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	<title>Renan Ferreirinha &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Renan Ferreirinha &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Renan Ferreirinha conquista vaga na Câmara dos Deputados com 93.504 votos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 01:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
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					<description><![CDATA[Renan Ferreirinha (PSD) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026, com 93.504 votos, o equivalente a 1,06% dos votos válidos. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato ficou na 22ª posição entre as candidaturas à Câmara dos Deputados no estado. A eleição marca a chegada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Renan Ferreirinha (PSD) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026, com 93.504 votos, o equivalente a 1,06% dos votos válidos. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato ficou na 22ª posição entre as candidaturas à Câmara dos Deputados no estado.</p>
<p>A eleição marca a chegada de Ferreirinha à Câmara dos Deputados, em Brasília, onde exercerá um mandato de quatro anos a partir de fevereiro de 2027.</p>
<p>O município do Rio de Janeiro foi o principal reduto eleitoral do candidato e na capital registrou 62.974 votos, o equivalente a 67,35% de toda a votação obtida por Ferreirinha no estado.</p>
<p>Entre os demais municípios com maior número de votos para o candidato estão Araruama, com 3.325; São Gonçalo, com 3.066; Cabo Frio, com 2.202; e Niterói, com 2.184 votos. Somadas, essas cidades demonstram a concentração da votação na capital e a presença do candidato em outros municípios fluminenses.</p>
<h3>Trajetória política</h3>
<p>Renan Ferreirinha, cujo nome completo é Renan Ferreirinha Carneiro, nasceu em Niterói, em 23 de outubro de 1993. Economista de formação, iniciou sua trajetória eleitoral em 2018, quando foi eleito deputado estadual pelo PSB.</p>
<p>Na eleição de 2022, concorreu a deputado federal pelo PSD e ficou como suplente. Em 2026, voltou a disputar uma vaga na Câmara e conseguiu se eleger com 93.504 votos.</p>
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		<title>Renan Ferreirinha acompanha visita de Eduardo Paes a GET na Rocinha</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/renan-ferreirinha-acompanha-visita-de-eduardo-paes-a-get-na-rocinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 20:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Paes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[GET]]></category>
		<category><![CDATA[Ginásio Educacional Tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[Ginásio Educacional Tecnológico Luiz Paulo Horta]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
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					<description><![CDATA[RESUMO Renan Ferreirinha destaca atuação na educação e proteção de crianças no ambiente digital O deputado federal Renan Ferreirinha (PSD), candidato à reeleição, destacou sua trajetória à frente da educação pública do Rio de Janeiro e suas propostas voltadas à proteção de crianças e adolescentes. Secretário municipal de Educação entre 2021 e 2026, Ferreirinha esteve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>RESUMO</strong></p>
<h3>Renan Ferreirinha destaca atuação na educação e proteção de crianças no ambiente digital</h3>
<p>O deputado federal Renan Ferreirinha (PSD), candidato à reeleição, destacou sua trajetória à frente da educação pública do Rio de Janeiro e suas propostas voltadas à proteção de crianças e adolescentes.</p>
<p>Secretário municipal de Educação entre 2021 e 2026, Ferreirinha esteve à frente da criação e expansão dos Ginásios Educacionais Tecnológicos (GETs), modelo de ensino que combina educação em tempo integral, tecnologia, robótica e metodologias voltadas à inovação.</p>
<p>Durante sua gestão, também participou da implantação da política municipal de restrição ao uso de celulares nas escolas, iniciativa que posteriormente inspirou a legislação nacional sobre o tema, com exceções para atividades pedagógicas e situações específicas.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, Ferreirinha passou a defender também medidas de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Entre suas propostas está um projeto de lei que estabelece a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos.</p>
<p>“Eu quero ser reeleito para defender a infância e a juventude das nossas crianças, por isso uma das minhas missões é proibir de vez as redes sociais para menores de 16 anos. Largar uma criança na rede social é como deixá-la sozinha na rua à noite. Ela está exposta a crimes, violência, conteúdo sexual, golpes e assuntos inapropriados para a idade. Vários estudos apontam relação direta entre o uso desregulado das redes e o aumento de transtornos mentais em crianças e adolescentes. Já passou da hora de a gente enfrentar essa situação. Rede social hoje é terra sem lei para as crianças e adolescentes”, afirma Ferreirinha.</p>
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<p><strong>Leia o artigo completo</strong></p>
<p>O deputado federal Renan Ferreirinha (PSD) acompanhou, nesta terça-feira (8/9), a visita do candidato ao governo do estado Eduardo Paes ao Ginásio Educacional Tecnológico Luiz Paulo Horta, na Rocinha, na Zona Sul do Rio. Os dois candidatos conferiram o funcionamento das salas de aula focadas em tecnologia, robótica e ensino em tempo integral.</p>
<p>O modelo de ensino mais inovador do Brasil, criado pela Prefeitura do Rio de Janeiro e reconhecido pelo MEC, já atende milhares de alunos na capital e virou a principal aposta da atual gestão para a educação pública. Eduardo Paes afirmou que vai implementar o modelo nas escolas fluminenses. Quando era prefeito, ele e o então secretário de Educação, Renan Ferreirinha, deram início à transformação da rede de ensino carioca que atualmente conta com 317 escolas já transformadas em GET, número que chegará a 500 até o fim de 2028.</p>
<p>“A ideia é levar esse conceito dos GETs, com muita ciência, tecnologia e matemática, para todas as escolas do Rio de Janeiro. Óbvio que iremos introduzir esse modelo aos poucos. Na cidade do Rio já chegamos a cerca de um terço das escolas e estamos avançando. Então, já mostramos na Prefeitura do Rio que é possível fazer essa transformação e fizemos em uma rede que é maior do que a rede estadual”, afirmou Paes.</p>
<p>Ferreirinha, candidato à reeleição à Câmara Federal, comentou que a agenda tem o objetivo de ampliar o diálogo com quem está nas escolas todos os dias, ouvir demandas da direção e dos professores e apresentar propostas para o futuro do Rio de Janeiro. Ele foi secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro entre 2021 e 2026 e, durante sua gestão, esteve à frente de iniciativas como a criação dos Ginásios Educacionais Tecnológicos (GETs), da política municipal, que inspirou a lei nacional que proibiu o uso de celulares nas escolas, com exceções para fins pedagógicos e situações específicas.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, Ferreirinha também defende a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e protocolou o projeto de lei para proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos.</p>
<p>“Eu quero ser reeleito para defender a infância e a juventude das nossas crianças, por isso uma das minhas missões é proibir de vez as redes sociais para menores de 16 anos. Largar uma criança na rede social é como deixá-la sozinha na rua à noite. Ela está exposta a crimes, violência, conteúdo sexual, golpes e assuntos inapropriados para a idade. Vários estudos apontam relação direta entre o uso desregulado das redes e o aumento de transtornos mentais em crianças e adolescentes. Já passou da hora de a gente enfrentar essa situação. Rede social hoje é terra sem lei para as crianças e adolescentes”, afirma Ferreirinha.</p>
<h3>GETs têm reconhecimento do Ministério da Educação</h3>
