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	<title>Reforma Tributária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Reforma Tributária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo planeja manter isenção do imposto de renda para dois salários mínimos em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-planeja-manter-isencao-do-imposto-de-renda-para-dois-salarios-minimos-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 09:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta terça-feira (14) que a isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores que recebem até dois salários mínimos será mantida em 2025. A medida segue uma orientação direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e está condicionada à atualização do Orçamento do próximo ano, ainda em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta terça-feira (14) que a isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores que recebem até dois salários mínimos será mantida em 2025. A medida segue uma orientação direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e está condicionada à atualização do Orçamento do próximo ano, ainda em tramitação.</p>
<h3><strong>Atualização da Faixa de Isenção</strong></h3>
<p>Atualmente, a faixa de isenção está fixada em R$ 2.824 por mês, o que corresponde a dois salários mínimos de 2024. Caso a proposta seja aprovada, o valor será reajustado para R$ 3.036, considerando o novo salário mínimo de R$ 1.518. Essa alteração reforça o compromisso do governo com a ampliação gradual da isenção tributária para trabalhadores de baixa renda.</p>
<blockquote><p>“Estamos considerando a atualização para manter o ritmo da mudança na faixa de isenção, seguindo a orientação do presidente Lula”, afirmou Haddad antes de participar da posse do novo secretário de Comunicação, Sidônio Pereira.</p></blockquote>
<h3><strong>Reforma do Imposto de Renda em Etapas</strong></h3>
<p>Além da isenção, Haddad destacou que a reforma do Imposto de Renda será enviada após as eleições das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado e a aprovação do Orçamento de 2025. A reforma será apresentada em várias etapas, visando corrigir distorções distributivas e garantir neutralidade fiscal.</p>
<blockquote><p>“Nosso sistema tem diversas distorções que precisam ser ajustadas. Não será uma única lei, mas várias medidas encaminhadas gradualmente”, explicou o ministro.</p></blockquote>
<h3><strong>Sancionamento da Reforma Tributária</strong></h3>
<p>Haddad também informou que o presidente Lula deve sancionar, ainda nesta semana, a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo, aprovada pelo Congresso em dezembro. A essência da reforma será preservada, com vetos técnicos para evitar problemas de interpretação ou aplicação.</p>
<blockquote><p>“Encaminhamos nossas razões de veto à AGU e à Casa Civil, mas a decisão final cabe ao presidente. Os ajustes serão laterais e não impactarão o núcleo do projeto aprovado pelo Congresso”, garantiu Haddad.</p></blockquote>
<h3><strong>Impacto Econômico e Social</strong></h3>
<p>A manutenção da isenção para até dois salários mínimos reforça o compromisso do governo com a redução da carga tributária sobre os mais vulneráveis. Paralelamente, as reformas do Imposto de Renda e do consumo buscam modernizar e tornar mais justo o sistema tributário brasileiro.</p>
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		<title>Haddad acredita na estabilização do dólar e reforça medidas fiscais para 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-acredita-na-estabilizacao-do-dolar-e-reforca-medidas-fiscais-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 22:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio flutuante]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Após sucessivos recordes de alta do dólar, que chegou a R$ 6,20 nesta quarta-feira (18), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou confiança na estabilização da moeda norte-americana. Apesar de considerar possível um ataque especulativo no mercado, Haddad ressaltou que o Brasil mantém um câmbio flutuante e que os fundamentos econômicos apontam para a acomodação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após sucessivos recordes de alta do dólar, que chegou a R$ 6,20 nesta quarta-feira (18), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou confiança na estabilização da moeda norte-americana. Apesar de considerar possível um ataque especulativo no mercado, Haddad ressaltou que o Brasil mantém um câmbio flutuante e que os fundamentos econômicos apontam para a acomodação da cotação.</p>
<p>“O câmbio é flutuante e, nesse momento de incerteza, oscila. Mas acredito que irá se estabilizar em breve”, disse o ministro antes de uma reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Haddad também destacou que as principais instituições financeiras têm perspectivas mais otimistas do que os operadores de mercado.</p>
<h3>Medidas para conter oscilações</h3>
<p>O Banco Central tem intervindo no mercado, vendendo dólares para conter a alta, enquanto o Tesouro Nacional substituiu os leilões tradicionais de títulos por operações de troca e recompra até o final da semana. Haddad reconheceu que rumores de especulação são consistentes, mas prefere focar nos fundamentos econômicos: “Esses movimentos especulativos são contidos por intervenções coordenadas do Tesouro e do Banco Central.”</p>
