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	<title>recifes de corais &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Corais podem evitar R$ 160 bilhões em danos ao litoral do Nordeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 14:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As franjas de recifes de corais que atraem turistas para a costa do Nordeste brasileiro também funcionam como importantes barreiras contra a ação do mar em muitas cidades da região. Um estudo inédito, realizado pela Fundação Grupo Boticário, mostra que essas formações naturais impedem prejuízos de até R$ 160 bilhões na infraestrutura urbana, reduzindo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As franjas de recifes de corais que atraem turistas para a costa do Nordeste brasileiro também funcionam como importantes barreiras contra a ação do mar em muitas cidades da região.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Um estudo inédito, realizado pela Fundação Grupo Boticário, mostra que essas formações naturais impedem prejuízos de até R$ 160 bilhões na infraestrutura urbana, reduzindo a força e a altura das ondas que chegam ao litoral.</p>
<figure id="attachment_70450" aria-describedby="caption-attachment-70450" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Explosao-de-ondas-nos-recifes-costeiros-na-praia-do-Buraco-da-Veia-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-70450" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Explosao-de-ondas-nos-recifes-costeiros-na-praia-do-Buraco-da-Veia-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C243&#038;ssl=1" alt="Explosão De Ondas Nos Recifes Costeiros Na Praia Do Buraco Da Véia - Expresso Carioca" width="365" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Explosao-de-ondas-nos-recifes-costeiros-na-praia-do-Buraco-da-Veia-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Explosao-de-ondas-nos-recifes-costeiros-na-praia-do-Buraco-da-Veia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70450" class="wp-caption-text">Explosão de ondas nos recifes costeiros na praia do Buraco da Véia, com a orla de Boa Viagem ao fundo. As formações rochosas absorvem até 96% do impacto das ondas &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O valor foi calculado usando como base o potencial prejuízo que ressacas e tempestades poderiam causar a estruturas como prédios, casas, indústrias, portos, rodovias, ruas e calçadas, por exemplo, caso não houvesse recifes de corais para amortecer as ondas mais fortes.</p>
<p>Quatro cidades foram usadas como parâmetro para o cálculo (Recife e Ipojuca, em Pernambuco; e Maragogi e São Miguel dos Milagres, em Alagoas). Os valores encontrados nessas cidades foram depois extrapolados para outros municípios que também recebem a proteção dos recifes.</p>
<p>Já as cidades costeiras não protegidas por recifes de corais como Santos ou Rio de Janeiro, por exemplo, enfrentam destruição de estruturas da orla quando se veem afetadas por ressacas mais fortes.</p>
<h2>Turismo</h2>
<p>“Já é conhecido que os recifes de corais prestam diversos serviços, entre eles a proteção costeira e o turismo. O que nós trouxemos foram valores, em reais. Todo esse patrimônio, seja cultural, público ou particular, está sendo protegido diariamente pelos recifes de coral”, explica a bióloga marinha Janaína Bumbeer, gerente de projetos da Fundação Boticário.</p>
<figure id="attachment_70447" aria-describedby="caption-attachment-70447" style="width: 365px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-A-biologa-Janaina-Bumbeer-doutora-em-Ecologia-e-Conservacao-Marinha-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-70447" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-A-biologa-Janaina-Bumbeer-doutora-em-Ecologia-e-Conservacao-Marinha-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C274&#038;ssl=1" alt="A Bióloga Janaína Bumbeer, Doutora Em Ecologia E Conservação Marinha - Expresso Carioca" width="365" height="274" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-A-biologa-Janaina-Bumbeer-doutora-em-Ecologia-e-Conservacao-Marinha-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-A-biologa-Janaina-Bumbeer-doutora-em-Ecologia-e-Conservacao-Marinha-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70447" class="wp-caption-text">A bióloga Janaína Bumbeer, doutora em Ecologia e Conservação Marinha, mergulha no recife Pirambu, em Tamandaré (PE) &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Além de evitar danos bilionários, os 170 quilômetros quadrados (km²) de franjas de recifes de coral que existem no Nordeste brasileiro também podem gerar, anualmente, R$ 7 bilhões em receitas, com atividades de turismo como mergulhos e passeios de barco.</p>
