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	<title>Resolução &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Famílias reagem a veto de terapias hormonais para menores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2025 15:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Chloe Stanley tem 12 anos de idade e mora com a mãe, o irmão e a avó na cidade de São Paulo. Em fevereiro, a família conseguiu na Justiça a guarda unilateral da menina e, com isso, o direito de iniciar o bloqueio hormonal na adolescente, que é uma garota trans. O pai de Chloe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chloe Stanley tem 12 anos de idade e mora com a mãe, o irmão e a avó na cidade de São Paulo. Em fevereiro, a família conseguiu na Justiça a guarda unilateral da menina e, com isso, o direito de iniciar o bloqueio hormonal na adolescente, que é uma garota trans. O pai de Chloe não aceita a condição da filha. A previsão era que o tratamento começasse no dia 26 de agosto, sob a orientação de um endocrinologista. Uma resolução publicada esta semana pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe o bloqueio hormonal em menores de idade, entretanto, pode alterar os planos da família.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, a mãe de Chloe, Tatiam Stanley, relata que a filha foi diagnosticada com disforia de gênero severa e que o maior medo da menina é iniciar a puberdade e desenvolver características masculinas.</p>
<p>“De repente, fomos minados, bombardeados com essa notícia de uma resolução onde o CFM proíbe o bloqueio em crianças. Nosso mundo desabou. Simplesmente um retrocesso de anos na história. Chloe está desolada com toda essa situação. Estou tentando fazer com que ela se anime e tenha esperança”.</p>
<blockquote><p>“Não é possível que não haja nada que possa ser feito diante dessa imposição do CFM. Eles não sabem o que é vivenciar essa história, o que é sentir ser alguém que a sociedade não acredita que existe, que impõe suas verdades e acha que nós temos que acatar. Retrocedemos anos. Anos! Demos passos pra trás absurdamente. Está na Constituição: saúde para todos. É dever do Estado, não é? Mas estão tirando os direitos das nossas crianças e adolescentes trans de existirem e de fazerem o uso do bloqueio”, acrescenta Tatiam.</p></blockquote>
<p>Tatiam alerta que há risco de crianças e adolescentes trans, diante da proibição e em razão do desespero, buscarem outras formas de acesso e de fazer uso de bloqueadores hormonais, colocando em risco a saúde e a integridade de cada um deles e de suas famílias.</p>
<p>“O direito à saúde não é de todos? Não é um dever do Estado? Como é que eles agridem assim, proibindo e tirando um direito que é nosso? Para gente, foi lamentável, foi desolador”, afirma.</p>
<blockquote><p>“É um ultraje o que o CFM está fazendo. Pra mim, chega a ser uma monstruosidade. Não houve nenhum diálogo com os ambulatórios que tratam de crianças e adolescentes trans. Não conversaram com as famílias, nada. Simplesmente sentaram, se reuniram, decidiram por nós. E nós temos que acatar e ficar de braços cruzados, vendo o que eles estão fazendo com os nossos filhos, filhas e filhes? De forma alguma. A gente tem que fazer alguma coisa. Tem que ser feita alguma coisa. Não dá pra continuar desse jeito”.</p></blockquote>
<p>Diogo Leal mora em Florianópolis com a esposa e a filha, uma menina trans de 9 anos de idade, e traz um relato muito similar ao de Tatiam. Ele conta que V [nome preservado a pedido da família], desde pequena, sempre curtiu brincadeiras diferentes das tradicionalmente definidas pela sociedade para meninos.</p>
<p><strong>“Mas a gente pensa, essa coisa de brincadeira de menino e de menina é uma coisa inventada”, diz.</strong></p>
<p>Foi em meio à pandemia da covid-19, entretanto, que a identificação com o sexo feminino se mostrou mais intensa.</p>
<blockquote><p>“Não sei se foi porque a gente acabou passando mais tempo juntos em casa e, com essa privacidade, ela se sentiu mais livre para ir se expondo. Foi nesse período que essas mudanças começaram a acontecer de forma mais intensa. Ela, primeiramente, quis usar fantasias de princesas e de super-heroínas, ela gostava muito da Batgirl e da Elza [personagem do filme Frozen, da Disney]. A partir daí, foi um passo para ela começar a querer usar apenas roupas de menina”, disse.</p></blockquote>
<p>Com a retomada das aulas no período menos crítico da pandemia, V já voltou para o ambiente escolar com os cabelos mais compridos e vestindo uniforme do sexo feminino.</p>
