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	<title>Redução &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Redução &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Câmara aprova projeto que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 14:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputdos]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o projeto de lei que reduz penas de condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado — grupo que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta foi aprovada por 291 votos a favor e 148 contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o projeto de lei que reduz penas de condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado — grupo que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta foi aprovada por 291 votos a favor e 148 contra e agora será enviada ao Senado.</p>
<p>O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), ao PL 2162/23, apresentado por Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) e outros parlamentares.</p>
<h2><strong>Mudança no cálculo das penas</strong></h2>
<p>A principal mudança prevista no substitutivo determina que, quando os crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e de tentativa de golpe de Estado forem praticados no mesmo contexto, não haverá soma das penas. Em vez disso, será aplicada apenas a pena mais grave, que varia de 4 a 12 anos.</p>
<p>O projeto original previa uma anistia ampla aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, mas essa proposta foi retirada pelo relator e não integra o texto final.</p>
<p>Se o projeto virar lei, todos os condenados por esses crimes poderão ter suas penas revistas — incluindo o grupo principal julgado pelo STF em novembro:</p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente</li>
<li>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa</li>
<li>Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil</li>
<li>Augusto Heleno, ex-chefe do GSI</li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça</li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado federal</li>
</ul>
<p>Eles receberam penas entre 16 e 24 anos em regime fechado, em decisões definitivas da 1ª Turma do STF.</p>
<p>Parlamentares da oposição afirmam que, com a nova regra, Bolsonaro poderia cumprir cerca de 2 anos e 4 meses em regime fechado, contra os 7 anos e 8 meses previstos atualmente — cálculo que ainda dependerá de decisão do STF.</p>
<h2><strong>Progressão de regime mais rápida</strong></h2>
<p>Outro ponto polêmico da proposta modifica as regras de progressão de pena. Atualmente, para crimes sem violência ou grave ameaça, o réu primário pode progredir após cumprir <strong>16%</strong> da pena. Porém, como os crimes relacionados ao golpe incluem grave ameaça, hoje o índice exigido é de <strong>25%</strong>.</p>
<p>O relator propõe unificar a regra:</p>
<ul>
<li>Réu primário → progressão após 16%, mesmo para crimes com grave ameaça</li>
<li>Reincidente → progressão após 20% (antes, 30%)</li>
</ul>
<p>A exceção vale apenas para crimes contra a vida ou contra o patrimônio cometidos com violência, que permanecem com a regra dos 25% (primários) e 30% (reincidentes).</p>
<p>Especialistas alertam que essa mudança pode impactar outros crimes do Código Penal que não figuram nos títulos de crimes contra a vida e o patrimônio, como delitos ligados à exploração sexual, que também envolvem grave ameaça, mas passariam a ter progressão mais branda.</p>
<h2><strong>Possibilidade de redução de pena em prisão domiciliar</strong></h2>
<p>O texto também abre a possibilidade de que estudo e trabalho realizados em <strong>prisão domiciliar</strong> possam reduzir dias de pena — algo já aceito em decisões do STJ, mas ainda sem previsão clara na lei.</p>
<h2><strong>Redução adicional para participantes sem liderança</strong></h2>
<p>Para crimes cometidos em contexto de multidão, como os atos de 8 de janeiro, a proposta prevê<strong> redução de um terço a dois terços da pena</strong>, desde que o condenado:</p>
<ul>
<li>não tenha financiado os atos</li>
<li>não tenha exercido papel de liderança</li>
</ul>
<p>Essa regra deve beneficiar principalmente os condenados que participaram dos ataques, mas não tiveram papel de comando.</p>
<h2><strong>Destaques rejeitados</strong></h2>
<p>O plenário rejeitou todas as tentativas de modificar o texto feitas por partidos como PSB, PSOL-Rede e PT-PCdoB-PV. As propostas buscavam:</p>
<ul>
<li>manter regras atuais de progressão de pena</li>
<li>impedir redução em regime domiciliar</li>
<li>evitar aplicação apenas da pena mais grave</li>
<li>retirar o benefício para crimes cometidos em multidão</li>
</ul>
<p>Nenhum dos destaques foi aprovado.</p>
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		<title>Petrobras reduz preço do diesel para distribuidoras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-reduz-preco-do-diesel-para-distribuidoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 18:10:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[Redução]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro, uma nova redução no preço do diesel A vendido às distribuidoras. A partir desta terça-feira (6), o litro passará a custar R$ 3,27, com queda de R$ 0,16 em relação ao valor anterior. Segundo a estatal, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro, uma nova redução no preço do diesel A vendido às distribuidoras. A partir desta terça-feira (6), o litro passará a custar R$ 3,27, com queda de R$ 0,16 em relação ao valor anterior.</p>
