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	<title>Reciclagem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Reciclagem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cooperativa histórica de catadores enfrenta despejo em São Paulo e mobiliza debate sobre inclusão social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Catador]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das mais antigas cooperativas de reciclagem do Brasil enfrenta uma crise que pode interromper décadas de trabalho social e ambiental. Localizada na zona oeste de São Paulo, a Coopamare recebeu uma ordem para desocupar o espaço onde atua desde o fim dos anos 1980, gerando apreensão entre trabalhadores e levantando questionamentos sobre políticas públicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mais antigas cooperativas de reciclagem do Brasil enfrenta uma crise que pode interromper décadas de trabalho social e ambiental. Localizada na zona oeste de São Paulo, a Coopamare recebeu uma ordem para desocupar o espaço onde atua desde o fim dos anos 1980, gerando apreensão entre trabalhadores e levantando questionamentos sobre políticas públicas voltadas à categoria.</p>
<p>Fundada em 1989, a cooperativa se consolidou como referência nacional na organização de catadores e na promoção da coleta seletiva urbana. Atualmente, mais de 80 pessoas dependem diretamente da atividade para sustento, em um modelo que alia geração de renda à preservação ambiental.</p>
<p>A notificação de despejo, segundo relatos dos cooperados, foi recebida no início de abril com prazo de apenas 15 dias para a desocupação — período considerado insuficiente para reorganizar toda a estrutura de trabalho construída ao longo de quase quatro décadas.</p>
<h3>Justificativa oficial e impasse</h3>
<p>De acordo com a administração municipal, a decisão está baseada em um laudo técnico que aponta risco de incêndio na área ocupada, sob o Viaduto Paulo VI. A prefeitura afirma ainda que a permissão de uso do espaço foi cancelada anteriormente e que alternativas foram apresentadas aos trabalhadores.</p>
<p>Entretanto, os cooperados contestam as opções oferecidas. Segundo eles, os locais sugeridos ficam a quilômetros de distância e apresentam limitações estruturais que inviabilizariam a continuidade das atividades, além de comprometer a relação construída com clientes e parceiros ao longo dos anos.</p>
<h3>Impacto social e risco de desestruturação</h3>
<p>Para os trabalhadores, a saída forçada não representa apenas a perda de um espaço físico, mas o desmonte de um projeto coletivo consolidado. Muitos catadores relatam que passaram grande parte da vida atuando na cooperativa e enfrentariam dificuldades para se reinserir no mercado formal.</p>
<p>A atividade desempenhada pela Coopamare reflete uma realidade mais ampla no país. Dados recentes indicam que os catadores são responsáveis por cerca de 90% de tudo o que é reciclado no Brasil, apesar de ainda enfrentarem condições precárias e baixa formalização.</p>
<p>Além disso, a presença de cooperativas organizadas ainda é limitada: apenas uma parcela dos municípios brasileiros conta com estruturas formais integradas à gestão de resíduos sólidos, o que reforça a importância de iniciativas históricas como a Coopamare para o funcionamento da cadeia da reciclagem.</p>
<h3>Histórico de resistência</h3>
<p>Não é a primeira vez que a cooperativa enfrenta ameaças de remoção. No final dos anos 1990, moradores da região chegaram a acionar a Justiça para retirar o grupo do local, mas a decisão judicial foi favorável à permanência dos catadores à época.</p>
<p>Ao longo dos anos, o espaço foi ampliado e estruturado pelos próprios trabalhadores, muitas vezes com apoio de doações e parcerias. O local chegou a abrigar centenas de famílias e se tornou símbolo da luta por reconhecimento da categoria.</p>
<h3>Debate sobre políticas públicas</h3>
<p>O caso reacende discussões sobre o papel do poder público na inclusão socioeconômica de catadores. Especialistas apontam que políticas de gestão de resíduos devem priorizar a integração dessas cooperativas, garantindo condições adequadas de trabalho e estabilidade para os profissionais envolvidos.</p>
<p>Também chama atenção o contraste entre a relevância ambiental da atividade e a vulnerabilidade enfrentada pelos trabalhadores. Mesmo sendo peça-chave na reciclagem urbana, muitos catadores seguem à margem de políticas estruturadas e dependem de iniciativas locais para manter suas atividades.</p>
<h3>Futuro incerto</h3>
<p>Diante do prazo reduzido e da ausência de consenso sobre alternativas viáveis, os integrantes da Coopamare buscam diálogo para garantir a permanência na região ou a transferência para um espaço adequado. O principal receio é que a mudança comprometa não apenas a renda dos cooperados, mas também o próprio funcionamento da coleta seletiva na área.</p>
