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	<title>Ricardo Lewandowski &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ricardo Lewandowski &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo Federal apresenta PEC para fortalecer segurança pública com colaboração interestadual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 02:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (31), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com governadores no Palácio do Planalto para apresentar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A proposta visa revisar artigos da Constituição para reforçar a atuação do governo federal no combate ao crime organizado, em cooperação com estados e municípios. Segundo o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o objetivo é estruturar uma gestão mais integrada e eficaz da segurança pública, sem interferir nas competências dos estados.</p>
<figure id="attachment_80220" aria-describedby="caption-attachment-80220" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-80220" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Lula Durante Reunião Com Governadores E Ministros - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80220" class="wp-caption-text">Proposta Visa Ampliar Atribuições Da Polícia Federal E Criar Coordenação Nacional Com Estados E Municípios &#8211; Expresso Carioca</figcaption></figure>
<p>A PEC propõe a criação de um conselho nacional de segurança composto por representantes dos três níveis de governo, responsável por regulamentar ações de segurança, como protocolos do sistema penitenciário e o uso de câmeras corporais por policiais. Além disso, a medida visa reforçar o papel da Polícia Federal (PF) e transformar a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Polícia Ostensiva Federal, que atuará em rodovias, ferrovias e hidrovias federais e poderá auxiliar forças estaduais em situações emergenciais.</p>
<p><strong>Estrutura da Proposta</strong></p>
<p>O projeto se baseia em três pilares principais:</p>
<ol>
<li>Reforço das Atribuições das Forças Federais: A Polícia Federal terá seu foco ampliado para crimes que impactam a ordem pública em escala nacional, como ações em áreas de preservação e infrações com repercussão interestadual e internacional. A PRF passará a se chamar Polícia Ostensiva Federal, com uma atuação mais abrangente na proteção de bens e serviços federais e apoio às forças estaduais em casos críticos.</li>
<li>Validação Constitucional do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP): Instituído em 2018, o SUSP ganhará status constitucional, consolidando sua função de coordenação nacional na segurança pública.</li>
<li>Fundo Nacional de Segurança Pública e Política Penitenciária: Este fundo será unificado e garantido por lei, visando financiar projetos e ações de segurança sem possibilidade de contingenciamento.</li>
</ol>
<p>A proposta prevê também a padronização de boletins de ocorrência e registros criminais, além de protocolos de segurança que possam ser aplicados uniformemente entre os estados, promovendo a integração e atualização de dados nacionais.</p>
<figure id="attachment_80221" aria-describedby="caption-attachment-80221" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80221" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca-1.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Lula Durante Reunião Com Governadores E Ministros - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca-1.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Presidente-Lula-durante-reuniao-com-governadores-e-ministros-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80221" class="wp-caption-text">Presidente Lula durante reunião com governadores e ministros, por Valter Campanato/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p><strong>Justificativa e Perspectivas</strong></p>
<p>Segundo o governo, o fortalecimento do sistema de segurança se torna urgente devido à transformação do crime no Brasil, que passou de uma atividade predominantemente local para uma rede interestadual e transnacional. O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, destacou que organizações criminosas agora possuem características de “máfias”, incluindo atividades na economia formal e até influenciando processos eleitorais.</p>
<p><strong>Próximos Passos</strong></p>
<p>A PEC da Segurança Pública deve ser discutida entre governadores antes de ser formalmente encaminhada ao Congresso. No Legislativo, a proposta passará pelas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e por comissões especiais em ambas as casas. Aprovada, ela precisará de três quintos dos votos em dois turnos em cada casa para entrar em vigor, totalizando 308 votos na Câmara e 49 no Senado, o que exigirá apoio também de parlamentares da oposição.</p>
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		<title>Lula manteve linhas básicas da restrição à saidinha, diz Lewandowski</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-manteve-linhas-basicas-da-restricao-a-saidinha-diz-lewandowski/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 17:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mossoró]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[saidinha]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Veto Presidencial]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve as linhas básicas estabelecidas pelo Congresso Nacional no projeto de lei (PL) que restringe as saídas temporárias de presos, a chamada saidinha, argumentou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, durante debate na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, ao comentar o veto do presidente à parte da lei aprovada pelo Congresso.</p>