<p>Os Ginásios Educacionais Tecnológicos (GETs) são um modelo inovador de ensino que integra diferentes áreas do conhecimento, com foco no pensamento crítico, na criatividade, na sensibilidade e no protagonismo dos estudantes, por meio de metodologias ativas e de uma proposta de educação integral que se expande para além dos espaços tradicionais de sala de aula.</p>
<p>Os GETs adotam a abordagem STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) e representam uma nova concepção de escola para o século XXI: espaços voltados à inovação didático-pedagógica, à experimentação do conhecimento e à colaboração ativa entre estudantes e educadores. A proposta é preparar os alunos para os desafios do futuro ao aproximar tecnologia e aprendizagem prática do cotidiano das famílias e das comunidades.<br />
Cada unidade conta com infraestrutura moderna e equipamentos de ponta. No colaboratório, os estudantes trabalham com inteligência artificial, impressoras 3D, cortadoras a laser, óculos de projeção, kits de robótica e máquinas de costura, ferramentas que tornam o aprendizado concreto e conectado à realidade dos territórios onde as escolas estão inseridas.</p>
<p>Os GETs já foram reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC) como uma das experiências mais inspiradoras do país em gestão e projetos pedagógicos de ensino integral.</p>
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		<title>Pesquisa de Stanford aponta melhora na aprendizagem após proibição de celulares nas escolas do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-de-stanford-aponta-melhora-na-aprendizagem-apos-proibicao-de-celulares-nas-escolas-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
		<category><![CDATA[Stanford]]></category>
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					<description><![CDATA[RESUMO Uma pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio em parceria com a Universidade de Stanford aponta melhora significativa na aprendizagem dos estudantes após a proibição do uso de celulares nas escolas. Os alunos apresentaram avanço de 25,7% em Matemática e 13,5% em Língua Portuguesa, resultado equivalente a aproximadamente um bimestre adicional de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio em parceria com a Universidade de Stanford aponta melhora significativa na aprendizagem dos estudantes após a proibição do uso de celulares nas escolas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os alunos apresentaram avanço de <strong>25,7% em Matemática e 13,5% em Língua Portuguesa</strong>, resultado equivalente a aproximadamente um bimestre adicional de aprendizagem. O estudo ouviu 919 diretores, representando cerca de 90% da rede municipal de Ensino Fundamental.</p>
<figure id="attachment_92616" aria-describedby="caption-attachment-92616" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-92616" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Pesquisa-de-Stanford-aponta-melhora-na-aprendizagem-apos-proibicao-de-celulares-nas-escolas-do-Rio-Renan-Ferreirinha-Expresso-Carioca-1.webp?resize=350%2C413&#038;ssl=1" alt="Pesquisa De Stanford Aponta Melhora Na Aprendizagem Após Proibição De Celulares Nas Escolas Do Rio Renan Ferreirinha - Expresso Carioca" width="350" height="413" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Pesquisa-de-Stanford-aponta-melhora-na-aprendizagem-apos-proibicao-de-celulares-nas-escolas-do-Rio-Renan-Ferreirinha-Expresso-Carioca-1.webp?w=398&amp;ssl=1 398w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Pesquisa-de-Stanford-aponta-melhora-na-aprendizagem-apos-proibicao-de-celulares-nas-escolas-do-Rio-Renan-Ferreirinha-Expresso-Carioca-1.webp?resize=254%2C300&amp;ssl=1 254w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Pesquisa-de-Stanford-aponta-melhora-na-aprendizagem-apos-proibicao-de-celulares-nas-escolas-do-Rio-Renan-Ferreirinha-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C177&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-92616" class="wp-caption-text">Renan Ferreirinha &#8211; Foto: Reprodução/Internet</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">A restrição foi implantada durante a gestão de <strong>Renan Ferreirinha como secretário municipal de Educação</strong>. Inicialmente limitada às salas de aula, a medida foi ampliada em 2024 e passou a proibir os aparelhos também durante recreios e intervalos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo, coordenado pelo pesquisador Guilherme Lichand, buscou identificar especificamente os efeitos da retirada dos celulares sobre o desempenho escolar. Os resultados apontaram impacto positivo na aprendizagem.</p>
<p>A experiência do Rio posteriormente serviu de referência para a <strong>Lei Federal nº 15.100/2025</strong>, que estabeleceu regras para o uso de celulares nas escolas de todo o país.</p>
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<p><strong>LEIA O ARTIGO COMPLETO</strong></p>
<p>A decisão de retirar os celulares da rotina escolar produziu efeitos positivos sobre o desempenho dos estudantes da rede municipal do Rio de Janeiro. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com o levantamento, os alunos apresentaram aumento de 25,7% na aprendizagem de Matemática e de 13,5% em Língua Portuguesa ao longo de 2024, primeiro ano em que a proibição dos aparelhos passou a valer de maneira mais ampla nas escolas municipais.</p>
<p>Os pesquisadores estimam que os resultados correspondem a aproximadamente um bimestre adicional de aprendizagem. O estudo foi coordenado por Guilherme Lichand, pesquisador da Graduate School of Education da Universidade de Stanford.</p>
<p>A pesquisa envolveu 919 diretores de escolas de ensino fundamental da rede municipal, número que representa cerca de 90% das unidades desse segmento. A metodologia utilizada procurou separar os efeitos provocados especificamente pela retirada dos celulares de outras mudanças que também poderiam interferir no desempenho dos estudantes.</p>
<h2>Restrição começou antes da regra nacional</h2>
<p>O Rio de Janeiro foi uma das primeiras grandes redes de ensino do país a adotar uma política ampla de restrição aos celulares.</p>
<p>A mudança começou com regras estabelecidas ainda em 2023, quando o município passou a limitar o uso dos aparelhos durante as aulas. A utilização ficou autorizada em situações relacionadas às atividades pedagógicas e mediante orientação dos professores.</p>
<p>No início de 2024, a Prefeitura do Rio ampliou a medida. A proibição passou a abranger também os recreios e os intervalos, fazendo com que os estudantes permanecessem sem acesso aos aparelhos durante todo o período escolar.</p>
<p>A política tinha como principal objetivo reduzir as distrações e criar um ambiente mais favorável à concentração dos alunos.</p>
<p>A experiência posteriormente serviu como referência para a discussão que resultou na Lei Federal nº 15.100, sancionada em 2025, estabelecendo restrições ao uso de celulares nas instituições de ensino de todo o Brasil, tanto na rede pública quanto na privada.</p>
<h2>Pesquisa buscou medir efeito direto da proibição</h2>
<p>Um dos diferenciais do estudo realizado em parceria com Stanford foi justamente a tentativa de identificar o impacto específico da retirada dos celulares sobre a aprendizagem.</p>
<p>Para isso, os pesquisadores acompanharam os resultados obtidos pelos estudantes ao longo dos diferentes períodos do ano letivo e utilizaram uma metodologia que permitiu comparar os efeitos da mudança com outros fatores que poderiam influenciar o desempenho escolar.</p>
<p>Os resultados indicaram uma relação positiva entre a restrição dos aparelhos e a evolução da aprendizagem.</p>
<p>Em Matemática, o crescimento calculado foi de 25,7%. Em Língua Portuguesa, o avanço chegou a 13,5%.</p>
<p>Segundo Guilherme Lichand, os resultados mostram que políticas desse tipo podem ter influência direta sobre o processo educacional.</p>
<blockquote><p>“O estudo mostra que a política tem potencial para impulsionar a aprendizagem. Essa parceria permitiu analisar o uso de tecnologias em escolas de forma sistemática e discutir o tema no Brasil e no mundo”, destacou o pesquisador.</p></blockquote>
<h2>Diretores acompanharam mudança na rotina escolar</h2>