<p>O desfecho do caso deve influenciar não apenas o futuro da cooperativa, mas também o debate nacional sobre a valorização dos catadores e a sustentabilidade das políticas públicas de reciclagem no Brasil.</p>
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		<title>Projeto Sustenta Carnaval transforma fantasias da Sapucaí em arte, renda e consciência ambiental</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-sustenta-carnaval-transforma-fantasias-da-sapucai-em-arte-renda-e-consciencia-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Criado em 2022 pela produtora cultural Mariana Pinho, o Projeto Sustenta Carnaval vem se consolidando como uma das principais iniciativas de reaproveitamento de resíduos gerados pelos desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. A proposta é simples e potente: dar novo destino às fantasias que, após o espetáculo, seriam descartadas, reduzindo impactos ambientais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-85742 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?resize=329%2C92&#038;ssl=1" alt="Expresso No Carnaval - Expresso Carioca" width="329" height="92" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?w=329&amp;ssl=1 329w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?resize=300%2C84&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?resize=150%2C42&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 329px) 100vw, 329px" /></p>
<p>Criado em 2022 pela produtora cultural Mariana Pinho, o Projeto Sustenta Carnaval vem se consolidando como uma das principais iniciativas de reaproveitamento de resíduos gerados pelos desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. A proposta é simples e potente: dar novo destino às fantasias que, após o espetáculo, seriam descartadas, reduzindo impactos ambientais e estimulando a economia criativa ligada ao carnaval.</p>
<p>Logo no primeiro ano de atuação, o projeto recolheu cerca de 3 toneladas de resíduos têxteis. A iniciativa cresceu rapidamente e passou a integrar a gestão oficial de resíduos da festa, em parceria com a Rio Carnaval e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). Desde então, os números se mantêm expressivos: 23 toneladas reaproveitadas em 2023, 24 toneladas em 2024 e 23 toneladas em 2025, volumes que antes teriam como destino o lixo.</p>
<p>Todo o material recolhido é encaminhado para um galpão instalado na região da Pequena África, no bairro da Gamboa, em frente ao Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira. No espaço, localizado na Rua Pedro Ernesto, 67, o público pode garimpar fantasias e adereços de quarta a sexta-feira, das 14h às 19h, e aos sábados, das 10h às 19h.</p>
<figure id="attachment_88500" aria-describedby="caption-attachment-88500" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-88500" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/04-Projeto-Sustenta-Carnaval-faz-reciclagem-das-fantasias-dos-desfiles-da-Marques-de-Sapucai.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C598&#038;ssl=1" alt="Projeto Sustenta Carnaval Faz Reciclagem Das Fantasias Dos Desfiles Da Marquês De Sapucaí - Expresso Carioca" width="754" height="598" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/04-Projeto-Sustenta-Carnaval-faz-reciclagem-das-fantasias-dos-desfiles-da-Marques-de-Sapucai.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/04-Projeto-Sustenta-Carnaval-faz-reciclagem-das-fantasias-dos-desfiles-da-Marques-de-Sapucai.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/04-Projeto-Sustenta-Carnaval-faz-reciclagem-das-fantasias-dos-desfiles-da-Marques-de-Sapucai.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/02/04-Projeto-Sustenta-Carnaval-faz-reciclagem-das-fantasias-dos-desfiles-da-Marques-de-Sapucai.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C595&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-88500" class="wp-caption-text">Projeto Sustenta Carnaval faz reciclagem das fantasias dos desfiles da Marquês de Sapucaí. &#8211; Foto: Projeto Sustenta Carnaval/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Segundo Mariana Pinho, o impacto vai além da sustentabilidade ambiental. “Muitas pessoas do meio artístico, do carnaval e da moda se emocionam ao perceber que materiais tão ricos iriam para o lixo. A reutilização fecha o ciclo do enredo e ainda gera emprego e renda para moradores do território, fortalecendo a cadeia do samba”, destaca.</p>
<p>O reaproveitamento das fantasias também tem impulsionado novos processos criativos. O figurinista Wagner Louza, que mantém ateliê no bairro do Santo Cristo, utiliza os materiais do Sustenta Carnaval para desenvolver figurinos de carnaval e festas juninas. “O projeto fornece os insumos que dão base ao meu trabalho. Ressignificar essas fantasias é contar, por outros caminhos, a história da nossa cultura”, afirma.</p>
