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	<title>Recurso &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF marca para novembro julgamento virtual de recurso de Bolsonaro sobre condenação por crimes contra a democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento Virtual]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o período de 7 a 14 de novembro o julgamento virtual do recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia. O mesmo julgamento incluirá os recursos de outros seis aliados do ex-chefe do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o período de 7 a 14 de novembro o julgamento virtual do recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia. O mesmo julgamento incluirá os recursos de outros seis aliados do ex-chefe do Executivo, apontados como integrantes do núcleo central da tentativa de golpe de Estado que buscou mantê-lo no poder após a derrota eleitoral de 2022.</p>
<p>A inclusão do caso na pauta ocorreu nesta terça-feira (28), um dia após o fim do prazo para apresentação dos recursos. Entre os condenados, apenas Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator da trama golpista, optou por não recorrer. Com uma pena reduzida a dois anos, fruto de seu acordo de colaboração premiada, Cid cumprirá a sentença em regime mais brando.</p>
<h3>Defesa alega cerceamento</h3>
<p>No embargo de declaração apresentado na segunda-feira (27), a defesa de Bolsonaro, liderada pelos advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, argumenta que houve cerceamento de defesa, sobretudo pela impossibilidade de examinar integralmente as provas incluídas pela Polícia Federal, que somam mais de 70 terabytes de dados.</p>
<blockquote><p>“A defesa não pôde sequer acessar a integralidade da prova antes do encerramento da instrução; não teve tempo mínimo para conhecer essa prova”, aponta o documento.</p></blockquote>
<p>Outros réus apresentaram recursos com fundamentos semelhantes. A defesa do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e vice na chapa de Bolsonaro em 2022, chegou a acusar o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, de parcialidade.</p>
<h3>Última chance de recurso</h3>
<p>De acordo com o regimento interno do Supremo, após condenação por uma das turmas, não há novo recurso ao plenário. Assim, os embargos de declaração apresentados por Bolsonaro e os demais réus representam o último instrumento jurídico antes do trânsito em julgado da ação penal — momento em que a sentença passa a ter validade definitiva.</p>
<p>Esse tipo de recurso serve, em tese, para corrigir omissões, contradições ou ambiguidades em decisões colegiadas. No entanto, na prática, pode gerar o chamado “efeito infringente”, quando a correção de algum ponto leva à alteração do resultado do julgamento.</p>
<h3>Prisão e possíveis exceções</h3>
<p>Somente após a análise dos embargos, o ministro Alexandre de Moraes poderá determinar o início do cumprimento da pena. Pela legislação, a condenação impõe regime inicial fechado. Há, contudo, exceções humanitárias, como a prisão domiciliar em casos de enfermidade ou falta de instalações adequadas.</p>
<p>Por sua condição de ex-presidente, Bolsonaro teria direito a sala especial, que poderia ser em instalações da Polícia Federal ou, por ser militar da reserva, em uma unidade das Forças Armadas.</p>
<h3>Papel de Luiz Fux ainda indefinido</h3>
<p>A defesa citou repetidamente o voto do ministro Luiz Fux, único a se manifestar pela absolvição de todos os réus. Ele argumentou que Bolsonaro não poderia ser condenado por “cogitar” a prática de um crime e que, mesmo que tenha considerado a hipótese de um golpe, teria desistido.</p>
<p>Ainda não está claro, porém, se Fux participará do julgamento dos recursos, já que ele solicitou transferência para a Segunda Turma do STF, após a aposentadoria precoce do ministro Luís Roberto Barroso. A definição sobre sua permanência ou não na análise do caso caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.</p>
<p>O julgamento virtual, que será realizado sem sessão presencial, promete marcar mais um capítulo decisivo na série de processos que investigam as ações antidemocráticas do ex-presidente e de seus aliados após as eleições de 2022.</p>
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		<title>Federação vai ao STF contra criação de tropa armada da Guarda Municipal do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/federacao-vai-ao-stf-contra-criacao-de-tropa-armada-da-guarda-municipal-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 14:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[divisão armada]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guardas municipais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional de Sindicatos de Servidores das Guardas Municipais (Fenaguardas) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar trechos da Lei Complementar Municipal 282/2025, que criou uma divisão de elite armada da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio). A entidade alega que a norma fere princípios constitucionais, especialmente os que regem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional de Sindicatos de Servidores das Guardas Municipais (Fenaguardas) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar trechos da Lei Complementar Municipal 282/2025, que criou uma divisão de elite armada da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio). A entidade alega que a norma fere princípios constitucionais, especialmente os que regem o acesso ao serviço público e o uso de armas de fogo.</p>
<p>Aprovada pela Câmara Municipal no início de junho e sancionada pelo prefeito Eduardo Paes poucos dias depois, a nova legislação autoriza a criação da chamada Força Municipal, um grupamento com funções de policiamento ostensivo, preventivo e comunitário, com permissão para uso de armas de fogo. A divisão poderá ser composta por funcionários temporários, incluindo ex-militares, que receberão até R$ 13 mil por mês.</p>
<p>Segundo a ADPF 1238, protocolada pela Fenaguardas, a medida abre brecha para contratações sem concurso público, atribui porte de arma a pessoas sem vínculo permanente com a corporação e cria cargos de chefia redundantes, como o de gestor da Segurança Pública Municipal, função já prevista em outras estruturas da administração.</p>
