<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Reflorestamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/reflorestamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 14:39:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Reflorestamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Projeto “Muda o Amanhã”, da Zona Oeste Mais Saneamento, recebe selo PROSEGH por ações de reflorestamento no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-muda-o-amanha-da-zona-oeste-mais-saneamento-recebe-selo-prosegh-por-acoes-de-reflorestamento-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Muda o Amanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[selo PROSEGH]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89919</guid>

					<description><![CDATA[A Zona Oeste Mais Saneamento recebeu o selo PROSEGH (certificação do Programa Estadual de Segurança Hídrica), na noite desta segunda-feira (13), durante o XII Encontro de Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro (ECOB 2026), realizado na cidade de Miguel Pereira, na Serra Fluminense. O prêmio foi direcionado para o Projeto Muda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Zona Oeste Mais Saneamento recebeu o selo PROSEGH (certificação do Programa Estadual de Segurança Hídrica), na noite desta segunda-feira (13), durante o XII Encontro de Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro (ECOB 2026), realizado na cidade de Miguel Pereira, na Serra Fluminense. O prêmio foi direcionado para o Projeto Muda o Amanhã, uma ação estratégica da concessionária voltada à contribuição do reflorestamento e à educação ambiental no Parque Estadual da Pedra Branca.</p>
<p>Lançado em março de 2025, o projeto já contabiliza cerca de 5 mil mudas nativas da Mata Atlântica plantadas e consolida, em pouco mais de um ano. Executado em parceria com o Programa Replantando Vida (CEDAE), o Movimento Trilha Transcarioca (MTT) e a gestão do Parque Estadual da Pedra Branca, o Muda o Amanhã promove uma atuação colaborativa de impacto direto no reflorestamento do território.</p>
<p>O Muda o Amanhã é motivo de muito orgulho para a Zona Oeste Mais porque mostra que é possível gerar impacto positivo de forma contínua. Com parcerias sólidas e foco na agenda ambiental, conseguimos transformar boas ideias em resultados concretos para a cidade – declarou o presidente da concessionária, Daniel Moura.</p>
<p>Este não é o primeiro reconhecimento PROSEGH da Zona Oeste Mais Saneamento. Em 2023, a concessionária recebeu o selo com o projeto “Água de Reuso”, iniciativa que transforma efluentes tratados em cerca de 8 milhões de litros mensais de água reutilizável, aplicada em atividades operacionais como limpeza urbana, irrigação e manutenção de redes.</p>
<p><strong>Sobre o Prosegh</strong></p>
<p>O reconhecimento do Programa Estadual de Segurança Hídrica (Prosegh) foi criado em 2021 pela Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). A certificação funciona como um importante ativo reputacional ao reconhecer publicamente organizações que adotam práticas alinhadas à preservação dos recursos hídricos.</p>
<p><strong>Sobre a Zona Oeste Mais Saneamento</strong></p>
<p>A Zona Oeste Mais Saneamento é responsável pela gestão comercial, coleta e tratamento de esgoto em bairros da Zona Oeste do Rio de Janeiro, atuando na ampliação da cobertura e na melhoria contínua dos serviços de saneamento na região.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89919</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Projeto Restaura Amazônia inicia nova etapa com foco em Terras Indígenas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-restaura-amazonia-inicia-nova-etapa-com-foco-em-terras-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 19:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[restauração ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=82871</guid>

					<description><![CDATA[Durante a programação do Abril Indígena, foi lançada nesta sexta-feira (11) a terceira chamada pública do projeto Restaura Amazônia, iniciativa que visa impulsionar a restauração florestal em Terras Indígenas. Com recursos de R$ 150 milhões provenientes do Fundo Amazônia, a nova etapa selecionará 90 propostas voltadas à recuperação ecológica com espécies nativas, sistemas agroflorestais e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a programação do Abril Indígena, foi lançada nesta sexta-feira (11) a terceira chamada pública do projeto Restaura Amazônia, iniciativa que visa impulsionar a restauração florestal em Terras Indígenas. Com recursos de R$ 150 milhões provenientes do Fundo Amazônia, a nova etapa selecionará 90 propostas voltadas à recuperação ecológica com espécies nativas, sistemas agroflorestais e produção de alimentos.</p>
