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	<title>Retomada &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Retomada &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>EUA retomam emissão de vistos para estudantes de Harvard após decisão judicial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-retomam-emissao-de-vistos-para-estudantes-de-harvard-apos-decisao-judicial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 14:32:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Estado dos EUA orientou suas missões diplomáticas e consulados ao redor do mundo a retomarem imediatamente o processamento de vistos para estudantes e visitantes de intercâmbio da Universidade de Harvard, após uma decisão da Justiça Federal em Boston suspender temporariamente a ordem do ex-presidente Donald Trump que proibia a entrada de estrangeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento de Estado dos EUA orientou suas missões diplomáticas e consulados ao redor do mundo a retomarem imediatamente o processamento de vistos para estudantes e visitantes de intercâmbio da Universidade de Harvard, após uma decisão da Justiça Federal em Boston suspender temporariamente a ordem do ex-presidente Donald Trump que proibia a entrada de estrangeiros na instituição.</p>
<p>A determinação foi comunicada em telegrama diplomático datado de 6 de junho, assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio, que destacou que a nova diretriz está “de acordo” com a decisão judicial.</p>
<h3>Embate entre Trump e Harvard</h3>
<p>A juíza distrital Allison Burroughs concedeu uma ordem de restrição temporária na quinta-feira (5), impedindo que a proibição de Trump entrasse em vigor, pelo menos até que outras questões legais sobre o caso sejam resolvidas.</p>
<p>Trump havia justificado a medida com “preocupações de segurança nacional”, mas críticos apontam que a ação representa retaliação política contra Harvard, que se recusa a atender às exigências da administração republicana em relação ao controle sobre currículo, governança e corpo docente.</p>
<p>Além da suspensão de vistos, o governo chegou a congelar bilhões de dólares em bolsas e financiamentos e ameaçou o status de isenção fiscal da universidade — a mais rica e uma das mais influentes dos Estados Unidos.</p>
<h3>Vigilância digital permanece</h3>
<p>Apesar da retomada da emissão de vistos, o Departamento de Estado destacou que outras diretrizes permanecem em vigor, como a verificação reforçada de redes sociais e a análise detalhada da presença online dos candidatos.</p>
<p>A ação judicial é parte de uma disputa maior entre universidades de elite e o governo Trump, que vinha intensificando o controle sobre instituições consideradas progressistas. A expectativa é de novos capítulos judiciais nas próximas semanas.</p>
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		<title>Rio inicia novo processo de licitação para concessão do Maracanã</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-inicia-novo-processo-de-licitacao-para-concessao-do-maracana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 14:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jonrnal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[Maracanã]]></category>
		<category><![CDATA[Processo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo fluminense inicia, nesta quinta-feira (7) novo processo de licitação para contrato de concessão do complexo esportivo do Maracanã. O contrato terá a duração de 20 anos e a empresa ou consórcio vencedor será responsável pela gestão, exploração, operação e manutenção do estádio Mário Filho (Maracanã) e do ginásio Gilberto Cardoso (Maracanãzinho). Nesta primeira fase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O governo fluminense inicia, nesta quinta-feira (7) novo processo de licitação para contrato de concessão do complexo esportivo do Maracanã. O contrato terá a duração de 20 anos e a empresa ou consórcio vencedor será responsável pela gestão, exploração, operação e manutenção do estádio Mário Filho (Maracanã) e do ginásio Gilberto Cardoso (Maracanãzinho).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Nesta primeira fase do processo, os interessados apresentarão documentos de habilitação e suas propostas técnica e financeira.</p>
<p>A próxima etapa inclui a abertura das propostas técnicas dos licitantes que forem considerados habilitados a concorrer. Então, será divulgada a pontuação para essa parte técnica.</p>
<p>Em seguida, serão abertas as propostas financeiras. A classificação final será anunciada em meados do ano que vem, de acordo com o governo do estado.</p>
<p>Nessa quarta-feira (6), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) autorizou o governo a levar o processo de licitação adiante.</p>
<p>Pertencente ao governo fluminense, o Maracanã foi concedido à iniciativa privada pela primeira vez, em 2013, pouco antes da Copa do Mundo de 2014. A concessão foi cancelada em 2019, por problemas relativos a pagamentos previstos no contrato.</p>
<p>Desde então, o estádio vem sendo gerido, de forma conjunta, pelos clubes Flamengo e Fluminense.</p>
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		<title>ONU Expressa Profundo Lamento pela Retomada &#8220;Catastrófica&#8221; dos Conflitos em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-expressa-profundo-lamento-pela-retomada-catastrofica-dos-conflitos-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 13:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Combates]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu uma declaração de profundo lamento diante da retomada das operações militares em Gaza, descrevendo as hostilidades como &#8220;catastróficas&#8221;. A organização instou veementemente ambas as partes a assegurarem a manutenção de um cessar-fogo duradouro. Após o colapso da trégua de uma semana, aviões de guerra israelenses retomaram os bombardeios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu uma declaração de profundo lamento diante da retomada das operações militares em Gaza, descrevendo as hostilidades como &#8220;catastróficas&#8221;. A organização instou veementemente ambas as partes a assegurarem a manutenção de um cessar-fogo duradouro.</p>
