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	<title>Resíduos sólidos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Avanços e desafios na gestão de resíduos sólidos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Serviço de Limpeza Urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[A gestão de resíduos sólidos no Brasil apresentou avanços em 2023, com 99,8% dos municípios oferecendo serviços de limpeza urbana, segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais &#8211; Suplemento de Saneamento do IBGE. No entanto, o estudo revela um cenário preocupante: 31,9% das cidades ainda utilizam lixões, a forma mais inadequada de destinação de resíduos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão de resíduos sólidos no Brasil apresentou avanços em 2023, com 99,8% dos municípios oferecendo serviços de limpeza urbana, segundo a <strong>Pesquisa de Informações Básicas Municipais &#8211; Suplemento de Saneamento</strong> do IBGE. No entanto, o estudo revela um cenário preocupante: 31,9% das cidades ainda utilizam lixões, a forma mais inadequada de destinação de resíduos.</p>
<h3><strong>Panorama nacional</strong></h3>
<p>Os aterros sanitários, considerados a solução mais adequada, estão presentes em apenas 28,6% dos municípios, enquanto 18,7% utilizam aterros controlados, que oferecem menor impacto ambiental do que os lixões, mas ainda são insuficientes em termos de segurança.</p>
<p>A desigualdade regional é evidente. No Norte, 76,1% dos municípios ainda recorrem a lixões, enquanto no Sul apenas 7,5% adotam essa prática, preferindo estruturas mais seguras, como aterros sanitários, utilizados em 45% das cidades.</p>
<h3><strong>Políticas municipais e educação ambiental</strong></h3>
<p>O estudo também apontou que apenas 46,5% dos municípios possuem uma Política Municipal de Resíduos Sólidos, e outros 10,7% estão em fase de elaboração. Cidades maiores lideram em planejamento, com 73,2% dos municípios com mais de 500 mil habitantes adotando políticas específicas.</p>
<p>Em termos de educação ambiental, 31,8% dos municípios afirmaram desenvolver programas voltados à conscientização sobre resíduos sólidos. Os temas mais abordados incluem coleta seletiva, descarte de pilhas e baterias, pneus e eletrônicos.</p>
<h3><strong>Destaques e boas práticas</strong></h3>
<p>Algumas regiões têm avançado na erradicação de lixões. O Distrito Federal, por exemplo, eliminou o maior lixão a céu aberto da América Latina, enquanto Alagoas e Pernambuco também se destacaram pela redução significativa dessa prática.</p>
<p>Além disso, o estudo reforça a importância de investimentos em educação ambiental, que são mais comuns em municípios maiores e nas regiões Sul e Centro-Oeste.</p>
<h3><strong>Impactos e urgência de soluções</strong></h3>
<p>O IBGE alerta para os riscos ambientais e à saúde pública associados ao manejo inadequado dos resíduos, como contaminação de solo e água, emissão de gases de efeito estufa e proliferação de doenças.</p>
<p>Embora o avanço nos serviços de limpeza urbana seja inegável, o uso persistente de lixões demonstra a necessidade urgente de políticas públicas mais efetivas e investimentos em tecnologias de gestão de resíduos. A adoção de aterros sanitários e programas de educação ambiental é um passo essencial para transformar o panorama atual e promover uma gestão sustentável dos resíduos no Brasil.</p>
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		<title>Brasil tem 3,4 mil pontos de descarte de eletrônicos para reciclagem</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-tem-34-mil-pontos-de-descarte-de-eletronicos-para-reciclagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jun 2022 14:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abree]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil tem 3,4 mil pontos de recebimento de produtos eletrônicos para reciclagem. Esses pontos viabilizam a logística reversa e a destinação ambientalmente correta dos equipamentos já sem uso e estão presentes em todos os estados brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree). Também já há 21 centrais de logística reversa em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem 3,4 mil pontos de recebimento de produtos eletrônicos para reciclagem. Esses pontos viabilizam a logística reversa e a destinação ambientalmente correta dos equipamentos já sem uso e estão presentes em todos os estados brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree). Também já há 21 centrais de logística reversa em capitais, com a cobertura para mais de 1,5 mil municípios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A regulamentação para reciclagem e logística reversa do setor de eletroeletrônicos e eletrodomésticos foi publicada há dois anos, com o Decreto 10.240, o que impulsionou o processo no Brasil, segundo o presidente da Abree, Sergio de Carvalho Mauricio.</p>