<p>Além dos resultados acadêmicos, a pesquisa considerou informações fornecidas pelos gestores das escolas. A avaliação apresentada no levantamento aponta que a retirada dos celulares alterou a dinâmica dentro das unidades de ensino.</p>
<p>Com os aparelhos fora do alcance dos estudantes durante as atividades escolares, professores passaram a contar com um ambiente com menos interrupções provocadas por notificações, vídeos, jogos e redes sociais.</p>
<p>A mudança também alcançou os momentos de recreio. Ao deixar de utilizar os celulares nesses períodos, os estudantes passaram a ter maior interação presencial durante o intervalo.</p>
<p>A política, portanto, não ficou limitada ao momento das aulas. A intenção foi retirar o aparelho da rotina escolar durante todo o período em que os alunos permanecem na unidade.</p>
<h2>Famílias também relatam mudanças</h2>
<p>Os efeitos percebidos nas escolas também aparecem nos relatos de familiares.</p>
<p>Carla Nascimento, mãe de Arthur, estudante do 9º ano do Colégio Geo Reverendo Martin Luther King, contou que o filho já tinha restrições ao uso do celular, mas encontrava maneiras de acessar o aparelho de colegas.</p>
<blockquote><p>“Eu já não deixava ele usar o celular na escola, mas muitas vezes acabava pegando o de um amigo para assistir vídeos. Agora, ele presta mais atenção nas aulas e já está tirando notas melhores”, revelou.</p></blockquote>
<p>O relato ilustra uma das dificuldades enfrentadas pelas escolas antes da adoção de regras mais rígidas: mesmo quando determinado estudante não levava ou não utilizava seu próprio aparelho, poderia ter acesso ao celular de outro colega.</p>
<h2>Ferreirinha defende política baseada em evidências</h2>
<p>À época da implantação da política municipal, Renan Ferreirinha era secretário de Educação do Rio de Janeiro. Ele acompanhou a implementação das regras e defendeu a medida como uma forma de reduzir as distrações dentro das escolas.</p>
<p>Após a divulgação dos resultados da pesquisa, o então secretário destacou que os números confirmaram percepções observadas pelos profissionais da rede durante o período de implantação.</p>
<blockquote><p>“Os dados comprovam aquilo que já vínhamos percebendo nas escolas: quando o celular deixa de ser uma distração, o foco na aprendizagem aumenta. A decisão de proibir o uso de celulares em sala de aula e durante os recreios foi baseada em evidências, e agora temos resultados concretos que mostram o impacto positivo dessa medida”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A experiência do Rio acabou ganhando alcance nacional. Em 2025, a legislação federal estabeleceu a restrição aos celulares nas escolas brasileiras, ampliando uma política que já vinha sendo aplicada pela rede municipal carioca.</p>
<h2>Resultado coloca Rio no centro do debate nacional</h2>
<p>Os números obtidos pelo estudo acrescentam dados concretos à discussão sobre o papel dos celulares no ambiente educacional.</p>
<p>A pesquisa aponta que a mudança não produziu apenas uma alteração na rotina das escolas, mas esteve acompanhada de avanços mensuráveis no aprendizado dos estudantes.</p>
<p>O crescimento de 25,7% em Matemática e 13,5% em Língua Portuguesa representa, segundo os pesquisadores, aproximadamente dois meses adicionais de aprendizagem.</p>
<p>A experiência também mostra como políticas educacionais implementadas localmente podem ser avaliadas por meio de pesquisas acadêmicas e posteriormente contribuir para debates em escala nacional.</p>
<p>No caso do Rio de Janeiro, a restrição aos celulares deixou de ser apenas uma mudança nas regras de comportamento dentro das escolas e passou a ser objeto de análise sobre seus efeitos no desempenho acadêmico.</p>
<p>Com a legislação federal em vigor, os resultados obtidos na rede municipal carioca também passam a integrar o debate sobre os impactos da presença dos dispositivos eletrônicos no cotidiano de milhões de estudantes brasileiros.</p>
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		<title>Do combate à distração digital à proteção da infância: a agenda de Renan Ferreirinha na educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[MEC]]></category>
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					<description><![CDATA[RESUMO A atuação de Renan Ferreirinha na educação começou com a restrição ao uso de celulares nas escolas do Rio e ganhou dimensão nacional após a aprovação da Lei nº 15.100/2025, que estabeleceu regras para os aparelhos em instituições de ensino de todo o país. A experiência carioca também foi analisada pela Universidade de Stanford, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>A atuação de Renan Ferreirinha na educação começou com a restrição ao uso de celulares nas escolas do Rio e ganhou dimensão nacional após a aprovação da Lei nº 15.100/2025, que estabeleceu regras para os aparelhos em instituições de ensino de todo o país.</p>
<p>A experiência carioca também foi analisada pela Universidade de Stanford, que identificou avanços de aproximadamente <strong>25% em Matemática e 15% em Língua Portuguesa</strong>, equivalentes a cerca de um bimestre adicional de aprendizagem.</p>
<p>Agora, como deputado federal, Ferreirinha amplia a discussão para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O <strong>Projeto de Lei nº 330/2026</strong> propõe idade mínima de <strong>16 anos para contas em redes sociais de acesso aberto</strong>, com o objetivo de reduzir riscos como cyberbullying, exposição a conteúdos inadequados e aliciamento.</p>
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<p><strong>LEIA O ARTIGO COMLPETO</strong></p>
<p>A discussão sobre o uso de celulares por crianças e adolescentes ganhou espaço central nas políticas educacionais brasileiras nos últimos anos. O que começou como uma iniciativa da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro passou a fazer parte da legislação nacional e, agora, avançou para um debate ainda mais amplo sobre a relação de crianças e adolescentes com as redes sociais.</p>
<p>No centro dessa trajetória está Renan Ferreirinha, que comandou a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro durante seis anos e atualmente exerce mandato de deputado federal. À frente da pasta, ele conduziu a implantação de medidas que restringiram o uso de celulares nas escolas municipais e, posteriormente, atuou no Congresso Nacional como relator da lei que levou a regra para todo o país.</p>
<p>Dados recentes indicam que a política ganhou adesão rapidamente. Pesquisa nacional realizada pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Instituto Alana e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), divulgada em junho deste ano, aponta que 92% das escolas brasileiras já adotaram alguma forma de restrição ao uso de celulares para fins não pedagógicos.</p>
<p>O levantamento ouviu gestores de 8.189 escolas públicas e privadas e mostra uma mudança expressiva no comportamento das instituições. A parcela de escolas que permitiam o uso irrestrito dos aparelhos caiu de 13% para zero. Ao mesmo tempo, aquelas que passaram a restringir os celulares em todos os espaços da escola saltaram de 20% para 48%.</p>
<p>Entre os gestores consultados, a percepção predominante é de que a restrição trouxe efeitos positivos para o cotidiano escolar. Os relatos apontam maior participação dos estudantes nas atividades pedagógicas e melhora da concentração durante as aulas.</p>
<h2>Rio de Janeiro antecipou a mudança</h2>
<p>A política adotada em âmbito nacional teve como uma de suas referências a experiência desenvolvida no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 2023, a discussão sobre os efeitos dos celulares na educação ganhou força depois da divulgação do Relatório Global de Monitoramento da Educação da Unesco. O documento alertava para possíveis prejuízos provocados pelo uso dos aparelhos sobre a aprendizagem e a capacidade de concentração dos estudantes.</p>
<p>Naquele mesmo ano, em agosto, a Prefeitura do Rio publicou um decreto regulamentando o uso de celulares nas salas de aula da rede municipal. A medida foi conduzida durante a gestão de Ferreirinha à frente da Secretaria Municipal de Educação.</p>