<h3>Pacote fiscal e votação no Congresso</h3>
<p>Durante a reunião com Pacheco, Haddad reforçou a importância da aprovação do pacote fiscal no Senado até sexta-feira (20) para viabilizar a votação do Orçamento de 2025. Entre as medidas, estão a revisão das regras de reajuste do salário mínimo, com aumento real previsto entre 0,6% e 2,5% ao ano, e a contenção de benefícios tributários em caso de déficit primário.</p>
<p>“Estamos confiantes de que as propostas serão aprovadas com poucas alterações. As desidratações têm sido de pequena monta, e a base fiscal que projetamos será mantida”, afirmou o ministro.</p>
<p>Haddad não descartou a necessidade de novos ajustes fiscais em 2025, especialmente dependendo do desfecho de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a compensação financeira das desonerações da folha de pagamento. Caso o STF decida que o repasse de R$ 8,7 bilhões esquecidos no sistema financeiro ao Tesouro Nacional é irregular, o governo precisará criar novas medidas para cobrir o impacto da prorrogação da desoneração até 2027.</p>
<h3>Reforma tributária e cenário econômico</h3>
<p>Outro tema abordado foi a regulamentação da reforma tributária do consumo, aprovada pelo Congresso. Para Haddad, o novo sistema representa um marco histórico que contribuirá para o crescimento sustentável da economia brasileira.</p>
<p>“Enquanto lidamos com questões urgentes como o dólar e os juros, também trabalhamos em medidas estruturais que garantirão um futuro econômico mais estável e promissor. Se concluirmos o ano com a aprovação das medidas fiscais, teremos uma agenda positiva consolidada”, concluiu.</p>
<p>A aprovação do pacote fiscal e a estabilização do câmbio são vistas como cruciais para fechar o ano de 2024 com avanços concretos e estabelecer as bases para um 2025 mais equilibrado economicamente.</p>
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		<item>
		<title>Congresso intensifica votações para aprovar cortes, LDO e Orçamento antes do recesso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/congresso-intensifica-votacoes-para-aprovar-cortes-ldo-e-orcamento-antes-do-recesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 13:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[LDO]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional inicia uma semana decisiva para votar temas prioritários antes do recesso legislativo, que começa no próximo sábado (21). Entre as matérias em discussão, estão o pacote de cortes de gastos do governo federal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Orçamento de 2025 (PLOA) e a regulamentação da reforma tributária. Pacote fiscal: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional inicia uma semana decisiva para votar temas prioritários antes do recesso legislativo, que começa no próximo sábado (21). Entre as matérias em discussão, estão o pacote de cortes de gastos do governo federal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Orçamento de 2025 (PLOA) e a regulamentação da reforma tributária.</p>
<h3><strong>Pacote fiscal: corte de gastos e mudanças no salário mínimo</strong></h3>
<p>Com potencial de economizar R$ 70 bilhões nos próximos dois anos, o pacote fiscal inclui propostas como:</p>
<ul>
<li><strong>Mudança no reajuste do salário mínimo</strong>: O piso salarial será corrigido pela inflação mais um limite de crescimento do PIB de até 2,5%, abaixo da regra atual. Para 2025, o salário mínimo será R$ 1.515, R$ 6 a menos do que seria pelo modelo vigente.</li>
<li><strong>Revisão do abono salarial</strong>: Benefício deixará de acompanhar o crescimento do salário mínimo e será reajustado apenas pela inflação, o que, a longo prazo, reduzirá seu valor real.</li>
<li><strong>Bloqueios de emendas parlamentares</strong>: Em caso de déficit fiscal, o governo poderá bloquear até 15% das emendas discricionárias.</li>
</ul>
<p>O pacote inclui projetos de lei ordinária, complementar e uma proposta de emenda à Constituição (PEC), exigindo quóruns diferenciados para aprovação.</p>
<h3><strong>Orçamento e LDO</strong></h3>
<p>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) concluiu a análise dos relatórios setoriais, e o texto final do Orçamento de 2025 está pronto para votação. A LDO, que define metas e prioridades para o governo, também será deliberada, com sessões previstas para quarta (18) e quinta-feira (19).</p>
<h3><strong>Reforma tributária avança para a fase final</strong></h3>
<p>Após aprovação no Senado, o texto de regulamentação da reforma tributária retorna à Câmara para análise. A proposta inclui as regras do IVA Dual (CBS e IBS), substituindo cinco tributos atuais, e a criação do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A transição para o novo modelo começa em 2026 e se estenderá até 2033.</p>
<h3><strong>Esforço concentrado para aprovações rápidas</strong></h3>
<p>Para viabilizar as votações, reuniões de comissões foram suspensas, e a tramitação das propostas ocorrerá em regime de urgência. Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), há consenso entre as lideranças para concluir as matérias até o fim da semana.</p>