<p>Segundo a estatal, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A com 14% de biodiesel, o preço médio do litro para o consumidor final deve ser de R$ 2,81 nos postos.</p>
<p>Desde dezembro de 2022, a Petrobras acumula uma redução de R$ 1,22 por litro no preço do diesel para as distribuidoras — queda de 27,2%. Corrigido pela inflação, o recuo é ainda maior: R$ 1,75 por litro, ou 34,9%.</p>
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		<item>
		<title>STF Sugere meta anual para redução da letalidade policial no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-sugere-meta-anual-para-reducao-da-letalidade-policial-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operações Policiais]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Redução]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nota técnica elaborada por servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) sugeriu a fixação de uma meta anual para a redução da letalidade policial no Rio de Janeiro. O documento foi anexado à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, e será avaliado pelo ministro Edson Fachin, relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nota técnica elaborada por servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) sugeriu a fixação de uma meta anual para a redução da letalidade policial no Rio de Janeiro. O documento foi anexado à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, e será avaliado pelo ministro Edson Fachin, relator do caso.</p>
<p>Na terça-feira (2), após um encontro com a cúpula da segurança pública do Rio, o ministro Fachin informou que o processo deve ser liberado para julgamento definitivo no segundo semestre deste ano. Caberá ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, agendar o julgamento no plenário do tribunal.</p>
<p>O parecer foi solicitado por Fachin e elaborado pelo Núcleo de Processos Estruturais e Complexos (Nupec) e pelo Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol). Esses grupos de trabalho auxiliam os ministros com estudos sobre causas de alta complexidade que são julgadas pela Corte.</p>
<p>Além da fixação da meta, a nota técnica sugere que a decisão final do Supremo torne obrigatório o acompanhamento psicológico para policiais envolvidos em mortes durante operações. Outras recomendações incluem a criação de um protocolo para a realização de operações em regiões próximas a escolas e unidades de saúde, o treinamento de policiais para atendimento médico à população e a criação de normas para garantir a participação dos familiares de vítimas na investigação.</p>
<p>As sugestões foram estabelecidas após reuniões realizadas entre dezembro do ano passado e junho deste ano, envolvendo todas as partes envolvidas no processo, como a Secretaria de Segurança Pública do Rio, o Ministério Público, as polícias Civil e Militar, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (Bope).</p>
<p>Ontem (3), após receber a nota técnica, Fachin determinou que todos os envolvidos apresentem manifestações finais sobre o caso.</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Com a ADPF, a Corte obrigou o uso de câmeras corporais nas fardas dos policiais e nas viaturas, além da determinação de aviso antecipado das operações para autoridades das áreas de saúde e educação, a fim de proteger escolas e unidades de saúde de tiroteios entre policiais e criminosos.</p>
<p>Segundo a nota técnica elaborada pelo Supremo, as decisões tomadas a partir de 2020 contribuíram para a diminuição da letalidade, conforme dados do Ministério Público do Rio. Em 2020, 1,2 mil pessoas morreram durante intervenções policiais. No ano passado, o número caiu para 871. Nos primeiros quatro meses de 2024, foram registrados 205 óbitos.</p>
<p>No caso das câmeras, 100% do efetivo do Bope já utiliza o equipamento. Mais 13 mil câmeras estão à disposição da Polícia Militar do Rio.</p>
<p><strong>Sugestões do Grupo de Estudos do STF</strong></p>
<ul>
<li>Meta anual de redução da letalidade policial;</li>
<li>Avaliação psicológica de todos os policiais envolvidos em mortes;</li>
<li>Protocolo para operações próximas a escolas e unidades de saúde;</li>
<li>Criação de indicadores para avaliar atendimento pré-hospitalar pelos policiais;</li>
<li>Participação de familiares das vítimas na investigação criminal;</li>
<li>Garantia de autonomia técnica e funcional à polícia científica;</li>
<li>Implementação de obrigações para controle da atividade policial;</li>
<li>Divulgação de dados sobre mortes por intervenção policial no estado;</li>
<li>Criação de comissão para monitorar as medidas determinadas pelo STF.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Em cinco décadas, vida selvagem diminui quase 70%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/em-cinco-decadas-vida-selvagem-diminui-quase-70/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 14:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies selvagens]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Redução]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>
