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	<title>Regulamentação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Regulamentação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Apostas esportivas comprometem orçamento de famílias de baixa renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 00:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As apostas esportivas em plataformas online, conhecidas como bets, estão causando um impacto significativo no orçamento das famílias das classes D e E no Brasil, desviando recursos que antes eram destinados a setores essenciais como alimentação, lazer e produtos pessoais. Essa tendência, que se intensificou desde a aprovação da Lei nº 13.756 em 2018, já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As apostas esportivas em plataformas online, conhecidas como bets, estão causando um impacto significativo no orçamento das famílias das classes D e E no Brasil, desviando recursos que antes eram destinados a setores essenciais como alimentação, lazer e produtos pessoais. Essa tendência, que se intensificou desde a aprovação da Lei nº 13.756 em 2018, já preocupa economistas e especialistas.</p>
<p>De acordo com Gerson Charchat, economista e advogado da PwC Strategy&amp; do Brasil, os gastos com apostas superaram outras despesas discricionárias e começaram a afetar até mesmo o orçamento destinado à alimentação. Entre 2018 e 2023, o percentual do orçamento familiar das classes D e E destinado às bets aumentou de 0,27% para 1,98%, enquanto os gastos com lazer e cultura diminuíram. Essa redistribuição de gastos compromete a percepção de melhoria da economia e pode aumentar o endividamento, especialmente entre os jovens.</p>
<p>Ione Amorim, economista do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), destaca que o problema é agravado pela falta de educação financeira e pela vulnerabilidade social. Segundo ela, as apostas atraem pessoas em situação de dificuldade financeira, oferecendo uma promessa de ganho fácil que, na realidade, resulta em perdas significativas. Além disso, Amorim alerta para os efeitos negativos na saúde mental e no aumento do endividamento, que podem levar a problemas mais graves, como suicídio e dependência de álcool e drogas.</p>
<p>A aprovação do Projeto de Lei nº 2.234/2022, que visa expandir a exploração de jogos de azar no Brasil, é vista com preocupação por especialistas, que apontam para os potenciais impactos econômicos, sociais e de saúde pública. Embora a legalização dos jogos seja defendida por sua capacidade de gerar emprego e tributos, ainda não foram considerados os custos adicionais que podem surgir, como o aumento das despesas com segurança pública e atendimento à saúde mental.</p>
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		<title>Plataformas devem garantir conteúdos seguros, afirma professor</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/plataformas-devem-garantir-conteudos-seguros-afirma-professor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 13:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá está na vanguarda da regulamentação de redes sociais e serviços on-line. Suas leis exigem que plataformas financiem a mídia local e apresentem conteúdo nacional. A legislação canadense também exige que buscadores paguem por notícias produzidas pela mídia local. Além disso, o Parlamento discute uma lei que responsabiliza a mídia e plataformas por reduzir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Canadá está na vanguarda da regulamentação de redes sociais e serviços on-line. Suas leis exigem que plataformas financiem a mídia local e apresentem conteúdo nacional. A legislação canadense também exige que buscadores paguem por notícias produzidas pela mídia local. Além disso, o Parlamento discute uma lei que responsabiliza a mídia e plataformas por reduzir a exposição a conteúdo nocivo, incluindo bullying, sexualização de crianças e incitação ao extremismo, violência ou ódio.</p>
<p>Taylor Owen, professor associado da Escola Max Bell de Políticas Públicas da Universidade McGill, em Montreal, compartilhou a experiência canadense com brasileiros. Ele esteve em Brasília para reuniões na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e para uma conferência na Universidade de Brasília sobre plataformas digitais e sustentabilidade do jornalismo.</p>
<p>Segundo Owen, a regulamentação das plataformas é essencial porque elas medeiam a democracia, decidindo quem pode falar e como as mensagens são distribuídas. Os algoritmos das plataformas determinam se uma mensagem é escutada e como a resposta é disseminada. Owen afirma que a regulamentação deve focar no desenho da comunicação e nos mecanismos das plataformas que determinam a propagação e amplificação do conteúdo, e não nos atos de diálogo em si. A regulação canadense visa reduzir o risco de conteúdos nocivos sem definir o que pode ou não ser dito.</p>
