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	<title>Recurso &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>TSE analisa recurso de Cláudio Castro contra condenação que o tornou inelegível até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para esta terça-feira (2) o julgamento do recurso apresentado pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, contra a decisão que o tornou inelegível até 2030. O caso é considerado decisivo não apenas para o futuro político do ex-governador, mas também para a definição da sucessão no comando do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para esta terça-feira (2) o julgamento do recurso apresentado pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, contra a decisão que o tornou inelegível até 2030. O caso é considerado decisivo não apenas para o futuro político do ex-governador, mas também para a definição da sucessão no comando do estado.</p>
<p>A condenação foi imposta pelo próprio TSE em março deste ano. Por maioria de votos, a Corte concluiu que houve abuso de poder político e econômico durante as eleições estaduais de 2022, determinando a inelegibilidade de Castro por oito anos.</p>
<p>Além da punição eleitoral, a decisão abriu caminho para a realização de uma eleição destinada a preencher o restante do mandato do governo fluminense. No entanto, permanece indefinido se essa escolha ocorrerá por meio de votação direta da população ou por uma eleição indireta realizada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).</p>
<p>A situação ganhou contornos mais complexos após a renúncia de Castro ao cargo em 23 de março, um dia antes da conclusão do julgamento que resultou em sua condenação. Na ocasião, o então governador alegou que pretendia disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de outubro, cumprindo o prazo legal de desincompatibilização. Posteriormente, porém, desistiu da candidatura.</p>
<p>Com a saída de Castro e a vacância do cargo de vice-governador, o estado passou a viver uma situação excepcional na linha sucessória. Atualmente, o comando do Executivo fluminense está sob responsabilidade de Ricardo Couto de Castro, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que exerce interinamente a função de governador até que haja uma definição judicial sobre o processo sucessório.</p>
<p>O julgamento do recurso é acompanhado de perto pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte Suprema aguarda a conclusão da análise no TSE para decidir qual será o formato da eleição que escolherá o ocupante do mandato-tampão. Até o momento, ministros do STF já manifestaram posições favoráveis à realização de eleições indiretas, mas o processo ainda não foi concluído.</p>
<p>O caso também ocorre em meio a um momento delicado para o ex-governador. Na semana passada, ele foi alvo de uma fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, que investiga movimentações financeiras envolvendo recursos do RioPrevidência e aportes realizados durante sua gestão. Após a operação, Castro anunciou oficialmente que não disputará uma cadeira no Senado neste ano.</p>
<p>A decisão do TSE poderá influenciar diretamente os próximos passos da política fluminense. Caso a condenação seja mantida, seguirá valendo a inelegibilidade até 2030. Além disso, o resultado servirá de referência para que o STF avance na definição sobre a forma de escolha do próximo governador que comandará o estado até o fim do atual mandato.</p>
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		<title>STF marca para novembro julgamento virtual de recurso de Bolsonaro sobre condenação por crimes contra a democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o período de 7 a 14 de novembro o julgamento virtual do recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia. O mesmo julgamento incluirá os recursos de outros seis aliados do ex-chefe do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o período de 7 a 14 de novembro o julgamento virtual do recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia. O mesmo julgamento incluirá os recursos de outros seis aliados do ex-chefe do Executivo, apontados como integrantes do núcleo central da tentativa de golpe de Estado que buscou mantê-lo no poder após a derrota eleitoral de 2022.</p>
<p>A inclusão do caso na pauta ocorreu nesta terça-feira (28), um dia após o fim do prazo para apresentação dos recursos. Entre os condenados, apenas Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator da trama golpista, optou por não recorrer. Com uma pena reduzida a dois anos, fruto de seu acordo de colaboração premiada, Cid cumprirá a sentença em regime mais brando.</p>
<h3>Defesa alega cerceamento</h3>
<p>No embargo de declaração apresentado na segunda-feira (27), a defesa de Bolsonaro, liderada pelos advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, argumenta que houve cerceamento de defesa, sobretudo pela impossibilidade de examinar integralmente as provas incluídas pela Polícia Federal, que somam mais de 70 terabytes de dados.</p>
<blockquote><p>“A defesa não pôde sequer acessar a integralidade da prova antes do encerramento da instrução; não teve tempo mínimo para conhecer essa prova”, aponta o documento.</p></blockquote>