<p>O ministro acrescentou que o único veto ao PL foi movido por motivos cristãos e por o governo entender ser inconstitucional impedir que os presos tenham contato com suas famílias. A possibilidade de visitar as famílias permitida pelo veto exclui os condenados por crimes hediondos, como homicídio e estupro.</p>
<p>“Nós estamos defendendo um valor cristão, um valor fundamental da Constituição, e daí o veto basear-se em uma inconstitucionalidade”, explicou Lewandowski, defendendo que o presidente sancionou “praticamente na totalidade esse projeto de lei que representa a vontade da soberania popular expressa pelo Congresso Nacional”.</p>
<p>O Congresso Nacional ainda pode derrubar o único veto presidencial ao projeto.</p>
<p>O ministro Lewandoviski argumentou que 90% do projeto foram mantidos, incluindo a exigência de exame criminológico para autorização para as saídas, a necessidade do uso de tornozeleiras eletrônicas e a proibição para saída temporária de condenados por crimes hediondos.</p>
<p>O ministro da Justiça disse ainda que foi cobrado pelo presidente Lula para manter a proibição de presos perigosos saírem temporariamente. Segundo Lewandoviski, o veto se limitou a permitir o contato dos presos não perigosos às próprias famílias. “[O artigo vetado] contraria frontalmente o que está disposto no Artigo 226 da Constituição, que obriga o Estado a defender a família e a célula materna da sociedade”, completou o ministro.</p>
<h2>Mossoró</h2>
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública foi cobrado também sobre a fuga de dois presos da Penitenciária Federal de Mossoró (RN). Lewandowski defendeu a ação de captura dos presos e destacou que todos os protocolos dos presídios federais estão sendo revistos para impedir novas fugas.</p>
<p>De acordo com o ministro, a fuga foi possível por causa dos padrões antiquados de segurança da penitenciária, do relaxamento na vigilância, da quebra de protocolos, da ausência das revistas diárias, da falha de equipamentos, como as câmeras, além da falta de muralhas em torno do presídio e da ajuda externa recebida pelos ex-foragidos.</p>
<p>“Imediatamente, [o secretário de Políticas Penitenciárias] demitiu a diretoria, a administração daquela penitenciária, nomeou um interventor e determinou a abertura de vários PADs, Processos Administrativos Disciplinares. Além disso, eu determinei à Polícia Federal que fizesse um inquérito policial para apurar responsabilidades criminais”, disse.</p>
<p>O ministro lembrou aos parlamentares que quatro funcionários foram afastados, dez processos administrativos foram abertos e 29 policiais de plantão foram substituídos. Houve ainda, segundo Lewandowski, reforço de pessoal e das celas e o início da construção das muralhas.</p>
<p>“Tiramos várias lições importantes. [Esse episódio] nos ofereceu a oportunidade de revermos os protocolos de segurança e dos equipamentos de todas as prisões federais”, afirmou o ministro, acrescentando que “posso garantir às senhoras e aos senhores que nenhum detento mais se evadirá das penitenciárias federais”.</p>
<h2>Corte de recursos</h2>
<p>Os deputados da Comissão de Segurança da Câmara também cobraram o ministro o corte anunciado no orçamento das polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF) no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025, enviado ao Parlamento.</p>
<p>Ricardo Lewandoviski disse que já pediu a recomposição dos recursos aos ministérios da Fazenda e do Planejamento, concordando com os parlamentares que “realmente esse corte prejudicará o nosso serviço”.</p>
<p>“Mas é preciso dizer também que o Congresso Nacional, e eu acho que o fez com a melhor das intenções, aprovou o teto de gastos, aprovou o déficit zero. Então, nós temos aquilo que como muito se chama de cobertor de pobre. Puxa-se de um lado, descobre-se outra parte do corpo. E isso que está ocorrendo hoje. Nós temos um orçamento limitado”, disse o ministro.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Lula oficializa nomeação de Lewandowski no Ministério da Justiça a partir de fevereiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-oficializa-nomeacao-de-lewandowski-no-ministerio-da-justica-a-partir-de-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 23:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (22) oficializou a nomeação de Ricardo Lewandowski para o cargo de ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública. O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sendo a nomeação válida a partir do dia 1º de fevereiro. Ricardo Lewandowski foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (22) oficializou a nomeação de Ricardo Lewandowski para o cargo de ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública. O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sendo a nomeação válida a partir do dia 1º de fevereiro.</p>