<p>Já a figurinista Lohanne Tavares encontrou nos resíduos carnavalescos matéria-prima para criar biquínis, hot pants e adereços, conquistando especialmente o público jovem. “Produzi um desfile sobre mudanças climáticas usando resíduos do carnaval. A arte é uma ferramenta poderosa para discutir temas complexos, e essa parceria com o Sustenta Carnaval ampliou muito o alcance do meu trabalho”, relata.</p>
<p>Ao unir carnaval, sustentabilidade e inclusão produtiva, o Projeto Sustenta Carnaval mostra que o brilho da Sapucaí pode continuar iluminando caminhos mesmo depois que os desfiles chegam ao fim.</p>
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		<title>Braskem promove consumo consciente e reciclagem no Rock in Rio com ação inovadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 00:20:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na mais recente edição do Rock in Rio, a Braskem destacou-se ao unir música e sustentabilidade em uma ação de impacto. A iniciativa &#8220;Rock, Reuse, Recycle, Repeat&#8221;, promovida pela companhia, teve como objetivo educar o público sobre o consumo consciente e incentivar o descarte correto de resíduos plásticos. Entre os dias 13 e 22 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na mais recente edição do Rock in Rio, a Braskem destacou-se ao unir música e sustentabilidade em uma ação de impacto. A iniciativa &#8220;Rock, Reuse, Recycle, Repeat&#8221;, promovida pela companhia, teve como objetivo educar o público sobre o consumo consciente e incentivar o descarte correto de resíduos plásticos. Entre os dias 13 e 22 de setembro, mais de 7 mil pessoas visitaram o estande da Braskem, onde foram transmitidas informações sobre práticas sustentáveis e economia circular.</p>
<figure id="attachment_79645" aria-describedby="caption-attachment-79645" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-79645" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/21-Incentivando-a-economia-circular-a-Braskem-leva-ao-Rock-in-Rio-2024-iniciativas-sustentaveis-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C300&#038;ssl=1" alt="Incentivando A Economia Circular A Braskem Leva Ao Rock In Rio 2024 Iniciativas Sustentáveis - Expresso Carioca" width="400" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/21-Incentivando-a-economia-circular-a-Braskem-leva-ao-Rock-in-Rio-2024-iniciativas-sustentaveis-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/21-Incentivando-a-economia-circular-a-Braskem-leva-ao-Rock-in-Rio-2024-iniciativas-sustentaveis-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/21-Incentivando-a-economia-circular-a-Braskem-leva-ao-Rock-in-Rio-2024-iniciativas-sustentaveis-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/21-Incentivando-a-economia-circular-a-Braskem-leva-ao-Rock-in-Rio-2024-iniciativas-sustentaveis-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/21-Incentivando-a-economia-circular-a-Braskem-leva-ao-Rock-in-Rio-2024-iniciativas-sustentaveis-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-79645" class="wp-caption-text">Estande da Braskem no Rock In Rio 2024 &#8211; Foto: Rodrigo Souza/Expresso Carioca</figcaption></figure>
<p>Nos quatro pontos de coleta distribuídos pelo festival, a empresa recolheu impressionantes 92.935 itens plásticos, que serão enviados para a cooperativa Recicla Mais, onde passarão por processos de reciclagem, promovendo a reutilização dos materiais.</p>
<p>Como forma de engajar o público, a Braskem ofereceu brindes em troca dos resíduos plásticos, como tampas para copos, carregadores de celular e bolsas feitas com materiais reciclados. A marca também organizou um quiz sobre sustentabilidade, no qual mais de 6 mil brindes foram distribuídos, recompensando os participantes com prêmios. Claudia Botelho, de 49 anos, foi uma das participantes e ganhou uma máquina fotográfica que imprime fotos instantâneas. &#8220;Eu já pratico a reciclagem em casa, separo vidro e plástico, e faço compostagem&#8221;, contou, feliz com sua vitória.</p>
<p>Outra ação de destaque foi a distribuição de mais de 132 mil tirantes para copos, oferecendo ao público maior comodidade para reutilizar seus recipientes. No estande da Braskem, era possível até lavar os copos, incentivando o uso contínuo durante o evento.</p>
<p>Ana Laura Sivieri, diretora de Marketing e Comunicação Corporativa da Braskem, destacou a importância de promover esse tipo de mensagem em grandes eventos: “Momentos de lazer são ideais para engajar o público em experiências que reforcem a conscientização sobre o reuso do plástico e a economia circular. O Rock in Rio foi o ambiente perfeito para potencializar essa conexão com a sociedade&#8221;.</p>
<p><strong>Sobre a Braskem</strong></p>
<p>Orientada para as pessoas e para a sustentabilidade, a Braskem está engajada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Os 8.500 mil Integrantes da petroquímica dedicam-se diariamente para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico. A Braskem possui DNA inovador e um completo portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha, a companhia exporta seus produtos para clientes em mais de 71 países.</p>