<p>Sobre problemas como uso indevido de dados pessoais, golpes, desinformação, ódio e pornografia infantil, Owen acredita que algumas questões não devem ser reguladas. A desinformação, por exemplo, requer discernimento entre verdade e falsidade, algo que agências governamentais não devem definir. Contudo, para abusos como discurso de ódio, incitação à violência e pornografia infantil, a regulação pode forçar as plataformas a desenvolver estratégias específicas para mitigá-los.</p>
<p>Owen destaca que a polarização é, em parte, causada pelo desenho do ecossistema digital, reforçando a necessidade de regulamentação. Ele sugere focar na distribuição e no risco de exposição ao conteúdo nas plataformas, garantindo que sejam seguras, dada a diversidade da população e sua capacidade de compreender informações on-line.</p>
<p>No Canadá, a conscientização dos cidadãos sobre os danos causados pelas tecnologias digitais foi crucial para apoiar a regulamentação. Danos aos filhos, abusos on-line e aumento da polarização levaram à demanda por ação governamental para maximizar os benefícios dessas tecnologias e mitigar os danos.</p>
<p>Além do Canadá, a União Europeia, Reino Unido e Austrália estão na liderança da regulamentação das redes sociais. Outros países estão atualizando suas leis de privacidade, inteligência artificial e apoio ao jornalismo. Owen acredita que países como Indonésia, Malásia, África do Sul e Brasil têm potencial para criar uma internet mais segura para mais de 1 bilhão de pessoas, afetando significativamente a vida de bilhões.</p>
<p>Em relação aos acordos entre gigantes do jornalismo internacional e a OpenAI para calibrar o ChatGPT com notícias autênticas, Owen expressa preocupação. Ele acredita que a inteligência artificial trará benefícios, oferecendo novas ferramentas aos jornalistas. No entanto, esses acordos podem permitir a cópia de acervos valiosos. Além disso, a IA generativa pode ser um risco para o jornalismo, ao sugerir que não precisamos de jornalistas, criando um modelo insustentável que desvaloriza o papel do jornalismo e representa uma ameaça existencial.</p>
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		<title>Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/regulamentacao-de-redes-sociais-no-brasil-e-inevitavel-diz-pacheco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 17:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas. “O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas.</p>
<p>“O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.</p>
<p>Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto.</p>
<p>“Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”.</p>
<p>Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados.</p>
<blockquote><p>“Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo”.</p></blockquote>
<p>Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, considerou “inadmissíveis” os ataques de Musk ao STF. Ele também ressaltou a necessidade de aprovação da legislação sobre inteligência artificial, e disse que o governo apoia a proposta, que está sendo relatada pelo senador de oposição, Eduardo Gomes (PL-TO).</p>
<blockquote><p>“A melhor resposta que o Brasil pode dar a esse que eu considero um ataque inadmissível à Suprema Corte e à própria soberania brasileira é a resposta político-institucional. De um lado, todo apoio ao trabalho do Judiciário pelos instrumentos de apuração de quem utiliza as redes sociais para atos criminosos. E ao mesmo tempo, o debate político que o Congresso Nacional vem fazendo”</p></blockquote>
<p>Nos últimos dias, Elon Musk publicou uma uma série de postagens criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF. No sábado (6), ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio ministro no X para atacá-lo. Na noite de domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (Inq. 4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos. Na mesma decisão, o ministro ordena a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Novas regras para certificação de instituições de apoio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novas-regras-para-certificacao-de-instituicoes-de-apoio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 15:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades terapêuticas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social Família e Combate à Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome estabeleceu diretrizes para a concessão e renovação de certificados a instituições beneficentes envolvidas na redução do consumo de substâncias entorpecentes, como comunidades terapêuticas e centros de apoio, oferecendo assistência psicossocial e cuidados aos dependentes. A portaria, divulgada no Diário Oficial da União (DOU) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome estabeleceu diretrizes para a concessão e renovação de certificados a instituições beneficentes envolvidas na redução do consumo de substâncias entorpecentes, como comunidades terapêuticas e centros de apoio, oferecendo assistência psicossocial e cuidados aos dependentes.</p>