<p>A movimentação reflete a urgência do governo em implementar medidas de ajuste fiscal e concluir as mudanças no sistema tributário, essenciais para a estabilidade econômica em 2025.</p>
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		<item>
		<title>Reforma tributária zera impostos para medicamentos oncológicos e de doenças raras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reforma-tributaria-zera-impostos-para-medicamentos-oncologicos-e-de-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 22:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A regulamentação da reforma tributária trouxe avanços significativos para a saúde pública. O parecer apresentado nesta segunda-feira (9) pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado prevê alíquota zero para medicamentos destinados ao tratamento de câncer, doenças raras e outras enfermidades críticas. Isenção Abrangente Ao contrário da versão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação da reforma tributária trouxe avanços significativos para a saúde pública. O parecer apresentado nesta segunda-feira (9) pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado prevê alíquota zero para medicamentos destinados ao tratamento de câncer, doenças raras e outras enfermidades críticas.</p>
<h3><strong>Isenção Abrangente</strong></h3>
<p>Ao contrário da versão da Câmara dos Deputados, que estabelecia isenção com base em princípios ativos específicos, o novo texto adota uma abordagem por grupos de doenças. Medicamentos para tratamentos oncológicos, doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids, doenças negligenciadas e raras estarão isentos do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA).</p>
<p><strong>Definições e Extensões:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Doenças negligenciadas:</strong> enfermidades que afetam majoritariamente populações de baixa renda.</li>
<li><strong>Administração pública:</strong> medicamentos adquiridos pelo SUS, autarquias ou fundações públicas terão alíquota zero, desde que registrados na Anvisa.</li>
<li><strong>Programa Farmácia Popular:</strong> medicamentos, vacinas, soros e composições para nutrição enteral e parenteral fornecidos pelo programa também entram no benefício fiscal.</li>
</ul>
<p>Em casos de emergências de saúde pública, a inclusão de novos medicamentos na lista poderá ser feita por decisão conjunta do Ministério da Fazenda e do Comitê Gestor do IBS.</p>
<h3><strong>Redução de Alíquota para Produtos e Serviços de Saúde</strong></h3>
<p>O parecer amplia para 60% a redução de alíquotas em itens usados em tratamentos domiciliares, como equipamentos de <strong>home care</strong> para doenças crônicas ou terminais. Serviços de esterilização e instrumentação cirúrgica também foram incluídos.</p>
<h3><strong>Cashback Ampliado para Famílias de Baixa Renda</strong></h3>
<p>A proposta reforça o mecanismo de <strong>cashback</strong> para ressarcimento parcial ou total de tributos a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Entre as novidades está a inclusão de serviços de telecomunicações, como internet e telefonia, no sistema de devolução.</p>
<p><strong>Principais pontos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Botijão de gás:</strong> devolução de 100% da CBS e ao menos 20% do IBS para botijões de até 13 quilos.</li>
<li><strong>Serviços essenciais:</strong> água, luz, esgoto e gás encanado terão ressarcimento de 100% da CBS e no mínimo 20% do IBS.</li>
<li><strong>Outros produtos:</strong> devolução de no mínimo 20% da CBS e do IBS.</li>
</ul>
<p>Braga optou por não ampliar o <strong>cashback</strong> para famílias com renda per capita de até um salário mínimo, justificando o impacto fiscal no Orçamento.</p>
<h3><strong>Próximos Passos</strong></h3>
<p>O texto, que recebeu quase 2.000 emendas, será lido na CCJ nesta terça-feira (10), com previsão de votação no dia seguinte. Se aprovado rapidamente, o plenário do Senado poderá discutir o projeto ainda na quarta-feira (11).</p>
<p>A proposta promete aliviar custos de tratamento para milhões de brasileiros, enquanto reforça o acesso a medicamentos essenciais e serviços de saúde.</p>
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		<item>
		<title>Reforma tributária inclui faixa de isenção para aluguéis e benefícios ao setor imobiliário</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reforma-tributaria-inclui-faixa-de-isencao-para-alugueis-e-beneficios-ao-setor-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 22:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto Seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou nesta segunda-feira (9) seu parecer sobre a regulamentação da reforma tributária no Senado, trazendo mudanças significativas para o setor imobiliário. Entre as propostas, destacam-se a criação de uma faixa de isenção para aluguéis e o aumento de descontos no Imposto sobre Valor Agregado (IVA) para diversas operações imobiliárias. Isenção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou nesta segunda-feira (9) seu parecer sobre a regulamentação da reforma tributária no Senado, trazendo mudanças significativas para o setor imobiliário. Entre as propostas, destacam-se a criação de uma faixa de isenção para aluguéis e o aumento de descontos no Imposto sobre Valor Agregado (IVA) para diversas operações imobiliárias.</p>