<p>“No meio do 1º ano, ela decidiu que queria ser chamada de V. Ela já falava na escola e também já tinha falado pra gente. Conversamos com o colégio e deu tudo certo, não tivemos grandes problemas. É uma escola pública municipal e eles aceitaram usar o nome social dela”, explicou.</p>
<blockquote><p>“Tem sido um processo. A gente vai sempre acompanhando cada etapa. Às vezes, são coisas bobas, tipo deixá-la ir à casa de uma amiguinha. Acho que a maioria dos pais já fica preocupada, mas a gente fica ainda mais preocupado porque não sabe se vai haver algum tipo de preconceito. São coisas pequenas, mas a gente fica muito nervoso. A cada etapa da vida dela, a gente fica super preocupado. Se ela vai sofrer preconceito e como a gente pode ajudá-la e protegê-la”, relata.</p></blockquote>
<p>Com 9 anos de idade, V se aproxima da puberdade. <strong>E a resolução do CFM preocupa a família da menina.</strong></p>
<p>“Até então, pais e responsáveis por crianças e adolescentes trans tinham a possibilidade, mediante acompanhamento médico, claro, de, nessa fase da puberdade, entrar com o bloqueio hormonal. Um meio para dar uma parada no desenvolvimento das características biológicas. No caso da minha filha, seria não crescer pelo no rosto, por exemplo”, explicou.</p>
<blockquote><p>“Isso é muito importante para essas crianças e adolescentes, para que eles possam se afirmar como quem são de fato, como se sentem. E é também uma forma de proteger a V numa sociedade em que há bastante preconceito. Cabe lembrar que, no Brasil, a expectativa de vida de uma pessoa trans é 35 anos. Numa sociedade que tem tanto preconceito, a terapia hormonal é até uma forma de proteção. Essas crianças e adolescentes se sentem mais felizes consigo mesmos, com o corpo deles, graças a esse bloqueio hormonal”, defende.</p></blockquote>
<p>“Essa medida do CFM atinge essas pessoas de duas maneiras. A primeira é negando que existem crianças e adolescentes trans e, por isso, não haveria necessidade de bloqueio hormonal e da hormonização cruzada, apenas na maioridade, a partir dos 18 anos. Uma negação do sentido da existência e, portanto, de todo tipo de auxílio, ajuda, acompanhamento médico e psicológico. E a segunda coisa é a consequência disso. Com certeza, vai fazer com que essas crianças e adolescentes e suas famílias sofram mais”.</p>
<p>O pai de V teme que a resolução acabe abrindo caminho para que crianças e adolescentes trans fiquem ainda mais suscetíveis a sofrer transfobia.</p>
<blockquote><p>“O índice de depressão e de tentativa de suicídio na população trans no Brasil é altíssimo na faixa de menores de 18 anos, 14%, muito maior que entre as pessoas cis. E esses dados, muitas vezes, são subestimados, você não consegue captar tão bem como é a realidade. Eu, como pai, fico extremamente preocupado”, alerta.</p></blockquote>
<p>“Minha filha ainda não está tomando o bloqueio. Ela é acompanhada por um ambulatório trans, que é onde nós tínhamos que fazer os exames para ver a questão dos hormônios e, em seguida, levar aos médicos para ver se já estaria no momento de iniciar o bloqueio hormonal ou se esperamos mais um pouco”, explica o pai de V.</p>
<p>“A gente sabe que isso é muito importante para a felicidade dela, e eu, como pai, e minha esposa, como mãe, a gente fica muito abalado e preocupado em relação a como isso pode afetar ela. Não só em relação à felicidade dela. Minha esposa, por exemplo, está arrasada. Tem tomado remédio para dormir. Ela tem medo de como a nossa filha pode reagir quando chegar nesse momento e ela não tiver como tomar o bloqueio hormonal. Ou mesmo quando chegar aos 16 anos e não puder tomar o hormônio”.</p>
<blockquote><p>“Na Constituição está colocado que todas as pessoas têm direito à saúde e que é dever do Estado prover, garantir esse direito. E essa resolução que saiu vai contra isso. Nega o acesso a direitos de crianças e adolescentes, da população trans em geral. Não só nega direitos como o Estado proíbe os médicos de proverem o direito à saúde para essa população. É gravíssimo. Arrasador. Os pais estão discutindo entre si como a gente pode lidar com isso”.</p></blockquote>
<h2>Entenda</h2>
<p>A resolução do CFM publicada em 16 de abril proíbe o bloqueio hormonal para crianças e adolescentes com incongruência e/ou disforia de gênero. A entidade estabelece ainda que terapia hormonal cruzada &#8211; administração de hormônios sexuais para induzir características secundárias condizentes com a identidade de gênero do paciente &#8211; só poderá ser iniciada a partir dos 18 anos de idade.</p>
<p><strong>A resolução também restringe o acesso a cirurgias de redesignação de gênero para pessoas trans antes dos 18 anos de idade</strong> e, nos casos em que o procedimento implicar potencial efeito esterilizador, antes de 21 anos.</p>
