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	<title>Rainha (Ọya) &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Jesuton lança versão ao vivo de “Rainha (Ọya)” gravada em Santa Teresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 20:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Filha de mãe jamaicana e pai nigeriano, nascida em Londres e radicada no Rio de Janeiro, Jesuton carrega em sua arte a herança de muitos mundos — e escolheu o Rio como cenário para lançar a versão ao vivo de seu single “Rainha (Ọya)”, uma homenagem ao orixá dos ventos, das tempestades e das mudanças. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee/" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>Filha de mãe jamaicana e pai nigeriano, nascida em Londres e radicada no Rio de Janeiro, Jesuton carrega em sua arte a herança de muitos mundos — e escolheu o Rio como cenário para lançar a versão ao vivo de seu single “Rainha (Ọya)”, uma homenagem ao orixá dos ventos, das tempestades e das mudanças.</p>
<p>A live session intimista foi gravada em um jardim no bairro de Santa Teresa e estreia nesta quarta-feira (16), às 18h, no YouTube.</p>
<blockquote><p>“<em>Tinha que ser no Rio, o meu lugar de pertencimento no mundo. O território onde meu autovalor e minha chamada pessoal ganharam força e brilharam</em>”, afirma a cantora.</p></blockquote>
<p>Com raízes ancestrais e pulsação contemporânea, Jesuton transforma sua travessia pessoal em canto coletivo. Ao som do violão de Rafael Amarante, cada verso ecoa como oferenda e convite à renovação:</p>
<blockquote><p><em>“Um pouquinho de fé cê tem que ter. Ilumina o caminho natural. Quero sonhar um sonho com você. Divido com você”.</em></p></blockquote>
<p>Para a artista, a canção nasceu de uma necessidade de resistência espiritual: <em>“Essa canção nasceu de uma necessidade profunda de resistência. De manter aceso o chamado espiritual dentro de mim e de devolver isso ao mundo em forma sonora. É uma carta de amor à força que nos empurra a evoluir, mesmo quando resistimos”</em></p>
<p>A gravação buscou capturar a energia viva e vibrante de Ọya, criando um palco natural onde a música pudesse respirar em liberdade — um registro poético da força feminina, ancestral e transformadora que marca a trajetória de Jesuton.</p>
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