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	<title>Recordes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Recordes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rock in Rio 2024: Festival estabelece novos recordes e impacta 200 milhões de brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 22:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Rock In Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recordes]]></category>
		<category><![CDATA[Rock In Rio 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Um mês após o encerramento da 40ª edição do Rock in Rio, os impactos positivos do festival continuam a ressoar na economia carioca e entre seus moradores. Com uma impressionante taxa de 98% de alcance da população brasileira, o evento não apenas se consolidou como um ícone cultural, mas também como um catalisador de oportunidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um mês após o encerramento da 40ª edição do Rock in Rio, os impactos positivos do festival continuam a ressoar na economia carioca e entre seus moradores. Com uma impressionante taxa de 98% de alcance da população brasileira, o evento não apenas se consolidou como um ícone cultural, mas também como um catalisador de oportunidades de negócios e emprego.</p>
<p>Durante os sete dias de festividades, o setor hoteleiro do Rio de Janeiro registrou uma ocupação de 88% nos dois finais de semana, com um aumento significativo de 24% nas vendas do comércio local em comparação ao mesmo período do ano anterior. Esse impulso econômico resultou em movimentações que totalizam R$ 2,9 bilhões, refletindo uma transformação significativa para pequenos comerciantes e gerando novos postos de trabalho. Além disso, a comunicação do festival impactou cerca de 200 milhões de brasileiros, conforme os dados do Censo Demográfico de 2022.</p>
<p><strong>Impactos Econômicos e Turísticos</strong></p>
<p>Os números da edição de 2024, que celebrou os 40 anos do festival, foram destacados por um público diversificado, com 46% dos visitantes vindo de fora do estado do Rio de Janeiro e representando 31 países diferentes. As reservas nos hotéis aumentaram em 30,7%, com ocupação superior a 90% em áreas nobres como Ipanema e Leblon.</p>
<p>Os dados financeiros revelados pelo Itaú Unibanco mostram que o festival incentivou um aumento de 24% nas vendas de comércio, além de um crescimento expressivo de 86,3% nas receitas de fast-foods locais. O evento gerou R$ 72,8 milhões em compras, com um total de 2,1 milhões de transações registradas, superando a edição anterior.</p>
<p><strong>Avaliação do Público e Experiências Interativas</strong></p>
<p>O Rock in Rio 2024 recebeu uma nota média de 9 em uma pesquisa realizada pelo Instituto GFK, destacando a qualidade do espaço físico, limpeza e espetáculos pirotécnicos. A segurança e o aplicativo oficial do festival, que facilitou a compra de ingressos e agendamentos, também foram bem avaliados.</p>
<p>Ao longo do evento, mais de 500 horas de entretenimento foram transmitidas, resultando em 149 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações do festival, com mais de 3.500 conteúdos gerados. Além disso, mais de 70 influenciadores contribuíram com mais de 680 conteúdos, gerando 90 milhões de visualizações.</p>
<p><strong>Sustentabilidade e Inclusão Social</strong></p>
<p>Pela primeira vez, o festival implementou uma operação de copos reutilizáveis, evitando a geração de mais de 14 toneladas de resíduos. A Comlurb recolheu 261,43 toneladas de lixo, sendo 155,06 toneladas recicláveis. Essa iniciativa também resultou em um impacto positivo na inclusão social, gerando 81 novos postos de trabalho e aumentando significativamente a remuneração dos catadores envolvidos.</p>
<p><strong>Contribuições ao Mercado Musical</strong></p>
<p>O Rock in Rio se consolidou como um propulsor de tendências musicais, com artistas como Imagine Dragons e Katy Perry alcançando novas posições nos charts. Os dados mostram que o festival tem o poder de transformar a carreira de músicos, conectando-os a um público mais engajado e diversificado.</p>
<p>O Rock in Rio 2024 não apenas celebrou quatro décadas de história, mas também reafirmou seu papel como um festival que transforma vidas, gera emprego e impacta a economia de maneira significativa. Com um compromisso claro com a sustentabilidade e a responsabilidade social, o evento provou que a música e a cultura podem unir pessoas e promover mudanças positivas em todo o Brasil.</p>
<p><strong>Sobre Rock in Rio  </strong></p>
<p>1984 marca o início das preparações para a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 40 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco — o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena — 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).</p>
<p>Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Há dois anos, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.666 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, quase 200 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.</p>
