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	<title>Resistência &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Balé Folclórico da Bahia estreia turnê nacional no Rio com espetáculo sobre resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:40:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Balé Folclórico da Bahia (BFB) estreia nesta sexta-feira (22), no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, a turnê nacional que celebra seus 37 anos de fundação. Com o espetáculo O Balé Que Você Não Vê, a companhia — referência internacional na difusão da cultura afro-brasileira — se apresenta também no sábado (23), dentro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>O Balé Folclórico da Bahia (BFB) estreia nesta sexta-feira (22), no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, a turnê nacional que celebra seus 37 anos de fundação. Com o espetáculo <em>O Balé Que Você Não Vê</em>, a companhia — referência internacional na difusão da cultura afro-brasileira — se apresenta também no sábado (23), dentro da programação do MoviRio Festival.</p>
<p>Fundado em 1988 por Vavá Botelho, o grupo já se apresentou em mais de 30 países e 300 cidades, mas ainda enfrenta obstáculos para ganhar visibilidade no Brasil. “São 37 anos de quase invisibilidade em nosso país, apesar do reconhecimento internacional”, destacou o diretor.</p>
<figure id="attachment_85345" aria-describedby="caption-attachment-85345" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85345" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Dançarina Do Balé Folclórico Da Bahia - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca-1.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-85345" class="wp-caption-text">Folclórico da Bahia faz lavagem da escadaria do Teatro João Caetano<br />Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A nova montagem, que mistura coreografias inéditas com repertório clássico, expõe os desafios cotidianos de manter viva uma companhia de dança folclórica em meio à falta de patrocínios e ao preconceito ainda presente contra a cultura popular.</p>
<p>Após a estreia no Rio, o BFB segue em temporada por Campinas, São Paulo, Franca, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre e Novo Hamburgo. A turnê é realizada com apoio da Lei Rouanet e patrocínio do Will Bank.</p>
<figure id="attachment_85344" aria-describedby="caption-attachment-85344" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-85344" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Balé Folclórico Da Bahia Estreia Turnê Nacional No Rio Com Espetáculo Sobre Resistência - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Dancarina-do-Bale-Folclorico-da-Bahia-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-85344" class="wp-caption-text">Dançarina do Balé Folclórico da Bahia Célia Santos/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Com direção artística de Zebrinha desde 1993, o grupo se mantém fiel à missão de formar novos artistas e preservar as culturas afro-brasileira e nordestina. “Nosso trabalho é mostrar que esses jovens não são cidadãos de segunda classe, mas artistas capazes de ocupar qualquer palco do mundo”, afirmou.</p>
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		<title>Acadêmicos do Salgueiro divulga enredo para o Carnaval 2021</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/academicos-do-salgueiro-divulga-enredo-para-o-carnaval-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Acadêmicos do Salgueiro]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[O mistério acabou para o torcedor salgueirense. Após lançar uma campanha de engajamento nas redes sociais para anunciar o enredo do carnaval 2021, os Acadêmicos do Salgueiro revelaram, na noite desta quarta, 08, através de uma live no Youtube, o tema com o qual defenderão a conquista do décimo campeonato de sua história. Com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mistério acabou para o torcedor salgueirense. Após lançar uma campanha de engajamento nas redes sociais para anunciar o enredo do carnaval 2021, os Acadêmicos do Salgueiro revelaram, na noite desta quarta, 08, através de uma live no Youtube, o tema com o qual defenderão a conquista do décimo campeonato de sua história.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o luxuoso auxílio da Dra. Helena Theodoro, o trabalho idealizado em conjunto pelo carnavalesco Alex de Souza  &#8211; que assinará seu quarto projeto na agremiação – e o Departamento Cultural, trouxeram à tona um tema cuja identificação com a escola é total.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“O Salgueiro é pioneiro em revelar a questão preta no Brasil e, alçar ao seu devido lugar de destaque, personagens da nossa história. Desta vez, estamos juntos, eu e o Cultural, para realizar este trabalho que tem a chancela da Helena, uma mulher preta, escritora, ativista e salgueirense. Estamos felizes com a contribuição dela neste projeto que nasceu dentro de um espectro de luta, afinal, vivemos um momento de transformação do mundo e das pessoas”, diz Alex.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Escrita por Paulo Barros, diretor de comunicação da agremiação, com a contribuição valorosa da pesquisa do departamento cultural, <strong>“RESISTÊNCIA</strong>” é um enredo focado no Rio de Janeiro, e que traz consigo, todas as formas que o povo teve para resistir e preservar sua cultura, sua fé, sua voz e sua sobrevivência.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Apesar da minha experiência com o Carnaval, de todos os meus estudos e da minha vivência, trabalhar para a minha escola é realmente emocionante. Alex está sendo muito generoso comigo”, comentou Helena, coautora do enredo durante a live.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos dias, serão divulgados o calendário e o formato da disputa de sambas da escola. Os produtos com o tema do enredo já podem ser adquiridos nos canais oficiais da escola.