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	<title>regras fiscais &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ministro Fux do STF Vota por Pagamento de Precatórios Fora de Regras Fiscais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 15:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu hoje (27) seu voto a favor da abertura de crédito extraordinário para que o governo federal regularize, até 2026, o pagamento de precatórios, dívidas do poder público reconhecidas definitivamente pela Justiça. Até o momento, seguiram a posição de Fux, que é relator do tema, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu hoje (27) seu voto a favor da abertura de crédito extraordinário para que o governo federal regularize, até 2026, o pagamento de precatórios, dívidas do poder público reconhecidas definitivamente pela Justiça.</p>
<p>Até o momento, seguiram a posição de Fux, que é relator do tema, os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin. O julgamento está ocorrendo no plenário virtual, onde os votos são registrados remotamente, e a sessão de 24 horas se estenderá até as 23h59 desta segunda-feira (27). Restam os votos de sete ministros.</p>
<p>Fux votou pela declaração de inconstitucionalidade do teto para o pagamento de precatórios, proposto em 2021 pelo governo de Jair Bolsonaro e aprovado pelo Congresso. A medida, na época, visava cumprir as metas fiscais em vigor.</p>
<p>O teto foi questionado no Supremo em 2021 pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), principalmente pela suspensão da obrigação do governo de pagar precatórios acima do limite entre 2022 e 2026.</p>
<p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), propôs antecipar o pagamento de precatórios que ficariam atrasados para 2027, visando evitar o acumulo de dívidas judiciais a níveis impagáveis no futuro.</p>
<p>Caso o atual regime de pagamento de precatórios seja mantido, a dívida judicial acumulada pode atingir R$ 250 bilhões em 2027, segundo a AGU, com um acumulado entre 2022 e 2024 chegando a R$ 95 bilhões.</p>
<p>Pelo voto de Fux, o governo fica autorizado a abrir crédito extraordinário para o pagamento do estoque de dívidas judiciais entre 2022 e 2024 e entre 2025 e 2026, excluindo esses pagamentos do cálculo para o cumprimento de metas fiscais. No entanto, o ministro recusou o pedido para que os precatórios fossem classificados como despesas financeiras, o que facilitaria contornar regras do novo arcabouço fiscal aprovado neste ano pelo Congresso Nacional.</p>
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		<title>Haddad promete novo arcabouço fiscal para primeiro semestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-promete-novo-arcabouco-fiscal-para-primeiro-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 01:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[arcabouço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Transição]]></category>
		<category><![CDATA[regras fiscais]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo arcabouço fiscal que substituirá a regra de ouro e o teto de gastos será enviado ao Congresso ainda no primeiro semestre, disse nesta quarta-feira (21) o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em entrevista coletiva após a aprovação em segundo turno do texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, ele [&#8230;]]]></description>
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<p>O novo arcabouço fiscal que substituirá a regra de ouro e o teto de gastos será enviado ao Congresso ainda no primeiro semestre, disse nesta quarta-feira (21) o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em entrevista coletiva após a aprovação em segundo turno do texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, ele disse que ouvirá opiniões e que as novas regras fiscais deverão ter credibilidade no médio e longo prazo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Antes quero conversar com vários economistas e escolas para encaminhar algo robusto”, disse Haddad. Ele definiu robustez como regras que permitam equilibrar as contas públicas, que tenham credibilidade e possam ser cumpridas.</p>
<p>O futuro ministro elogiou a manutenção, na PEC, do dispositivo que obriga o governo eleito a enviar um projeto de lei complementar com o novo arcabouço fiscal até agosto. Tanto na votação em primeiro como em segundo turno, o Partido Novo apresentou destaques para retirar o trecho da proposta, mas foi derrotado.</p>
<p>“Com isso [novas regras fiscais por meio de lei complementar], evitamos ter que aprovar uma PEC para aprovar o Orçamento no próximo ano”, declarou Haddad. “Podemos aprovar um novo arcabouço para durar 10 ou 15 anos, como até hoje dura a Lei de Responsabilidade Fiscal”, acrescentou.</p>
<p>A redução do prazo de vigência da PEC de dois para um ano, disse Haddad, não será problema justamente por causa da antecipação do envio do arcabouço fiscal ao Congresso. O futuro ministro não antecipou detalhes porque disse que seria “deselegante” com os economistas que pretende conversar.</p>
<h2>Neutralidade</h2>
<p>Na avaliação de Haddad, apesar de retirar R$ 145 bilhões do teto federal de gastos, a PEC terá impacto neutro sobre os gastos públicos se as despesas forem comparadas com o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). “O valor [da PEC] precisava atender ao requisito da neutralidade fiscal. O valor do ano que vem não ser menor que o deste ano”, afirmou.</p>
<p>Conforme contas apresentadas pelo grupo de Economia do Gabinete de Transição, ao considerar o crescimento de 3% do PIB nos dois primeiros trimestres de 2022 e uma expansão de 1% no próximo ano, o governo poderia gastar mais R$ 148 bilhões em 2023 e manter a despesa em 18,45% do PIB. Haddad disse que o princípio da “neutralidade fiscal” foi construído por quatro dos melhores economistas brasileiros.</p>
<p>O novo ministro também elogiou a aprovação, na PEC, do mecanismo que permite investimentos (obras e compra de equipamentos) de até R$ 23 bilhões atrelado a um eventual excesso de arrecadação no próximo ano. Ele destacou que a proposta do governo eleito chegou a ter o apoio de 70% do Congresso durante a tramitação. “Isso não tem nada de aventura ou irresponsabilidade”, declarou.</p>
<h2>Reconstrução</h2>
<p>Segundo o futuro ministro, a PEC foi necessária para reconstruir o Orçamento do próximo ano e impedir que serviços públicos e programas sociais fossem interrompidos em 2023. “O valor [de PEC] permite ao relator [do Orçamento] recompor rubricas de direito do povo”.</p>
<p>Em relação ao fim do orçamento secreto, Haddad comentou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi um pedido da população. “Voltamos ao sistema anterior, que é transparente”, declarou. O novo ministro informou que o governo eleito incorporará a reforma tributária nas duas PECs sobre o assunto que tramitam no Congresso.</p>
<p>Sobre uma possível frustração de receitas no próximo ano, Haddad disse que a nova equipe econômica fará uma reestimativa de receitas nas primeiras semanas de janeiro e que as projeções de déficit nas contas públicas que têm sido apresentadas “não vão prevalecer”. Caso a arrecadação venha menor que o previsto, o próximo governo poderá ter de aumentar impostos, mas o futuro ministro não falou sobre essa possibilidade.</p>
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