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	<title>Réus &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF ouve Almir Garnier no 2º dia de interrogatórios sobre tentativa de golpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[interrogatório]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Réus]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (10) o segundo dia de interrogatórios dos réus do núcleo central da trama golpista, que teria sido articulada no fim do governo de Jair Bolsonaro. O primeiro a depor é o ex-comandante da Marinha, Almir Garnier, que, segundo a Polícia Federal, teria se colocado à disposição de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (10) o segundo dia de interrogatórios dos réus do núcleo central da trama golpista, que teria sido articulada no fim do governo de Jair Bolsonaro. O primeiro a depor é o ex-comandante da Marinha, Almir Garnier, que, segundo a Polícia Federal, teria se colocado à disposição de Bolsonaro para apoiar medidas contra o resultado das eleições de 2022.</p>
<p>A investigação indica que, em reunião com os comandantes das Forças Armadas, Bolsonaro apresentou estudos jurídicos para decretação de estado de sítio e de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), com o objetivo de barrar a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Garnier teria demonstrado apoio à proposta.</p>
<p>Além dele, estão previstos os depoimentos dos seguintes réus ao longo do dia, em ordem alfabética:</p>
<ul>
<li><strong>Anderson Torres</strong>, ex-ministro da Justiça;</li>
<li><strong>Augusto Heleno</strong>, ex-ministro do GSI;</li>
<li><strong>Jair Bolsonaro</strong>, ex-presidente da República;</li>
<li><strong>Paulo Sérgio Nogueira</strong>, ex-ministro da Defesa;</li>
<li><strong>Walter Braga Netto</strong>, general e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa.</li>
</ul>
<p>As audiências, conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes, devem se estender até as 20h.</p>
<h3>Primeiro dia de interrogatórios</h3>
<p>Na segunda-feira (9), o ex-ajudante de ordens Mauro Cid confirmou a existência de uma reunião com Bolsonaro em que foi apresentado um documento com propostas golpistas, incluindo prisão de ministros do STF e decretação de estado de sítio. Cid também revelou que recebeu dinheiro de Braga Netto para repassar ao major Rafael de Oliveira, membro do grupo de elite do Exército conhecido como <em>kids-pretos</em>.</p>
<p>Já o ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem negou ter usado a agência para espionagem ilegal de ministros do STF e do TSE.</p>
<h3>Últimos passos antes do julgamento</h3>
<p>Os interrogatórios seguem até sexta-feira (13) e representam uma das etapas finais do processo. A expectativa é que o julgamento do caso ocorra no segundo semestre, podendo resultar em penas superiores a 30 anos de prisão para os condenados.</p>
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		<title>Fachin vota por tornar réus mais 200 denunciados por atos golpistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fachin-vota-por-tornar-reus-mais-200-denunciados-por-atos-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 15:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Edson Fachin]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o terceiro a votar por tornar réus mais 200 denunciados na investigação dos atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e amplamente depredadas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Assim como o ministro Dias Toffoli, Fachin acompanhou integralmente o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o terceiro a votar por tornar réus mais 200 denunciados na investigação dos atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e amplamente depredadas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Assim como o ministro Dias Toffoli, Fachin acompanhou integralmente o voto do relator dos inquéritos sobre o caso no Supremo, ministro Alexandre de Moraes. O recebimento de mais de 200 denúncias está sendo julgado em plenário virtual, em que os votos são depositados eletronicamente, sem deliberação presencial. A sessão começou na terça-feira (25) e segue até as 23h59 da próxima segunda-feira (1º).</p>
<p>Uma primeira leva com 100 denúncias foram aceitas na semana passada, por 8 votos a 2. Somente os ministros André Mendonça e Nunes Marques divergiram dos demais. Eles foram os únicos que defenderam que as denúncias deveriam ser julgadas pela primeira instância da Justiça Federal.</p>
<p>No voto desta semana, Moraes ressaltou que os envolvidos nos atos de 8 de janeiro tentaram “destruir o regime democrático e suas instituições, pregando a violência, pleiteando a tirania, o arbítrio, a violência e a quebra dos princípios republicanos”.</p>
<p>Uma nova leva de 250 denúncias está marcada para ser julgada na próxima semana, em sessão virtual marcada para começar na próxima terça-feira (2). Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou 1.390 acusações formais ao Supremo, todas contra pessoas que participaram diretamente dos atos de vandalismo ou que incitaram a violência. Até o momento, ninguém foi denunciado por financiar ou idealizar os atos golpistas.</p>
<p>A situação é inédita para o Supremo, que nunca tinha se debruçado sobre tantas denúncias simultâneas sobre um mesmo caso. As sessões virtuais foram a maneira encontrada por Moraes e pela presidente do Supremo, Rosa Weber, para lidar com tamanho volume de pessoas processadas. A medida, contudo, tem sido criticada por advogados.</p>
<p>A previsão é de que o recebimento de todas as denúncias seja apreciado até junho. Em seguida, deve ter início a fase da ação penal, com nova instrução processual e possível produção de novas provas e colheita de novos depoimentos, inclusive a pedido das defesas. Não há prazo definido para o julgamento final.</p>
</div>
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