<p>Por fim, a resolução determina que pessoas trans que mantêm seus órgãos reprodutivos biológicos devem buscar atendimento médico preventivo ou terapêutico com especialistas do sexo biológico e não conforme sua identidade de gênero.</p>
<h2>MPF</h2>
<p>O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento para apurar a legalidade da resolução.</p>
<p>Em nota, a entidade destaca que a publicação altera as normas que definem o atendimento e a realização de procedimentos médicos ofertados a pessoas trans, incluindo crianças e adolescentes.</p>
<p>De acordo com o MPF, o procedimento foi aberto a partir de denúncia feita pela Associação Mães pela Diversidade e de nota técnica publicada pela Antra.</p>
<blockquote><p>“As entidades comunicaram o fato e demonstraram a preocupação de familiares de crianças com variabilidade de gênero ou adolescentes trans que sofrem de disforia de gênero e que têm acesso a procedimentos terapêuticos como bloqueio puberal e hormonização cruzada”, disse o MPF.</p></blockquote>
<h2>O que diz o CFM</h2>
<p>Em coletiva de imprensa, o presidente do CFM, José Hiran Gallo, ressaltou que a resolução foi aprovada por unanimidade pelo plenário da entidade.</p>
<p><strong>“Todos os 28 conselheiros presentes aprovaram essa resolução”, afirmou.</strong></p>
<p>O médico ginecologista Rafael Câmara, conselheiro pelo estado do Rio de Janeiro e um dos relatores da resolução, destacou que se trata de um tema em que as evidências e os fatos mudam a todo instante.</p>
<blockquote><p>“É natural que essas resoluções sejam alteradas”, disse.</p></blockquote>
<p>Ao tratar da vedação da terapia hormonal cruzada para menores de 18 anos de idade, ele lembrou que a resolução anterior do CFM estabeleceu 16 anos de idade como a idade mínima para a administração de hormônios sexuais com essa finalidade.</p>
<p>“Não é algo inócuo”, disse, ao citar riscos como o aumento de doenças cardiovasculares e hepáticas, incluindo câncer, fertilidade reduzida, calvície e acne, no caso da testosterona, e problemas tromboembólicos e câncer de mama, no caso do estrogênio.</p>
<p>Sobre bloqueadores hormonais, o médico destacou que o uso desse tipo de terapia no intuito de suprimir a puberdade em crianças e adolescentes é motivo de discussões e questionamentos frequentes.</p>
<p>Câmara lembrou que, em abril do ano passado, o Reino Unido aboliu o uso de bloqueadores sexuais. Segundo ele, Finlândia, Suécia, Noruega e Dinamarca, “países com sistemas de saúde fortes e de tendência progressista”, também proibiram a terapia.</p>
<p><strong>“A exposição a hormônios sexuais é importante para a resistência óssea, para o crescimento adequado e para o desenvolvimento de órgãos sexuais”</strong>, lembrou, ao citar, dentre as consequências, densidade óssea comprometida, altura alterada e fertilidade reduzida.</p>
<p>O médico ressaltou que a vedação do uso de bloqueadores não se aplica a situações clínicas reconhecidas pela literatura médica nas quais o uso é cientificamente comprovado, incluindo quadros de puberdade precoce e doenças endócrinas.</p>
<p>Câmara cita ainda o aumento de relatos de arrependimento de transição e mesmo de destransição sexual desde 2020, o que levou diversos países a revisarem seus protocolos para lidar com a incongruência e a disforia de gênero.</p>
<p><strong>Outro ponto destacado pelo médico trata do sobrediagnóstico, sobretudo entre menores de idade.</strong></p>
<p>“Mais crianças e adolescentes estão sendo diagnosticados com disforia de gênero e, com isso, levados a tratamentos. Muitos, baseado em estudos, no futuro, poderiam não ser trans, mas simplesmente gays e lésbicas”.</p>
<blockquote><p>“Estudos mostram que, alguns anos atrás, a tendência, quando se tinha casos diagnosticados [de disforia de gênero], era tentar fazer com que a criança não mantivesse [o quadro]. Hoje, a tendência é fazer um viés de confirmação. Se a criança de 4 anos diz que é trans, muitos serviços acabam mantendo ou estimulando”, ressalta.</p></blockquote>
<p><em>Por: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Conselho de educação define diretrizes para uso de celulares em sala de aula</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conselho-de-educacao-define-diretrizes-para-uso-de-celulares-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 20:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[CNE]]></category>
