com.br/</a></p>
<p><em>Entrada franca</em></p>
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		<item>
		<title>Alerta de Tempestades no Rio Grande do Sul: Chuva intensa e ventos de até 100 km/h</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/alerta-de-tempestades-no-rio-grande-do-sul-chuva-intensa-e-ventos-de-ate-100-km-h/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 21:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta segunda-feira (30) um alerta de tempestade para o Rio Grande do Sul, com previsão de chuvas intensas entre 30 e 60 mm/h ou até 100 mm/dia. Além das precipitações, são esperados ventos fortes, com velocidades variando entre 60 e 100 km/h, além da possibilidade de queda de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta segunda-feira (30) um alerta de tempestade para o Rio Grande do Sul, com previsão de chuvas intensas entre 30 e 60 mm/h ou até 100 mm/dia. Além das precipitações, são esperados ventos fortes, com velocidades variando entre 60 e 100 km/h, além da possibilidade de queda de granizo em algumas regiões. O alerta também aponta para o risco de cortes no fornecimento de energia, danos em plantações, queda de árvores e alagamentos.</p>
<p>As regiões mais afetadas incluem o Sudoeste e Sudeste Rio-grandense, a região metropolitana de Porto Alegre, o Centro Ocidental e Oriental Rio-grandense, além do Noroeste do estado. Atualmente, 55 cidades já foram atingidas pelas chuvas que castigam o estado desde o último dia 21.</p>
<p>De acordo com o boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, divulgado às 16h, os acumulados de chuva podem variar entre 30 e 80 mm em áreas como a Campanha, Sul, Costa Doce, Noroeste, Norte, Nordeste e Serra. Em outras regiões, a quantidade de precipitação deve ser inferior a 25 mm.</p>
<p>A frente fria deve avançar sobre o estado na madrugada de terça-feira (1º), intensificando os temporais, com descargas elétricas e granizo. As rajadas de vento podem superar os 80 km/h em algumas áreas, com a previsão de chuvas fortes continuando até quarta-feira (2), especialmente no Norte do estado.</p>
<p>A Defesa Civil orienta a população a desligar eletrodomésticos, reforçar portas e janelas e buscar locais seguros. É importante evitar transitar em áreas alagadas, seja a pé ou de carro. Em caso de emergência, o contato pode ser feito pelos números 190 ou 193.</p>
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		<item>
		<title>Pedidos de indenização por causa de chuvas no Sul passam de R$ 5,6 Bi</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pedidos-de-indenizacao-por-causa-de-chuvas-no-sul-passam-de-r-56-bi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 20:19:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa é da Confederação Nacional das Seguradoras. Os pedidos de indenizações de seguros decorrentes das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul entre abril e maio somam R$ 5,6 bilhões no período de 18 de junho a 31 de julho, informou nesta sexta-feira (2) a Confederação Nacional das Seguradoras (Cnseg). Conforme a pesquisa elaborada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Pesquisa é da Confederação Nacional das Seguradoras.</em></p>
<p>Os pedidos de indenizações de seguros decorrentes das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul entre abril e maio somam R$ 5,6 bilhões no período de 18 de junho a 31 de julho, informou nesta sexta-feira (2) a Confederação Nacional das Seguradoras (Cnseg).</p>
<p>Conforme a pesquisa elaborada pela entidade junto aos seus associados, as solicitações de indenizações cresceram mais de 43% em relação ao estudo anterior divulgado em 19 de junho, quando os registros de seguros somavam R$ 3,885 bilhões.</p>
<p>Apesar do aumento de R$ 1,71 bilhão, a Cnseg observa uma desaceleração nos pedidos de sinistros, sugerindo que os números estão próximos do valor final. No total, as seguradoras registraram 57.045 avisos de sinistro desde o início de maio.</p>
<h4><strong>Expansão dos Pedidos</strong></h4>
<p>“As solicitações definidas como Outros [seguros] (empresarial, transporte, riscos diversos e riscos de engenharia) foram as que apresentaram maior crescimento (65,3%). Foram 7.133 pedidos de indenizações, totalizando R$ 817,9 milhões”, informou a confederação.</p>
<p>Em termos absolutos, a entidade registrou que o setor de Grandes Riscos aumentou em quase R$ 1,5 bilhão de um mês para outro, alcançando pagamentos superiores a R$ 2,8 bilhões. Ao todo, foram 821 sinistros registrados.</p>
<p>“Para os próximos meses, é possível que tenhamos crescimento apenas nos pedidos de Grandes Riscos, que requerem processos mais demorados de avaliação de perdas, envolvendo vistorias minuciosas”, afirmou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.</p>
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		<item>
