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	<title>Reino Unido &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Reino Unido &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Reino Unido rejeita proposta de Trump para bloquear Estreito de Ormuz e defende solução diplomática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Reino Unido rejeitou a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de formar uma coalizão internacional para bloquear o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o comércio global de energia. A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro Keir Starmer, que afirmou que o país não pretende se envolver em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Reino Unido rejeitou a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de formar uma coalizão internacional para bloquear o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o comércio global de energia.</p>
<p>A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro Keir Starmer, que afirmou que o país não pretende se envolver em ações que possam intensificar o conflito no Oriente Médio. Segundo ele, mesmo diante de pressões externas, o Reino Unido não será “arrastado para a guerra”.</p>
<p>A proposta de bloqueio foi apresentada por Trump após o fracasso das negociações com o Irã. O presidente norte-americano determinou que a Marinha dos Estados Unidos iniciasse o processo de interdição da passagem marítima, com o objetivo de restringir o fluxo de embarcações e pressionar Teerã.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é considerado um ponto vital para a economia global, por onde passa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo. Qualquer interrupção na região tem impacto direto nos preços da energia e no abastecimento internacional.</p>
<p>Diante desse cenário, o governo britânico reforçou que sua prioridade é garantir a liberdade de navegação e evitar medidas que possam agravar a instabilidade. Autoridades destacaram que uma ação militar coordenada poderia aumentar os riscos de confronto direto e prejudicar ainda mais o comércio global.</p>
<p>A posição do Reino Unido está alinhada a outros países europeus, que também têm defendido uma saída diplomática para a crise. Líderes do continente vêm resistindo à pressão dos Estados Unidos para uma intervenção mais agressiva na região, optando por negociações e esforços multilaterais.</p>
<p>O episódio evidencia divergências entre aliados tradicionais em relação à condução da crise no Golfo. Enquanto Washington adota uma estratégia mais dura, Londres e outras capitais europeias buscam evitar uma escalada militar e priorizar soluções políticas para garantir a estabilidade internacional.</p>
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		<title>Primeiro caso de Gripe Aviária em ovelha é detectado no Reino Unido</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/primeiro-caso-de-gripe-aviaria-em-ovelha-e-detectado-no-reino-unido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 19:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe Aviária]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ovelha]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[O Reino Unido confirmou o primeiro caso de gripe aviária em uma ovelha, tornando-se o primeiro registro conhecido dessa infecção na espécie. O episódio foi identificado no norte da Inglaterra, aumentando a preocupação com a propagação do vírus H5N1 entre mamíferos e reacendendo temores sobre possíveis implicações para a saúde pública. A detecção ocorreu durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido confirmou o primeiro caso de gripe aviária em uma ovelha, tornando-se o primeiro registro conhecido dessa infecção na espécie. O episódio foi identificado no norte da Inglaterra, aumentando a preocupação com a propagação do vírus H5N1 entre mamíferos e reacendendo temores sobre possíveis implicações para a saúde pública.</p>
<p>A detecção ocorreu durante uma rotina de monitoramento de animais em uma propriedade localizada em Yorkshire, onde já havia sido confirmada a presença da gripe aviária em aves mantidas em cativeiro. Segundo o governo britânico, a ovelha apresentava sinais de mastite, uma inflamação no tecido mamário, mas não demonstrava outros sintomas clínicos.</p>
<h3><strong>Expansão da Gripe Aviária Entre Mamíferos</strong></h3>
<p>O vírus H5N1 já infectou diversos mamíferos ao redor do mundo, incluindo ursos, tigres, focas, golfinhos, cães, gatos e até mesmo vacas leiteiras. Nos Estados Unidos, desde março de 2024, um surto tem atingido rebanhos bovinos, elevando a preocupação das autoridades sanitárias.</p>
<p>De acordo com Ed Hutchinson, professor de virologia molecular e celular do MRC-University of Glasgow Centre for Virus Research, o fato de o leite da ovelha também ter testado positivo sugere semelhanças com os casos norte-americanos. Apesar disso, ele destacou que, até o momento, não há evidências de transmissão contínua a partir da ovelha infectada.</p>