		<category><![CDATA[Diretrizes Operacionais Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou nesta segunda-feira (24) uma resolução com diretrizes operacionais nacionais sobre o uso de celulares e dispositivos digitais em ambientes escolares. A medida visa promover um ambiente educacional equilibrado, garantindo o uso pedagógico da tecnologia e a proteção da saúde mental dos estudantes. Regras para Uso de Celulares na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou nesta segunda-feira (24) uma resolução com diretrizes operacionais nacionais sobre o uso de celulares e dispositivos digitais em ambientes escolares. A medida visa promover um ambiente educacional equilibrado, garantindo o uso pedagógico da tecnologia e a proteção da saúde mental dos estudantes.</p>
<h4><strong>Regras para Uso de Celulares na Educação Básica</strong></h4>
<p>A resolução estabelece que o uso de celulares no ensino fundamental e médio será permitido exclusivamente para fins pedagógicos, sob a mediação dos professores. No entanto, o uso para outros fins – incluindo momentos de intervalo e fora da sala de aula – será proibido, com exceção de estudantes que necessitem dos dispositivos como recurso de acessibilidade.</p>
<p>Cada escola terá autonomia para definir critérios específicos sobre o porte e armazenamento dos aparelhos durante o período escolar.</p>
<p>Já na educação infantil, o uso de telas e dispositivos digitais não é recomendado, sendo permitido apenas em caráter excepcional e com a mediação de um professor.</p>
<h4><strong>Foco na Saúde Mental e Formação de Professores</strong></h4>
<p>Além das regras para o uso de tecnologia, a resolução enfatiza a importância de um ambiente acolhedor e preventivo. As escolas deverão promover capacitações para professores e funcionários, a fim de identificar sinais de sofrimento emocional nos estudantes e adotar práticas que promovam o bem-estar mental.</p>
<p>O documento também reforça a necessidade de formação continuada para educadores, capacitando-os para o uso estratégico da tecnologia no ensino.</p>
<h4><strong>Estratégia Nacional Escolas Conectadas</strong></h4>
<p>A nova diretriz faz parte da Estratégia Nacional Escolas Conectadas (Enec), uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que busca garantir educação e cidadania digital nas escolas. O objetivo é utilizar a tecnologia de forma intencional e estratégica, potencializando o ensino e a aprendizagem de maneira equilibrada.</p>
<p>Neste mês, o governo federal também lançou o guia &#8220;Crianças, Adolescentes e Telas: Guia sobre Uso de Dispositivos Digitais&#8221;, que fornece orientações para criar um ambiente digital mais seguro e saudável para os jovens.</p>
<p>Com essa nova resolução, o CNE busca equilibrar os benefícios da tecnologia na educação com a proteção da saúde mental e emocional dos estudantes, garantindo um ambiente escolar mais saudável e produtivo.</p>
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		<item>
		<title>Conselho de Segurança da ONU rejeita proposta do Brasil sobre conflito</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conselho-de-seguranca-da-onu-rejeita-proposta-do-brasil-sobre-conflito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 17:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança da ONU]]></category>
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		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou nesta quarta-feira (18) a proposta apresentada pelo governo brasileiro sobre o conflito envolvendo Israel e o grupo extremista palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza. O texto pedia pausas humanitárias aos ataques entre Israel e o Hamas para permitir o acesso de ajuda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou nesta quarta-feira (18) a proposta apresentada pelo governo brasileiro sobre o conflito envolvendo Israel e o grupo extremista palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza. O texto pedia pausas humanitárias aos ataques entre Israel e o Hamas para permitir o acesso de ajuda à Faixa de Gaza.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O resultado da votação foi 12 votos a favor, duas abstenções, sendo uma da Rússia, e um voto contrário, por parte dos Estados Unidos. Por se tratar de um membro permanente, o voto norte-americano resultou na rejeição da proposta brasileira.</p>
<p>A análise da resolução estava inicialmente prevista para o início da semana, mas foi adiada para esta quarta-feira na sede da entidade, em Nova York.</p>
<p>Após a votação, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, lembrou que o presidente norte-americano, Joe Biden, está, neste momento, na região do conflito, o que, segundo ela, demonstra o envolvimento do país no tema. “Apesar de reconhecermos o desejo do governo brasileiro de aprovar a proposta, acreditamos que precisamos deixar essa diplomacia acontecer.”</p>