<p>Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 — Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<p>O ano de 2024 foi de muitas comemorações para o Rock in Rio. O ano em que tudo começou, 40 anos depois, deu início às celebrações. Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).</p>
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		<title>IBGE: pecuária brasileira colecionou recordes em 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ibge-pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 16:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[2022]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[Produtos de origem animal, como leite de vaca, ovos de galinha e mel de abelha ajudaram a pecuária brasileira a atingir recordes no ano passado. O valor total da produção, que inclui ainda itens como ovos de codorna, lã, casulos de bicho-da-seda, camarão e peixes, foi de R$ 116,3 bilhões, um aumento de 17,5% em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produtos de origem animal, como leite de vaca, ovos de galinha e mel de abelha ajudaram a pecuária brasileira a atingir recordes no ano passado. O valor total da produção, que inclui ainda itens como ovos de codorna, lã, casulos de bicho-da-seda, camarão e peixes, foi de R$ 116,3 bilhões, um aumento de 17,5% em relação ao ano anterior. Os dados fazem parte da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada nesta quinta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Um dos recordes atingidos pelo Brasil foi o número de cabeças de gado. O país terminou 2022 com 234,4 milhões animais, um crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior. Mato Grosso é o maior estado produtor, com 34,2 milhões de cabeças &#8211; 14,6% do total nacional.</p>
<p>Com 77,2 milhões de animais, o Centro-Oeste é a principal região produtora de gado. Mas o maior aumento de rebanho ficou com o Norte, impulsionado pelos pastos de Rondônia, do Pará, Tocantins e Acre.</p>
<p>Apesar de Mato Grosso liderar o <em>ranking</em> nacional, o município com maior quantidade de cabeças é paraense: São Félix do Xingu, com rebanho de 2,5 milhões de animais. A cidade tem 65.418 habitantes, de acordo com o Censo 2022. Isso significa que o número de cabeças de gado é 38 vezes maior que a quantidade de moradores.</p>
<figure id="attachment_69504" aria-describedby="caption-attachment-69504" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-69504" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C469&#038;ssl=1" alt="Pecuária Brasileira Colecionou Recordes Em 2022 - Expresso Carioca" width="754" height="469" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C467&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69504" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Pecuária brasileira colecionou recordes em 2022 &#8211; IBGE/Divulgação</figcaption></figure>
<h2>Leite</h2>
<p>A produção de leite diminuiu 1,6% no ano passado, ficando em 34,6 bilhões de litros. De acordo com o IBGE, a redução ocorreu pelo fato de a criação de vacas ter ficado mais onerosa para pequenos produtores. “Foi observado um abandono da atividade por produtores menores, que têm visto os valores dos insumos aumentarem e concluído que o arrendamento da terra para a produção de grãos, atividade em expansão em partes do país, daria melhor retorno financeiro”, mostra a pesquisa.</p>
<p>As regiões Sul e Sudeste são as maiores produtoras de leite. Cada uma responde por um terço da produção nacional. Minas Gerais tem a maior produção estadual. Foram 9,4 bilhões de litros, o equivalente a 27,1% do total do país. Castro, no Paraná, é o campeão municipal, com 426,6 milhões de litros.</p>
<p>Apesar de a atividade leiteira ter decrescido, o valor total da produção aumentou 17,7%, alcançando R$ 80 bilhões. Isso mostra que o preço médio pago pelo leite ao produtor foi de R$ 2,31 – aumento de 19,7% em um ano. Esse, no entanto, não é o preço final para o consumidor, pois ainda são incluídos custos como frete, intermediários e margem de lucro dos estabelecimentos de venda.</p>
<p>“O preço do leite continuou em ritmo de crescimento no ano de 2022, fruto da baixa oferta do produto, que levou a uma competição mais acirrada por parte dos laticínios, atingindo cotações recordes ao longo do terceiro trimestre, e aumento das importações ao longo do ano”, afirma a pesquisa do IBGE.</p>
<figure id="attachment_69505" aria-describedby="caption-attachment-69505" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-69505" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=754%2C847&#038;ssl=1" alt="Pecuária Brasileira Colecionou Recordes Em 2022 - Expresso Carioca" width="754" height="847" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-1.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=267%2C300&amp;ssl=1 267w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=750%2C843&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69505" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Pecuária brasileira colecionou recordes em 2022 &#8211; IBGE/Divulgação</figcaption></figure>