<p>O estudo considerou a receita gerada por essas franjas em Maragogi, São Miguel dos Milagres, Ipojuca (onde fica Porto de Galinhas), Caravelas (BA) – onde fica o arquipélago de Abrolhos – e Fernando de Noronha (PE). Esses destinos têm os recifes entre seus principais atrativos.</p>
<p>A partir daí, o estudo também fez extrapolações para municípios com potencial para explorar turisticamente essas formações costeiras, mas que ainda não o fazem.</p>
<h2>Corais</h2>
<p>Maragogi é um famoso destino da costa Nordeste brasileira devido às &#8216;piscinas naturais&#8217; que rendem lindas fotos para as redes sociais e encantam turistas de todo o país. O que as pessoas chamam de piscinas naturais, no entanto, são áreas do mar abrigadas da força das ondas e das correntezas graças aos recifes.</p>
<p>Essas formações que parecem rochas são, na verdade, esqueletos de corais, animais da classe Anthozoa (a mesma das anêmonas), que têm seu corpo semelhante a gelatinas, mas que formam exoesqueletos (esqueletos fora do corpo, assim como os insetos) a partir do carbonato de cálcio.</p>
<figure id="attachment_70453" aria-describedby="caption-attachment-70453" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Recife-Pirambu-na-APA-Costa-dos-Corais-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-70453" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Recife-Pirambu-na-APA-Costa-dos-Corais-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Recife Pirambu, Na APA Costa Dos Corais - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Recife-Pirambu-na-APA-Costa-dos-Corais-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Recife-Pirambu-na-APA-Costa-dos-Corais-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Recife-Pirambu-na-APA-Costa-dos-Corais-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70453" class="wp-caption-text">Recife Pirambu, na APA Costa dos Corais, em Pernambuco &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Acredita-se que essa forma de vida animal tenha surgido entre 400 e 500 milhões de anos atrás. Sua existência, porém, está ameaçada em todo o planeta, principalmente devido às mudanças climáticas, que superaquecem as águas dos oceanos e matam os corais, e também devido a fatores como poluição, alterações provocadas pelo homem, espécies invasoras, turismo desordenado e pesca predatória.</p>
<p>Os corais mantêm uma simbiose, ou seja, uma associação de benefício mútuo, com as algas zooxantelas, que dão cor aos animais marinhos e fornecem grande parte dos nutrientes necessários para esses seres.</p>
<p>Quando os corais estão estressados, no entanto, acabam expulsando as algas, em um fenômeno conhecido como “branqueamento”, que enfraquece os animais e provoca sua morte. Isso afeta todo o ecossistema, já que várias formas de vida usam os recifes para se alimentar, se reproduzir e se abrigar.</p>
<figure id="attachment_70451" aria-describedby="caption-attachment-70451" style="width: 365px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-coral-de-fogo-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70451" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-coral-de-fogo-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C274&#038;ssl=1" alt="O Coral De Fogo - Expresso Carioca" width="365" height="274" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-coral-de-fogo-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-coral-de-fogo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70451" class="wp-caption-text">O coral-de-fogo (Millepora alcicornis) no recife Pirambu, na APA Costa dos Corais &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Os corais ocupam cerca de 0,1% da superfície dos mares e oceanos, mas concentram 25% da biodiversidade marinha. Segundo o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep), estima-se que de 25% a 50% dos recifes de corais do mundo já foram destruídos e, do restante, 60% estariam ameaçados.</p>
<p>“Os corais são filtradores e dependem da qualidade da água. Além disso, o fato de estarmos ocupando os espaços onde havia os recifes de coral, aumentando a sedimentação, jogando a areia por cima [dos recifes], mudando a dinâmica da praia, que é muito delicada, isso tudo afeta os corais na sua sobrevivência”, explica Janaína Bumbeer.</p>
<h2>Ameaças</h2>