<p>Mais informações: <a href="https://www.braskem.com.br/" target="_blank" rel="noopener">https://www.braskem.com.br/</a></p>
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		<title>Gerdau leva inovação e sustentabilidade ao Rock in Rio 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/gerdau-leva-inovacao-e-sustentabilidade-ao-rock-in-rio-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rock In Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Gerdau, maior recicladora de sucata metálica da América Latina, marcará presença no Rock in Rio Brasil 2024 com ações inovadoras focadas em sustentabilidade. A empresa levará ao festival uma série de ativações interativas para o público, destacando a importância da reciclagem e da economia circular. Inspirada pelas 200 toneladas de aço 100% reciclável usadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Gerdau, maior recicladora de sucata metálica da América Latina, marcará presença no Rock in Rio Brasil 2024 com ações inovadoras focadas em sustentabilidade. A empresa levará ao festival uma série de ativações interativas para o público, destacando a importância da reciclagem e da economia circular. Inspirada pelas 200 toneladas de aço 100% reciclável usadas na construção do icônico Palco Mundo, a Gerdau reforça seu compromisso com práticas sustentáveis.</p>
<p>Entre as atrações está uma réplica em tamanho real de um carro de Fórmula 1 feito com 1,4 tonelada de sucata metálica, celebrando o uso de aço reciclável em sua produção. A empresa também criará &#8220;máquinas de reciclagem&#8221;, em que os participantes poderão interagir e ganhar brindes exclusivos, como miniaturas do Palco Mundo.</p>
<p>Além disso, a Gerdau apresentará sua parceria com a Chilli Beans com uma coleção exclusiva de óculos feitos de aço reciclável. Parte das vendas será destinada ao projeto Favela 3D, em prol do desenvolvimento social no Morro da Providência. Com essas iniciativas, a Gerdau busca engajar o público do festival na construção de um futuro mais sustentável.</p>
<h4><strong>Sobre a Gerdau </strong></h4>
<p>Com 123 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Além disso, possui uma divisão de novos negócios, a Gerdau Next, com o objetivo de empreender em segmentos adjacentes ao aço. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: mais de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 11 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,91 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Nova Iorque (NYSE).</p>
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		<title>Desfiles da Sapucaí em 2023 quebram recorde mundial de reciclagem de latinhas e entram para o Guinness</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desfiles-da-sapucai-em-2023-quebram-recorde-mundial-de-reciclagem-de-latinhas-e-entram-para-o-guinness/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2023 21:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[10 toneladas de latinhas]]></category>
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		<category><![CDATA[recorde mundial de reciclagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste sábado (25), o Carnaval da Sapucaí 2023 entrará para o Guinness World Records como a maior ação de reciclagem de latas de alumínio do mundo, através do projeto Recicla Sapucaí. O anúncio oficial será feito durante o Desfile das Campeãs. Os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, incluindo a Série Ouro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado (25), o Carnaval da Sapucaí 2023 entrará para o Guinness World Records como a maior ação de reciclagem de latas de alumínio do mundo, através do projeto Recicla Sapucaí. O anúncio oficial será feito durante o Desfile das Campeãs.</p>
<p>Os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, incluindo a Série Ouro, Grupo Especial e o desfile das Campeãs, têm a expectativa de recolher cerca de 10 toneladas de latas de alumínio. Toda a renda obtida será revertida para os 108 catadores contratados.</p>