<h3><strong>Isenção e Descontos em Aluguéis</strong></h3>
<p>O texto propõe isenção do IVA para pessoas físicas que arrecadem até R$ 240 mil anuais com locações e possuam até três imóveis alugados. Para locadores que excedam esses limites, o imposto será aplicado no cálculo da locação.</p>
<p>Além disso, o desconto do IVA para operações de aluguel foi ampliado de 60% para 70%, garantindo maior alívio fiscal para o setor.</p>
<h3><strong>Redutor Social Ampliado</strong></h3>
<p>O parecer também eleva o redutor social para aluguéis, reduzindo a base de cálculo do IVA em R$ 600, superior aos R$ 400 aprovados anteriormente pela Câmara dos Deputados. Para vendas de imóveis, os redutores permanecem inalterados: R$ 100 mil para construções e R$ 30 mil para lotes.</p>
<h3><strong>Benefícios à Construção Civil e Operações Imobiliárias</strong></h3>
<p>No setor de construção civil e intermediação imobiliária, o desconto sobre a alíquota padrão do IVA subiu de 40% para 50%, beneficiando empreendimentos que ainda estão em desenvolvimento.</p>
<h3><strong>Período de Transição</strong></h3>
<p>O parecer inclui um período de transição para operações envolvendo bens imóveis, proporcionando maior segurança jurídica e minimizando o impacto tributário sobre empreendimentos já contratados.</p>
<h3><strong>Impacto no Setor Imobiliário</strong></h3>
<p>As medidas visam estimular o mercado imobiliário, reduzindo a carga tributária e simplificando operações no setor. Segundo Braga, as mudanças também buscam equilibrar a arrecadação tributária enquanto favorecem a atividade econômica.</p>
<p>Se aprovadas, as novas regras poderão trazer benefícios diretos a locadores e construtoras, além de impulsionar o mercado de imóveis no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo anuncia isenção de IR para rendas até R$ 5 mil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-isencao-de-ir-para-rendas-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 23:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira (27) uma nova proposta que isenta do Imposto de Renda (IR) contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil. A medida será apresentada ao Congresso junto ao pacote de ajuste fiscal, como parte da segunda fase da reforma tributária. Para compensar a perda de arrecadação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira (27) uma nova proposta que <strong>isenta do Imposto de Renda (IR) contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil</strong>. A medida será apresentada ao Congresso junto ao pacote de ajuste fiscal, como parte da segunda fase da reforma tributária.</p>
<p>Para compensar a perda de arrecadação, o governo planeja instituir uma <strong>taxação adicional para pessoas que recebem mais de R$ 50 mil por mês</strong>. Segundo Haddad, a proposta não comprometerá as contas públicas e visa promover maior justiça tributária.</p>
<blockquote><p>“É o Brasil justo, com menos imposto e mais dinheiro no bolso para investir no seu pequeno negócio, impulsionar o comércio no seu bairro e ajudar a sua cidade a crescer&#8221;, afirmou o ministro em pronunciamento oficial.</p></blockquote>
<h3><strong>Avanço na reforma tributária</strong></h3>
<p>Haddad destacou que a medida é parte de um esforço mais amplo para reformar o sistema tributário no Brasil. A primeira etapa, voltada para a tributação do consumo, foi promulgada no ano passado e está em fase de regulamentação pelo Congresso Nacional.</p>
<blockquote><p>“Corrigiremos grande parte da inaceitável injustiça tributária, que aprofundava a desigualdade social em nosso país. A isenção do IR, aliada à desoneração da cesta básica, beneficiará diretamente as classes baixa e média&#8221;, disse Haddad.</p></blockquote>
<h3><strong>Impacto social e econômico</strong></h3>
<p>A proposta visa aliviar a carga tributária sobre a maioria dos brasileiros, ao mesmo tempo em que assegura que os mais ricos contribuam proporcionalmente mais. Essa mudança é projetada para aumentar o poder de compra da população, fomentar o consumo e impulsionar o comércio local.</p>
<p>Se aprovada, a nova faixa de isenção do IR representará um dos maiores avanços em termos de justiça fiscal nos últimos anos, consolidando a agenda econômica do governo para reduzir desigualdades e estimular o crescimento econômico.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Câmara aprova texto-base da reforma tributária com trava no IVA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-aprova-texto-base-da-reforma-tributaria-com-trava-no-iva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 13:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios na lista de produtos com imposto reduzido e amplia a cesta básica nacional com imposto zero. O texto será enviado para análise do Senado Federal. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Por meio de um destaque, carnes (de qualquer tipo), peixes, queijos e sal foram incluídos na lista de alimentos com isenção. O destaque para isentar as carnes e as proteínas animais foi aprovado por 477 votos a favor, três contra e duas abstenções, após destaque do PL, principal partido de oposição.</p>