<p>Outros réus apresentaram recursos com fundamentos semelhantes. A defesa do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e vice na chapa de Bolsonaro em 2022, chegou a acusar o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, de parcialidade.</p>
<h3>Última chance de recurso</h3>
<p>De acordo com o regimento interno do Supremo, após condenação por uma das turmas, não há novo recurso ao plenário. Assim, os embargos de declaração apresentados por Bolsonaro e os demais réus representam o último instrumento jurídico antes do trânsito em julgado da ação penal — momento em que a sentença passa a ter validade definitiva.</p>
<p>Esse tipo de recurso serve, em tese, para corrigir omissões, contradições ou ambiguidades em decisões colegiadas. No entanto, na prática, pode gerar o chamado “efeito infringente”, quando a correção de algum ponto leva à alteração do resultado do julgamento.</p>
<h3>Prisão e possíveis exceções</h3>
<p>Somente após a análise dos embargos, o ministro Alexandre de Moraes poderá determinar o início do cumprimento da pena. Pela legislação, a condenação impõe regime inicial fechado. Há, contudo, exceções humanitárias, como a prisão domiciliar em casos de enfermidade ou falta de instalações adequadas.</p>
<p>Por sua condição de ex-presidente, Bolsonaro teria direito a sala especial, que poderia ser em instalações da Polícia Federal ou, por ser militar da reserva, em uma unidade das Forças Armadas.</p>
<h3>Papel de Luiz Fux ainda indefinido</h3>
<p>A defesa citou repetidamente o voto do ministro Luiz Fux, único a se manifestar pela absolvição de todos os réus. Ele argumentou que Bolsonaro não poderia ser condenado por “cogitar” a prática de um crime e que, mesmo que tenha considerado a hipótese de um golpe, teria desistido.</p>
<p>Ainda não está claro, porém, se Fux participará do julgamento dos recursos, já que ele solicitou transferência para a Segunda Turma do STF, após a aposentadoria precoce do ministro Luís Roberto Barroso. A definição sobre sua permanência ou não na análise do caso caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.</p>
<p>O julgamento virtual, que será realizado sem sessão presencial, promete marcar mais um capítulo decisivo na série de processos que investigam as ações antidemocráticas do ex-presidente e de seus aliados após as eleições de 2022.</p>
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		<title>Federação vai ao STF contra criação de tropa armada da Guarda Municipal do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/federacao-vai-ao-stf-contra-criacao-de-tropa-armada-da-guarda-municipal-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 14:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[divisão armada]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guardas municipais]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional de Sindicatos de Servidores das Guardas Municipais (Fenaguardas) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar trechos da Lei Complementar Municipal 282/2025, que criou uma divisão de elite armada da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio). A entidade alega que a norma fere princípios constitucionais, especialmente os que regem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional de Sindicatos de Servidores das Guardas Municipais (Fenaguardas) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar trechos da Lei Complementar Municipal 282/2025, que criou uma divisão de elite armada da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio). A entidade alega que a norma fere princípios constitucionais, especialmente os que regem o acesso ao serviço público e o uso de armas de fogo.</p>
<p>Aprovada pela Câmara Municipal no início de junho e sancionada pelo prefeito Eduardo Paes poucos dias depois, a nova legislação autoriza a criação da chamada Força Municipal, um grupamento com funções de policiamento ostensivo, preventivo e comunitário, com permissão para uso de armas de fogo. A divisão poderá ser composta por funcionários temporários, incluindo ex-militares, que receberão até R$ 13 mil por mês.</p>
<p>Segundo a ADPF 1238, protocolada pela Fenaguardas, a medida abre brecha para contratações sem concurso público, atribui porte de arma a pessoas sem vínculo permanente com a corporação e cria cargos de chefia redundantes, como o de gestor da Segurança Pública Municipal, função já prevista em outras estruturas da administração.</p>
<p>A federação pede ao STF que suspenda imediatamente os trechos da lei que permitem o ingresso de temporários, o porte de arma para contratados, a existência de cargos de confiança com atribuições já regulamentadas e a contratação para funções típicas de Estado sem a realização de concurso público.</p>
<p>Além disso, a entidade defende que qualquer divisão especial da Guarda Municipal seja composta exclusivamente por servidores concursados, conforme previsto na Constituição. O caso foi distribuído ao ministro Edson Fachin, que será o relator da ação no Supremo.</p>
<p>O debate sobre o armamento de guardas municipais e a ampliação de suas funções de policiamento urbano já é tema de disputas jurídicas em outros estados, e a decisão do STF sobre essa nova lei carioca poderá ter repercussão nacional.</p>