<p>A ação foi uma união de forças liderada pelo Sesc RJ, detentor oficial do título, e contou com o apoio do Instituto Fecomércio de Sustentabilidade (IFeS), Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), por meio do programa internacional Cada Lata Conta, além dos catadores de material reciclável.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil tem 3,4 mil pontos de descarte de eletrônicos para reciclagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jun 2022 14:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abree]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil tem 3,4 mil pontos de recebimento de produtos eletrônicos para reciclagem. Esses pontos viabilizam a logística reversa e a destinação ambientalmente correta dos equipamentos já sem uso e estão presentes em todos os estados brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree). Também já há 21 centrais de logística reversa em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem 3,4 mil pontos de recebimento de produtos eletrônicos para reciclagem. Esses pontos viabilizam a logística reversa e a destinação ambientalmente correta dos equipamentos já sem uso e estão presentes em todos os estados brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree). Também já há 21 centrais de logística reversa em capitais, com a cobertura para mais de 1,5 mil municípios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A regulamentação para reciclagem e logística reversa do setor de eletroeletrônicos e eletrodomésticos foi publicada há dois anos, com o Decreto 10.240, o que impulsionou o processo no Brasil, segundo o presidente da Abree, Sergio de Carvalho Mauricio.</p>
<p>De acordo com ele, a logística reversa começa a partir da decisão consciente do consumidor, cujo produto eletroeletrônico ou eletrodoméstico não tem mais serventia, de descartar o equipamento em um local adequado. “É aí que começa o processo da logística reversa, com essa atitude do consumidor final de descartar de maneira responsável, permitindo que esse produto possa seguir o caminho da reciclagem”, disse Mauricio.</p>
<h2>Reinserção na cadeia</h2>
<p>A Abree se encarrega de efetuar a remoção dos equipamentos descartados nos pontos de recebimento, transportando-os até os recicladores ou empresas de manufatura reversa. “São aquelas que vão pegar o eletroeletrônico, proceder à sua desmontagem de maneira responsável, tanto do ponto de vista ambiental como trabalhista, e garantindo que isso não vai oferecer risco para o meio ambiente nem para os trabalhadores”, explica Mauricio.</p>
<p>“Todos os materiais (metais, plásticos, vidros) que compõem o eletroeletrônico acabam sendo separados, segregados, picados e se tornam matéria-prima para que possam ser reinseridos no processo produtivo”, completa.</p>
<p>Esse processo, segundo o presidente da Abree, traz grande benefício para a sociedade como um todo. “Primeiro, porque a gente evita que materiais tenham uma destinação que sejam lixões, aterros sanitários ou, pior ainda, que vão parar nas praias, rios, terrenos baldios. Outro benefício trazido pela reciclagem e logística reversa para o meio ambiente é que, quando essas matérias-primas são reaproveitadas em uma cadeia produtiva, os fabricantes deixam de comprar matérias-primas virgens que, muitas vezes, são recursos não renováveis e, de certa forma, acabam comprometendo, ou podem vir a comprometer, o meio ambiente”.</p>
<p>Na avaliação de Mauricio, essa cadeia da logística reversa tem outro ponto positivo que é a movimentação de pessoas, desde catadores, cooperativas, que fazem a coleta desses materiais, transportadores e, por fim, as pessoas que trabalham nessa logística reversa, gerando empregos e renda.</p>
<p>A Abree é uma entidade sem fins lucrativos, mantida por 54 empresas fabricantes e importadoras do setor de eletroeletrônicos. Além do esforço de catadores, cooperativas, varejistas e transportadoras, o presidente da Abree observou que é necessário também que haja conscientização do consumidor final sobre a importância do descarte ambientalmente correto.</p>
<h2>Coleta</h2>
<figure id="attachment_50113" aria-describedby="caption-attachment-50113" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-50113" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Central De Logística Reversa De Eletroeletrônicos, Em Realengo, Na Zona Oeste - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/05-Central-de-Logistica-Reversa-de-Eletroeletronicos-em-Realengo-na-zona-oeste-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-50113" class="wp-caption-text">Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos, em Realengo, na zona oeste.Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos, em Realengo, na zona oeste. &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>Em 2021, primeiro ano de implantação do sistema de logística reversa no setor de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, a Abree coletou 1,245 milhão de quilos de equipamentos no país.</p>
<p>“Todos esses produtos são destinados de maneira ambientalmente correta, com certificados de destinação final por empresas registradas nos órgãos ambientais.”</p>
<p>Para 2022, a intenção é aumentar esse número e enfrentar um outro desafio: o trabalho de conscientização do cidadão brasileiro.</p>
<p>A associação tem feito pesquisas em conjunto com universidades para entender o comportamento do consumidor em relação à destinação final de eletroeletrônicos.</p>
<p>Segundo Mauricio, o brasileiro sabe da existência da reciclagem, mas não atua em favor dela.</p>
