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	<title>Retorno &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Retorno &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Instituições de ensino são favoráveis ao retorno presencial no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/instituicoes-de-ensino-sao-favoraveis-ao-retorno-presencial-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 17:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a redução dos casos de covid-19 no Rio de Janeiro, 11 instituições de ensino e pesquisa lançaram uma nota se manifestando a favor do retorno imediato às atividades presenciais, por serem “fundamentais para o processo de ensino-aprendizagem de qualidade”. O documento foi divulgado na noite de ontem (9). Assinan a nota os reitores ou diretor-geral [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Com a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-02/boletim-mostra-queda-dos-casos-de-covid-19-na-cidade-do-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noopener">redução dos casos de covid-19 no Rio de Janeiro</a>, 11 instituições de ensino e pesquisa lançaram uma nota se manifestando a favor do retorno imediato às atividades presenciais, por serem “fundamentais para o processo de ensino-aprendizagem de qualidade”. O documento foi divulgado na noite de ontem (9).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Assinan a nota os reitores ou diretor-geral de 11 instituições: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), Instituto Federal Fluminense (IFF), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) e Colégio Pedro II (CPII).</p>
<p>A nota destaca que o ensino remoto foi necessário para enfrentar a crise sanitária, e que a autonomia e planejamento de cada instituição pública de ensino, pesquisa e extensão do estado deve ser respeitada.</p>
<p>“A adoção do ensino remoto emergencial foi necessária e preparada com todo o cuidado didático, jurídico e institucional, com ampla discussão nos conselhos superiores, cuja reversão está ocorrendo de forma gradativa e planejada. Nossas ações nesses tempos de pandemia foram fundamentais para que vidas pudessem ser preservadas. Neste momento, temos convicção de que o retorno completo ao ensino presencial será fundamental para o processo de ensino-aprendizagem de qualidade”, diz o documento.</p>
<p>Os reitores destacam que nesses dois anos de emergência sanitária as instituições contribuíram com a sociedade, desenvolvendo ações essenciais para minimizar os efeitos da pandemia e proteger a saúde da população. A decisão de agora, segundo o documento, se baseia na taxa de transmissão do vírus Sars-CoV-2, no grau de letalidade da doença e na ocupação dos leitos nos hospitais. Eles defendem a cobrança da vacinação, mas quem pertence aos grupos de risco deve permanecer em trabalho ou ensino remoto.</p>
<p>“Não obstante, cientes e defensores da ciência e das políticas públicas geradas a partir de estudos comprovados cientificamente, nós defendemos e cobramos o esquema vacinal completo para o retorno presencial de toda a comunidade acadêmica. Todavia, vários membros das comunidades de nossas instituições fazem parte de grupo de maior risco para desenvolvimento de doença grave, mesmo quando vacinados, e precisam se manter afastados por determinação legal”.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>O avanço da vacinação no estado e as características da variante Ômicron também foram levados em conta na decisão dos reitores.</p>
<p>“Ressaltamos que o avanço da vacinação, inclusive na população infantil, associado às características dessa nova variante, trouxeram novas perspectivas com relação à decisão sobre a retomada ao ensino presencial pleno. Neste momento, as taxas de mortalidade e de internação na população vacinada devem ser os fatores determinantes para o retorno e não simplesmente a taxa de transmissão do vírus. Esta percepção só foi possível com a entrada da nova variante e os estudos relacionados ao seu comportamento”.</p>
<p>A nota destaca que a retomada presencial deve ser feita “de maneira estratégica e no início do novo período letivo”, para que haja tempo para o planejamento, bem como de organizar os programas de assistência estudantil para a permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade. “Por isso, manifestamos a necessidade de atenção total do Governo do Estado e do Ministério da Educação para este desafio”, afirmam os reitores.</p>
<p>O documento ressalta, ainda, a preocupação com os cortes no orçamento das instituições federais, que chegaram a 30% das verbas de custeio durante a pandemia, e a redução nos quadros de pessoal técnico-administrativo.</p>
<p>“Se a infraestrutura era precária nessas instituições em 2020, neste momento no qual há necessidade de seguirmos as orientações de biossegurança, são fundamentais algumas intervenções na infraestrutura que se deteriorou ainda mais. É de suma importância para as unidades de ensino a recomposição orçamentária imediata do custeio aos valores de 2019 corrigidos pela inflação e a recomposição de pessoal com a retomada de concursos de cargos extintos, mas de extrema necessidade para a qualidade do ensino, pesquisa e extensão”.</p>
<p>A nota encerra afirmando que o ciclo vacinal completo contra a covid-19, com a dose de reforço, e as demais medidas sanitárias garantem o retorno seguro às atividades presenciais.</p>
</div>