<h3><strong>Risco para Humanos Ainda é Baixo</strong></h3>
<p>Casos de infecção por H5N1 em humanos já foram registrados, variando desde quadros assintomáticos até, em alguns casos, fatais. No entanto, não há indícios de transmissão sustentada entre pessoas.</p>
<p>Diante do cenário, o Ministério de Assuntos Rurais do Reino Unido intensificou a vigilância em locais onde a gripe aviária foi detectada em aves de cativeiro, buscando evitar novas contaminações entre mamíferos.</p>
<p>A Dra. Meera Chand, especialista em infecções emergentes da Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido, reforçou que o risco da gripe aviária para a população em geral ainda é muito baixo. “Embora tenhamos registros da infecção em mamíferos, as evidências atuais indicam que o vírus não se espalha facilmente para os seres humanos”, afirmou.</p>
<p>Apesar do alerta, as autoridades consideram o caso isolado, uma vez que a ovelha foi abatida e não foram encontradas novas infecções no restante do rebanho. Entretanto, a vigilância global permanece essencial para evitar possíveis mutações que possam facilitar a transmissão entre diferentes espécies.</p>
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		<title>Reino Unido passa a exigir taxa de autorização de viagem para brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reino-unido-passa-a-exigir-taxa-de-autorizacao-de-viagem-para-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 22:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ETA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta quarta-feira (8), brasileiros e turistas de outras nacionalidades que pretendem viajar ao Reino Unido precisarão obter uma Autorização de Viagem Eletrônica (ETA, na sigla em inglês), mediante o pagamento de uma taxa de 10 libras esterlinas (aproximadamente R$ 77 no câmbio atual). A nova exigência aplica-se a todos os tipos de passaportes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta quarta-feira (8), brasileiros e turistas de outras nacionalidades que pretendem viajar ao Reino Unido precisarão obter uma Autorização de Viagem Eletrônica (ETA, na sigla em inglês), mediante o pagamento de uma taxa de 10 libras esterlinas (aproximadamente R$ 77 no câmbio atual).</p>
<p>A nova exigência aplica-se a todos os tipos de passaportes (comum, oficial ou diplomático) de viajantes sem cidadania britânica ou irlandesa. A obrigatoriedade abrange inclusive bebês e crianças. O ETA permite a permanência no Reino Unido por até seis meses para atividades turísticas, estudos de curta duração ou visitas familiares, mas não autoriza o exercício de trabalho remunerado ou não remunerado, salvo exceções como o visto <em>Creative Worker</em>.</p>
<h3><strong>Como solicitar a autorização</strong></h3>
<p>A ETA pode ser solicitada pelo aplicativo do governo britânico para dispositivos iPhone ou diretamente no site oficial. Para completar o processo, o viajante deve enviar:</p>
<ul>
<li>Uma cópia digitalizada do passaporte;</li>
<li>Uma foto recente do rosto;</li>
<li>Dados de um cartão de crédito ou débito para o pagamento da taxa.</li>
</ul>
<p>Cada viajante, independentemente da idade, deve realizar a solicitação de forma individual. Segundo o Itamaraty, as autoridades britânicas estimam que as respostas às solicitações sejam emitidas em até três dias úteis.</p>
<h3><strong>Quem está isento da ETA</strong></h3>
<p>A autorização não será necessária para quem já possui visto ou permissão para residir, trabalhar ou estudar no Reino Unido.</p>
<h3><strong>Informações adicionais</strong></h3>
<p>Outras orientações sobre a Autorização de Viagem Eletrônica estão disponíveis no site oficial do Ministério das Relações Exteriores, que também recomenda aos viajantes que planejem suas solicitações com antecedência para evitar transtornos.</p>
<p>Essa mudança reflete os esforços do governo britânico em modernizar o controle de fronteiras e padronizar requisitos para turistas de diferentes países.</p>
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		<item>
		<title>Cúpula da comunidade política europeia em Oxford foca na Ucrânia e migração</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cupula-da-comunidade-politica-europeia-em-oxford-foca-na-ucrania-e-migracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 13:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Política Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (18), o Reino Unido sediou a quarta reunião da Comunidade Política Europeia (CPE) em Oxford, reunindo cerca de 50 líderes para debater temas cruciais como a situação na Ucrânia, a imigração, a defesa da democracia e questões energéticas. Durante a chegada ao evento, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (18), o Reino Unido sediou a quarta reunião da Comunidade Política Europeia (CPE) em Oxford, reunindo cerca de 50 líderes para debater temas cruciais como a situação na Ucrânia, a imigração, a defesa da democracia e questões energéticas.</p>