<p>A ação é resultado da parceria entre os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e contempla três grandes regiões: Amazonas, Acre e Rondônia; Mato Grosso e Tocantins; Pará e Maranhão. Cada macrorregião receberá R$ 46 milhões.</p>
<p>De acordo com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, o objetivo é transformar a região com maior índice de desmatamento na Amazônia no chamado Arco da Restauração, atuando diretamente em áreas degradadas, inclusive em territórios indígenas.</p>
<p><em>“Temos feito seguidamente editais como, por exemplo, o aporte de recursos para fortalecer o Corpo de Bombeiros para que possamos enfrentar incêndios ou restaurar aquilo que foi destruído”</em>, afirmou.</p>
<p>As propostas devem contemplar áreas de 50 a 200 hectares, com valores que variam entre R$ 1,5 milhão e R$ 9 milhões. A participação direta de comunidades indígenas é obrigatória nos projetos, e as inscrições estarão abertas até 19 de julho.</p>
<p><strong>Mais recursos e reconhecimento internacional</strong></p>
<p>A ministra Marina Silva destacou ainda os resultados expressivos obtidos nos últimos dois anos com a redução do desmatamento, o que reforçou a confiança internacional no Fundo Amazônia. “Nesses dois últimos anos, nós reduzimos algo em torno de 450 milhões de toneladas de CO₂, o que fez com que a gente pudesse fazer uma captação que dobrou os recursos do Fundo Amazônia”, observou.</p>
<p><strong>Apoio à saúde indígena também ganha reforço</strong></p>
<p>Outra iniciativa anunciada durante o evento foi o financiamento do projeto Saúde e Território, com R$ 31,7 milhões destinados à melhoria da atenção básica em 19 terras indígenas fora da Amazônia Legal, incluindo áreas no Vale do Ribeira (SP) e litoral do Paraná. O projeto é a primeira ação estruturada do fundo voltada exclusivamente à saúde dos povos originários.</p>
<p>Somando todos os repasses recentes, o Fundo Amazônia já destinou R$ 467 milhões exclusivamente para ações voltadas aos povos indígenas.</p>
<p>Desde dezembro de 2024, o Restaura Amazônia vem promovendo chamadas públicas específicas: a primeira focada em unidades de conservação (R$ 92 milhões), a segunda voltada para assentamentos da reforma agrária (R$ 150 milhões), e agora, com foco em Terras Indígenas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">82871</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Rio contará com drone e inteligência artificial no reflorestamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-contara-com-drone-e-inteligencia-artificial-no-reflorestamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 23:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=72345</guid>

					<description><![CDATA[A cidade do Rio de Janeiro passará a contar com a ajuda de drones e inteligência artificial nas ações de reflorestamento. O equipamento, que tem a capacidade de lançar, por dia, sementes em uma área de 50 hectares, ou seja, aproximadamente 50 campos de futebol, será usado para reflorestar áreas de difícil acesso e de encostas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A cidade do Rio de Janeiro passará a contar com a ajuda de drones e inteligência artificial nas ações de reflorestamento. O equipamento, que tem a capacidade de lançar, por dia, sementes em uma área de 50 hectares, ou seja, aproximadamente 50 campos de futebol, será usado para reflorestar áreas de difícil acesso e de encostas na cidade. As ações deverão começar já na próxima semana, de acordo com a prefeitura.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Nesta sexta-feira (5), o prefeito Eduardo Paes e a secretária de Meio Ambiente e Clima, Taína de Paula, acompanharam a demonstração da aplicação do equipamento no Mirante do Pedrão, em Botafogo, dentro do Parque Maciço da Preguiça, na zona sul do Rio. Segundo Paula, o reflorestamento realizado na cidade, além de outros efeitos, permitirá que a população sofra menos com as ondas de calor.</p>