		<title>Brasil tem saldo de 201 mil empregos em junho, alta de 29,5%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-tem-saldo-de-201-mil-empregos-em-junho-alta-de-295/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 21:31:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Demissões]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministerio do Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil encerrou o mês de junho com um saldo positivo de 201.705 empregos formais, o que representa um aumento de 29,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse resultado foi alcançado com 2.071.649 admissões e 1.869.944 desligamentos, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil encerrou o mês de junho com um saldo positivo de 201.705 empregos formais, o que representa um aumento de 29,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse resultado foi alcançado com 2.071.649 admissões e 1.869.944 desligamentos, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta terça-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>Todos os cinco grandes setores de atividade econômica registraram saldos positivos em junho:</p>
<ul>
<li>Serviços: 87.708 postos</li>
<li>Comércio: 33.412 postos</li>
<li>Indústria: 32.023 postos</li>
<li>Agropecuária: 27.129 postos</li>
<li>Construção: 21.449 postos</li>
</ul>
<p>O setor industrial foi o destaque do mês, com um crescimento de 165% em comparação a junho do ano passado.</p>
<p>No acumulado de 2024 (janeiro a junho), o saldo de empregos alcançou 1.300.044 postos. Nos últimos 12 meses (julho de 2023 a junho de 2024), o saldo foi de 1.727.733 empregos.</p>
<p><strong>Desempenho dos Estados</strong></p>
<p>Entre os estados, apenas o Rio Grande do Sul apresentou saldo negativo em junho, com a perda de 8.569 empregos. Este resultado ainda reflete as enchentes registradas em maio, quando houve uma queda de 22.180 empregos. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou que, apesar do saldo negativo, o resultado foi melhor do que o esperado, sugerindo uma recuperação gradual.</p>
<p><strong>Salário Médio Real</strong></p>
<p>O salário médio real de admissão em junho foi de R$ 2.132,82, representando uma queda de R$ 5,15 (-0,2%) em comparação com maio. Em relação a junho do ano anterior, houve um ganho real de R$ 43,28 (+2,1%).</p>
<p><strong>Juros e Mercado de Trabalho</strong></p>
<p>Durante a apresentação dos dados, o ministro Luiz Marinho enfatizou a importância de retomar a redução dos juros no país para melhorar os salários e reduzir a informalidade. Ele argumentou que juros mais baixos favorecem tanto o crédito quanto o investimento, o que, por sua vez, gera empregos.</p>
<p>“O Comitê de Política Monetária (Copom) resolveu, na reunião de junho, interromper o ciclo de corte de juros iniciado há quase um ano, mantendo a taxa Selic em 10,5% ao ano. Esperamos que os colegas do Banco Central considerem a situação econômica e retomem a redução dos juros, pois isso ajuda bastante o crédito e o investimento, o que pressupõe a geração de empregos,” afirmou Marinho.</p>
<p>O ministro expressou a expectativa de que o saldo de empregos acumulado em 2024 alcance a marca de 2 milhões.</p>
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		<item>
		<title>Número de mortos por enchentes no Rio Grande do Sul atinge 179</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-mortos-por-enchentes-no-rio-grande-do-sul-atinge-179/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 15:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[As enchentes no Rio Grande do Sul continuam a causar devastação, com a Defesa Civil do estado confirmando que o número de mortos aumentou para 179. Ainda há 34 pessoas desaparecidas, conforme o último relatório divulgado. As chuvas afetaram diretamente 478 municípios e impactaram a vida de 2,3 milhões de moradores. Ações de Prevenção e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As enchentes no Rio Grande do Sul continuam a causar devastação, com a Defesa Civil do estado confirmando que o número de mortos aumentou para 179. Ainda há 34 pessoas desaparecidas, conforme o último relatório divulgado. As chuvas afetaram diretamente 478 municípios e impactaram a vida de 2,3 milhões de moradores.</p>
<p><strong>Ações de Prevenção e Alerta</strong></p>
<p>Para aumentar a segurança e a preparação da população, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul está incentivando o cadastro para alertas meteorológicos. Os cidadãos podem se inscrever enviando o Código de Endereçamento Postal (CEP) de sua localidade por SMS para o número 40199. Após o envio, uma mensagem de confirmação será recebida e o número passará a receber atualizações sobre alertas meteorológicos.</p>
<p>Outra forma de cadastro é via WhatsApp. Os interessados devem enviar uma mensagem para o número (61) 2034-4611 e iniciar a interação com o robô de atendimento digitando &#8220;Oi&#8221;. A partir daí, é possível compartilhar a localização atual ou outra de interesse para receber notificações da Defesa Civil estadual.</p>
<p><strong>Esforços de Resgate e Solidariedade</strong></p>