<p>Ricardo Lewandowski foi anunciado para o novo cargo em 11 de janeiro, substituindo Flávio Dino, que, por sua vez, assumirá uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), também indicado por Lula e aprovado pelo Senado em dezembro do ano passado.</p>
<p>Com uma trajetória marcada por sua carreira como magistrado, Lewandowski deixou o cargo de ministro do STF em 11 de abril de 2023, antecipando sua aposentadoria um mês antes de completar 75 anos, idade compulsória para aposentadoria. Indicado por Lula em 2006, ele presidiu o STF e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entre 2014 e 2016, destacando-se no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>Após deixar o Supremo, Lewandowski voltou à advocacia e à carreira acadêmica. A nomeação dele para o Ministério da Justiça entra em vigor em fevereiro. Já Flávio Dino, que assume a vaga no STF, tomará posse na corte no próximo mês, quando serão retomados os trabalhos do Poder Judiciário. O presidente Lula indicou o advogado Cristiano Zanin para substituir Lewandowski no Supremo em 2023.</p>
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		<item>
		<title>STF: Relator quer flexibilizar indicação de diretores para estatais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-relator-quer-flexibilizar-indicacao-de-diretores-para-estatais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 14:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[estatais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou hoje (10) por derrubar trecho da Lei das Estatais que veda a indicação de determinados agentes públicos para cargos de direção ou para o conselho de administração de empresas públicas.  Relator da ação direta de inconstitucionalidade sobre o assunto, Lewandowski atendeu parcialmente a pedido feito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou hoje (10) por derrubar trecho da Lei das Estatais que veda a indicação de determinados agentes públicos para cargos de direção ou para o conselho de administração de empresas públicas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Relator da ação direta de inconstitucionalidade sobre o assunto, Lewandowski atendeu parcialmente a pedido feito pelo PCdoB, que questionou diferentes trechos da Lei 13.303, sancionada em 2016 pelo então presidente Michel Temer e cujo objetivo declarado foi conferir maior profissionalismo e moralidade nas indicações.</p>
<p>Para o ministro, contudo, a legislação sobre o assunto não poderia ter vedado a indicação de ministros de Estado ou secretários estaduais e municipais,  tampouco de pessoas que já ocupem cargo sem vínculo permanente com a administração pública, seja de natureza especial ou de assessoramento superior.</p>
<p>Nesses casos, as indicações devem ser permitidas, caso o indicado atenda a outros critérios técnicos previstos na lei, como conhecimento sobre a área e reputação ilibada.</p>
<p>Ele também decidiu dar interpretação conforme a Constituição sobre outro trecho da Lei das Estatais, de modo a permitir a indicação de pessoas que, nos últimos 36 meses, tenham participado de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação e realização de campanha eleitoral. Pelo entendimento do relator, tal restrição deve se aplicar somente a quem desempenhe tais funções no momento da indicação, sendo necessária a desvinculação de cargo porventura ocupado em direção partidária.</p>
<p>O tema é julgado em sessão virtual iniciada à 00h01 desta sexta-feira (10). Até o momento, somente Lewandowski votou. Os demais ministros podem se manifestar até 17 de março, às 23h59. É possível ainda que o julgamento seja interrompido por pedido de vista (mais tempo para análise) ou de destaque (remessa ao plenário convencional).</p>
<p>O assunto é acompanhado de perto pelo governo, pois pode abrir caminho para que o presidente Luíz Inácio Lula da Silva faça indicações de aliados para diretorias e conselhos de diversas estatais, na busca por compor uma base favorável em votações no Congresso.</p>
<h2>Argumentos</h2>
<p>Lewandowski reconheceu a boa intenção do legislador em buscar blindar empresas estatais do aparelhamento político e de “influências espúrias”, mas ponderou que isso não poderia ser feito mediante discriminação da atividade político-partidária.</p>
<p>Para o ministro, ao restringir as indicações de participantes de estruturas de governo ou partidárias, a Lei das Estatais feriu princípios constitucionais como os de razoabilidade, proporcionalidade, participação política e igualdade no acesso a cargos públicos.</p>
<p>Sobre esse ponto, ele escreveu que “afastar indiscriminadamente pessoas que atuam na vida pública, seja na estrutura governamental, seja no âmbito partidário ou eleitoral, da gestão das empresas estatais, constitui discriminação odiosa e injustificável”.</p>