<p>Apesar de articulada pela bancada ruralista e pela indústria de alimentos, a isenção foi acatada pelo relator do projeto de lei, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e celebrada pela líder do PT na Câmara, deputada Benedita da Silva (RJ). “É o sonho do presidente Lula todo o tempo se colocando de que era muito importante que houvesse proteína na cesta básica das pessoas mais vulneráveis”, disse a parlamentar.</p>
<p>Pelo texto enviado pelo governo, as carnes estavam na lista de produtos com alíquota reduzida para 40% da alíquota original, pagando 10,6% em vez de 26,5%. Agora terão alíquota zero.</p>
<p>Antes das carnes e dos queijos, o relator tinha incluído, de última hora, óleo de milho, aveia e farinhas na cesta básica nacional, que não pagará IVA. Ele também incluiu pão de forma e extrato de tomate nos produtos com imposto reduzido. Antes da votação do destaque da carne, a Câmara derrubou dois destaques, um que buscava introduzir incentivos para a construção civil e outro que buscava incluir armas e munições na cobrança do Imposto Seletivo.</p>
<p>Lopes também aumentou a lista de medicamentos com alíquota reduzida para 40% da alíquota cheia. O texto original do governo previa uma lista de 343 princípios ativos com isenção de imposto e 850 com alíquota reduzida. O texto aprovado ampliou a lista de alíquotas reduzidas para todos os medicamentos com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os medicamentos produzidos em farmácia de manipulação.</p>
<p>Atendendo à bancada feminina, o relator incluiu o Dispositivo Intrauterino (DIU), tipo de método anticoncepcional, na lista de dispositivos médicos com IVA reduzido. Anteriormente, Lopes tinha inserido itens de higiene menstrual, como absorventes, tampões higiênicos, coletores menstruais e calcinhas absorventes, na lista de produtos com de impostos, em vez de alíquota reduzida, como no projeto original.</p>
<h2>Cashback e imposto seletivo</h2>
<p>O cashback, mecanismo de devolução de imposto à população mais pobre, também foi ampliado. O projeto original previa a devolução de 100% da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, tributo federal) e 20% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, imposto estadual e municipal) na compra de gás; 50% da CBS e 20% do IBS no pagamento das contas de luz, de água e esgoto; e 20% da CBS e do IBS sobre os demais produtos. A versão aprovada eleva de 50% para 100% a devolução da CBS sobre as contas de energia elétrica, água, esgoto e gás natural.</p>
<p>Na última hora, o relator incluiu o carvão mineral na lista de produtos que pagarão o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos que fazem mal à saúde e ao meio-ambiente. Lopes, no entanto, estendeu a alíquota máxima de 0,25% para todos os minerais extraídos, não apenas ao minério de ferro, como constava no parecer anterior. A emenda constitucional fixa em 1% o limite para o Imposto Seletivo.</p>
<p>No relatório anterior, divulgado na semana passada, carros elétricos e apostas (físicas e on-line) tinham sido incluídas na lista de produtos com Imposto Seletivo. As armas e munições, no entanto, ficaram de fora, apesar de pressões de entidades da sociedade civil. Embora sejam movidos a diesel e tenham alto nível de poluição, os caminhões também não pagarão o tributo.</p>
<h2>Alíquota travada</h2>
<p>Na terça-feira (9), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a inclusão das carnes na lista de produtos isentos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/isencao-carnes-pode-elevar-aliquota-geral-em-053-ponto-diz-haddad">aumentaria o IVA em 0,53 ponto porcentual</a>, o que faria a alíquota média passar de 26,5% para 27,03%, a maior do mundo parta esse tipo de imposto, superando a da Hungria, que cobra 27%. O Banco Mundial calcula um impacto de 0,57 ponto percentual.</p>
<p>Os deputados decidiram travar a alíquota em 26,5% a partir de 2033, quando acabar a transição dos tributos atuais para o IVA. Com a limitação do futuro imposto, o governo, perderá receitas no longo prazo. Segundo o texto aprovado, se a alíquota ultrapasse o teto, o governo seria obrigado a elaborar, em conjunto com o Comitê Gestor do IBS, um projeto de lei complementar com medidas para diminuir a carga tributária.</p>
<p>A trava é mais profunda que a instituída na emenda constitucional da reforma tributária, aprovada em dezembro do ano passado. A emenda à Constituição tem um teto para evitar o aumento da carga tributária do país (medida pela relação entre a arrecadação de impostos e o Produto Interno Bruto) na comparação com a carga atual, o que permitia ao Congresso criar exceções e regimes especiais, em troca do aumento da alíquota cheia, de 26,5%. A nova trava inserida na regulamentação limita a alíquota média do IVA, obrigando o governo a reduzir a carga tributária no futuro.</p>
<h2>Planos de saúde e turismo</h2>
<p>O texto aprovado também permite que as empresas recebam créditos tributários de planos de saúde coletivos previstos em convenção, prática vedada no projeto original. Outra inclusão foi a de planos de saúde de animais domésticos, com alíquota reduzida em 30%.</p>