<p>A partir da nova regra, os aparelhos passaram a ser utilizados durante as aulas somente em situações relacionadas ao processo de aprendizagem e mediante orientação expressa dos professores. Pesquisas, leituras e outras atividades pedagógicas estavam entre as possibilidades autorizadas.</p>
<p>A regulamentação também estabeleceu exceções para estudantes com deficiência ou condições de saúde que dependessem dos dispositivos para acompanhamento, monitoramento ou auxílio de necessidades específicas.</p>
<p>A primeira medida, porém, ainda permitia que os alunos utilizassem os aparelhos fora da sala de aula. A prefeitura decidiu então consultar a população sobre a possibilidade de ampliar a restrição para todo o período escolar.</p>
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<h2>Consulta pública definiu ampliação da regra</h2>
<p>Em dezembro de 2023, a Secretaria Municipal de Educação abriu uma consulta pública para saber se a proibição deveria valer durante todo o período em que os estudantes permanecessem na escola, incluindo recreios e intervalos.</p>
<p>A resposta foi expressiva: 83% dos participantes se manifestaram favoravelmente à proibição dos celulares durante todo o horário escolar.</p>
<p>Com o resultado, Ferreirinha decidiu ampliar a medida para toda a jornada dos estudantes. A mudança começou a valer no início do ano letivo de 2024, depois de ser formalizada pelo Decreto nº 53.918/2024, assinado pelo então prefeito Eduardo Paes.</p>
<p>A partir daí, os celulares e outros dispositivos eletrônicos passaram a ficar proibidos tanto dentro quanto fora das salas de aula, incluindo momentos de recreação e os intervalos.</p>
<p>Os alunos podem manter os aparelhos em suas próprias mochilas, desde que estejam desligados ou em modo silencioso. Algumas unidades da rede municipal adotaram sistemas próprios para recolhimento e armazenamento, utilizando armários, caixas ou gavetas organizadas por turma.</p>
<h2>Pesquisa de Stanford aponta avanço na aprendizagem</h2>
<p>Os resultados da experiência carioca também passaram a ser analisados academicamente.</p>
<p>Em abril deste ano, foi publicado o estudo <em>The Educational Impacts of School Phone Bans: Evidence from Brazil</em>, realizado pela Universidade de Stanford, na Califórnia. Coordenada pelo pesquisador Guilherme Lichand, a pesquisa analisou os efeitos da proibição dos celulares sobre o desempenho dos estudantes.</p>
<p>De acordo com o estudo, a restrição esteve associada a ganhos de aprendizagem entre os alunos das escolas do Rio de Janeiro. Em Matemática, o avanço chegou a aproximadamente 25%, enquanto em Língua Portuguesa foi de quase 15%.</p>
<p>O resultado foi estimado pelos pesquisadores como equivalente a aproximadamente um bimestre adicional de aprendizagem.</p>
<p>A pesquisa reforçou a discussão sobre o impacto que a presença constante dos aparelhos pode ter no ambiente escolar e colocou a experiência do Rio de Janeiro entre os casos analisados no debate internacional sobre o assunto.</p>
<h2>De secretário a relator da lei nacional</h2>
<p>Depois de conduzir a política no município, Ferreirinha deixou temporariamente a Secretaria Municipal de Educação para se dedicar ao mandato de deputado federal e levar a discussão ao Congresso Nacional.</p>
<p>Ele foi relator da Lei nº 15.100/2025, que estabeleceu regras para o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos nas escolas de todo o Brasil.</p>
<p>A aprovação da legislação representou a transformação de uma política inicialmente aplicada em uma cidade em uma diretriz de alcance nacional. A proposta conseguiu reunir apoio de diferentes correntes políticas em torno da necessidade de estabelecer limites para os aparelhos no ambiente escolar.</p>
<p>O trabalho também rendeu reconhecimento ao deputado. Ferreirinha recebeu o Prêmio Faz Diferença 2024, do jornal O Globo, na categoria Educação, além da Ordem Nacional do Mérito Educativo 2025, considerada a mais alta honraria educacional do país.</p>
<h2>Atuação chega ao Conselho Consultivo do Inep</h2>
<p>A agenda de Ferreirinha na área educacional também ganhou uma nova frente recentemente. O deputado foi nomeado para integrar, pelos próximos quatro anos, o Conselho Consultivo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Inep.</p>
<p>Vinculado ao Ministério da Educação, o instituto é responsável pela produção de estudos, pesquisas e avaliações que servem de referência para as políticas educacionais brasileiras. Entre suas principais atribuições estão a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).</p>
<p>O Conselho Consultivo reúne especialistas e representantes da sociedade civil e tem entre suas funções contribuir para a formulação de diretrizes, acompanhar metas e colaborar na construção de políticas públicas voltadas à educação.</p>
<h2>Próximo alvo são as redes sociais</h2>
<p>A restrição aos celulares nas escolas, no entanto, não encerra a agenda defendida pelo deputado.</p>
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<p>Em fevereiro deste ano, Ferreirinha apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 330/2026. A proposta estabelece 16 anos como idade mínima para a manutenção de contas em redes sociais de acesso aberto no Brasil.</p>
<p>O projeto pretende alterar o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente e criar uma regra específica para plataformas classificadas como redes sociais de acesso aberto.</p>
<p>A iniciativa parte da avaliação de que o ECA Digital trouxe avanços ao estabelecer obrigações relacionadas à segurança, ao design protetivo e à supervisão parental, mas deixou sem definição uma idade mínima para que crianças e adolescentes possam manter contas em determinadas redes sociais.</p>
<p>A proposta apresentada pelo deputado busca preencher justamente esse espaço.</p>
<h2>Projeto diferencia redes sociais de outros serviços digitais</h2>
<p>Pelo texto, crianças e adolescentes com menos de 16 anos não poderiam manter contas em redes sociais de acesso aberto.</p>
<p>A classificação criada pelo projeto não alcançaria indiscriminadamente todos os serviços digitais utilizados por menores. Plataformas educacionais, ambientes escolares e serviços de comunicação privada, como o WhatsApp, continuariam submetidos às regras específicas de supervisão parental previstas no ECA Digital.</p>
<p>Nesses casos, a proposta mantém a exigência de vinculação das contas de crianças e adolescentes de até 16 anos à conta de um responsável legal.</p>
<p>A ideia é estabelecer uma separação entre ferramentas utilizadas para comunicação privada, educação ou atividades escolares e plataformas abertas que permitem ampla exposição pública e interação com um grande número de usuários.</p>
<h2>Proteção contra riscos digitais</h2>
<p>A justificativa do projeto reúne preocupações relacionadas ao uso precoce e intenso das redes sociais. Entre os riscos apontados estão cyberbullying, exposição a conteúdos violentos ou sexualizados, aliciamento, estímulo a padrões de consumo e possíveis impactos sobre a saúde mental.</p>
<p>Estudos e experiências de profissionais das áreas de educação e saúde vêm alimentando o debate sobre a exposição de crianças e adolescentes aos ambientes digitais. A preocupação envolve principalmente situações em que o acesso ocorre de maneira precoce, frequente e sem acompanhamento adequado.</p>
<p>A proposta brasileira também acompanha uma discussão que ganhou força em outros países.</p>
<p>A Austrália adotou, desde 2025, medidas relacionadas à idade mínima para acesso a determinadas redes sociais. A França também passou a discutir e implementar restrições, colocando a proteção de menores no ambiente digital entre os temas de destaque nas políticas públicas internacionais.</p>
<h2>Uma nova etapa da discussão</h2>
<p>A trajetória iniciada com a retirada dos celulares das salas de aula ganhou uma dimensão maior. A experiência do Rio de Janeiro serviu de referência para uma política nacional e passou a ser acompanhada por pesquisas que analisam seus efeitos sobre a aprendizagem.</p>
<p>Agora, a discussão se desloca para fora dos muros das escolas e alcança o cotidiano digital de crianças e adolescentes.</p>