<p>A portaria, divulgada no Diário Oficial da União (DOU) de hoje, regulamenta a Lei Complementar 187, de dezembro de 2021, que aborda esse tema crucial.</p>
<p>Segundo o documento, as organizações devem demonstrar ser comunidades terapêuticas que proporcionam atendimento em regime residencial e transitório, com a adesão e permanência voluntárias de indivíduos enfrentando problemas relacionados ao uso, abuso ou dependência de substâncias como álcool e outras drogas. Estes são acolhidos em um ambiente protegido, orientado de forma ética e técnica, com o objetivo de promover o desenvolvimento pessoal e social, através da promoção da abstinência e da reinserção social, visando a melhoria geral da qualidade de vida.</p>
<p>Por outro lado, as entidades de cuidados e assistência devem evidenciar que oferecem serviços interdisciplinares, transversais e complementares na área de uso e dependência de álcool e drogas.</p>
<p>Essas instituições devem ser constituídas juridicamente como pessoas jurídicas sem fins lucrativos, embora possam desenvolver atividades remuneradas, inclusive sem ceder mão de obra.</p>
<p>Para solicitar o certificado, o representante legal da instituição deve cadastrar-se no Sistema de Gestão das Entidades Atuantes na Redução da Demanda de Drogas e protocolar o requerimento digitalmente. No caso das comunidades terapêuticas, é necessário cadastrar todos os acolhidos na instituição.</p>
<p>O Departamento de Entidades de Apoio e Acolhimento Atuantes em Álcool e Drogas (Depad) é o órgão encarregado de analisar os requerimentos de certificação e conduzir todo o processo até a publicação da portaria no DOU, formalizando a certificação. Em caso de recusa, a instituição pode recorrer no prazo de 30 dias.</p>
<p>Após a obtenção do certificado de reconhecimento como entidade beneficente, a organização torna-se isenta de contribuições para a seguridade social, contudo, deve manter uma placa indicativa em local visível, informando sobre essa condição e as áreas de atuação.</p>
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		<item>
		<title>AGU cria grupo para regulamentar Procuradoria de Defesa da Democracia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agu-cria-grupo-para-regulamentar-procuradoria-de-defesa-da-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 15:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[procuradoria de defesa da democracia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) publicou hoje (20) no Diário Oficial da União (DOU) uma portaria normativa que institui o grupo de trabalho para criar a regulamentação da nova Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia. O novo braço da AGU, criado via decreto presidencial no início do ano, atuará no combate à desinformação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) publicou hoje (20) no Diário Oficial da União (DOU) uma portaria normativa que institui o grupo de trabalho para criar a regulamentação da nova Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O novo braço da AGU, criado via decreto presidencial no início do ano, atuará no combate à desinformação sobre políticas públicas, conforme justificativa oficial. A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-01/ministro-da-agu-cria-procuradoria-de-defesa-da-democracia" target="_blank" rel="noopener">criação da nova estrutura foi anunciada</a> pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, em 2 de janeiro.</p>
<p>“Institui Grupo de Trabalho no âmbito da Advocacia-Geral da União, com a finalidade de obter subsídios e contribuições das organizações da sociedade civil e dos poderes públicos para auxiliar na elaboração da regulamentação da Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia”, diz o texto da portaria desta sexta-feira (20).</p>
<p>A norma prevê que o trabalho para elaborar a regulamentação do novo órgão deve durar 30 dias, prorrogáveis. As reuniões do grupo de trabalho podem ocorrer presencialmente ou de modo virtual e híbrido. “O grupo dará transparência ao trabalho e o debate que ele proporcionará será fundamental para o aprimoramento e esclarecimento dos propósitos da nova Procuradoria”, afirmou Messias, em nota.</p>
<p>Desde o anúncio, juristas e especialistas demonstram receio sobre riscos a liberdade de expressão na atuação da nova procuradoria. “No caso específico do que será objeto de atuação da AGU, a desinformação se caracteriza por fatos inverídicos ou supostamente descontextualizados levados ao conhecimento público de maneira voluntária com objetivo de prejudicar a adequada execução das políticas públicas, com real prejuízo à sociedade”, explicou a AGU.</p>