<p>Os deputados também incluíram um mecanismo de devolução de tributos a turistas estrangeiros que comprarem produtos no Brasil e os embarcarem na bagagem. Esse sistema existe em diversos países, quando o valor total das mercadorias ultrapassa determinado valor.</p>
<p>A proposta aprovada passa a considerar improbidade administrativa a não devolução de créditos tributários (ressarcimento parcial de tributos que impede a cobrança em cascata) às empresas nos prazos estabelecidos. Nesses casos, o secretário da Receita Federal e o presidente do Comitê Gestor do IBS serão responsabilizados.</p>
<p>O projeto estabelece até 30 dias para o pagamento de créditos os contribuintes inscritos em programas de conformidade, até 60 dias para valores dentro da média mensal do contribuinte e até 180 dias para os demais casos (créditos acima ou abaixo da média mensal da empresa).</p>
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		<title>Medicamentos Podem Ter Isenção ou Redução de Impostos: Confira as Mudanças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/medicamentos-podem-ter-isencao-ou-reducao-de-impostos-confira-as-mudancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 13:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A regulamentação da reforma tributária voltada para o consumo trará medidas destinadas a evitar o aumento dos preços dos medicamentos. Um total de 383 substâncias, que incluem vacinas, terão isenção do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), enquanto 850 princípios ativos terão suas alíquotas reduzidas em 60%. Entre os medicamentos que terão isenção, estão as vacinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação da reforma tributária voltada para o consumo trará medidas destinadas a evitar o aumento dos preços dos medicamentos. Um total de 383 substâncias, que incluem vacinas, terão isenção do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), enquanto 850 princípios ativos terão suas alíquotas reduzidas em 60%.</p>
<p>Entre os medicamentos que terão isenção, estão as vacinas contra a covid-19, dengue, febre amarela, gripe, cólera, poliomielite e sarampo, além de substâncias como insulina (para diabetes) e abacavir (antiviral contra o HIV). Também estarão isentos do imposto medicamentos como citrato de sildenafila, utilizado para tratar disfunções eréteis.</p>
<p>Já entre os princípios ativos que terão alíquota reduzida, estão omeprazol (para refluxo e úlceras digestivas), lorazepam (ansiolítico), losartana (para pressão alta), metformina (para diabetes), prednisona (anti-inflamatório, antialérgico e antirreumático) e tadalafila (para impotência sexual).</p>
<p>O projeto de lei complementar visa regulamentar a cobrança do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), que inclui a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de responsabilidade estadual e municipal. A expectativa do governo é aprovar o texto até o final de julho na Câmara dos Deputados e até o final do ano no Senado.</p>
<p>Segundo a proposta do governo, a alíquota média do IVA será de 26,5%. Com a redução de 60% na alíquota geral, os medicamentos beneficiados pagarão apenas 10,6% de imposto.</p>
<p>Apesar da regulamentação, a implementação do novo sistema tributário demandará tempo para refletir nos preços ao consumidor. A transição dos impostos atuais para o IVA começará em 2026 e se estenderá até 2032, entrando plenamente em vigor somente em 2033.</p>
<h4><strong>Fim da Cumulatividade</strong></h4>
<p>Em entrevista coletiva para explicar o projeto de lei complementar, o secretário extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, destacou que a aprovação da proposta como enviada pelo governo possibilitará &#8220;uma redução relevante de custos&#8221; dos medicamentos. Além da redução ou isenção de alíquotas, ele ressaltou que o fim da cumulatividade (cobrança em cascata) resultará em preços mais baixos para o consumidor.</p>
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		<title>Governo propõe redução de 60% no imposto para serviços privados de educação e saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-propoe-reducao-de-60-no-imposto-para-servicos-privados-de-educacao-e-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2024 13:27:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[serviços privados]]></category>
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					<description><![CDATA[Na tentativa de conter um possível aumento nos preços após a reforma tributária, o governo propôs uma redução de 60% no Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) para serviços privados de educação e saúde. A medida visa evitar um impacto excessivo sobre os consumidores, especialmente em setores como educação e saúde, que são intensivos em mão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na tentativa de conter um possível aumento nos preços após a reforma tributária, o governo propôs uma redução de 60% no Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) para serviços privados de educação e saúde. A medida visa evitar um impacto excessivo sobre os consumidores, especialmente em setores como educação e saúde, que são intensivos em mão de obra.</p>