<p>Após o colapso da trégua de uma semana, aviões de guerra israelenses retomaram os bombardeios em Gaza, resultando na fuga desesperada de civis palestinos em busca de abrigo. Volker Turk, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, expressou sua preocupação, afirmando: &#8220;A retomada das hostilidades em Gaza é catastrófica&#8221;. Turk apelou a todas as partes envolvidas e aos Estados influentes que intensificassem esforços imediatos para garantir um cessar-fogo, destacando motivos humanitários e de direitos humanos.</p>
<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou seu pesar pela retomada das hostilidades e expressou a esperança de que uma nova pausa possa ser estabelecida. Em um post na plataforma X, Guterres ressaltou a importância de um verdadeiro cessar-fogo humanitário diante do reinício dos confrontos.</p>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apelou por uma pausa duradoura nos combates, descrevendo a inércia em Gaza como uma aprovação da tragédia envolvendo crianças. James Elder, porta-voz do Unicef, afirmou: &#8220;Um cessar-fogo duradouro precisa ser implementado&#8221;, alertando contra a imprudência de pensar que mais ataques levarão a algo além de carnificina.</p>
<p>Enquanto a guerra recomeçava, sirenes de foguetes ecoaram no sul de Israel, marcando o reinício dos conflitos após o término da trégua. Em Khan Younis, no sul de Gaza, intensos bombardeios foram testemunhados, forçando os moradores a buscar abrigo. Autoridades de saúde de Gaza relataram vítimas e feridos apenas duas horas após o fim da trégua, enfatizando a gravidade da situação.</p>
<p>O governo israelense, por meio do gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, reafirmou seu compromisso com os objetivos de guerra, incluindo a libertação de reféns, a eliminação do Hamas e a garantia de que Gaza não represente mais uma ameaça para os residentes de Israel. O Hamas, por sua vez, responsabilizou Israel pelo término da trégua, alegando que rejeitou os termos para libertar mais reféns e estender o período de pausa.</p>
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		<title>STF retoma julgamento sobre marco temporal de terras indígenas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-retoma-julgamento-sobre-marco-temporal-de-terras-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 16:54:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[marco temporal]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje (30) o julgamento do processo que trata da constitucionalidade do marco temporal para demarcação de terras indígenas. Em junho deste ano, o julgamento foi suspenso após pedido de vista feito pelo ministro André Mendonça, que tinha até 90 dias para devolver o processo para julgamento, de acordo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje (30) o julgamento do processo que trata da constitucionalidade do marco temporal para demarcação de terras indígenas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em junho deste ano, o julgamento foi suspenso após pedido de vista feito pelo ministro André Mendonça, que tinha até 90 dias para devolver o processo para julgamento, de acordo com as regras internas do Supremo.</p>
<p>O placar do julgamento está em 2 votos a 1 contra o marco temporal. Edson Fachin e Alexandre de Moraes se manifestaram contra o entendimento, e Nunes Marques se manifestou a favor.</p>
<p>Faltam os votos dos ministros André Mendonça, Cristiano Zanin, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e a presidente do tribunal, Rosa Weber.</p>
<p>No julgamento, os ministros discutem o chamado marco temporal. Pela tese, defendida por proprietários de terras, os indígenas somente teriam direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época. Os indígenas são contra o entendimento.</p>
<p>O processo que motivou a discussão trata da disputa pela posse da Terra Indígena (TI) Ibirama, em Santa Catarina. A área é habitada pelos povos Xokleng, Kaingang e Guarani, e a posse de parte da terra é questionada pela procuradoria do estado.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>O ministro Alexandre de Moraes proferiu o último voto sobre o marco temporal antes da interrupção do julgamento, em 7 de junho. Ele votou contra a tese do marco temporal. Para Moraes, o reconhecimento da posse de terras indígenas independe da existência de um marco temporal baseado na promulgação da Constituição de 1988.</p>
<p>Contudo, o ministro votou para garantir aos proprietários que têm títulos de propriedades localizadas em terras indígenas o direito de indenização integral para desapropriação.</p>
<p>Moraes também definiu qu, se o governo federal não conseguir reaver a terra indígena, será possível fazer a compensação com outras terras equivalentes, &#8220;com expressa concordância&#8221; da comunidade indígena.</p>
<p>O voto do ministro é criticado por organizações que atuam em defesa de indígenas. Para a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a tese é &#8220;desastrosa&#8221; e pode inviabilizar as demarcações.</p>
<p><em>&#8220;Conclui-se que a proposta do ministro Alexandre de Moraes prejudica a proteção do direito constitucional indígena. Além do mais, coloca sobre os povos indígenas o peso de suportar os erros históricos cometidos pelo próprio Estado brasileiro, na medida em que a garantia dos direitos fundamentais sob suas terras de ocupação tradicional passará a depender da existência de recursos financeiros por parte do Estado brasileiro&#8221;</em>, declarou a entidade.</p>
<p>O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) também discordou do entendimento de Moraes. Para o Cimi, a possibilidade de indenização ou compensação de território vai aumentar os conflitos no campo.</p>
<p><em>&#8220;Como poderia a União pagar, na forma de indenização, por uma terra que já é de sua propriedade? Respondemos: isso seria inimaginável, porque essa figura é inexistente e não há nenhuma margem para que o nosso universo jurídico constitucional a admita&#8221;</em>, afirmou o conselho.</p>
<h2>Mobilização</h2>
<p>A Apib convocou uma mobilização nacional para defender a derrubada da tese. Hoje e amanhã, a entidade pretende acompanhar o julgamento em Brasília.</p>
<p>Na semana passada,   coordenador jurídico da entidade, Maurício Terena, esteve em Genebra, na Suíça, e se reuniu com representantes da Organização das Nações Unidas (ONU) para impedir retrocessos.</p>
<p><em>&#8220;Solicitamos uma manifestação das Nações Unidas, para que qualquer tentativa de conciliação que restrinja o direito dos povos indígenas à terra seja considerada uma violação aos tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário&#8221;</em>, afirmou.</p>
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