<p>Durante a chegada ao evento, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) anunciou que o comando da aliança de apoio à Ucrânia estará operacional a partir de setembro. Com a segurança como um dos principais tópicos, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, expressou seu ceticismo sobre a possibilidade de uma solução militar para o conflito.</p>
<p>O Reino Unido destacou a importância de usar o encontro como uma plataforma para reforçar o apoio militar e financeiro internacional à Ucrânia, que continua a se defender contra a invasão russa iniciada em fevereiro de 2022. O objetivo é garantir que a Ucrânia receba a ajuda necessária para enfrentar a agressão russa.</p>
<p>A CPE, uma iniciativa promovida pelo Presidente francês Emmanuel Macron, foi criada em 2022 como uma estrutura informal para promover o diálogo político intergovernamental. A intenção é fomentar a cooperação no continente em temas de interesse comum, abrangendo tanto os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) quanto outros países da região.</p>
<p>O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, não participou do evento por motivos de saúde, assim como o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Sob a recente gestão do Partido Trabalhista, o Reino Unido, liderado por Keir Starmer, busca celebrar um acordo de segurança com o bloco europeu e fortalecer a colaboração em questões de migração.</p>
<p>Esta reunião marca a quarta edição da CPE, com a próxima prevista para novembro, em Budapeste.</p>
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		<item>
		<title>Com desistência da adversária Penny Mordaunt, Rishi Sunak será o novo primeiro-ministro do Reino Unido</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/com-desistencia-da-adversaria-penny-mordaunt-rishi-sunak-sera-o-novo-primeiro-ministro-do-reino-unido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 14:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[premiê]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[A confirmação chegou depois da desistência de sua única possível adversária, Penny Mordaunt, que também declarou seu apoio ao candidato, o único a conseguir as 100 assinaturas necessárias. O ex-ministro das Finanças Rishi Sunak vai ser o novo primeiro-ministro do Reino Unido e líder do Partido Conservador. Ontem (23), o ex-premiê britânico Boris Johnson que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A confirmação chegou depois da desistência de sua única possível adversária, Penny Mordaunt, que também declarou seu apoio ao candidato, o único a conseguir as 100 assinaturas necessárias.</p>
<p>O ex-ministro das Finanças Rishi Sunak vai ser o novo primeiro-ministro do Reino Unido e líder do Partido Conservador.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ontem (23), o ex-premiê britânico Boris Johnson que também concorria anunciou que desistiu da corrida corrida para retornar ao cargo.</p>
<p>Sunak torna-se, assim, o primeiro chefe de governo britânico de origem afro-hindu e carrega agora a missão de superar a crise no país, depois de a antecessora Liz Truss só ter durado 44 dias no cargo.</p>
<p>Rishi Sunak quase precisou enfrentar uma competição ao cargo com a conservadora Penny Mordaunt, que se esforçou para conseguir as 100 assinaturas necessárias para concorrer, mas não obteve sucesso.</p>
<p>No início desta tarde (horário local), Penny Mordaunt desistiu da corrida e declarou seu apoio a Sunak. “Escolhemos o nosso novo primeiro-ministro. Esta decisão é histórica e mostra, uma vez mais, a diversidade e o talento do nosso partido. O Rishi tem todo o meu apoio”, escreveu em comunicado divulgado no Twitter.</p>
<p>“Todos nós devemos a este país, uns aos outros e ao Rishi estar unidos e trabalharmos juntos para o bem da nação. Há muito trabalho pela frente”, crescentou.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Primeira-ministra britânica anuncia pedido de demissão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/primeira-ministra-britanica-anuncia-pedido-de-demissao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 14:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Liz Truss]]></category>
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		<category><![CDATA[Primeira-Ministra]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, acabar de anunciar que vai renunciar ao cargo que ocupava há pouco mais de 40 dias, após suceder Boris Johnson. Segundo ela, o rei Charles III já foi comunicado de sua intenção de deixar o cargo. O anuncio foi feito na manhã desta quinta-feira (20), na sede do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, acabar de anunciar que vai renunciar ao cargo que ocupava há pouco mais de 40 dias, após suceder Boris Johnson. Segundo ela, o rei Charles III já foi comunicado de sua intenção de deixar o cargo. O anuncio foi feito na manhã desta quinta-feira (20), na sede do governo britânico, localizada no número 10 da Downing Street.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Apesar das dificuldades pelas quais Liz tem passado, a renúncia não era esperada, pelo menos neste momento, já que ela disse ontem (19) ser uma “lutadora e não uma desistente”, em meio a críticas internas de seu partido – o Partido Conservador –, que acabaram por forçá-la a abandonar um plano de corte de impostos.</p>