<p>O projeto de lei complementar, enviado ao Congresso na última quarta-feira (24), detalha as reduções tributárias para atividades de cadeia produtiva curta, como serviços culturais, audiovisuais, jornalísticos e de eventos. Isso visa impedir que esses serviços sejam penalizados com um aumento desproporcional da carga tributária, decorrente do fim da cumulatividade, onde os tributos são cobrados em cascata.</p>
<p>A reforma tributária, promulgada no final do ano passado, estabeleceu os serviços gerais que teriam alíquota reduzida, mas o projeto do governo especifica as atividades contempladas. Durante as discussões, tanto o governo quanto o Congresso concordaram em que, devido à prestação direta de serviços aos consumidores e ao alto uso de mão de obra, o setor seria fortemente impactado pela alíquota cheia do IVA, que em média será de 26,5%.</p>
<p>Uma das principais mudanças da reforma é o fim da cumulatividade, que permite às empresas abater os tributos pagos sobre os insumos, evitando a tributação múltipla de um mesmo bem ao longo da cadeia produtiva. No entanto, esse sistema tem beneficiado principalmente a indústria, com uma cadeia produtiva longa, enquanto prejudica os serviços, que têm cadeia produtiva curta.</p>
<p>No caso dos serviços prestados diretamente aos consumidores, o problema se agrava, pois o abatimento de créditos tributários é mínimo. Portanto, a redução da alíquota de 26,5% para 10,6% visa minimizar o impacto sobre os consumidores.</p>
<p>O projeto agora seguirá para discussão no Congresso nos próximos meses, com previsão de votação na Câmara até julho e no Senado até o final do ano. Durante esse processo, os parlamentares poderão incluir ou retirar serviços com redução de alíquotas.</p>
<p>Entre os serviços de saúde e educação contemplados com a alíquota reduzida, estão:</p>
<ul>
<li>Ensino infantil, fundamental, médio e superior, incluindo cursos de graduação, pós-graduação e extensão;</li>
<li>Educação especial para portadores de deficiência e transtornos globais do desenvolvimento;</li>
<li>Serviços médicos, cirúrgicos, odontológicos, de enfermagem, fisioterapia, entre outros.</li>
</ul>
<p>Além disso, os serviços culturais, audiovisuais, jornalísticos e de eventos também terão a alíquota reduzida, abrangendo atividades como produção de programas de televisão, agências de notícias, organização de eventos e licenciamento de direitos autorais.</p>
<p>Essas medidas buscam equilibrar a carga tributária e garantir a acessibilidade aos serviços essenciais, sem sobrecarregar os consumidores.</p>
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		<item>
		<title>CCJ do Senado aprova reforma tributária</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ccj-do-senado-aprova-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 23:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gás de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Texto Base]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 20 votos a 6, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta terça-feira (7), o texto da reforma tributária sobre o consumo. Após a votação do texto-base, os senadores passaram a apreciar os destaques, mas um acordo com o governo fez com que todos fossem rejeitados. A expectativa é que a [&#8230;]]]></description>
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<p>Por 20 votos a 6, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta terça-feira (7), o texto da reforma tributária sobre o consumo. Após a votação do texto-base, os senadores passaram a apreciar os destaques, mas um acordo com o governo fez com que todos fossem rejeitados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A expectativa é que a proposta de emenda à Constituição vá a votação no plenário do Senado nesta quarta-feira (8). Horas antes da votação da CCJ, o relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM)  acolheu novos pedidos para incluir exceções no texto. Entre as mudanças, estão benefícios a clubes de futebol, taxistas e a ampliação de uma contribuição para a região Centro-Oeste. O relator também aceitou incluir o gás de cozinha no mecanismo de <em>cashback</em> (devolução de dinheiro) para a população de baixa renda.</p>
<p>Das 777 emendas apresentadas ao relator, 247 foram acatadas. Entre as mudanças aceitas de última hora, está a emenda do senador Mecias de Jesus (Republicanos-MA), que estende ao gás de cozinha o <em>cashback</em>. A versão anterior do parecer tinha incluído a energia elétrica no mecanismo de ressarcimento de tributos às pessoas mais pobres.</p>
<p>Outra mudança está no tratamento diferenciado a clubes de futebol. Proposta pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), a emenda mantém o recolhimento unificado de tributos pelas Sociedades Anônimas do Futebol. Segundo Braga, esse mecanismo jurídico tem ajudado a recuperar a saúde financeira dos clubes. O relatório já previa que as atividades esportivas pagariam alíquota reduzida em 60% da futura Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>
<p>O novo parecer incluiu benefícios para taxistas comprarem veículos. Braga acolheu emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que manterá a isenção na compra de automóveis por taxistas e por pessoas com deficiência ou consideradas dentro do espectro autista. O relatório anterior extinguiria o benefício, com a unificação de tributos.</p>