<p>O projeto apresentado por Ferreirinha propõe uma mudança na forma como o país encara o acesso de menores às redes sociais abertas, estabelecendo um limite etário e reforçando a responsabilidade dos adultos sobre a presença de crianças e adolescentes nesses ambientes.</p>
<p>A defesa da medida está baseada na ideia de que proteger a infância também significa estabelecer limites para o contato com ambientes digitais que podem apresentar riscos incompatíveis com a idade.</p>
<p>A proposta amplia uma agenda que começou com uma questão presente na rotina escolar: como preservar a atenção e o aprendizado diante da presença constante dos celulares. Agora, o debate envolve uma questão mais abrangente, relacionada à proteção de crianças e adolescentes em uma realidade em que o acesso às plataformas digitais começa cada vez mais cedo.</p>
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		<title>Escola da Maré é finalista de prêmio internacional que reconhece as melhores instituições de ensino do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 23:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escola da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[GET]]></category>
		<category><![CDATA[GET IV Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[Ginásio Educacional Tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
		<category><![CDATA[World's Best School Prizes 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio aos desafios diários enfrentados por uma das regiões mais vulneráveis do Rio de Janeiro, uma escola da rede municipal conquistou reconhecimento internacional. O Ginásio Educacional Tecnológico (GET) IV Centenário, localizado na Maré, está entre as dez instituições finalistas do World&#8217;s Best School Prizes 2026, considerado um dos principais prêmios mundiais da educação. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio aos desafios diários enfrentados por uma das regiões mais vulneráveis do Rio de Janeiro, uma escola da rede municipal conquistou reconhecimento internacional. O Ginásio Educacional Tecnológico (GET) IV Centenário, localizado na Maré, está entre as dez instituições finalistas do <strong>World&#8217;s Best School Prizes 2026</strong>, considerado um dos principais prêmios mundiais da educação. A unidade é a única escola pública brasileira selecionada na categoria <strong>Superação de Adversidade</strong>, voltada a iniciativas que transformam a vida de estudantes em contextos de alta vulnerabilidade social.</p>
<figure id="attachment_91385" aria-describedby="caption-attachment-91385" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-91385" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca-1.png?resize=400%2C495&#038;ssl=1" alt="Escola Da Maré é Finalista De Prêmio Internacional Que Reconhece As Melhores Instituições De Ensino Do Mundo - Expresso Carioca" width="400" height="495" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca-1.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca-1.png?resize=242%2C300&amp;ssl=1 242w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca-1.png?resize=150%2C186&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-91385" class="wp-caption-text">Escola da Maré é finalista de prêmio internacional que reconhece as melhores instituições de ensino do mundo &#8211; Foto: Divulgação/SME</figcaption></figure>
<p>A indicação coloca a escola carioca ao lado de instituições de diferentes países que desenvolveram projetos capazes de gerar impacto social, fortalecer comunidades e criar modelos educacionais que possam servir de inspiração para outras redes de ensino ao redor do mundo.</p>
<p>Voltado para estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, o GET IV Centenário chamou a atenção da comissão avaliadora pelo projeto <strong>Fábrica de Sonhos</strong>, iniciativa que busca colocar o estudante como protagonista do próprio aprendizado e mostrar que é possível construir perspectivas de futuro mesmo diante da violência e das dificuldades presentes no território onde vivem.</p>
<p>O Ginásio Educacional Tecnológico faz parte de um modelo de ensino criado durante a gestão do atual deputado federal e ex-secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha. O projeto foi desenvolvido para ampliar o acesso dos estudantes da rede pública à tecnologia, inovação e metodologias de ensino mais dinâmicas, integrando recursos digitais, desenvolvimento socioemocional e aprendizagem baseada em projetos ao cotidiano escolar.</p>
<p>Mais do que transmitir conteúdo, o modelo pedagógico da escola aposta na construção da autoestima, no fortalecimento dos vínculos, na criatividade e no desenvolvimento das competências necessárias para que cada criança descubra seu potencial e amplie seus horizontes.</p>
<figure id="attachment_91386" aria-describedby="caption-attachment-91386" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-91386" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca.png.jpg?resize=800%2C534&#038;ssl=1" alt="Escola Da Maré é Finalista De Prêmio Internacional Que Reconhece As Melhores Instituições De Ensino Do Mundo - Expresso Carioca.png" width="800" height="534" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca.png.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca.png.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca.png.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca.png.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/25-Escola-da-Mare-e-finalista-de-premio-internacional-que-reconhece-as-melhores-instituicoes-de-ensino-do-mundo-Expresso-Carioca.png.jpg?resize=750%2C501&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-91386" class="wp-caption-text">Escola da Maré é finalista de prêmio internacional que reconhece as melhores instituições de ensino do mundo &#8211; Foto: Divulgação/SME</figcaption></figure>
<p>&#8220;É um orgulho imenso ver o GET IV Centenário entre as 10 melhores escolas do mundo. Esse reconhecimento internacional celebra a potência da nossa Rede Municipal e o trabalho diário de cada professora, professor, equipe escolar e estudante. Ele reafirma que, com uma gestão organizada, foco pedagógico e a crença inegociável de que todo aluno pode aprender, os resultados acontecem. Seguiremos investindo em inovação, inclusão e integração para ampliar oportunidades, fortalecer trajetórias e garantir que nossas crianças e adolescentes tenham a vida transformada pela educação&#8221;, comemorou o secretário municipal de Educação, Hugo Nepomuceno.</p>
<p>Como Ginásio Educacional Tecnológico, a unidade integra esse modelo inovador implantado na rede municipal, utilizando recursos tecnológicos para enriquecer o processo de aprendizagem. No Colaboratório, espaço destinado às atividades práticas, os estudantes têm acesso a impressoras 3D, kits de robótica, computadores e equipamentos de realidade virtual, utilizando essas ferramentas para desenvolver projetos relacionados aos desafios da própria comunidade.</p>
<p>A proposta incentiva a aprendizagem baseada em investigação, criatividade e resolução de problemas reais, aproximando os alunos das áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática por meio de experiências práticas e colaborativas.</p>
<p>Outro diferencial da escola está no cuidado permanente com o desenvolvimento socioemocional das crianças. Uma das iniciativas mais marcantes é o <strong>Café com Música e Prosa</strong>, realizado diariamente antes do início das atividades pedagógicas.</p>
<p>Durante cerca de vinte minutos, estudantes e educadores compartilham sentimentos, conversam sobre experiências do cotidiano e constroem juntos um ambiente acolhedor para o restante do dia. A proposta busca fortalecer o vínculo entre toda a comunidade escolar, contribuindo para a regulação emocional dos alunos e criando um espaço seguro para crianças que convivem com situações frequentes de violência urbana.</p>
