<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Quilombos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/quilombos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Aug 2024 12:44:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Quilombos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Escola Quilombola forma jovens líderes para defender comunidades tradicionais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/escola-quilombola-forma-jovens-lideres-para-defender-comunidades-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 12:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Conaq]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79129</guid>

					<description><![CDATA[Um projeto transformador da Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) começou a mostrar resultados promissores. Na última semana, em Brasília, foi realizada a formatura da primeira turma da Escola Nacional de Formação de Meninas Quilombolas. Com 39 meninas e 11 meninos, todos com idades entre 15 e 18 anos, o programa busca capacitar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um projeto transformador da Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) começou a mostrar resultados promissores. Na última semana, em Brasília, foi realizada a formatura da primeira turma da Escola Nacional de Formação de Meninas Quilombolas. Com 39 meninas e 11 meninos, todos com idades entre 15 e 18 anos, o programa busca capacitar jovens quilombolas em áreas que vão além do currículo tradicional, abordando temas como a luta por direitos, combate às desigualdades e desenvolvimento de liderança comunitária.</p>
<p>Com o apoio do Fundo Malala, a escola tem como principal objetivo preparar esses jovens, especialmente meninas, para enfrentar os desafios de suas comunidades, buscando soluções inovadoras para os problemas cotidianos e incentivando a igualdade na educação. Juliany Carla da Silva, de 16 anos, da comunidade de Trigueiros em Vicência (PE), é uma das primeiras formandas e destaca a importância do incentivo recebido de professores e familiares para conquistar seu espaço na escola.</p>
<p>As aulas, atualmente realizadas de forma virtual, permitem que os estudantes continuem frequentando suas escolas regulares enquanto participam do projeto. Para Glaydson Ítalo de Jesus, de 16 anos, da comunidade Itamatatiua em Alcântara (MA), o projeto despertou um desejo de seguir a carreira jurídica, com a ambição de cursar Direito em uma universidade federal e realizar um intercâmbio internacional.</p>
<p><strong>Formação de Lideranças e Conexão com as Raízes Comunitárias</strong></p>
<p>Desde 2022, o projeto vem sendo construído por ativistas e educadores em conjunto com a juventude quilombola, criando uma metodologia única que respeita e reflete as realidades e necessidades específicas dessas comunidades. O curso incentiva os jovens a desenvolver um pensamento crítico e a encontrar soluções para questões locais, como a falta de infraestrutura escolar e as longas distâncias que muitos estudantes enfrentam para acessar a educação formal.</p>
<p>Para Ana Paula Sousa, de 18 anos, do Quilombo Mourões em Colônia do Piauí (PI), o projeto foi uma oportunidade de entender melhor sua identidade quilombola e os direitos associados a ela. A escola também oferece suporte para que os alunos possam se posicionar de maneira eficaz em questões sociais, fortalecendo a voz das jovens quilombolas e suas comunidades.</p>
<p>O encontro de formatura, realizado entre os dias 20 e 22 de agosto, contou com a presença de figuras importantes, como a promotora de justiça Karoline Maia, a primeira quilombola a alcançar esse cargo. Ela ressaltou a importância de iniciativas que permitam que os jovens quilombolas estudem sem precisar deixar seus territórios, evitando o processo de desterritorialização e perda cultural.</p>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, também esteve presente e destacou o papel essencial da escola na luta contra o racismo e a desigualdade, reforçando que a formação dessas jovens lideranças é crucial para fortalecer as raízes de resistência dentro dos territórios quilombolas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79129</post-id>	</item>
		<item>
		<title>PGR pede que posição contra marco temporal se estenda a quilombolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pgr-pede-que-posicao-contra-marco-temporal-se-estenda-a-quilombolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 22:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Demarcação de Terras]]></category>
		<category><![CDATA[Elizeta Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[marco temporal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombos]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69916</guid>

					<description><![CDATA[A procuradora-geral da República, Elizeta Ramos, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que considere os desdobramentos do Recurso Extraordinário que trata da demarcação de territórios quilombolas. Em manifestação à Corte, ela repetiu que a posição do Ministério Público Federal (MPF) contra a tese de marco temporal também se aplica ao caso de remanescentes de quilombos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A procuradora-geral da República, Elizeta Ramos, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que considere os desdobramentos do Recurso Extraordinário que trata da demarcação de territórios quilombolas. Em manifestação à Corte, ela repetiu que a posição do Ministério Público Federal (MPF) contra a tese de marco temporal também se aplica ao caso de remanescentes de quilombos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Elizeta Ramos pediu, no documento encaminhado ao tribunal, que o relator do processo, o ministro Edson Fachin, debata a questão em plenário virtual e se oponha ao marco temporal.</p>
<p>O Recurso Extraordinário diz respeito a uma ação que busca anular um processo demarcatório, no qual o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) indicou que um imóvel rural se encontrava em uma área quilombola.</p>
<p>Quando julgou o processo, a Justiça Federal do Mato Grosso do Sul tomou como parâmetro o marco temporal, que restringe o direito à terra, estabelecendo que ele só existe quando as comunidades já tinham posse sobre o território em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal.</p>
<p>No dia 21 de setembro, o STF julgou inconstitucional a tese jurídica do marco temporal. A votação que a derrubou terminou com um placar de 9 votos a 2.</p>
<p>O Senado Federal, contudo, ignorou tanto a decisão da Corte como os apelos do movimento indígena e aprovou, no último dia 27, em plenário, o Projeto de Lei (PL) nº 2.903/2023, que aplicaria o marco temporal no caso de terras indígenas.</p>
<p>O placar da votação ficou em 43 votos favoráveis e 21 contrários à tese.  O PL foi proposto pelo ex-deputado Homero Pereira (1955-2013) e relatado pelo senador Marcos Rogério (PL-RO) e, conforme determinam as regras de tramitação no Legislativo, para entrar em vigor, depende de sanção da Presidência da República.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69916</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