<p>Braga acatou ainda uma emenda do senador Marcelo Castro (MDB-PI) para restaurar a alíquota reduzida para atividades de restauração urbana de zonas históricas. O benefício estava no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, mas havia sido excluído na primeira versão do parecer do relator.</p>
<p>Outros benefícios incluídos no relatório são a alíquota zero para medicamentos e dispositivos médicos comprados pelo governo e por entidades de assistência social sem fins lucrativos, de autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES). Braga também acolheu emendas dos senadores Espiridião Amin (Progressistas-SC) e Izalci Lucas (PSDB-DF) para zerar a alíquota de IBS, tributo administrado pelos estados e municípios, para serviços prestados por instituições científicas, tecnológicas e de inovação sem fins lucrativos. Na versão anterior, apenas a CBS, tributo federal, teria a alíquota zerada.</p>
<h2>Contribuição regional</h2>
<p>Em relação ao Centro-Oeste, Braga atendeu a uma demanda dos governadores da região para ampliar, até 2043, a contribuição sobre exportações de grãos, produtos primários e semielaborados, que financiará investimentos locais em infraestrutura. Na versão anterior do relatório, o benefício seria cobrado até 2032, quando o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deixasse de existir.</p>
<p>Diante de novas alterações feitas no texto do relatório da reforma tributária apresentado nesta terça-feira à Comissão de Constituição e Justiça, o relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM) informou, durante a leitura do documento, que, se aprovada pelo Senado, pedirá novo estudo do Ministério da Fazenda sobre os impactos que ela poderá ter, em especial com relação à alíquota sobre o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) – que substituirá os cinco tributos que incidem sobre o consumo.</p>
<p>Braga chegou à sessão da CCJ otimista de que o relatório seja aprovado ainda hoje pela comissão, para que seja votada já na quarta-feira pelo plenário da casa. “Esta é a primeira reforma tributária a ser executada em regime de democracia neste país”, lembrou o senador.</p>
<h2>Trava</h2>
<p>Entre os pontos descritos no relatório, ele destacou a inclusão de uma trava para limitar a carga tributária no país e a simplificação de todo o sistema tributário. O teto para a carga tributária havia sido anunciado no fim de outubro.</p>
<p>“Com a trava que estamos oferecendo, garantimos a neutralidade tributária. Se o PIB [Produto Interno Bruto, que é a soma de todas riquezas produzidas no país] não cresce, nós não podemos aumentar a carga tributária. É na realidade uma engenharia reversa da reforma administrativa, de corte de gasto e de despesa”, explicou o relator.</p>
<p>Ele destacou também o possível aumento de 0,5 ponto percentual previsto por Haddad para o IVA. Segundo Braga, esse aumento teve por base a análise feita no relatório preliminar apresentado no dia 25 de outubro.</p>
<p>“O texto apresentado representa a imensa maioria da vontade dos senadores, tanto na CCJ quanto no plenário do Senado”, disse o senador ao comentar as alterações feitas pela relatoria. Ele acrescentou que “temas e pontos levantados foram amplamente discutidos para encontrarmos um texto que fosse a média da demanda do colegiado”.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Na avaliação do relator, o atual sistema tributário é um “manicômio”. Já a proposta em discussão representa grande avanço. “Se não é a ideal, é muito melhor do que o que temos hoje”, resumiu.</p>
<p>“Esperamos que a reforma tributária seja equilibrada para todos os brasileiros e, assim, todos eles estejam engajados neste esforço de restabelecer a credibilidade, a confiança e a simplificação do sistema tributário. E assim, possamos reduzir o custo Brasil do ponto de vista tributário, para que a economia volte a crescer, que a base tributária seja ampliada e, olhando para o médio prazo, haja uma queda da carga tributária”, disse Braga no Senado.</p>
<p>Sobre as exceções previstas no texto, para setores que teriam alíquotas privilegiadas, Braga disse que “para cada concessão feita no relatório do dia 25, houve uma redução de concessão. A questão do transporte, por exemplo, nós tiramos alguns modais da alíquota reduzida para o regime diferenciado, para podermos fazer o equilíbrio”.</p>
<p>“Em relação a cesta básica, reduzimos a que teria alíquota zero e criamos a cesta básica estendida com alíquota reduzida e <em>cashback</em>. Resolvemos a equação da conta de energia, criando <em>cash back</em>, sem impacto de déficit fiscal, e também a equação do saneamento, sem criar uma alíquota reduzida, resolvendo a questão dos bens de capital e a equação do equilíbrio econômico financeiro dos seus contratos. Para cada uma das questões, nós fomos milimetricamente fazendo as compensações”, acrescentou.</p>
<p>Braga se reuniu na noite desta segunda-feira (6) para discutir os detalhes finais do texto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Casa Civil, Rui Costa; com o secretário de Relações Institucionais,Alexandre Padilha e com o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).</p>
<p><em>*Texto atualizado após a rejeição dos destaques na comissão.</em></p>
</div>
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