<p>“São 20 minutos que fazem a diferença para ligar a engrenagem. Essa metodologia de escuta ativa e olhar individualizado estimula o engajamento de diretoras, professoras, professores, funcionários, alunos, pais, mães ou responsáveis que se refletem nos bons resultados de notas, frequências e indicadores de qualidade. Também ajuda na regulação emocional e cria um ambiente amigável para estudantes expostos à insegurança poderem sonhar com uma Maré de Possibilidades”, disse a diretora do GET IV Centenário, Alessandra Aguiar.</p>
<p>Os resultados alcançados pela unidade refletem diretamente essa metodologia. A escola registra índice de 97% de alfabetização na idade adequada, frequência superior a 90% e não possui casos de evasão escolar, indicadores considerados expressivos para uma instituição localizada em um território frequentemente afetado por confrontos armados e outras situações de vulnerabilidade.</p>
<p>A participação das famílias também faz parte da estratégia adotada pela escola. Pais e responsáveis acompanham o planejamento pedagógico desde o início do ano letivo, participam da definição de metas e se reúnem periodicamente com professores e gestores para analisar o desenvolvimento de cada estudante, discutir dificuldades e definir estratégias de acompanhamento.</p>
<p>O modelo dos Ginásios Educacionais Tecnológicos vem sendo ampliado na rede municipal e já inspira novas unidades. A metodologia aplicada no GET IV Centenário será incorporada a outras 350 escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro, ampliando o alcance das práticas que contribuíram para transformar o ambiente escolar, fortalecer o aprendizado e reduzir a evasão escolar.</p>
<p>Criado em 2022 pela organização internacional T4 Education, o <strong>World&#8217;s Best School Prizes</strong> reconhece escolas que desenvolvem experiências inovadoras e capazes de gerar impacto positivo em suas comunidades. A premiação conta com o apoio da Fundação Lemann, American Express e Accenture e contempla cinco categorias: Inovação, Ação Ambiental, Colaboração Comunitária, Superação de Adversidades e Apoio a Vidas Saudáveis.</p>
<p>Além do reconhecimento internacional, as escolas vencedoras recebem recursos financeiros destinados ao fortalecimento de seus projetos e à continuidade das ações educacionais, ampliando o potencial de transformação social promovido por cada iniciativa.</p>
<h3>Vote e ajude a levar o nome da educação pública do Rio para o mundo</h3>
<p>Além da avaliação feita por uma comissão internacional, o World&#8217;s Best School Prizes 2026 também conta com o Prêmio Escolha do Público (Community Choice Award), permitindo que pessoas de qualquer lugar do mundo apoiem uma das escolas finalistas por meio de votação online.</p>
<p>O GET IV Centenário representa não apenas a Maré, mas toda a educação pública brasileira nesta premiação internacional. Cada voto fortalece o reconhecimento de um projeto que tem transformado a vida de centenas de crianças por meio da inovação, do acolhimento e da tecnologia.</p>
<p>A votação é gratuita e pode ser feita diretamente na página oficial da escola, disponível em: <strong><a href="https://applications.worldsbestschool.org/public-vote-26?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Vote no GET IV Centenário no World&#8217;s Best School Prizes 2026.</a></strong></p>
<p>Participe e ajude a mostrar ao mundo que uma escola pública brasileira pode ser referência global em educação.</p>
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		<title>Renan Ferreirinha recebe homenagem da OBMEP e relembra trajetória impulsionada pela matemática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal]]></category>
		<category><![CDATA[IMPA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Obmep]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíadas acadêmicas na educação brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
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					<description><![CDATA[A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) celebrou seus 20 anos de história nesta segunda-feira (22) com uma cerimônia especial marcada por homenagens e reconhecimento a personalidades que tiveram suas trajetórias impactadas pela competição. Entre os homenageados esteve o deputado federal Renan Ferreirinha, ex-secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro e um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) celebrou seus 20 anos de história nesta segunda-feira (22) com uma cerimônia especial marcada por homenagens e reconhecimento a personalidades que tiveram suas trajetórias impactadas pela competição. Entre os homenageados esteve o deputado federal Renan Ferreirinha, ex-secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro e um dos estudantes que se destacou ao longo da história da olimpíada.</p>
<figure id="attachment_91294" aria-describedby="caption-attachment-91294" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-91294" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22-Renan-Ferreirinha-recebe-homenagem-da-OBMEP-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C533&#038;ssl=1" alt="Renan Ferreirinha Recebe Homenagem Da OBMEP - Expresso Carioca" width="400" height="533" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22-Renan-Ferreirinha-recebe-homenagem-da-OBMEP-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22-Renan-Ferreirinha-recebe-homenagem-da-OBMEP-Expresso-Carioca-1.webp?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22-Renan-Ferreirinha-recebe-homenagem-da-OBMEP-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-91294" class="wp-caption-text">Deputado Estadual Renan Ferreirinha recebe homenagem da OBMEP. &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A premiação ocorreu durante um evento que reuniu mais de 650 alunos de diferentes estados brasileiros, vencedores da edição de 2025 da OBMEP. A homenagem foi entregue por Marcelo Viana, diretor do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), instituição responsável pela organização da olimpíada.</p>
<p>Ao receber o reconhecimento, Ferreirinha destacou a influência da competição em sua formação acadêmica e profissional.</p>
<p>&#8220;Receber essa homenagem da OBMEP tem um significado muito especial para mim. A olimpíada transformou a minha vida e me mostrou que a educação pode abrir portas que pareciam impossíveis. Foi por meio dela que passei a acreditar em sonhos cada vez maiores, o que me levou até Harvard e, mais tarde, me fez criar a Olimpíada Carioca de Matemática. Hoje, ver milhões de estudantes tendo as mesmas oportunidades de descobrir seu potencial é a maior recompensa. Essa homenagem reforça a importância de investirmos cada vez mais em iniciativas que despertem talentos e ampliem horizontes para nossas crianças e jovens&#8221;, comemorou Renan Ferreirinha.</p>
<p>Durante sua trajetória como estudante, Ferreirinha acumulou 14 medalhas em olimpíadas acadêmicas de diversas áreas do conhecimento, incluindo matemática, física, química, astronomia e redação. Entre essas conquistas, seis medalhas foram obtidas na própria OBMEP, competição que se tornou um dos principais programas de incentivo ao talento matemático no país.</p>
<p>A experiência nas olimpíadas abriu caminho para novas oportunidades educacionais. Incentivado pelos resultados alcançados, Ferreirinha participou de processos seletivos em universidades dos Estados Unidos, sendo aprovado em oito instituições de ensino superior. Entre as opções, escolheu cursar Economia e Ciência Política na Universidade de Harvard, onde estudou entre 2013 e 2017 com bolsa integral concedida por critérios socioeconômicos.</p>
<p>Reconhecida nacionalmente, a OBMEP vai além da competição entre estudantes. Ao longo de duas décadas, a iniciativa tem contribuído para identificar talentos, estimular o raciocínio lógico e ampliar perspectivas acadêmicas para milhões de jovens brasileiros, especialmente alunos da rede pública de ensino.</p>
<p>A influência desse modelo também inspirou a criação da Olimpíada Carioca de Matemática (OCM), lançada durante a gestão de Renan Ferreirinha à frente da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Desenvolvida em parceria com o IMPA e com apoio da Prefeitura do Rio, a competição foi criada para incentivar o aprendizado da matemática entre estudantes da rede municipal.</p>