<p>“Sim, resoluções são importantes. E sim, esse conselho deve se manifestar. Mas as ações que tomamos devem levar em conta o que acontece no local e apoiar esforços diretos de diplomacia que podem salvar vidas”, disse. “Os Estados Unidos estão desapontados pelo fato dessa resolução não mencionar o direito de Israel de autodefesa. Como qualquer outro país do mundo, Israel tem o direito de se autodefender”.</p>
<p>Na segunda-feira (16), membros do conselho rejeitaram uma proposta de resolução da Rússia sobre o conflito. O país apresentou um projeto de cessar-fogo imediato, incluindo a abertura de corredores humanitários e a liberação de reféns com segurança, mas não condenava diretamente o Hamas pelos atos de violência cometidos contra Israel. A proposta teve cinco votos favoráveis, quatro contrários e seis abstenções.</p>
<h2>Fim das hostilidades</h2>
<p>Em Brasília, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, explicou que o Brasil, na condição de presidente do Conselho de Segurança, foi demandado pela maioria dos membros do conselho a redigir uma proposta que acomodasse as opiniões de todos os membros.</p>
<p>“Depois de intensas e múltiplas consultas, apresentamos um texto que foi aceito por 12 dos 15 membros. Esse texto focava, basicamente, na cessação das hostilidades, no aspecto humanitário, criando uma passagem humanitária para que pudessem sair os nacionais de terceiro países, como nossos 32 brasileiros, e que também estabelecia a possibilidade de envio de ajuda humanitária. Infelizmente, não foi possível aprovar. Ficou clara uma divisão de opiniões”, relatou.</p>
<p>“Fizemos todo o esforço possível para que cessassem as hostilidade, que parassem os sacrifícios humanos e que pudéssemos dar algum tipo de assistência às populações locais e aos brasileiros. A nossa preocupação foi sempre humanitária nesse momento e, enfim, cada país terá tido sua inspiração própria”.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros permanentes, a China, França, Rússia, Reino Unido e os Estados Unidos. Fazem parte do conselho rotativo a Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes. Para que uma resolução seja aprovada, é preciso o apoio de nove do total de 15 membros, sendo que nenhum dos membros permanentes pode vetar o texto.</p>
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		<title>Anvisa determina apreensão de medicamento falsificado Humira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-determina-apreensao-de-medicamento-falsificado-humira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 20:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Humira AC 40 mg]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de mais um lote falsificado do medicamento Humira AC 40 mg, na forma de seringa preenchida. Em um mês, é o segundo lote que tem proibido o uso, a distribuição e a comercialização de unidades que, segundo a empresa Abbvie Farmacêutica, é falsificado. A resolução publicada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de mais um lote falsificado do medicamento Humira AC 40 mg, na forma de seringa preenchida. Em um mês, é o segundo lote que tem proibido o uso, a distribuição e a comercialização de unidades que, segundo a empresa Abbvie Farmacêutica, é falsificado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-1.789-de-1-de-junho-de-2022-404886175" target="_blank" rel="noopener">resolução publicada hoje</a> determina a apreensão das unidades falsificadas do lote 1153971 (fab. 03/2021 e val. 02/2023).</p>
<p>Já a resolução <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-1.413-de-02-de-maio-de-2022-397550127" target="_blank" rel="noopener">publicada em 4 de maio</a> determina a apreensão das unidades falsificadas do lote 1146607 (fab 05/2021, val 01/2023).</p>
<p>Em setembro de 2021, a Anvisa <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-3.744-de-29-de-setembro-de-2021-349581305" target="_blank" rel="noopener">publicou resolução</a> referente ao lote 1135258 (fab. 05/2020 e val. 04/2022)</p>
<p>Em nota, a Anvisa solicita aos serviços de saúde que, “caso identifiquem unidades com características de falsificação, não utilizem os produtos e comuniquem o fato à Agência, pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa)”.</p>
<p>Em caso de dúvidas sobre a procedência do produto, a recomendação é contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor da AbbVie Farmacêutica 08000222843. Confirmada a falsificação, deve-se reportar o fato à Anvisa.</p>
</div>
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