<figure id="attachment_70452" aria-describedby="caption-attachment-70452" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-oceanografo-Mauro-Maida-professor-e-pesquisador-da-UFPE-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70452" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-oceanografo-Mauro-Maida-professor-e-pesquisador-da-UFPE-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C243&#038;ssl=1" alt="O Oceanógrafo Mauro Maida, Professor E Pesquisador Da UFPE - Expresso Carioca" width="365" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-oceanografo-Mauro-Maida-professor-e-pesquisador-da-UFPE-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-O-oceanografo-Mauro-Maida-professor-e-pesquisador-da-UFPE-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70452" class="wp-caption-text">O oceanógrafo Mauro Maida, professor e pesquisador da UFPE, no recife Pirambu, na APA Costa dos Corais &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A reportagem visitou o litoral de Pernambuco entre os dias 24 e 26 de outubro e verificou algumas das ameaças, como turistas pisoteando recifes e lotando as piscinas naturais, lixo sendo deixado por esses turistas e flutuando em meio aos corais, construções polêmicas à beira-mar e água suja fluindo de rios para o mar.</p>
<p>“Na Praia dos Carneiros [em Tamandaré], derrubaram todas as restingas e construíram um monte de prédio”, conta Mauro Maida, professor do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>Segundo ele, os corais têm uma taxa de crescimento muito lenta, alguns milímetros por ano, o que faz com que sejam necessárias décadas para se ter uma colônia de tamanho grande.</p>
<p>“Naturalmente ocorre a erosão dos recifes. O recife é um balanço de construção e erosão. Se você não tem coral, você não tem construção [do recife]. E se só tem erosão, o recife vai rebaixar e os 2,5 metros de maré, que a gente tem no estado, avançam e causam erosão costeira”.</p>
<p>A bióloga Gislaine Lima, da organização não governamental Projeto de Conservação Recifal, explica que a capital pernambucana, por exemplo, sofreu muito com a expansão urbana de sua orla nas últimas décadas, com a construção de centenas de prédios.</p>
<p>“Cinquenta, 60 anos atrás, a gente tinha três prédios aqui [em Boa Viagem]. Era uma área de casas de veraneio, para pessoas mais ricas de Recife, e uma vila de pescadores”, explica Gislaine. “Todas essas construções aumentam o assoreamento”.</p>
<h2>Soluções</h2>
<p>Para manter a saúde dos recifes de corais e garantir que eles continuem protegendo a costa e promovendo receitas para os municípios que vivem do turismo costeiro, o estudo sugere algumas medidas, como direcionamento de recursos dos governos para as unidades de conservação, implementação de taxas para a preservação da costa, monitoramento da saúde dos recifes e promoção de um turismo sustentável.</p>
<p>“Os recifes de coral podem ser mais explorados de forma positiva, não de forma predatória que vá danificar ainda mais os corais. Então, é importante a gente investir em turismo sustentável, o turismo de base comunitária, que envolve as comunidades locais; a ciência cidadã e o turismo regenerativo, no qual as pessoas fazem parte do processo de ajudar a restaurar aquele ambiente”, explica Janaína Bumbeer.</p>
<figure id="attachment_70448" aria-describedby="caption-attachment-70448" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Comunidade-de-pescadores-de-Brasilia-Teimosa-cujo-trabalho-depende-da-preservacao-dos-recifes-costeiros-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70448" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Comunidade-de-pescadores-de-Brasilia-Teimosa-cujo-trabalho-depende-da-preservacao-dos-recifes-costeiros-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Comunidade De Pescadores De Brasília Teimosa, Cujo Trabalho Depende Da Preservação Dos Recifes Costeiros - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Comunidade-de-pescadores-de-Brasilia-Teimosa-cujo-trabalho-depende-da-preservacao-dos-recifes-costeiros-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Comunidade-de-pescadores-de-Brasilia-Teimosa-cujo-trabalho-depende-da-preservacao-dos-recifes-costeiros-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/31-Comunidade-de-pescadores-de-Brasilia-Teimosa-cujo-trabalho-depende-da-preservacao-dos-recifes-costeiros-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70448" class="wp-caption-text">Comunidade de pescadores de Brasília Teimosa, cujo trabalho depende da preservação dos recifes costeiros, habitat de espécies no ecossistema marinho &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Por meio de nota, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente de Pernambuco informou que os recifes de corais são um dos principais ecossistemas marinhos do estado e que, atualmente, há dez projetos voltados diretamente para sua conservação, como os planos de combate ao lixo no mar e de combate a espécies invasores; e o estabelecimento de regras e zonas para a prática de turismo náutico e para a pesca.</p>
<p>Além disso, a Secretaria informou que desenvolve ações que, “transversalmente, estão a beneficiar os recifes de corais, como a Política Estadual de Resíduos Sólidos, que envolve a capacitação de todos os municípios do estado para lidar com seus resíduos e rejeitos sólidos e líquidos”, informa a nota.</p>
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