<p>Pelo entendimento do ministro, para preservar a moralidade nas indicações basta que sejam observadas outras regras presentes na Constituição e em normas como a Lei das Sociedades Anônimas, a Lei de Conflito de Interesses e a Lei de Improbidade Administrativa.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Disque 100 não poderá receber queixas sobre vacinação contra covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/disque-100-nao-podera-receber-queixas-sobre-vacinacao-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 17:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Mulher Família e Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou que o Disque 100, canal para denúncias de violações dos direitos humanos, pare de receber queixas relacionadas à exigência do comprovante de vacinação. O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) é acusado de ter divulgado a utilização do canal para esta finalidade. &#8220;Convém, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou que o Disque 100, canal para denúncias de violações dos direitos humanos, pare de receber queixas relacionadas à exigência do comprovante de vacinação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) é acusado de ter divulgado a utilização do canal para esta finalidade.</p>
<p>&#8220;Convém, ademais, ordenar ao Governo Federal que se abstenha de utilizar o canal de denúncias Disque 100 fora de suas finalidades institucionais, deixando de estimular, por meio de atos oficiais, o envio de queixas relacionadas à regular exigência de comprovante de vacinas contra a covid-19&#8221;, escreveu o ministro na decisão provocada por um questionamento do partido Rede Sustentabilidade.</p>
<h2>Notas Técnicas</h2>
<p>Além de proibir o uso do Disque 100 para denúncias sobre vacinação, segundo o ministro, o governo federal terá que reformular notas técnicas expedidas pelos ministérios da Saúde e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, nas quais o Executivo se opõe à exigência de passaporte de comprovação de vacina e a obrigatoriedade de imunização de crianças contra a covid-19.</p>
<p>Originalmente, essas notas técnicas diziam que &#8220;medidas imperativas de vacinação como condição para acesso a direitos humanos e fundamentais podem ferir dispositivos constitucionais e diretrizes internacionais&#8221;. Em um dos documentos, constava que &#8220;a exigência de apresentação de certificado de vacina pode acarretar em violação de direitos humanos e fundamentais&#8221;.</p>
<p>Lewandowski determinou que os pareceres do governo apresentem informações com base na interpretação definida pelo STF. Segundo a Suprema Corte, a vacinação não deve ser obrigatória, mas deve seguir medidas de restrição do exercício de certas atividades para não vacinados.</p>
<p>O ministro ainda exige que as notas devem informar que o chamado passaporte da vacina pode ser adotado, a depender das circunstâncias e competências, pela União, pelos estados e municípios, assim como o Distrito Federal.</p>
<p>De acordo com o magistrado, cabe ao governo federal, além de disponibilizar os imunizantes e incentivar a vacinação em massa, evitar a adoção de atos, sem embasamento técnico-científico ou destoantes do ordenamento jurídico nacional, que tenham desestimulem a vacinação de adultos e crianças contra a covid-19, sobretudo porque o Brasil ainda apresenta uma situação epidemiológica distante do que poderia ser considerado confortável, inclusive em razão do surgimento de novas variantes do vírus.</p>
<p>&#8220;As referidas Notas Técnicas, ao disseminarem informações matizadas pela dubiedade e ambivalência, no concernente à compulsoriedade da imunização, prestam um desserviço ao esforço de imunização empreendido pelas autoridades sanitárias dos distintos níveis político-administrativos da Federação, contribuindo para a manutenção do ainda baixo índice de comparecimento de crianças e adolescentes aos locais de vacinação, cujo reflexo é o incremento do número de internações de menores em unidades de terapia intensiva – UTIs em 61% em São Paulo&#8221;, destacou o ministro na decisão.</p>
<h2>ECA</h2>
<p>Outro ponto ressaltado por Lewandowski é que pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a vacinação desta faixa da população é obrigatória. “Especificamente no que tange ao tema da vacinação infantil, o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei 8.069/1990) é textual ao prever a obrigatoriedade da &#8216;vacinação de crianças nos casos recomendados pelas autoridades&#8217;, estabelecendo penas pecuniárias àqueles que, dolosa ou culposamente, descumprirem &#8216;os deveres inerentes ao poder familiar ou decorrente de tutela ou guarda&#8217; dos menores&#8221;, escreveu o ministro.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Em nota divulgada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a pasta afirma que “não foi oficialmente intimado da noticiada decisão liminar na ADPF 754, e aguarda orientações da AGU para se posicionar sobre o mérito”.</p>
<p>A nota diz ainda que, desde que foi criado, o Disque 100 sempre recebeu todas as denúncias de alegadas violações de direitos humanos, sejam elas quais forem, bastando a informação do cidadão de que seus direitos foram desrespeitados.</p>
<p>Outro argumento trazido pelo ministério é de que os atendentes do Disque 100 acolhem todas as denúncias “sem fazer juízo de valor sobre seu teor. Sequer dizem ao cidadão se este está certo ou errado em sua demanda. Esta avaliação cabe aos órgãos aos quais as denúncias são encaminhadas”.</p>
<p>A pasta ressaltou que “não é contrária a qualquer campanha de vacinação. Entretanto, posiciona-se que o legado do combate à pandemia não pode ser a supressão de direitos”.</p>
<p>Sobre a utilização do Disque 100 para denúncias relacionadas à vacinação, o ministério diz ainda que “jamais divulgou em seus canais institucionais qualquer orientação ao cidadão” nesse sentido.</p>
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