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		<title>Prazo para recurso de isenção da taxa do Enem 2025 termina hoje</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prazo-para-recurso-de-isencao-da-taxa-do-enem-2025-termina-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 17:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Cadúnico]]></category>
		<category><![CDATA[Enem2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Isenção]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina às 23h59 desta sexta-feira (16) o prazo para os candidatos que tiveram a isenção da taxa de inscrição do Enem 2025 negada entrarem com recurso junto ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O mesmo vale para quem teve a justificativa de ausência no Enem 2024 rejeitada. Os recursos devem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Termina às 23h59 desta sexta-feira (16) o prazo para os candidatos que tiveram a isenção da taxa de inscrição do Enem 2025 negada entrarem com recurso junto ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O mesmo vale para quem teve a justificativa de ausência no Enem 2024 rejeitada.</p>
<p>Os recursos devem ser enviados exclusivamente pela Página do Participante, com o envio de nova documentação comprobatória. Os resultados provisórios foram divulgados na última segunda-feira (12) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Inep.</p>
<h3>Quem pode pedir isenção</h3>
<p>Para ter direito à isenção da taxa do Enem 2025, o participante deve se enquadrar em pelo menos uma das seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Estar matriculado na 3ª série do ensino médio em escola pública;</li>
<li>Ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada;</li>
<li>Estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com inscrição no CadÚnico, renda familiar de até três salários mínimos ou meio salário mínimo per capita;</li>
<li>Ser participante do programa federal Pé-de-Meia.</li>
</ul>
<h3>Como enviar o recurso</h3>
<p>A documentação deve conter o nome completo do participante, estar datada e assinada, e ser enviada nos formatos PDF, PNG ou JPG, com tamanho máximo de 2 MB. Não são aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis.</p>
<p>No caso do recurso referente à justificativa de ausência nas provas de 2024, o candidato deverá comprovar, por exemplo, situações como internação médica, acidente, assalto, ou falecimento de familiar. A lista completa de documentos aceitos pode ser consultada na Página do Participante.</p>
<h3>Penalidades</h3>
<p>O edital prevê eliminação do exame e ressarcimento à União caso o participante preste informações falsas para obter a isenção, podendo também responder por crime contra a fé pública.</p>
<h3>Resultados</h3>
<p>Os resultados finais dos recursos serão divulgados a partir da próxima terça-feira (22). Aqueles que tiverem o recurso negado em definitivo deverão pagar a taxa de inscrição para o Enem 2025, cujo período de inscrição será entre 26 de maio e 6 de junho. As provas estão marcadas para os dias 9 e 16 de novembro.</p>
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		<title>Petrobras entrará com recurso contra suspensão de conselheiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-entrara-com-recurso-contra-suspensao-de-conselheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 18:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[conselheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras informou, em nota divulgada nessa quinta-feira (11) à noite, que entrará com recurso contra a suspensão do conselheiro Pietro Adamo Sampaio Mendes, presidente do Conselho de Administração da empresa. A decisão de suspender Mendes, conselheiro nomeado pelo governo federal, foi tomada pelo juízo da 21ª Vara Cível Federal de São Paulo. “A decisão é baseada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Petrobras informou, em nota divulgada nessa quinta-feira (11) à noite, que entrará com recurso contra a suspensão do conselheiro Pietro Adamo Sampaio Mendes, presidente do Conselho de Administração da empresa. A decisão de suspender Mendes, conselheiro nomeado pelo governo federal, foi tomada pelo juízo da 21ª Vara Cível Federal de São Paulo.</p>
<p>“A decisão é baseada em alegada inobservância de requisitos do Estatuto Social da Companhia no processo de indicação do conselheiro. A Petrobras buscará a reforma da referida decisão por meio do recurso cabível, de forma a defender a higidez de seus procedimentos de governança interna, como tem atuado em outras ações em curso na mesma Vara questionando indicações ao Conselho”, diz a nota da Petrobras.</p>
<p>A ação que pede a suspensão do conselheiro foi movida pelo deputado estadual Leonardo Siqueira (Novo-SP), que questiona a legalidade da presença de Mendes no conselho.</p>
<p>O texto argumenta que há conflito de interesses na ocupação do cargo de conselheiro por Mendes, uma vez que ele também é secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>O autor da ação também cita a não observância da Lei das Estatais, ausência de elaboração de lista tríplice para o cargo e a não utilização de empresa especializada para a seleção.</p>
<p>A Justiça já havia afastado, na semana passada, outro conselheiro: Sergio Machado Rezende, também nomeado pelo governo federal.</p>
</div>
</div>
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