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a sinopse e a logomarca de “RESISTÊNCIA”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>G.R.E.S. ACADÊMICOS DO SALGUEIRO &#8211; </strong><strong>CARNAVAL 2021</strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>RESISTÊNCIA</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2020/07/09-Salgueiro-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-26943" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2020/07/09-Salgueiro-2.png?resize=300%2C425" alt="" width="300" height="425" /></a>Maior cidade escravista das Américas, o Rio de Janeiro foi o palco da assinatura da Lei Áurea, diploma legal que extinguiu o trabalho cativo no Brasil. Abolir a escravidão, porém, não foi suficiente para promover as mudanças tão desejadas por todos nós. Abandonados pelo Império, continuamos sem condições para uma existência decente. Libertos, tornamo-nos prisioneiros da miséria nos cortiços, nas ruas, nos trabalhos precários e na ausência de direitos humanos e sociais básicos. Discriminados e marginalizados, sem cidadania, sem alternativas para uma vida digna, fomos lançados à nossa própria sorte. Excluídos – no dia seguinte, na década seguinte, no século seguinte –, vivemos, até hoje, sufocados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser preto no Brasil e no Rio de Janeiro, hoje, é ter que lutar diariamente por respeito. Lutar para não ceder nem sucumbir à segregação e ao constrangimento promovidos pela sociedade e pelo Estado. É recusar os abusos e a submissão pela ausência de políticas públicas que poderiam promover melhores condições de vida. É não se deixar enganar pela pseudo “democracia racial”, sempre camuflada por hipocrisia, eufemismos ou subterfúgios mal disfarçados.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aqui, ser preto é, acima de tudo, um ato de RESISTÊNCIA.</h3>
<p style="text-align: justify;">E resistir é ter nossa história, antes negada e silenciada, ressignificada e recontada no carnaval, lugar de alegria, mas também de diálogo com o mundo. Ao som dos tambores ancestrais, o Salgueiro foi pioneiro na introdução da temática africana nas escolas de samba. Seguiu na contramão da narrativa “oficial” do país e deu vez e voz aos personagens, heróis e protagonistas pretos. Como um Griot, transmitiu ricas histórias por meio de seus enredos e desfiles, consolidando a participação da escola no processo de resistência cultural e de luta contra o racismo institucional.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é plantar um legado nos “chãos” do Rio de Janeiro. Criamos Quilombos, lugares de resistência e insurgência, com estrutura politica, econômica e social africana. Revivemos a história nas marcas deixadas na Pequena África, região que se destaca como lugar de acolhimento e também por personagens como as tias baianas festeiras da Praça XI, cozinheiras e Mães de Santo celebradas até hoje pela fantasia e pelo rodopio que as nossas Alas de Baianas exibem. Foram elas que formaram o espaço sociocultural do samba, entendido como extensão dos terreiros de Candomblé.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é professar nossa fé. Por ela nos unimos nas irmandades religiosas que faziam filantropia por justiça social. Construímos os terreiros de Candomblé, templos que são uma reinvenção do macro universo cultural e religioso trazido do continente africano. Desenvolvemos o Culto Omolokô e criamos a Umbanda, religião afro-brasileira surgida no Rio de Janeiro, que sincretiza elementos do Candomblé, do Espiritismo e do Catolicismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é expressar nossa cultura para manter a continuidade de valores civilizatórios. Com a benção dos orixás, entramos na cozinha, espaço de saber, para alimentar o corpo e a alma. Para transformar alimentos, hábitos e a própria culinária brasileira. Ao som dos atabaques, “compramos o jogo” nas rodas de capoeira e dançamos jongo ou caxambu. Pisamos nos gramados para expulsar os cabelos esticados e o pó-de-arroz que “disfarçavam” a cor da nossa pele. Colorimos as passarelas e as ruas com as formas, signos, símbolos, texturas e acessórios de nossa moda.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é fazer arte. Inquietos por representatividade e pela visibilidade que insistem em nos sonegar, criamos nossas próprias narrativas e espaços nas artes cênicas, como o Teatro Experimental do Negro. Assumimos nosso protagonismo e nos fizemos enxergar também por meio da literatura, da dança, das artes plásticas. Espalhamos para o mundo a vocação artística que reside em nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é festejar. É revelar nossa maneira de ser por meio das festas, do modo de celebrar a vida, do entusiasmo que propicia o resgate de nossa identidade e afirmação existencial. Desde o chorinho na Festa da Penha, passando pelas escolas de samba, afoxés e blocos afro. Pelo pagode à sombra da tamarineira, pelo funk carioca e pelo charmoso baile sob o viaduto de Madureira.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é existir.</p>
<p style="text-align: justify;">É continuar a reverberar a coragem dos nossos heróis contemporâneos de pele preta.</p>
<p style="text-align: justify;">É saber que somos frutos de uma mesma raiz de igualdade, fé, esperança, arte e vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É crer que nenhuma luta foi em vão. Que nenhuma luta será em vão.</p>
<p style="text-align: justify;">É persistir no sonho de igualdade para que ele não seja silenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">É entender que, juntos, em cada passo e em cada pequena mudança, seguiremos adiante.</p>
<p style="text-align: justify;">E é ter certeza que no dia em que fizermos cair todas as máscaras da discriminação, conseguiremos, enfim, respirar.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><strong>Autoria e curadoria: </strong>Dra. Helena Theodoro<strong><br />
</strong><strong>Carnavalesco: </strong>Alex de Souza<strong><br />
</strong><strong>Concepção: </strong>Eduardo Pinto e Marcelo Pires (Diretoria Cultural)<strong><br />
</strong><strong>Texto: </strong>Paulo Barros</p>
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