<p>A situação levou, inclusive, alguns parlamentares conservadores a pedirem a sua substituição.</p>
<p>Liz Truss permanecerá no cargo até que um novo nome seja indicado pelo parlamento inglês. Em seu discurso, a primeira-ministra disse ter entregue medidas no setor de energia, reiterou sua defesa de corte de impostos, mas destacou que não se via em condições de dar sequência a seus planos de governo.</p>
<p>*Com informações da RTP.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Funeral da rainha será maior teste de segurança da história</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/funeral-da-rainha-sera-maior-teste-de-seguranca-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2022 14:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Funeral]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rainha Elizabeth]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[A força policial de Londres disse que o funeral de Estado da rainha Elizabeth II será a maior operação de segurança já realizada, enquanto primeiros-ministros, presidentes e membros da realeza de todo o mundo se reúnem para prestar suas homenagens. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente francês, Emmanuel Macron, estão entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A força policial de Londres disse que o funeral de Estado da rainha Elizabeth II será a maior operação de segurança já realizada, enquanto primeiros-ministros, presidentes e membros da realeza de todo o mundo se reúnem para prestar suas homenagens.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente francês, Emmanuel Macron, estão entre os convidados do exterior que confirmaram presença.</p>
<p>Nesta semana, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro também confirmou presença no funeral da monarca, marcado para a próxima segunda-feira (19).</p>
<p>&#8220;Posso confirmar que este será o maior evento de policiamento individual que a Polícia Metropolitana já realizou&#8221;, disse o vice-comissário assistente da Polícia Metropolitana de Londres, Stuart Cundy, a repórteres.</p>
<p>&#8220;Como um evento único, isso é maior do que as Olimpíadas de 2012. É maior do que o fim de semana do Jubileu de Platina&#8221;. O Jubileu de Platina foi celebrado neste ano de 2022, marcando os 70 anos de reinado da monarca.</p>
<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>
</div>
</div>
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		<title>Reino Unido ignora ameaças de Putin e fornece mísseis a Kiev</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reino-unido-ignora-ameacas-de-putin-e-fornece-misseis-a-kiev/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 15:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Militar]]></category>
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					<description><![CDATA[O Reino Unido vai fornecer à Ucrânia, pela primeira vez desde o início da ofensiva russa nesse país, mísseis de longo alcance. A decisão, anunciada pelo Ministério britânico da Defesa, chega pouco depois de Moscou ter ameaçado Kiev com mais ataques, caso o Ocidente continuasse a fornecer armas aos ucranianos. “Conforme as táticas da Rússia mudam, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Reino Unido vai fornecer à Ucrânia, pela primeira vez desde o início da ofensiva russa nesse país, mísseis de longo alcance. A decisão, anunciada pelo Ministério britânico da Defesa, chega pouco depois de Moscou ter ameaçado Kiev com mais ataques, caso o Ocidente continuasse a fornecer armas aos ucranianos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Conforme as táticas da Rússia mudam, também o nosso apoio à Ucrânia deve mudar”, disse o secretário da Defesa, Ben Wallace, ao comunicar a decisão do governo de Boris Johnson.</p>
<p>Para o Executivo britânico, trata-se de fornecer “armas vitais de que os soldados precisam para defender o seu país de uma invasão não provocada”.</p>
<p>“Esses sistemas de lançamento múltiplo de foguetes, altamente capazes, permitirão que os nossos amigos ucranianos se protejam melhor contra o uso brutal de artilharia de longo alcance que as forças de Putin usaram indiscriminadamente para devastar cidades”, explicou Wallace.O Reino Unido e os Estados Unidos estão entre as nações que mais armas têm fornecido à Ucrânia desde 24 de fevereiro.</p>
<p>O governo britânico não confirmou ainda quantos sistemas M270 de lançamento de mísseis irá fornecer, mas a BBC avança que serão três inicialmente. Os militares ucranianos serão treinados nas próximas semanas sobre a utilização dos novos sistemas.</p>