<p>Equipes de resgate estão mobilizadas para encontrar os desaparecidos e prestar assistência às comunidades afetadas. A prioridade é garantir que os moradores recebam abrigo, alimentos e suporte médico necessários. A resposta da sociedade civil e de organizações humanitárias tem sido crucial, com diversas campanhas de doação e voluntariado em andamento para ajudar as vítimas.</p>
<p>A tragédia no Rio Grande do Sul ressalta a importância de sistemas de alerta eficientes e de medidas preventivas eficazes. A Defesa Civil continua a trabalhar para proteger a população e minimizar os impactos dos eventos climáticos extremos.</p>
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		<item>
		<title>Prefeituras gaúchas têm mais prazo para cadastrar famílias atingidas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prefeituras-gauchas-tem-mais-prazo-para-cadastrar-familias-atingidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 00:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio Reconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O prazo para as prefeituras dos municípios gaúchos fazerem o cadastro de novas famílias no Auxílio Reconstrução, que terminaria nesta terça-feira (25), foi prorrogado para o dia 12 de julho. Com o cadastro, os municípios podem solicitar R$ 5,1 mil para cada família residente em área atingida pelas enchentes. Até o momento, das 444 cidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O prazo para as prefeituras dos municípios gaúchos fazerem o cadastro de novas famílias no Auxílio Reconstrução, que terminaria nesta terça-feira (25), foi prorrogado para o dia 12 de julho. Com o cadastro, os municípios podem solicitar R$ 5,1 mil para cada família residente em área atingida pelas enchentes.</p>
<p>Até o momento, das 444 cidades que estão com os reconhecimentos federais de situação de emergência ou de estado de calamidade vigentes, 166 cidades ainda não pediram o benefício.</p>
<p>“Não é razoável que famílias que já podiam ter recebido sequer tenham sido cadastradas. Vamos prorrogar em respeito às famílias e fazer um chamamento às prefeituras para que cumpram esse prazo&#8221;, disse nesta terça-feira (25) o ministro da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta.</p>
<p>Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, responsável pela gestão do programa, as análises das famílias já cadastradas e os pagamentos do Auxílio vão continuar após o dia 12 de julho até a finalização de todos os processos.</p>
<p>As prefeituras devem cadastrar os dados das famílias na página do <a href="http://www.gov.br/auxilioreconstrucao">Auxílio Reconstrução</a> e, após análise do sistema, o responsável familiar precisa confirmar as informações no site e, na sequência, a Caixa realiza o depósito em conta. Até o momento, 256,7 mil famílias de 115 municípios foram aprovadas no benefício, sendo que 226,5 mil já receberam o recurso, o que totaliza mais de R$ 1,1 bilhão.</p>
<p>O governo federal espera atender 375 mil famílias gaúchas, representando R$ 1,9 bilhão de recursos destinados ao Auxílio.</p>
</div>
</div>
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		<title>Famílias do RS podem se cadastrar no Auxílio Reconstrução até amanhã</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/familias-do-rs-podem-se-cadastrar-no-auxilio-reconstrucao-ate-amanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 19:19:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Auxílio Reconstrução]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina nesta terça-feira (25) o prazo para prefeituras gaúchas cadastrarem famílias residentes em áreas afetadas pelas enchentes. Elas vão receber o Auxílio Reconstrução. Ele é válido para cidades com decreto de estado de calamidade ou de situação de emergência. Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, 444 municípios do Rio Grande [&#8230;]]]></description>
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<p>Termina nesta terça-feira (25) o prazo para prefeituras gaúchas cadastrarem famílias residentes em áreas afetadas pelas enchentes. Elas vão receber o Auxílio Reconstrução. Ele é válido para cidades com decreto de estado de calamidade ou de situação de emergência.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, 444 municípios do Rio Grande do Sul estão com reconhecimento federal vigente e podem solicitar R$ 5,1 mil para cada família. Até o último sábado (22), 182 cidades ainda não haviam pedido o benefício.</p>
<p>“As prefeituras devem cadastrar os dados das famílias na página do Auxílio Reconstrução. Após a análise no sistema, o responsável familiar precisa confirmar as informações no mesmo site. Na sequência, a Caixa Econômica Federal realiza o depósito em conta”, informou a Secom.</p>
<h2>Números</h2>
<p>Dados do governo indicam que 256,7 mil famílias de 115 municípios gaúchos já foram aprovadas para receber o benefício, sendo que 208 mil encaminharam a confirmação dos dados. Entre as que confirmaram as informações, 202 mil já estão com os R$ 5,1 mil em conta, o que totaliza pouco mais de R$ 1 bilhão.</p>