<p>Voltada para alunos do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental, a OCM busca estimular o desenvolvimento de habilidades relacionadas à resolução de problemas, criatividade e pensamento lógico. Assim como a OBMEP, a iniciativa premia os estudantes com melhor desempenho por meio de medalhas, certificados e experiências educacionais.</p>
<p>Desde sua criação, a Olimpíada Carioca de Matemática registrou mais de 1,6 milhão de inscrições e já proporcionou a mais de 300 alunos viagens educacionais para destinos como a Disney e a Nasa. Os números consolidam o projeto como uma das principais ações de incentivo à aprendizagem matemática na rede pública municipal.</p>
<p>A homenagem prestada a Ferreirinha durante a celebração dos 20 anos da OBMEP reforçou a importância das olimpíadas acadêmicas como ferramenta de transformação social, mostrando como o incentivo ao conhecimento pode ampliar oportunidades e abrir novos caminhos para estudantes de diferentes realidades em todo o país.</p>
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		<item>
		<title>Renan Ferreirinha critica perdão judicial concedido a Monique Medeiros e defende revisão da decisão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/renan-ferreirinha-critica-perdao-judicial-concedido-a-monique-medeiros-e-defende-revisao-da-decisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 21:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Borel]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio culposo]]></category>
		<category><![CDATA[Monique Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[perdão judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal e ex-secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira para se manifestar contra a decisão judicial que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, condenada por homicídio culposo e tortura por omissão no caso da morte do menino Henry Borel. Em vídeo publicado em seu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal e ex-secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira para se manifestar contra a decisão judicial que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, condenada por homicídio culposo e tortura por omissão no caso da morte do menino Henry Borel.</p>
<p>Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o parlamentar classificou a sentença como absurda e afirmou que espera que a decisão seja revista pelas instâncias superiores da Justiça. Segundo Ferreirinha, embora decisões judiciais devam ser respeitadas e cumpridas, elas também podem ser alvo de críticas quando provocam inconformismo na sociedade.</p>
<p>O deputado destacou que, durante sua gestão à frente da Secretaria Municipal de Educação do Rio, determinou a demissão de Monique Medeiros do quadro de professores da rede municipal. Para ele, caso essa medida administrativa não tivesse sido adotada anteriormente, a condenada poderia retornar às atividades em sala de aula após a decisão anunciada pela Justiça.</p>
<p>Ferreirinha também mencionou o posicionamento do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que informou que a demissão permanece mantida, independentemente do resultado do julgamento.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DZLWfqjvLFL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esta publicação no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DZLWfqjvLFL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Renan Ferreirinha (@renanferreirinha)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Ao comentar a possibilidade de retorno de Monique à atividade docente, o parlamentar questionou sua permanência em funções ligadas ao cuidado e à formação de crianças. Em sua avaliação, os fatos revelados durante a investigação e o julgamento tornam incompatível sua atuação profissional na área da educação.</p>
<p>Durante a manifestação, Ferreirinha reforçou que considera inadequado o entendimento de que a participação de Monique no caso tenha sido tratada apenas como omissão. Segundo ele, as circunstâncias apresentadas ao longo do processo demonstram a gravidade dos acontecimentos que culminaram na morte de Henry Borel.</p>
<p>O deputado também criticou a fundamentação utilizada para a concessão do perdão judicial. Em sua avaliação, tratar Monique Medeiros como vítima das consequências sociais decorrentes do caso representa uma interpretação equivocada dos fatos e desrespeita mulheres que enfrentam dificuldades reais em seu cotidiano sem abandonar suas responsabilidades familiares.</p>
<p>Ao encerrar sua declaração, Ferreirinha afirmou que a atenção da sociedade deve permanecer voltada para Henry Borel, apontando a criança como a única vítima do caso. Para o parlamentar, a busca por justiça em memória do menino deve continuar mesmo após a sentença anunciada pelo Tribunal do Júri.</p>
<p>“O menino Henry foi torturado e morto pelo padrasto Jairinho na presença de Monique Medeiros. A própria mãe, e a sentença agora é que isso é só omissão? Com todo respeito, mas é um absurdo essa cidadã receber perdão judicial, mesmo que em primeira instância.”</p>
<p>Em outro trecho da publicação, o deputado acrescentou:</p>
<p>“A vítima que tem nome é Henry Borel, e é ele que a gente deve justiça.”</p>
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		<item>
		<title>Troca de acusações entre Cláudio Castro e Renan Ferreirinha amplia tensão política no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/troca-de-acusacoes-entre-claudio-castro-e-renan-ferreirinha-amplia-tensao-politica-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal]]></category>
		<category><![CDATA[ex-governador]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A disputa política entre os grupos ligados ao ex-governador Cláudio Castro e ao prefeito do Rio, Eduardo Paes, ganhou novos capítulos após uma troca de críticas públicas envolvendo o deputado federal e ex-secretário municipal de Educação Renan Ferreirinha. A polêmica começou depois que Ferreirinha comentou, em uma conversa sobre o impacto do excesso de telas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A disputa política entre os grupos ligados ao ex-governador Cláudio Castro e ao prefeito do Rio, Eduardo Paes, ganhou novos capítulos após uma troca de críticas públicas envolvendo o deputado federal e ex-secretário municipal de Educação Renan Ferreirinha.</p>
<p>A polêmica começou depois que Ferreirinha comentou, em uma conversa sobre o impacto do excesso de telas na infância, que gostaria de “voltar a ver criança com o braço quebrado” brincando na rua, em referência às brincadeiras presenciais e à redução do tempo em celulares e redes sociais. A declaração repercutiu nas redes e foi utilizada por Castro para criticar a gestão municipal.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, o ex-governador afirmou que a fala demonstrava desconexão com problemas enfrentados pela população carioca, principalmente na área da saúde pública. Castro questionou a situação do atendimento em unidades municipais e afirmou que o comentário causou constrangimento até entre aliados presentes na gravação.</p>
<p>Ferreirinha reagiu às críticas em vídeo publicado no Instagram, elevando o tom do embate político. O parlamentar rebateu as acusações e desafiou Castro para um debate público sobre educação, citando indicadores educacionais da capital fluminense e criticando a situação do ensino estadual durante a gestão do ex-governador.</p>
<p>O episódio ocorre em meio ao crescimento da atuação nacional de Ferreirinha em pautas ligadas à educação e ao ambiente digital. Nos últimos meses, o deputado esteve à frente da articulação da lei que restringiu o uso de celulares em escolas brasileiras e apresentou projeto que propõe proibir redes sociais para menores de 16 anos no país.</p>
<p>A proposta apresentada na Câmara dos Deputados altera o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente e prevê regras mais rígidas para o acesso de crianças e adolescentes a plataformas digitais abertas. Segundo Ferreirinha, o objetivo é reduzir riscos ligados a cyberbullying, conteúdos impróprios, violência virtual e impactos na saúde mental.</p>
