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	<title>Regulação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Primeira procuradora-geral negra de São Paulo defende regulação das Redes Sociais e transparência algorítmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2024 00:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A procuradora-geral de São Paulo, Inês Coimbra, primeira mulher negra a liderar o Ministério Público do estado, defendeu, durante o festival de tecnologia Rec’n’Play, no Recife, a regulação das redes sociais no Brasil. Inês acredita que, assim como as relações interpessoais fora do ambiente digital são reguladas, o mesmo deveria acontecer nas redes, pois, segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procuradora-geral de São Paulo, Inês Coimbra, primeira mulher negra a liderar o Ministério Público do estado, defendeu, durante o festival de tecnologia Rec’n’Play, no Recife, a regulação das redes sociais no Brasil. Inês acredita que, assim como as relações interpessoais fora do ambiente digital são reguladas, o mesmo deveria acontecer nas redes, pois, segundo ela, a falta de transparência algorítmica compromete a liberdade de expressão. “Sem saber como os algoritmos funcionam, não há plena liberdade”, explicou.</p>
<p>A procuradora também destacou como a ausência de regulação favorece a criação de bolhas sociais, limitando o diálogo entre pessoas com diferentes visões. Para ela, a abertura da lógica algorítmica é essencial para que a sociedade compreenda os mecanismos que influenciam suas interações e opiniões online. &#8220;Sem transparência, a sociedade fica presa em bolhas, deixando de ser verdadeiramente livre para escolher&#8221;, acrescentou.</p>
<p><strong>Avanços e Desafios no Combate ao Racismo e na Regulação da Inteligência Artificial</strong></p>
<p>Durante sua palestra, Inês ressaltou que, embora a legislação brasileira avance em criminalizar crimes como o racismo nas redes, o tema ainda é recente para o sistema de Justiça. Além disso, defendeu a regulação da inteligência artificial (IA), buscando um equilíbrio que não impeça a inovação, mas que garanta o uso ético e seguro dos dados dos brasileiros. “A calibragem é essencial para que a tecnologia evolua com responsabilidade”, disse.</p>
<p>A procuradora também mencionou a preocupação com o uso de tecnologias como o reconhecimento facial no Brasil, sem adaptação para a realidade local, citando como exemplo os países europeus, que, segundo ela, têm uma abordagem mais cautelosa e atenta aos impactos sociais da IA.</p>
<p><strong>Desafios Sociais e o Papel do Sistema de Justiça</strong></p>
<p>Inês criticou o que vê como um “atraso” constante do sistema de Justiça em relação aos desafios sociais contemporâneos, como ocorre na implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo ela, a desconexão entre a legislação e a realidade prejudica a efetividade das normas. Ao comentar a recente eleição municipal em São Paulo, destacou como a desinformação e as fake news prejudicam a sociedade. “A regulação é urgente para que possamos evitar danos difíceis de reparar”, afirmou.</p>
<p><strong>Compromisso com a Diversidade e Equidade Racial</strong></p>
<p>A procuradora-geral enfatizou a importância da diversidade e de políticas de equidade racial e de gênero em sua atuação, inclusive mencionando a resistência que enfrentou ao implementar uma cota inédita de 30% para negros e indígenas no concurso da procuradoria. “A diversidade é, para mim, uma questão de eficiência. E mesmo que a resistência ainda exista, sigo firme nesse propósito”, declarou.</p>
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		<title>Europa estabelece legislação pioneira para regulamentar a inteligência artificial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/europa-estabelece-legislacao-pioneira-para-regulamentar-a-inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 18:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia aprovou uma legislação histórica sobre inteligência artificial (IA), que entrará em vigor no próximo mês. Esta nova lei estabelece um marco global para a regulamentação da IA, após um acordo político alcançado em dezembro e ratificado pelos países da UE nesta terça-feira (21). A Lei de IA da UE é mais abrangente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia aprovou uma legislação histórica sobre inteligência artificial (IA), que entrará em vigor no próximo mês. Esta nova lei estabelece um marco global para a regulamentação da IA, após um acordo político alcançado em dezembro e ratificado pelos países da UE nesta terça-feira (21).</p>