<p>“Todos nós vimos o que aconteceu nas últimas semanas. Perdemos pessoas para a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-11/rio-tem-calor-recorde-e-sensacao-termica-beira-os-60degc-nesta-sexta" target="_blank" rel="noopener"> grave onda de calor</a> e, sem dúvida alguma, aumentar nossa capacidade de reflorestamento, e claro, dar suporte às questões emergenciais, com pontos de hidratação, melhor atendimento às pessoas desidratadas que sofrem com as ondas de calor, mas ter ações de médio e longo prazo também é muito importante”, ressalta a secretária.</p>
<p>O projeto-piloto do novo tipo de trabalho de reflorestamento será na Floresta da Posse, em Campo Grande, na zona oeste da cidade. Os impactos serão sentidos, de acordo com Paula, no prazo de dois a cinco anos, tempo necessário para que as plantas cresçam. A prefeitura irá investir R$ 27 mil em uma espécie de aluguel do drone, em uma parceria com a<em> startup </em>franco-brasileira Morfo. Serão usadas apenas sementes de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-07/desmatamento-na-mata-atlantica-cai-42-no-acumulado-do-ano-ate-maio" target="_blank" rel="noopener">Mata Atlântica</a>, vegetação nativa da região.</p>
<h2>Estudos e mapeamentos</h2>
<p>A Morfo dará suporte às equipes de campo do Refloresta Rio, programa de reflorestamento da prefeitura do Rio. De acordo com a administração municipal, uma equipe com duas pessoas e um drone pode replantar 100 vezes mais rápido um campo do que se fossem utilizados os métodos tradicionais. Além disso, em uma ação, pode-se contar com pelo menos 20 espécies nativas, a um valor até cinco vezes mais barato, não só pela rapidez no procedimento, mas também porque o plantio com sementes evita a implantação de um viveiro e sua manutenção por vários meses.</p>
<p>As ações com drones envolvem também o mapeamento e a digitalização do território do Rio, um estudo da área a ser reflorestada e o acompanhamento das áreas plantadas, para garantir que esse reflorestamento seja efetivo. A Morfo irá atuar também na seleção de sementes. Segundo o CEO da <em>startup</em> no Brasil, Grégory Maitre, algumas sementes são inclusive encapsuladas.  <em>“A gente usa os drones para dispersar as sementes e algumas a gente encapsula, ou seja, a gente desenvolveu uma cápsula que permite aumentar a taxa de germinação dessas sementes que são dispersas. Essa cápsula vai nutrir, proteger, reter umidade e permitir que a germinação seja melhor”</em>, explica.</p>
<p>A inteligência artificial será usada na definição de um plano de plantio, de acordo com a prefeitura, calculando quais sementes serão plantadas em quais áreas, junto com quais espécies, a proporção de sementes de cada uma delas e a quantidade necessária para cada espaço, criando padrões de plantio.</p>
<h2>Ajuda no plantio</h2>
<p>A gerente do programa Programa Mutirão Reflorestamento, Camila Rocha, diz que o drone irá auxiliar os trabalhadores. <em>“O drone consegue acessar áreas mais distantes e também irá auxiliar com a parte de monitoramento dessas áreas”</em>, diz. O programa, que atualmente é chamado Refloresta Rio, foi lançado na década de 1980. As ações contam com o auxílio de moradores dos próprios locais a serem reflorestados.</p>
<p>Rocha conta que o início do trabalho é o mais desafiador, quando é preciso capinar áreas com vegetação de até 3 metros de altura.</p>
<p><em>“São todas atividades manuais, capina com enxada. O transporte de mudas é feito manualmente, cada muda que chega ao topo do morro, à base ou ao terço médio, é levada manualmente pelas mãos de cada trabalhador. Então, faz a capina, abre as covas, leva as mudas e, quando acontece uma climática favorável, esse plantio é executado. Após o plantio é indispensável que seja feita a manutenção dessas áreas, com capina e replantio se necessário, para garantir o sucesso do reflorestamento”</em>, detalha.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">72345</post-id>	</item>
		<item>
		<title>CEDAE retoma doações de mudas florestais em muniípios do interior do estado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cedae-retoma-doacoes-de-mudas-florestais-em-muniipios-do-interior-do-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 21:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cedae]]></category>