<p>A federação pede ao STF que suspenda imediatamente os trechos da lei que permitem o ingresso de temporários, o porte de arma para contratados, a existência de cargos de confiança com atribuições já regulamentadas e a contratação para funções típicas de Estado sem a realização de concurso público.</p>
<p>Além disso, a entidade defende que qualquer divisão especial da Guarda Municipal seja composta exclusivamente por servidores concursados, conforme previsto na Constituição. O caso foi distribuído ao ministro Edson Fachin, que será o relator da ação no Supremo.</p>
<p>O debate sobre o armamento de guardas municipais e a ampliação de suas funções de policiamento urbano já é tema de disputas jurídicas em outros estados, e a decisão do STF sobre essa nova lei carioca poderá ter repercussão nacional.</p>
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		<title>Prazo para recurso de isenção da taxa do Enem 2025 termina hoje</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prazo-para-recurso-de-isencao-da-taxa-do-enem-2025-termina-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 17:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Cadúnico]]></category>
		<category><![CDATA[Enem2025]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Página do Participante]]></category>
		<category><![CDATA[Prazo]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina às 23h59 desta sexta-feira (16) o prazo para os candidatos que tiveram a isenção da taxa de inscrição do Enem 2025 negada entrarem com recurso junto ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O mesmo vale para quem teve a justificativa de ausência no Enem 2024 rejeitada. Os recursos devem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Termina às 23h59 desta sexta-feira (16) o prazo para os candidatos que tiveram a isenção da taxa de inscrição do Enem 2025 negada entrarem com recurso junto ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O mesmo vale para quem teve a justificativa de ausência no Enem 2024 rejeitada.</p>
<p>Os recursos devem ser enviados exclusivamente pela Página do Participante, com o envio de nova documentação comprobatória. Os resultados provisórios foram divulgados na última segunda-feira (12) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Inep.</p>
<h3>Quem pode pedir isenção</h3>
<p>Para ter direito à isenção da taxa do Enem 2025, o participante deve se enquadrar em pelo menos uma das seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Estar matriculado na 3ª série do ensino médio em escola pública;</li>
<li>Ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada;</li>
<li>Estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com inscrição no CadÚnico, renda familiar de até três salários mínimos ou meio salário mínimo per capita;</li>
<li>Ser participante do programa federal Pé-de-Meia.</li>
</ul>
<h3>Como enviar o recurso</h3>
<p>A documentação deve conter o nome completo do participante, estar datada e assinada, e ser enviada nos formatos PDF, PNG ou JPG, com tamanho máximo de 2 MB. Não são aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis.</p>
<p>No caso do recurso referente à justificativa de ausência nas provas de 2024, o candidato deverá comprovar, por exemplo, situações como internação médica, acidente, assalto, ou falecimento de familiar. A lista completa de documentos aceitos pode ser consultada na Página do Participante.</p>
<h3>Penalidades</h3>
<p>O edital prevê eliminação do exame e ressarcimento à União caso o participante preste informações falsas para obter a isenção, podendo também responder por crime contra a fé pública.</p>
<h3>Resultados</h3>
<p>Os resultados finais dos recursos serão divulgados a partir da próxima terça-feira (22). Aqueles que tiverem o recurso negado em definitivo deverão pagar a taxa de inscrição para o Enem 2025, cujo período de inscrição será entre 26 de maio e 6 de junho. As provas estão marcadas para os dias 9 e 16 de novembro.</p>
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		<title>Petrobras entrará com recurso contra suspensão de conselheiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-entrara-com-recurso-contra-suspensao-de-conselheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 18:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[conselheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras informou, em nota divulgada nessa quinta-feira (11) à noite, que entrará com recurso contra a suspensão do conselheiro Pietro Adamo Sampaio Mendes, presidente do Conselho de Administração da empresa. A decisão de suspender Mendes, conselheiro nomeado pelo governo federal, foi tomada pelo juízo da 21ª Vara Cível Federal de São Paulo. “A decisão é baseada [&#8230;]]]></description>
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<p>A Petrobras informou, em nota divulgada nessa quinta-feira (11) à noite, que entrará com recurso contra a suspensão do conselheiro Pietro Adamo Sampaio Mendes, presidente do Conselho de Administração da empresa. A decisão de suspender Mendes, conselheiro nomeado pelo governo federal, foi tomada pelo juízo da 21ª Vara Cível Federal de São Paulo.</p>
<p>“A decisão é baseada em alegada inobservância de requisitos do Estatuto Social da Companhia no processo de indicação do conselheiro. A Petrobras buscará a reforma da referida decisão por meio do recurso cabível, de forma a defender a higidez de seus procedimentos de governança interna, como tem atuado em outras ações em curso na mesma Vara questionando indicações ao Conselho”, diz a nota da Petrobras.</p>
<p>A ação que pede a suspensão do conselheiro foi movida pelo deputado estadual Leonardo Siqueira (Novo-SP), que questiona a legalidade da presença de Mendes no conselho.</p>
<p>O texto argumenta que há conflito de interesses na ocupação do cargo de conselheiro por Mendes, uma vez que ele também é secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>O autor da ação também cita a não observância da Lei das Estatais, ausência de elaboração de lista tríplice para o cargo e a não utilização de empresa especializada para a seleção.</p>
<p>A Justiça já havia afastado, na semana passada, outro conselheiro: Sergio Machado Rezende, também nomeado pelo governo federal.</p>
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