<p>A Lei de IA da UE é mais abrangente do que a abordagem voluntária adotada pelos Estados Unidos e busca manter um equilíbrio entre inovação e controle, diferente do modelo chinês que visa estabilidade social e controle estatal.</p>
<p>Os países da UE votaram a favor da legislação dois meses depois que os parlamentares europeus deram seu aval, seguindo um projeto elaborado pela Comissão Europeia em 2021 e modificado significativamente ao longo do processo.</p>
<p>A crescente popularidade de sistemas de IA generativa, como o ChatGPT da OpenAI e o chatbot Gemini do Google, aumentou as preocupações globais sobre desinformação, fake news e uso indevido de materiais protegidos por direitos autorais.</p>
<p>“Essa lei histórica, a primeira desse tipo no mundo, aborda um desafio tecnológico global que também cria oportunidades para nossas sociedades e economias”, afirmou Mathieu Michel, ministro belga da digitalização. “Com a Lei de IA, a Europa enfatiza a importância da confiança, transparência e responsabilidade ao lidar com novas tecnologias, garantindo que essa tecnologia em rápida mudança possa florescer e impulsionar a inovação europeia.”</p>
<p><strong>Transparência e Regulações</strong><br />
A Lei de IA impõe rigorosas obrigações de transparência para sistemas de IA de alto risco, enquanto as regras para modelos de IA de uso geral serão menos restritivas.</p>
<p>A legislação limita o uso de vigilância biométrica em tempo real em espaços públicos a casos específicos, como prevenção de certos crimes, ataques terroristas e busca de suspeitos de crimes graves.</p>
<p><strong>Impacto Global</strong><br />
Segundo Patrick van Eecke, do escritório de advocacia Cooley, a nova lei terá um alcance global. Empresas fora da UE que utilizam dados de clientes europeus em suas plataformas de IA precisarão estar em conformidade. &#8220;Outros países e regiões provavelmente usarão a Lei de IA como modelo, assim como fizeram com o GDPR&#8221;, comentou ele, referindo-se às regras de privacidade digital da UE.</p>
<p><strong>Prazos e Sanções</strong><br />
A nova legislação entrará em vigor em 2026, mas certas proibições, como o uso de IA para pontuação social, policiamento e coleta não direcionada de imagens faciais, serão implementadas seis meses após a lei ser sancionada.</p>
<p>As obrigações para modelos de IA de uso geral serão aplicadas após 12 meses, enquanto as regras para sistemas de IA incorporados em produtos regulamentados entrarão em vigor após 36 meses.</p>
<p>As multas por violações da lei variam de € 7,5 milhões (ou 1,5% do faturamento anual) a € 35 milhões (ou 7% do faturamento global) das empresas acusadas.</p>
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		<title>Só teremos escolas seguras com regulação da internet, diz ministro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/so-teremos-escolas-seguras-com-regulacao-da-internet-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 23:50:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto de Lei 2.630]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, voltou a defender a importância de o Congresso Nacional aprovar uma lei que regulamente o funcionamento das plataformas digitais no Brasil. Para Dino, estabelecer os direitos e deveres dos internautas e das chamadas big techs (do inglês, grandes empresas de tecnologia) é de fundamental importância para o combate [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, voltou a defender a importância de o Congresso Nacional aprovar uma lei que regulamente o funcionamento das plataformas digitais no Brasil. Para Dino, estabelecer os direitos e deveres dos internautas e das chamadas <em>big techs</em> (do inglês, grandes empresas de tecnologia) é de fundamental importância para o combate à violência nas escolas e ao crescimento do extremismo no país.</p>