<p>A expectativa do governo federal é atender 375 mil famílias gaúchas, representando R$ 1,9 bilhão em benefícios. O valor destinado ao Auxílio Reconstrução, inicialmente, era de R$ 1,23 bilhão para 240 mil famílias. Na última quarta-feira (19), entretanto, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional anunciou crédito extraordinário de R$ 689,6 milhões.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O Auxílio Reconstrução foi criado pela Medida Provisória nº 1.219/2024. Por meio do benefício, famílias desalojadas ou desabrigadas do Rio Grande do Sul podem receber R$ 5,1 mil em parcela única para ajudar na recuperação de bens perdidos nas enchentes.</p>
<p>“Não há critério definido para a utilização do recurso: o valor pode ser aplicado onde as vítimas avaliarem melhor”, destacou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.</p>
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		<title>Roca Sales enfrenta desafios de migração e reconstrução pós-enchente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/roca-sales-enfrenta-desafios-de-migracao-e-reconstrucao-pos-enchente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 10:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias; Justiça; TSE]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Roca Sales, município gaúcho às margens do Rio Taquari, está tentando se reconstruir após ser devastado por enchentes em maio. Esta foi a quarta enchente em dez meses, com a anterior ocorrendo em setembro de 2023. O Vale do Taquari, que inclui 36 municípios, foi a região mais afetada. Impacto nas Moradias Muitos moradores, como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Roca Sales, município gaúcho às margens do Rio Taquari, está tentando se reconstruir após ser devastado por enchentes em maio. Esta foi a quarta enchente em dez meses, com a anterior ocorrendo em setembro de 2023. O Vale do Taquari, que inclui 36 municípios, foi a região mais afetada.</p>
<p><strong>Impacto nas Moradias</strong></p>
<p>Muitos moradores, como o policial civil Glauco Kummer, enfrentam grandes prejuízos. A casa da família Kummer, existente há 42 anos, nunca havia sido invadida por enchentes até setembro do ano passado. Agora, com o telhado arrancado e prejuízos significativos, muitos não pretendem retornar. Com a saída de moradores, os preços de terrenos e aluguéis aumentaram entre 50% e 80%, dificultando ainda mais a situação para as 400 famílias que continuam sem moradia.</p>
<p><strong>Desafios de Infraestrutura e Migração</strong></p>
<p>O acesso à cidade é complicado, com uma ponte desabada e tráfego intenso na ponte metálica que restou. A prefeitura considera transferir o centro urbano para um local mais alto. A migração está em alta, com muitos moradores, como a vendedora Júlia Almeida, pensando em deixar Roca Sales devido à falta de moradias e ao aumento dos preços.</p>
<p><strong>Esforços de Reconstrução</strong></p>
<p>Apesar das adversidades, alguns moradores, como a comerciante Raquel Lima, estão determinados a reconstruir. Raquel, que já mudou o ramo de sua loja várias vezes, permanece otimista sobre o futuro da cidade. As grandes indústrias, como JBS e Beira Rio, retomaram parcialmente suas atividades, mas pequenas e micro empresas ainda lutam para se recuperar.</p>
<p><strong>Apoio e Recursos Necessários</strong></p>
<p>Cléber Fernando dos Santos, presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Roca Sales, destacou a necessidade de recursos a fundo perdido para comerciantes endividados. Ele também apontou que outros municípios atraem moradores de Roca Sales oferecendo casa e emprego. A prefeitura estima uma perda de receita de 40% em 2024 e enfrenta dificuldades para elaborar projetos necessários para obter recursos de reconstrução. A habitação é a prioridade, com o prefeito Amilton Fontana solicitando menos burocracia para a liberação de recursos.</p>
<p><strong>Intervenção do Ministério das Cidades</strong></p>
<p>O Ministério das Cidades anunciou a construção de 2 mil unidades habitacionais em áreas rurais e outras 10 mil em áreas urbanas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. As moradias, parte do programa Minha Casa, Minha Vida, terão subsídios de até R$ 86 mil em áreas rurais e até R$ 200 mil em áreas urbanas.</p>
<p>Roca Sales continua a lutar entre migração e esforços de reconstrução, buscando soluções para garantir a habitação e estabilidade econômica para seus habitantes.</p>
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		<title>Rio Grande do Sul intensifica medidas para prevenir doenças após enchentes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-grande-do-sul-intensifica-medidas-para-prevenir-doencas-apos-enchentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Febre]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Tosse]]></category>
		<category><![CDATA[Tuberculose]]></category>