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		<title>Universidades e colégios federais do Rio adiam volta às aulas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/universidades-e-colegios-federais-do-rio-adiam-volta-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 14:39:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante da expansão da variante Ômicron do novo coronavírus, que teve um aumento de 181% nos casos registrados em janeiro de 2022 no estado do Rio de Janeiro, universidades e colégios federais estão revendo o cronograma de retorno às atividades presenciais. A Universidade Federal do Estado do Rio (Unirio) divulgou nota informando a interrupção até 15 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Diante da expansão da variante Ômicron do novo coronavírus, que teve um aumento de 181% nos casos registrados em janeiro de 2022 no estado do Rio de Janeiro, universidades e colégios federais estão revendo o cronograma de retorno às atividades presenciais. A Universidade Federal do Estado do Rio (Unirio) divulgou nota informando a interrupção até 15 de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A medida considera, entre outros fatores, o atual cenário pandêmico indicado pelos posicionamentos dos órgãos de saúde no âmbito do município do Rio de Janeiro, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente, os quais reforçam que toda situação de aglomeração representa maior risco de transmissibilidade, impactando nos indicadores da pandemia no Estado”, informou a instituição. A Unirio mantém como presenciais apenas as “atividades consideradas indispensáveis”.</p>
<h2>Cefet-RJ</h2>
<p>O Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) prorrogou até 15 de fevereiro a interrupção de atividades presenciais. A decisão considerou a recomendação do Comitê Central de Acompanhamento do Coronavírus sobre o aumento do número de casos e a alta transmissibilidade da variante ômicron.</p>
<p>“Considerou, ainda, a epidemia em curso do vírus da influenza A, subtipo H3N2, que pode levar a casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), em pessoas do grupo de alto risco, condição que poderá sobrecarregar as unidades de saúde no estado do Rio de Janeiro”.</p>
<p>A recomendação levou em conta, também, o Mapa de Risco da Covid-19, divulgado na sexta-feira (28) pelo governo do estado, que indica sete das nove regiões em bandeira laranja, de risco moderado para a transmissão da doença, além de duas regiões em bandeira vermelha, de risco alto.</p>
<h2>UERJ</h2>
<p>A reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) prorrogou, na semana passada, a suspensão das atividades presenciais não essenciais até o dia 15 próximo, incluindo o colégio de aplicação. Estão mantidas as atividades acadêmicas do Centro Biomédico.</p>
<p>O ato administrativo considera o “incremento na incidência da infecção pelo SARS-Cov-2, nas últimas semanas, resultante da circulação da variante Ômicron no Rio de Janeiro”, bem como “a epidemia de Vírus da Influenza A Subtipo H3N2 na capital fluminense”.</p>
<h2>UFRRJ</h2>
<p>Na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), o adiamento vai até o dia 7 de março, “em virtude do agravamento dos indicadores epidemiológicos da pandemia da covid-19 decorrente da circulação da variante Ômicrom no estado do Rio de Janeiro”.</p>
<p>Segundo a nota da reitoria, haverá nova avaliação dos indicadores esta semana. “Caso haja melhora no cenário, o retorno presencial poderá ser antecipado; caso haja piora, o retorno poderá ser adiado novamente”, informa a instituição, ressaltando que a comunidade acadêmica será comunicada com 15 dias de antecedência da data de retorno prevista.</p>
<p>Cada instituto e departamento da UFRRJ poderá decidir sobre a oferta de disciplinas práticas na modalidade presencial, a partir desta semana.</p>
<h2>UFRJ</h2>
<p>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) divulgou nota, na semana passada, informando que o retorno das atividades presenciais previstas para ontem (31) está mantido, já que os boletins epidemiológicos “têm indicado uma baixa ocorrência de quadros graves e internações pela covid-19, apesar das altas taxas de transmissão da variante Ômicron”.</p>
<p>A recomendação vale apenas para as atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão que já estavam operando na modalidade presencial no segundo semestre letivo de 2021, que tem previsão de terminar em março.</p>
<p>“As atividades administrativas anteriormente suspensas devem retornar à modalidade presencial para o funcionamento das atividades didático-pedagógicas, de pesquisa e extensão, seguindo os protocolos e planejamentos anteriores realizados pelas unidades”, informou a UFRJ. O acesso aos espaços da UFRJ depende de comprovante de esquema vacinal completo contra a covid-19.</p>
<p><strong>Leia:</strong><br />
<a href="https://www.expressocarioca.com.br/novo-ensino-medio-comeca-a-ser-implementado-este-ano/" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Novo ensino médio começa a ser implementado este ano</a></p>
<h2>UFF</h2>
<p>A Universidade Federal Fluminense (UFF) mantém até o encerramento do atual semestre letivo, em 12 de fevereiro, o plano em vigor. Ou seja, estão mantidas as atividades presenciais para disciplinas práticas e estágios.</p>
<p>Ainda não há decisão sobre o próximo semestre letivo, que se inicia no dia 28 de março. De acordo com a UFF, três cenários estão em análise para as aulas: presencial, presencial mediado por tecnologia e remoto no caso de recrudescimento da pandemia.</p>
<p>“Por meio do GT-Covid e outras instâncias, seguimos atentos à situação sanitária do estado do Rio de Janeiro a fim de garantir um retorno presencial adequado e seguro para a comunidade interna. Em breve, o assunto será pauta de discussão no Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da Universidade e as decisões serão amplamente divulgadas”, explicou a UFF.</p>
<h2>Colégio Pedro II</h2>
<p>No Colégio Pedro II, a previsão é que o ano letivo de 2021 seja retomado no dia 7 de fevereiro. O Conselho Superior do colégio (Consup) se reúne amanhã para deliberar sobre como será a volta às aulas, se presencial, híbrida ou remota.</p>
<p>“O mesmo documento também apresenta planos contingenciais, com possibilidade de adoção de regime semipresencial ou totalmente remoto, para casos em que o retorno presencial não seja possível devido à alteração do cenário epidemiológico no estado do Rio de Janeiro”, informou o colégio.</p>
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