<p>Além da discussão sobre redes sociais, o embate entre os grupos políticos também tem envolvido críticas relacionadas à educação pública no estado. Em outra ocasião, Ferreirinha criticou o governo estadual e a Assembleia Legislativa pela demora na aprovação da lei do ICMS Educacional, situação que poderia provocar perdas de recursos federais destinados aos municípios fluminenses.</p>
<p>A troca de acusações aumentou a tensão política no estado em um momento de movimentações para as eleições de 2026, cenário em que aliados de Eduardo Paes e Cláudio Castro vêm intensificando disputas públicas nas redes sociais e no debate político fluminense.</p>
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		<item>
		<title>Ferreirinha usa metáfora sobre “infância raiz” ao defender menos telas e mais brincadeiras entre crianças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ferreirinha-usa-metafora-sobre-infancia-raiz-ao-defender-menos-telas-e-mais-brincadeiras-entre-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 21:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Deputado]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
		<category><![CDATA[Uso do Celular]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma declaração do deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ) durante entrevista sobre o uso de celulares por crianças e adolescentes gerou ampla repercussão nas redes sociais e no meio político. O parlamentar afirmou que gostaria de “voltar a ver criança com braço quebrado andando na rua”, ao defender a redução do tempo de exposição às telas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma declaração do deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ) durante entrevista sobre o uso de celulares por crianças e adolescentes gerou ampla repercussão nas redes sociais e no meio político. O parlamentar afirmou que gostaria de “voltar a ver criança com braço quebrado andando na rua”, ao defender a redução do tempo de exposição às telas e a retomada de brincadeiras presenciais entre jovens.</p>
<p>Ferreirinha, que foi relator da lei que restringiu o uso de celulares nas escolas brasileiras, fez a declaração ao comentar os impactos do excesso de dispositivos eletrônicos na infância. Segundo Renan, a intenção era destacar a importância das experiências presenciais e das atividades ao ar livre no desenvolvimento infantil.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DXU0Y4SD_k_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esta publicação no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DXU0Y4SD_k_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Renan Ferreirinha (@renanferreirinha)</a></p>
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<p>Na entrevista, o deputado também utilizou a expressão “infância raiz” para se referir a um modelo de convivência marcado por brincadeiras fora de casa, interação social e menor dependência tecnológica. O parlamentar afirmou que a diminuição do uso de celulares pode contribuir para uma infância mais ativa e para a construção de memórias afetivas ligadas ao convívio entre crianças.</p>
<blockquote><p>“Eu sou o autor da lei que proibiu o uso de celular nas escolas e um dos grandes objetivos para isso é porque eu quero voltar a ver criança com braço quebrado, andando na rua”, disse. A fala ocorreu durante entrevista à página independente Mendanha Notícias e foi divulgada no sábado (18/4).</p></blockquote>
<p>O trecho rapidamente viralizou nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos. Parte dos usuários interpretou a fala como uma metáfora relacionada às brincadeiras tradicionais de rua e à liberdade infantil vivida por gerações anteriores. Outros avaliaram que a declaração foi inadequada e banalizou acidentes envolvendo crianças.</p>
<p>O episódio ampliou o debate sobre os impactos do uso excessivo de telas na infância e adolescência. Especialistas em educação e saúde mental têm apontado preocupação crescente com questões como sedentarismo, ansiedade, dificuldades de concentração e isolamento social associados ao uso prolongado de dispositivos eletrônicos.</p>
<p>Nos últimos meses, Ferreirinha ganhou projeção nacional por atuar em pautas relacionadas ao ambiente digital e à educação. Além da lei que restringiu celulares em escolas, o deputado também apresentou um projeto que propõe limitar o acesso de menores de 16 anos às redes sociais no Brasil.</p>
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		<title>Projeto quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 16:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[16 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[O debate sobre o uso de redes sociais por crianças e adolescentes ganhou força no Congresso Nacional após a apresentação de um projeto de lei que propõe restringir o acesso de menores de 16 anos às plataformas digitais no Brasil. A proposta foi apresentada pelo deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ), relator da legislação que limitou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate sobre o uso de redes sociais por crianças e adolescentes ganhou força no Congresso Nacional após a apresentação de um projeto de lei que propõe restringir o acesso de menores de 16 anos às plataformas digitais no Brasil. A proposta foi apresentada pelo deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ), relator da legislação que limitou o uso de celulares nas escolas brasileiras.</p>
<p>O texto prevê a proibição da criação e manutenção de contas em redes sociais consideradas de acesso aberto por crianças e adolescentes abaixo dessa faixa etária. Para jovens entre 16 e 18 anos, a proposta estabelece mecanismos de supervisão parental e vinculação das contas aos responsáveis legais.</p>
<p>Segundo Ferreirinha, a iniciativa busca enfrentar problemas relacionados ao uso precoce e excessivo das redes sociais, como ansiedade, depressão, cyberbullying, exposição a conteúdos violentos ou sexualizados e riscos de aliciamento virtual. O parlamentar afirmou que o ambiente digital se tornou um espaço sem controle adequado para menores de idade.</p>
<figure id="attachment_90467" aria-describedby="caption-attachment-90467" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-90467" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C531&#038;ssl=1" alt="Projeto Quer Proibir Acesso De Menores De 16 Anos às Redes Sociais No Brasil - Expresso Carioca" width="800" height="531" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C498&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90467" class="wp-caption-text">Deputado Renan Ferreirinha (PSD-RJ). &#8211; Foto: Cláudio Ferreira</figcaption></figure>
<p>A proposta segue uma tendência internacional de regulamentação do acesso de jovens às plataformas digitais. Países como a Austrália já aprovaram medidas semelhantes, exigindo mecanismos mais rígidos de verificação de idade e controle parental.</p>
<p>O projeto altera dispositivos do chamado ECA Digital, legislação voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente online. Entre as exigências previstas estão a adoção de sistemas de checagem etária pelas plataformas e medidas de segurança mais rigorosas para impedir o cadastro irregular de menores.</p>
<p>Especialistas em educação e saúde mental vêm debatendo os impactos do uso intenso das redes sociais entre adolescentes. Estudos citados pelos defensores da proposta apontam relação entre o excesso de exposição às plataformas e aumento de transtornos emocionais, dificuldades de concentração e isolamento social.</p>
<p>Nas redes sociais e fóruns online, o tema gerou reações divididas. Parte dos usuários apoia medidas mais rígidas de proteção digital para crianças e adolescentes, enquanto outros demonstram preocupação com possíveis excessos de controle e dificuldades de fiscalização.</p>
<p>Para que a proposta vire lei, o texto ainda precisará passar por análise das comissões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal antes de eventual sanção presidencial.</p>
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