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					<description><![CDATA[Em resposta às severas enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul nos últimos 45 dias, o estado está adotando medidas rigorosas para prevenir a disseminação de doenças como a tuberculose. A destruição de inúmeros medicamentos e a aglomeração em abrigos temporários aumentam os riscos de contágio, especialmente com a chegada do frio e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta às severas enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul nos últimos 45 dias, o estado está adotando medidas rigorosas para prevenir a disseminação de doenças como a tuberculose. A destruição de inúmeros medicamentos e a aglomeração em abrigos temporários aumentam os riscos de contágio, especialmente com a chegada do frio e a permanência de áreas alagadas.</p>
<h4><strong>Ações de Controle da Tuberculose</strong></h4>
<p>O Hospital Sanatório Partenon, referência estadual no tratamento da tuberculose, está à frente das ações de controle. Carla Jarczewski, coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, destacou as iniciativas adotadas junto aos abrigos. &#8220;Estamos intensificando a busca por pessoas com sintomas respiratórios, como tosse, suores noturnos, falta de apetite e emagrecimento. Aqueles com suspeita ou diagnóstico confirmado devem usar máscaras para evitar a propagação da doença,&#8221; explicou.</p>
<h4><strong>Desafios com a Medicação</strong></h4>
<p>As enchentes também resultaram na perda de medicamentos por muitas pessoas em tratamento domiciliar. &#8220;Muitos perderam suas casas, documentos e remédios. Estamos trabalhando para restabelecer a medicação o mais rápido possível,&#8221; afirmou Jarczewski. Ela acrescentou que a situação de aglomeração favorece o contágio e que as medidas são essenciais para evitar um aumento nos casos de tuberculose.</p>
<h4><strong>Impacto das Enchentes e Notificação de Casos</strong></h4>
<p>Ainda é cedo para avaliar se as enchentes resultaram em um aumento significativo nos casos de tuberculose. Jarczewski explicou que, devido à natureza não aguda da doença, os dados demoram a ser integrados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). &#8220;Os números mais precisos só serão conhecidos no final do ano,&#8221; disse ela.</p>
<p>Situação da População em Situação de Rua</p>
<p>O número de casos de tuberculose entre pessoas em situação de rua no estado vem crescendo desde 2017. Essas pessoas têm 56 vezes mais chances de contrair a doença do que a população em geral, devido à dificuldade de manter a continuidade do tratamento, que dura no mínimo seis meses. O Hospital Sanatório Partenon oferece suporte essencial para esse segmento da população.</p>
<figure id="attachment_77606" aria-describedby="caption-attachment-77606" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-77606" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Chuvas Desabrigaram Milhares De Pessoas No Rio Grande Do Sul - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77606" class="wp-caption-text">Chuvas desabrigaram milhares de pessoas no Rio Grande do Sul foto &#8211; Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h4><strong>Reposição de Medicamentos</strong></h4>
<p>Apesar das enchentes não terem atingido o depósito de medicamentos da Secretaria de Saúde, Porto Alegre perdeu muitos remédios. O estado recebeu apoio federal para repor os estoques e distribuiu os medicamentos conforme a necessidade dos municípios afetados. &#8220;Recebemos um reforço do Ministério da Saúde, que distribuímos rapidamente para as áreas necessitadas,&#8221; informou Carla.</p>
<h4><strong>Eficiência do Programa de Controle da Tuberculose</strong></h4>
<p>A situação epidemiológica da tuberculose no Rio Grande do Sul está sob controle, com cerca de cinco mil novos casos anuais e uma taxa de incidência de aproximadamente 42 casos por 100 mil habitantes. No entanto, a taxa de cura, que está em 58%, ainda é baixa comparada aos 85% recomendados pelo Ministério da Saúde e organismos internacionais.</p>
<h4><strong>Desafios e Preocupações Futuras</strong></h4>
<p>Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fiocruz e titular da Academia Nacional de Medicina, ressaltou que a tuberculose tem maior incidência entre pessoas em situação de rua devido à dificuldade de adesão ao tratamento prolongado. Ela também destacou a complexidade logística de tratar esses pacientes, especialmente em condições de desastre natural.</p>
<p>Além da tuberculose, há preocupação com outras doenças de transmissão respiratória e aquelas causadas pela exposição a águas contaminadas, como a leptospirose, que já resultou em algumas mortes no estado. &#8220;Sintomas respiratórios persistentes devem ser avaliados rapidamente em serviços de saúde,&#8221; alertou Dalcolmo, enfatizando a necessidade de diagnósticos rápidos e precisos para conter a disseminação dessas doenças.</p>
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