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					<description><![CDATA[A população de espécies selvagens sofreu, desde 1970, redução de quase 70% por cento provocada por causas humanas, revela o Relatório Living Planet, publicado pela organização não governamental ambientalista WWF (World Wildlife Fund). &#8220;É necessária uma ação urgente se quisermos reverter a perda da natureza&#8221;, alertam os pesquisadores. A última avaliação sobre populações de vida selvagem está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A população de espécies selvagens sofreu, desde 1970, redução de quase 70% por cento provocada por causas humanas, revela o <em>Relatório Living Planet</em>, publicado pela organização não governamental ambientalista WWF (World Wildlife Fund). &#8220;É necessária uma ação urgente se quisermos reverter a perda da natureza&#8221;, alertam os pesquisadores.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A última avaliação sobre populações de vida selvagem está descrita no <em>Relatório Planeta Vivo 2022</em>, que analisa as tendências da biodiversidade global e da saúde do planeta.</p>
<p>O documento alerta para um declínio médio de 69% nas populações de diferentes espécies desde 1970.</p>
<p>Os 89 autores do relatório reiteram a necessidade de os lideres mundiais se alinharem num acordo ambicioso na Cúpula da Biodiversidade, que será realizada no Canadá em dezembro deste ano.</p>
<p>Reduzir as emissões de carbono para limitar o aquecimento global abaixo de 1,5°C nesta década deverá ser um dos tópicos prioritários na agenda, afirmam.</p>
<h2>Últimos 50 anos</h2>
<p>À medida que a espécie humana continua a desmatar florestas, a consumir os recursos além dos limites do planeta e a poluir em grande escala, a abundância de pássaros, peixes, anfíbios e répteis diminui em mais de dois terços &#8211; foi essa a tendência entre 1970 e 2018.</p>
<p>A perda de vida no planeta, impulsionada pela mão humana, é interpretada por muitos cientistas como a sexta extinção em massa desde a época dos dinossauros, há 66 milhões de anos.</p>
<p>O uso da terra continua a ser o fator com maior impacto na perda de biodiversidade em todo o planeta, diz o levantamento. Os pesquisadores mostram que a maior dificuldade dos animais está na liberdade de movimentos pelas paisagens terrestres.</p>
<p>Apenas 37% dos rios com mais de mil quilômetros continuam a fluir livremente ao longo de toda a extensão, enquanto 10% por cento das áreas protegidas do mundo são bloqueados ora por infraestruturas, ora por exploração agrícola..</p>
<h2>Regiões fragilizadas</h2>
<p>As populações de animais selvagens mais afetadas vivem no centro e no sul do Continente Americano. Em 48 anos,foi registrada queda de 94%.</p>
<p>Tanya Steele, chefe executiva do WWF-UK, afirmou: &#8220;Este relatório nos diz que os piores declínios estão na região da América Latina que abriga a maior floresta tropical do mundo, a Amazônia. As taxas de desmatamento aceleram, despojando esse ecossistema único não apenas de árvores, mas da vida selvagem que depende delas e da capacidade da Amazônia de atuar como um dos nossos maiores aliados na luta contra as mudanças climáticas.”</p>
<p>O Continente Africano apresenta a segunda maior queda, com 66%, seguido da Ásia e do Pacífico, com 55%, e da América do Norte, com 20%. A Europa e a Ásia Central registraram queda de 18%. A perda total é semelhante ao desaparecimento da população humana da Europa, das Américas, da África, Oceânia e China, de acordo com o relatório.</p>
<p>&#8220;Apesar da ciência, das projeções catastróficas, dos discursos e promessas apaixonados, das florestas em chamas, dos países submersos, das temperaturas recordes e milhões de deslocados, os líderes mundiais continuam sentados, assistindo o mundo queimar diante de nossos olhos&#8221;, observa Steele.</p>
<p>&#8220;As crises do clima e da natureza, os destinos entrelaçados, não são uma ameaça distante que os nossos netos vão resolver com tecnologia ainda a ser descoberta&#8221;, afirmou.</p>
</div>
</div>
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		<title>Petrobras anuncia redução no preço do gás de cozinha</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-anuncia-reducao-no-preco-do-gas-de-cozinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 23:37:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gás de cozinha]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (8), uma redução no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que é usado com gás de cozinha. A diminuição no valor foi de R$ 0,25 por quilo. Segundo a companhia, isso foi possível graças à taxa de câmbio, que tem refletido uma valorização do real frente ao dólar. “Acompanhando a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (8), uma redução no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que é usado com gás de cozinha. A diminuição no valor foi de R$ 0,25 por quilo. Segundo a companhia, isso foi possível graças à taxa de câmbio, que tem refletido uma valorização do real frente ao dólar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Acompanhando a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio, que se estabilizaram em patamar inferior para o GLP, e coerente com a sua política de preços, a Petrobras reduzirá seus preços de venda às distribuidoras. A partir de 9/4, o preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg, refletindo redução média de R$ 3,27 por 13 kg”, informou a estatal.</p>
<p>Na mesma nota, a Petrobras reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais.</p>
</div>
</div>
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