<p>De acordo com ele, a logística reversa começa a partir da decisão consciente do consumidor, cujo produto eletroeletrônico ou eletrodoméstico não tem mais serventia, de descartar o equipamento em um local adequado. “É aí que começa o processo da logística reversa, com essa atitude do consumidor final de descartar de maneira responsável, permitindo que esse produto possa seguir o caminho da reciclagem”, disse Mauricio.</p>
<h2>Reinserção na cadeia</h2>
<p>A Abree se encarrega de efetuar a remoção dos equipamentos descartados nos pontos de recebimento, transportando-os até os recicladores ou empresas de manufatura reversa. “São aquelas que vão pegar o eletroeletrônico, proceder à sua desmontagem de maneira responsável, tanto do ponto de vista ambiental como trabalhista, e garantindo que isso não vai oferecer risco para o meio ambiente nem para os trabalhadores”, explica Mauricio.</p>
<p>“Todos os materiais (metais, plásticos, vidros) que compõem o eletroeletrônico acabam sendo separados, segregados, picados e se tornam matéria-prima para que possam ser reinseridos no processo produtivo”, completa.</p>
<p>Esse processo, segundo o presidente da Abree, traz grande benefício para a sociedade como um todo. “Primeiro, porque a gente evita que materiais tenham uma destinação que sejam lixões, aterros sanitários ou, pior ainda, que vão parar nas praias, rios, terrenos baldios. Outro benefício trazido pela reciclagem e logística reversa para o meio ambiente é que, quando essas matérias-primas são reaproveitadas em uma cadeia produtiva, os fabricantes deixam de comprar matérias-primas virgens que, muitas vezes, são recursos não renováveis e, de certa forma, acabam comprometendo, ou podem vir a comprometer, o meio ambiente”.</p>
<p>Na avaliação de Mauricio, essa cadeia da logística reversa tem outro ponto positivo que é a movimentação de pessoas, desde catadores, cooperativas, que fazem a coleta desses materiais, transportadores e, por fim, as pessoas que trabalham nessa logística reversa, gerando empregos e renda.</p>
<p>A Abree é uma entidade sem fins lucrativos, mantida por 54 empresas fabricantes e importadoras do setor de eletroeletrônicos. Além do esforço de catadores, cooperativas, varejistas e transportadoras, o presidente da Abree observou que é necessário também que haja conscientização do consumidor final sobre a importância do descarte ambientalmente correto.</p>
<h2>Coleta</h2>
<figure id="attachment_50113" aria-describedby="caption-attachment-50113" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-50113" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Central De Logística Reversa De Eletroeletrônicos, Em Realengo, Na Zona Oeste - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-50113" class="wp-caption-text">Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos, em Realengo, na zona oeste.Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos, em Realengo, na zona oeste. &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>Em 2021, primeiro ano de implantação do sistema de logística reversa no setor de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, a Abree coletou 1,245 milhão de quilos de equipamentos no país.</p>
<p>“Todos esses produtos são destinados de maneira ambientalmente correta, com certificados de destinação final por empresas registradas nos órgãos ambientais.”</p>
<p>Para 2022, a intenção é aumentar esse número e enfrentar um outro desafio: o trabalho de conscientização do cidadão brasileiro.</p>
<p>A associação tem feito pesquisas em conjunto com universidades para entender o comportamento do consumidor em relação à destinação final de eletroeletrônicos.</p>
<p>Segundo Mauricio, o brasileiro sabe da existência da reciclagem, mas não atua em favor dela.</p>
<p>“Se cada um, mídia, associações, fabricantes de produtos, comerciantes, puder levar um pouco mais de informação e conscientização para o consumidor, eu acho que, em conjunto, nós conseguimos acelerar essa mudança de coletar que, com certeza, vai deixar o país muito melhor para as próximas gerações”, destaca Mauricio.</p>
<p>Fundada em  2011, a Abree tem o intuito de definir e realizar a gestão da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos pós-consumo no Brasil, garantindo a destinação final adequada. A associação é responsável pela contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, para a implementação de sistemas coletivos de logística reversa.</p>
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