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	<title>Proposta de Emenda à Constituição (PEC 9/2023) &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pesquisadora denuncia &#8220;Violência Política&#8221; em PEC da dnistia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jul 2024 14:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 9/2023) na última quinta-feira (11), que anistia partidos das multas por não cumprirem cotas de candidaturas de mulheres e negros, foi classificada como um &#8220;ataque direto à democracia&#8221; pela pesquisadora em sociologia Clara Wardi, assessora técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea). Clara Wardi, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 9/2023) na última quinta-feira (11), que anistia partidos das multas por não cumprirem cotas de candidaturas de mulheres e negros, foi classificada como um &#8220;ataque direto à democracia&#8221; pela pesquisadora em sociologia Clara Wardi, assessora técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea). Clara Wardi, que se dedica à análise de políticas públicas, monitoramento legislativo e temas de gênero e raça, expressou grande preocupação com a medida.</p>
<p><strong>Impacto da Decisão</strong></p>
<p>Clara Wardi argumenta que a PEC reflete a composição conservadora do Congresso e envia uma mensagem negativa sobre os direitos das mulheres, especialmente das mulheres negras. Para ela, a PEC representa uma forma de &#8220;violência política institucional&#8221; contra esses grupos, evidenciando as dificuldades que os partidos enfrentam para promover candidaturas de mulheres e pessoas negras. A pesquisadora lamenta a facilidade com que a PEC foi aprovada, destacando que este não é um caso isolado de anistia legislativa.</p>
<p><strong>Histórico de Retrocessos</strong></p>
<p>Nos últimos oito anos, diversas leis, como a 13.165/2015, a 13.831/2019, e a PEC-18/2021, já haviam aliviado os partidos das obrigações relacionadas às candidaturas de mulheres. Segundo Clara Wardi, a recente aprovação da PEC 9/2023 segue essa tendência de retrocesso nos compromissos com a inclusão de gênero e raça na política.</p>
<p><strong>Misoginia e Racismo</strong></p>
<p>A pesquisadora enfatiza que a &#8220;misoginia&#8221; e o &#8220;racismo&#8221; estão profundamente enraizados nos representantes da Câmara. Para ela, tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado deveriam refletir a diversidade da população, mas frequentemente avançam projetos que ameaçam os direitos conquistados por mulheres e negros.</p>
<p><strong>Desafios no Senado</strong></p>
<p>Clara Wardi está pessimista quanto à possibilidade de reverter o resultado no Senado, dado o forte apoio partidário à PEC. A aprovação na Câmara ocorreu com ampla maioria: 344 votos favoráveis contra 89 no primeiro turno e 338 contra 83 no segundo. No Senado, serão necessárias duas votações, com pelo menos 49 dos 81 senadores apoiando a medida.</p>
<p><strong>Resistência dos Movimentos Sociais</strong></p>
<p>Antes da votação no Senado, Clara Wardi espera que movimentos sociais, especialmente feministas e organizações de defesa da população negra, realizem manifestações contra a PEC. Ela reconhece, no entanto, a forte articulação partidária a favor da proposta, inclusive entre partidos progressistas, dificultando a resistência dos movimentos sociais.</p>
<p><strong>Contexto de Retrocessos</strong></p>
<p>A aprovação da PEC faz parte de um cenário mais amplo de ofensivas contra os direitos das mulheres, como evidenciado pelo projeto de lei 1904, que equiparava o aborto ao homicídio. Para Clara Wardi, esses movimentos indicam um ambiente legislativo cada vez mais hostil à igualdade de gênero e racial.</p>
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