<p>“Só teremos escolas seguras com a regulação da internet. Este é um tema fundamental”, disse Dino ao participar, nesta quarta-feira (3), de uma reunião que durou mais de três horas e meia, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. “Todos os deputados e deputadas que querem crianças e adolescentes protegidas têm que cuidar da internet. Sem isso, teremos grupos neonazistas atacando escolas; criminosos cooptando crianças e adolescentes e ameaçando as famílias brasileiras”, afirmou o ministro.</p>
<p>Dino informou que a Operação Escola Segura vai continuar por tempo indeterminado, realizando ações preventivas e repressivas contra ataques nas escolas de todo o país. Coordenada pelo ministério, a iniciativa foi anunciada na primeira semana de abril, após o assassinato de quatro crianças em uma creche de Blumenau, em Santa Catarina, e é realizada em parceria com governos estaduais, principalmente com as delegacias contra crimes cibernéticos.</p>
<h2>Regulação</h2>
<p>Dino também respondeu às críticas de parlamentares contrários ao Projeto de Lei 2.630, cuja votação foi adiada ontem (2) na Câmara dos Deputados. Se aprovado na Câmara, o texto que tramita no Congresso Nacional desde 2020 e que já teve uma versão subscrita pelo Senado, dará origem à chamada Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.</p>
<p>Para os críticos, entre os quais se incluem algumas das principais companhias de tecnologia globais, como a Google, o projeto ameaça a liberdade dos internautas e a qualidade dos serviços acessíveis na rede mundial de computadores, tese da qual o ministro da Justiça discorda.</p>
<p>“É imprescindível que haja uma lei sobre comunicação digital-cibernética [no Brasil]. Não podemos ter um faroeste digital que mate. <em>Fake news</em> mata. E por isso é necessária uma regulação sobre isso”, disse o ministro, voltando a comentar a decisão da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), que determinou, ontem, que a Google cumprisse uma série de medidas cautelares para corrigir o que o governo federal classificou de indícios de que a empresa estava censurando o debate público sobre o Projeto de Lei 2.630/2020.</p>
<p>“O que vimos foram empresas querendo censurar o Parlamento, o processo legislativo, em uma violência raras vezes vista no Brasil. Nenhuma empresa foi advertida ou punida pela Senacon por suas posições políticas. Tratou-se da aplicação do Código de Defesa do Consumidor por publicidade enganosa, abusiva e/ou cifrada. Inclusive, a empresa [Google] retirou um <em>link</em> [de sua página inicial] enquanto eu dava entrevistas sem que nós tivéssemos determinado – o que determinamos é que ela divulgue a contrapropaganda à propaganda cifrada que vinha divulgando contra o PL das Fake News. Não houve nenhum tipo de cerceamento à liberdade de expressão”, disse Dino, referindo-se a um texto que a empresa inseriu junto à caixa de pesquisas, na página principal do buscador, e que remetia o internauta para um artigo assinado pelo diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da Google, Marcelo Lacerda, crítico do PL 2.630.</p>
<p>O texto, que dizia que “O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil” foi retirado do <em>site</em> logo após o Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciar as medidas adotadas contra a empresa. O artigo de Lacerda, contudo, continua disponível no blog da empresa.</p>
<h2>Reunião</h2>
<p>Dino foi convidado a participar da reunião da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados para responder às perguntas dos parlamentares sobre vários temas pré-acordados. Parte deles, já tratados em 28 de março, quando o ministro participou de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, da Câmara.</p>
<p>Entre os assuntos que discutidos hoje estavam a visita do ministro, no dia 15 de março, à organização não governamental (ONG) Redes da Maré, no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, para participar do lançamento da 7ª edição do boletim Direito à Segurança Pública na Maré; as prisões de vândalos e golpistas que, em 8 de janeiro, invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal e as providências adotadas pelos órgãos de segurança pública federais após o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) antecipar que promoveria novas ocupações de terra em todo o Brasil durante o mês de abril, quando, tradicionalmente, realiza atos para exigir reforma agrária.</p>
