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	<title>ranking de dengue &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Com 6,3 milhões de casos prováveis, Brasil lidera ranking de dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil lidera o ranking global de notificações de dengue em 2024, com quase 6,3 milhões de casos prováveis, sendo mais de 3 milhões confirmados em laboratório. Em seguida, estão Argentina, com 420 mil casos prováveis; Paraguai, com 257 mil casos prováveis; e Peru, com quase 200 mil casos prováveis. Os dados são da Organização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil lidera o ranking global de notificações de dengue em 2024, com quase 6,3 milhões de casos prováveis, sendo mais de 3 milhões confirmados em laboratório. Em seguida, estão Argentina, com 420 mil casos prováveis; Paraguai, com 257 mil casos prováveis; e Peru, com quase 200 mil casos prováveis.</p>
<p>Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que já contabiliza um total de 7,6 milhões de casos prováveis de dengue em todo o mundo este ano, dos quais 3,4 milhões foram confirmados em laboratório. O painel de monitoramento da entidade registra mais de 3 mil mortes provocadas pela doença, com 90 países apresentando transmissão ativa de dengue.</p>
<p>“Embora um aumento substancial de casos de dengue tenha sido relatado globalmente nos últimos cinco anos, esse aumento foi particularmente pronunciado na região das Américas, onde o número de casos ultrapassou 7 milhões no final de abril, superando os 4,6 milhões de casos registrados em todo o ano de 2023”, destacou a OMS.</p>
<p>A entidade também alerta que todos os quatro sorotipos de dengue foram detectados nas Américas este ano. Pelo menos seis países da região – Brasil, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Panamá – já reportaram casos de circulação simultânea de todos os quatro sorotipos.</p>
<p>Além disso, a OMS enfatiza que muitos países endêmicos não possuem mecanismos robustos de detecção e notificação, o que subestima o verdadeiro impacto da dengue a nível mundial. Para controlar a transmissão de forma mais eficaz, é necessária uma vigilância robusta da dengue em tempo real.</p>
<p><strong>Vacinação</strong></p>
<p>A OMS recomenda que a vacina contra a dengue seja parte de uma estratégia integrada para o combate à doença, incluindo controle de vetores, gestão adequada dos casos e envolvimento comunitário. A vacina TAK-003, conhecida como Qdenga, desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda, é atualmente utilizada no Brasil e recomendada para crianças de 6 a 16 anos em áreas com alta transmissão de dengue.</p>
<p>No Brasil, a vacinação com Qdenga começou na rede pública de saúde em fevereiro deste ano, sendo aplicada em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos devido à quantidade limitada de doses fornecidas pelo fabricante.</p>
<p><strong>Outras arboviroses</strong></p>
<p>A OMS destaca a sobreposição de casos de dengue, chikungunya e zika – todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e com sintomas semelhantes, o que pode resultar em diagnósticos equivocados. Dados de vigilância em Minas Gerais, em 2023, mostraram que casos suspeitos de dengue representavam 84,4% dos casos prováveis de arboviroses, enquanto casos suspeitos de chikungunya eram 15,6%. No entanto, a proporção real dos casos confirmados laboratorialmente foi de 65,9% para chikungunya e 34,1% para dengue.</p>
<p>A OMS reforça que os sistemas de vigilância para chikungunya e zika são fracos ou inexistentes em muitos países, e que há diferenças importantes entre essas doenças em relação a populações de risco, gestão de pacientes e utilização de recursos de saúde. O vírus Zika é particularmente perigoso para mulheres grávidas devido à associação com casos de microcefalia.</p>
<p>A expansão da vigilância para monitorar simultaneamente os três vírus pode ajudar as autoridades de saúde pública a determinar com precisão o verdadeiro impacto de cada doença, refinar avaliações de risco e otimizar a gestão clínica e a alocação de recursos para intervenções de saúde pública mais eficazes.</p>
<p>Até o momento, o painel da OMS contabiliza, em 2024, mais de 250 mil casos de chikungunya e quase 7 mil casos de infecção pelo vírus Zika em todo o mundo.</p>
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