<p>“Se cada um, mídia, associações, fabricantes de produtos, comerciantes, puder levar um pouco mais de informação e conscientização para o consumidor, eu acho que, em conjunto, nós conseguimos acelerar essa mudança de coletar que, com certeza, vai deixar o país muito melhor para as próximas gerações”, destaca Mauricio.</p>
<p>Fundada em  2011, a Abree tem o intuito de definir e realizar a gestão da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos pós-consumo no Brasil, garantindo a destinação final adequada. A associação é responsável pela contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, para a implementação de sistemas coletivos de logística reversa.</p>
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		<title>Brasil registra reciclagem de 98,7% de latas de alumínio em 2021</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-registra-reciclagem-de-987-de-latas-de-aluminio-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 14:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Latas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil reciclou aproximadamente 33 bilhões de latinhas de alumínio em 2021, o que representa 98,7% de reaproveitamento do material produzido ao longo do ano. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (13) pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas).  As duas entidades formam juntas a Recicla Latas, [&#8230;]]]></description>
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<p>O Brasil reciclou aproximadamente 33 bilhões de latinhas de alumínio em 2021, o que representa 98,7% de reaproveitamento do material produzido ao longo do ano. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (13) pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As duas entidades formam juntas a Recicla Latas, organização que atua como gestora do termo de compromisso para o aperfeiçoamento do sistema de logística reversa de latas de alumínio para bebidas. Esse termo foi firmado pelas associações do setor com o Ministério do Meio Ambiente em 2020. Nele, as associações garantiram a manutenção do índice de reciclagem das latinhas no patamar de 95%, em cumprimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A logística reversa é o processo de reinserção do material descartado na cadeia produtiva.</p>
<p>Segundo as entidades, trata-se do maior índice da história da reciclagem de latas no país, desde o início do mapeamento em 1990, sendo também um dos maiores do mundo. De um total de 33,4 bilhões de latas vendidas, cerca de 33 bilhões foram coletadas para o processo de reciclagem. Com isso, aproximadamente 1,9 milhão de toneladas de gases de efeito estufa deixaram de ser emitidos na atmosfera, de acordo com cálculos das associações empresariais.</p>
<p>As taxas de reciclagem de alumínio no Brasil são consideradas exemplares, especialmente nos últimos anos, com índices que superam os 96% de latinhas reaproveitadas, após cumprirem seu ciclo de produção, consumo e descarte. Esse ciclo de vida costuma ser curto, aproximadamente 60 dias separam a fabricação de uma nova latinha de alumínio e seu retorno, como matéria prima, para a indústria.</p>
<p>“Há mais de dez anos, o índice de reciclagem de latas de alumínio se encontra em patamares superiores a 96%. O Brasil é <em>benchmark</em> (referência) no setor para o mundo, graças aos esforços conjuntos de toda a cadeia de suprimento e dos investimentos da indústria do alumínio na modernização do setor e na ampliação dos centros de coleta e reciclagem”, destaca Janaina Donas, presidente da Abal.</p>
<h2>Índice geral baixo</h2>
<p>Apesar dos excelentes resultados do setor de alumínio, a reciclagem de outros produtos largamente consumidos no país é baixa. O caso mais desafiador é o do plástico. Apesar de ser o quarto maior consumidor da matéria-prima no mundo, o Brasil recicla apenas 1,29% de plástico, segundo estudo da WWF Brasil com dados do Banco Mundial, divulgado em 2019. O percentual difere bastante dos números informados pela Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast), que indica que pouco mais 23% dos <a href="http://www.abiplast.org.br/noticias/estudo-aponta-que-231-dos-residuos-plasticos-pos-consumo-foram-reciclados-em-2020-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">resíduos plásticos</a> são reciclados no país, segundo números de 2020.</p>
<p>Seja como for, o índice geral de reciclagem dos resíduos sólidos no país ainda é de cerca de 5,3% do total potencialmente recuperável, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). O levantamento consta da edição mais recente do <a href="http://www.snis.gov.br/downloads/diagnosticos/rs/2020/DIAGNOSTICO_TEMATICO_VISAO_GERAL_RS_SNIS_2021.pdf" target="_blank" rel="noopener">Diagnóstico de Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos</a>, publicado em dezembro do ano passado, mas com dados consolidados de 2020.</p>
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