<p>O novo passo do Reino Unido nesta guerra foi dado em coordenação com os Estados Unidos, que anunciaram na semana passada o fornecimento de um sistema de mísseis a Kiev. A decisão norte-americana foi recebida por Moscou com frustração e com ameaças de retaliação.</p>
<p>O presidente russo, Vladimir Putin, prometeu nesse domingo ataques a novos alvos ucranianos caso os países ocidentais enviem armas de longo alcance à Ucrânia. A ameaça foi aparentemente ignorada pelo Reino Unido. “Vamos usar as nossas armas”, ameaça Putin.</p>
<p>O sistema de lançamento múltiplo de mísseis do Reino Unido, agora cedido à Ucrânia, consegue disparar 12 mísseis terra-terra em apenas um minuto, tendo a capacidade de atingir alvos numa distância máxima de 80 quilômetros.</p>
<p>Este sistema, o M270, assemelha-se ao que Washington ofereceu a Kiev – o M142 Mobility Artillery Rocket System (Himars). Tanto o Reino Unido quanto os Estados Unidos forneceram o armamento de longo alcance sob a condição de que a Ucrânia não o utilizará para atingir território russo.</p>
<p>A garantia ucraniana não tranquilizou, porém, o presidente russo. “Na minha opinião, todo este alarido sobre o fornecimento de novas armas tem apenas um objetivo: arrastar o conflito armado tanto quanto possível”.</p>
<p>“Se [os sistemas de mísseis] forem fornecidos, vamos tirar as conclusões necessárias e usar as nossas armas, que são mais do que suficientes, para atingir os alvos que ainda não atingimos até o momento”, alertou o líder.</p>
<p>No mesmo dia, várias explosões abalaram a capital ucraniana. Foram os primeiros ataques a Kiev em várias semanas, enquanto os combates mais intensos se faziam sentir na região leste do Donbass.</p>
<h2>Londres fornece especialistas</h2>
<p>Hoje, o secretário britânico da Justiça anunciou que uma equipe especializada de advogados e policiais vai prestar assistência ao procurador que, neste momento, investiga alegados crimes de guerra cometidos pela Rússia na Ucrânia.</p>
<p>A equipa inclui um agente da Polícia Metropolitana, destacado no Tribunal Penal Internacional com sede em Haia, nos Países Baixos.</p>
<p>Pertencem também à equipe sete advogados com experiência em direito penal internacional.</p>
<p>O Tribunal Penal Internacional iniciou uma investigação que pode visar altos funcionários russos considerados responsáveis por crimes de guerra, crimes contra a humanidade ou genocídio.</p>
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<p><em><strong>Por: <a href="https://www.rtp.pt/" target="_blank" rel="noopener">RTP</a></strong></em></p>
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		<title>Potências assinam nota conjunta contra guerra nuclear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 20:55:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[China, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e França declararam que uma expansão dos armamentos nucleares e uma guerra nuclear devem ser evitados, de acordo com uma nota conjunta emitida pelas cinco potências nucleares e publicada pelo Kremlin nesta segunda-feira (3).  A declaração diz que os cinco países &#8211; que são membros permanentes do Conselho de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>China, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e França declararam que uma expansão dos armamentos nucleares e uma guerra nuclear devem ser evitados, de acordo com uma nota conjunta emitida pelas cinco potências nucleares e publicada pelo Kremlin nesta segunda-feira (3). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A declaração diz que os cinco países &#8211; que são membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) &#8211; consideram que sua responsabilidade primária é evitar a guerra entre Estados nucleares e reduzir riscos estratégicos, enquanto buscam trabalhar com todos os países para criar uma atmosfera de segurança.</p>
<p>&#8220;Afirmamos que uma guerra nuclear não pode ser vencida e não deve nunca ser disputada&#8221;, afirma a versão do comunicado em inglês.</p>
<p>&#8220;Como o uso de armas nucleares teria consequências vastas, também afirmamos que as armas nucleares &#8211; enquanto elas continuarem existindo &#8211; devem servir para propósitos defensivos, para impedir agressões e para prevenir a guerra.&#8221;</p>
<p>A França também publicou a nota, ressaltando que as cinco potências reiteraram suas determinações pelo controle de armamentos nucleares e pelo desarmamento. Os governos vão continuar abordagens bilaterais e multilaterais no controle de armamentos nucleares, diz a nota.</p>
<p>O comunicado do grupo chamado de P5 ocorre num momento em que as relações bilaterais entre Estados Unidos e Rússia passam pela pior fase desde o fim da Guerra Fria, enquanto as relações entre Washington e Pequim também estão em baixa por conta de uma série de discordâncias.</p>
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