<h2>Convites</h2>
<p>Serão convidados a participar do grupo de trabalho um representante titular e um suplente de cada uma das seguintes entidades: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert); Associação Nacional de Jornalistas (ANJ); Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji); Associação Brasileira de Imprensa (ABI); e Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj); além de indicados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).</p>
<p>Também foram convidados a compor o grupo juristas e especialistas, além de representantes dos ministérios da Justiça e Segurança Pública e dos Direitos Humanos e Cidadania, bem como da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.</p>
<p>A coordenação será do Procurador-Geral da União, Marcelo Eugenio Feitosa Almeida. A AGU deverá indicar ainda dois representantes, além de um integrante da Secretaria-Geral de Consultoria.</p>
<p>“Representantes de agências de checagem, especialistas na matéria em discussão e entidades representativas de classe do Poder Judiciário e das funções essenciais à Justiça também deverão ser convidados para participar das reuniões, propor colaborações e apresentar notas técnicas”, disse hoje a AGU.</p>
<p>Ao fim dos trabalhos, uma minuta de regulamentação deverá ser colocada em consulta pública, antes que possa ser publicada.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Ministério regulamenta visto temporário de nômades digitais no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-regulamenta-visto-temporario-de-nomades-digitais-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 14:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imigrantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nômades Digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de estimular atividades dos chamados “nômades digitais” no Brasil, o Conselho Nacional de Imigração, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, regulamentou a concessão de visto temporário e autorização de residência a imigrante que, sem vínculo empregatício no país e fazendo uso de tecnologias da informação, possa a executar trabalhos para empregadores estrangeiros. A medida, publicada nesta segunda-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Com o objetivo de estimular atividades dos chamados “nômades digitais” no Brasil, o Conselho Nacional de Imigração, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, regulamentou a concessão de visto temporário e autorização de residência a imigrante que, sem vínculo empregatício no país e fazendo uso de tecnologias da informação, possa a executar trabalhos para empregadores estrangeiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A medida, publicada nesta segunda-feira (24) no <em>Diário Oficial da União</em>, estabelece prazo inicial de um ano de residência, que poderá ser renovado por igual período.</p>
<p>Para o secretário nacional de Justiça e presidente do colegiado, José Vicente Santini, a regulamentação atende tendência mundial e contribui, inclusive, com o setor de turismo. “A remuneração dos nômades digitais é de origem externa, e os recursos trazidos por esses imigrantes movimentam a economia nacional. Esse é um passo importante para que o Brasil promova um dos modelos mais modernos de trabalho”, afirmou</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O visto temporário deverá ser requerido em qualquer repartição consular brasileira no exterior, com a apresentação dos documentos previstos na resolução, como seguro saúde válido no território nacional e a comprovação de condição de nômade digital.</p>
<p>O imigrante que se encontre em território nacional poderá apresentar pedido de autorização de residência ao Ministério da Justiça pelo <a href="https://portaldeimigracao.mj.gov.br/pt/migranteweb" target="_blank" rel="noopener">Sistema MigranteWeb</a>.</p>
<p>Em ambos os casos, a comprovação da condição de nômade digital deverá ser feita com a apresentação de contrato de trabalho ou de prestação de serviços, entre outros documentos que demonstrem vínculo com empregador estrangeiro. Além disso, é necessário comprovar meios de subsistência no Brasil.</p>
<h2>CNIg</h2>
<p>O Conselho Nacional de Imigração (CNIg), conforme disposto no Decreto nº 9.873, de 27 de junho de 2019,  é órgão colegiado integrante da estrutura do Ministério da Justiça e Segurança Pública, composto por 14 órgãos e entidades. Congregando entes governamentais federais e entidades representantes das centrais sindicais, de empregadores e da comunidade científica e tecnológica, tem entre as principais competências a coordenação e orientação das atividades de imigração laboral, bem como a promoção de ações visando à atração de mão de obra imigrante qualificada para o país.</p>
</div>
</div>
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