<h2>Veja as principais declarações do ministro</h2>
<h2>MST e reforma agrária</h2>
<p>“Acredito que não é possível estigmatizar toda uma instituição. É preciso apontar fatos. Se o fato é a existência do MST, não é possível extingui-lo. Se for a existência de acampamentos de sem-terra, o fato inconstitucional é existirem pessoas sem-terra. […] No que se refere ao governo federal, acreditamos que o principal instrumento de pacificação do campo é a reforma agrária, e uma política agrária eficiente, democrática. E é isso que estamos buscando.”</p>
<h2>Homicídios</h2>
<p>“[A redução do número de] homicídios depende da apreensão de armas de fogo ilegais, que é uma das nossas lutas. Este é um pilar de uma estratégia séria e sustentável de redução de homicídios.”</p>
<h2>Desarmamento</h2>
<p>O armamentismo mata. Felizmente, tivemos um grande sucesso no recadastramento de armas […] uma medida saneadora e protetora das famílias brasileiras. Alcançamos 99% das armas recadastradas, mostrando que há um entendimento [social] de que estamos caminhando na direção correta para encontramos uma regulação adequada. Com a conclusão do recadastramento, teremos, em breve, a edição de uma nova norma regulamentadora, pois agora temos um número exato das armas não recadastradas – cerca de 10 mil. Obviamente, estas serão alvo de ações policiais, conforme a lei manda. Este é um vetor importante para que haja paz no Brasil.”</p>
<h2>Yanomami</h2>
<p>“Estamos com uma operação permanente por lá [Terra Indígena Yanomami, em Roraima e parte do Amazonas] […] Precisamos da atenção desta Casa e de todas as instituições para termos paz. Temos ordens judiciais que precisam ser cumpridas. Fazemos um apelo para que todos respeitem aquilo que a Constituição e as leis mandam. Vamos ampliar a operação e o secretário [nacional de Segurança Pública] Tadeu Alencar vai enviar mais policiais para Roraima a fim de garantir que a operação seja concluída como desejamos, com a preservação da vida das pessoas.”</p>
<h2>Visita ao Complexo da Maré</h2>
<p>“Esta questão já foi esclarecida. Obviamente, é uma leviandade [afirmar que Dino obteve a permissão de organizações criminosas que atuam na região para entrar no complexo sem um forte aparato de segurança]. Como não existe prova de fato negativo, é impossível para mim provar que não houve acordo. Portanto, o ônus de provar cabe a todos que propagam esta leviandade de que fiz acordo com bandidos. Nunca fiz e nunca farei. Já esclareci que avisamos antes, por escrito, às polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal. Como, então, [suspeitar de que] fomos lá fazer reunião com facção criminosa? E a polícia estava presente. Afirmo que havia dezenas de policiais no perímetro.”</p>
<h2>Acampamentos</h2>
<p>“Nos acampamentos [montados em frente a quartéis do Exército] havia todo um acervo, um conjunto imenso de crimes. E as pessoas estavam em [situação de] flagrante. Obviamente, foi aplicada a lei, pois quem está em flagrante deve ser preso. […] Não fomos nós que permitimos que eles [acampamentos] fossem montados, pois, na ocasião, o presidente era outro. Ao tomarmos posse, em 1º de janeiro, nosso esforço foi para retirar aquilo que encontramos. E, com a graça de Deus e a colaboração das Forças Armadas, conseguimos acabar com esses acampamentos [após vândalos e golpistas invadirem e depredarem o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o STF].”</p>
<h2>Atos golpistas</h2>
<p>“Havia, naquele momento [véspera do dia 8 de janeiro], na internet, uma ampla circulação de cards [informações] sobre este movimento, mas somos democratas. Respeitamos a liberdade de manifestação e não poderíamos, a priori, proibir uma manifestação. Achávamos que [as pessoas reunidas em Brasília para o ato do dia 8 de janeiro] eram pessoas pacíficas, equilibradas e que cumpririam a lei. As agências de inteligência estavam atuando. E, conforme já declarei seguidas vezes, recebi, na noite do dia 7, um documento [sobre a concentração de pessoas na capital federal e os riscos de atos violentos] que encaminhei imediatamente para o governador do Distrito Federal [Ibaneis Rocha], que é o chefe da Polícia Militar, responsável por fazer o policiamento ostensivo na Esplanada e na Praça dos Três Poderes.</p>
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