<h2>Aves</h2>
<p>A produção de galináceos (grupo que inclui galinhas e aves para corte, como frango) obteve recorde e chegou a 1,6 bilhão de cabeças, representando aumento de 3,8%. Metade (49,3%) desse contingente fica em granjas da Região Sul. O Paraná é o destaque, com 29,7% do total nacional.</p>
<p>Quando se leva em consideração apenas a quantidade de galinhas, a Região Sudeste lidera o <em>ranking</em> nacional, com 91,2 milhões dos 259,5 milhões de todo o país. O estado de São Paulo sozinho tem 21,2% de todas as galinhas que existiam no Brasil em 2022.</p>
<p>A produção de ovos de galinha também foi recorde em 2022. O país produziu 4,9 bilhões de dúzias, 1,3% a mais que no ano anterior. O preço do ovo subiu 17,6%, fazendo crescer o valor total da produção brasileira, que apresentou alta de 19,1%, chegando a R$ 26,1 bilhões.</p>
<p>Apesar de o ovo ter ficado mais caro, o IBGE explica que a concorrência com outros tipos de proteína manteve aquecida a demanda. “Em 2022, com a elevação generalizada dos preços no setor de proteína animal, o ovo ganhou ainda mais destaque, sendo uma opção mais acessível aos consumidores, uma fonte relativamente mais econômica em comparação às carnes”, explica o IBGE.</p>
<h2>Rebanhos de médio porte</h2>
<p>De acordo com a PPM, rebanhos de caprinos e ovinos cresceram no ano passado. O Brasil terminou 2022 com 12,4 milhões de caprinos (+3,9%) e 21,5 milhões de ovinos (+4,7%). O Nordeste é a região que lidera o <em>ranking</em> nacional de criação desses animais.</p>
<p>Apesar de o Nordeste deter 69,9% dos ovinos do país, o Rio Grande do Sul se destaca com 15,6% do total nacional. Esse contingente faz com que o estado concentre quase toda a produção (95,4%) de lã do país.</p>
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<figure id="attachment_69506" aria-describedby="caption-attachment-69506" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-2.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-69506" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-2.jpg?resize=754%2C717&#038;ssl=1" alt="Pecuária Brasileira Colecionou Recordes Em 2022 - Expresso Carioca" width="754" height="717" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-2.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-2.jpg?resize=300%2C285&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Pecuaria-brasileira-colecionou-recordes-em-2022-Expresso-Carioca-2.jpg?resize=750%2C713&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69506" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Pecuária brasileira colecionou recordes em 2022 &#8211; IBGE/Divulgação</figcaption></figure>
<h2>Suínos</h2>
<p>Mais um recorde da pecuária brasileira é representado pela quantidade de suínos, que atingiu 44,4 milhões de animais, alta de 4,3% em relação a 2021. De acordo com o IBGE, o consumo interno também seguiu em crescimento (7,8%), chegando a 18 quilos por pessoa no ano.</p>
<p>A Região Sul concentrou 51,9% do total de suínos, sendo Santa Catarina o estado líder, com 22,1% do rebanho nacional, o que equivale a 9,8 milhões de cabeças.</p>
<h2>Mel</h2>
<p>A produção de mel em 2022 chegou a 61 mil toneladas, recorde da pesquisa do IBGE. A produção cresceu 9,5% em relação a 2021. O maior resultado foi no Nordeste, que registrou incremento de 16,5% na produção, sendo origem de 38,7% do total do país.</p>
<p>“O crescimento da produção de mel está relacionado às condições climáticas favoráveis, que proporcionaram maior disponibilidade de recursos alimentares para as abelhas. A crescente demanda por produtos naturais e saudáveis, nacional e internacionalmente, também tem impulsionado a produção apícola nacional”, segundo o IBGE.</p>
<p>Mesmo com destaque para o Nordeste, o <em>ranking</em> estadual se manteve com Rio Grande do Sul e Paraná no topo, com 14,8% e 14,2% do total nacional, respectivamente, seguidos pelo Piauí (13,7%).</p>
<h2>Aquicultura</h2>
<p>A produção de peixes em 2022 foi de 617,3 mil toneladas. Esse dado mostra aumento de 6% na atividade e de 16,4% no valor de produção, que chegou a R$ 5,7 bilhões. A Região Sul concentrou 220,7 mil toneladas (35,8% do total nacional). O Paraná foi o principal estado, responsável por 27,1% da piscicultura brasileira, com destaque para a cidade paranaense de Nova Aurora, líder do <em>ranking</em> nacional. De cada 100 toneladas de peixes produzidas no Brasil, 66,1 são tilápias, à frente dos tambaquis (17,8).</p>
<p>A produção de camarão criado em cativeiro foi de 113,3 mil toneladas – 5,9% maior comparada ao ano anterior e mais um recorde identificado pela pesquisa do IBGE. O Nordeste concentrou 99,6% do total nacional, sendo o Ceará dono de mais da metade (54,1%) da produção do país. Dos 10 municípios com as maiores produções de camarão, oito estão no Ceará, sendo o campeão Aracati.</p>
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