		<category><![CDATA[doações de mudas florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mudas]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[Replantando Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=46818</guid>

					<description><![CDATA[Após concentrar todos os esforços nos serviços de limpeza e organização da cidade de Petrópolis, fortemente atingida pelo temporal no mês passado, as equipes do Replantando Vida vão retomar as doações de mudas florestais. Nesta semana, os municípios de Piraí, na Região Centro-Sul Fluminense; São Fidélis, no Noroeste; e Aperibé, no Norte do Estado, vão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após concentrar todos os esforços nos serviços de limpeza e organização da cidade de Petrópolis, fortemente atingida pelo temporal no mês passado, as equipes do Replantando Vida vão retomar as doações de mudas florestais. Nesta semana, os municípios de Piraí, na Região Centro-Sul Fluminense; São Fidélis, no Noroeste; e Aperibé, no Norte do Estado, vão receber um total de sete mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica. Entretanto, equipes do Replantando Vida permanecem atuando diariamente na cidade de Petrópolis.</p>
<p>Na terça-feira (15/03), três mil mudas serão destinadas a Piraí, onde produtores rurais farão o reflorestamento de áreas de preservação permanente. Já na quinta-feira (17/03), será a vez de as cidades de São Fidélis e Aperibé receberem duas mil mudas cada, também para ações locais de reflorestamento.</p>
<p>As ações ocorrem em parceria com as Secretarias Municipais de Meio Ambiente e, entre as espécies doadas, estão cajá mirim, jatobá, jenipapo, sapoti, uvaia, araçá roxo, jabuticaba, pitanga, aldrago, araribá e ipê amarelo.</p>
<p>Somente neste ano, a Cedae – por meio do Programa Replantando Vida – já viabilizou a doação de mais de 60 mil mudas, contribuindo para a recuperação de uma área de aproximadamente 36 hectares de mata.</p>
<p>Municípios e/ou instituições interessadas em estabelecer parcerias para atividades de reflorestamento podem entrar em contato com a Companhia pelo e-mail <a href="mailto:replantandovida@cedae.com.br">replantandovida@cedae.com.br</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Replantando Vida</strong><br />
Unindo preservação ambiental e ressocialização de apenados do sistema prisional estadual, o programa Replantando Vida mantém viveiros florestais na Estação de Tratamento de Águas (ETA) do Guandu, na Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) de São Gonçalo, na ETE Alegria, no Reservatório Victor Konder, na Caixa Velha da Tijuca, no Complexo do Alemão e na Colônia Penal Agrícola de Magé. As unidades têm capacidade de produzir 1,8 milhão de mudas por ano de 254 espécies nativas da Mata Atlântica, das quais 40 estão ameaçadas de extinção.</p>
<p>As espécies cultivadas nos viveiros da Companhia são usadas na recuperação de matas ciliares e na preservação da Mata Atlântica. Somente em 2021, mais de 120 mil mudas foram distribuídas a projetos de reflorestamento em 44 municípios do Estado do Rio de Janeiro. Ao longo de 20 anos, mais de 4 milhões de mudas foram produzidas.</p>
<p>Todos os viveiros contam com a mão de obra de apenados dos regimes semiaberto, aberto e em liberdade condicional, que integram o programa, fruto do contrato entre a Cedae e a Fundação Santa Cabrini. Além dos trabalhos ligados à área ambiental, os participantes desempenham diversas atividades na Cedae, como serviços gerais dos setores administrativos e operacionais; confecção de uniformes da companhia e máscaras de proteção contra a Covid-19; manutenção de áreas verdes e jardinagem; obras e reparos. Eles recebem remuneração pelo serviço prestado, auxílios transporte e alimentação, além do benefício de redução de um dia de pena a cada três trabalhados.</p>
<p>Desde a sua criação, mais de 4 mil pessoas já passaram pelo Replantando Vida, que é o maior empregador de mão de obra apenada do País. O programa, contrato da Cedae com a Fundação Santa Cabrini, recebeu o reconhecimento pelo ‘Selo Resgata’, concedido pelo Ministério da Justiça em três edições, e foi contemplado com três premiações da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, o prêmio Firjan Ambiental.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46818</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
